Criatividade para viver: Qual é a sua?

Por Empreendedorismo Rosa

Em março celebramos o Dia Internacional da Mulher e o Dia Internacional da Felicidade, respectivamente nos dias 8 e 20. Unimos estas duas datas e seus temas e preparamos um dia especial para você, MULHER que faz acontecer.

Não importa se você empreende ou não, se deseja empreender ou não, se quer mudar de carreira, de relacionamento, de cidade ou de identidade. O importante é que de fato queira ser feliz e venha se unir a nós, no dia 11 de março, sábado, no evento “EU FELIZ“, onde teremos pROSAS de empoderamento pessoal e profissional, com 7 mulheres que, como você, batalham e encaram suas vidas de frente e com a felicidade na bagagem.

Será um dia de muito networking, boas risadas, boa comida, boas pROSAS e muita felicidade e você poderá adquirir seu ingressos de acordo com sua disponibilidade de tempo. Mas desde já lhe desafiamos a separar este dia todo para você, afinal, para sermos felizes temos que nos permitir, confere?

 

Fonte da Imagem Empreendedorismo Rosa

Fonte da Imagem Empreendedorismo Rosa

Nossa sétima pROSA será com a colunista Bárbara Stainsack, com o tema: “Criatividade para viver: Qual é a sua?” . Bárbara é empreendedora e fundadora da Mel e Limonada – Design de Ambientes. Atuou no mundo corporativo por 10 anos e depois de ser vista apontando pro céu chamando o Homem Aranha resolveu mudar de vida e de carreira. Impulsionada pela vontade de empreender, vem se aventurando desde 2014 em construir novos negócios.
Acredita que todo ser humano é criativo e multipotencial por natureza e que quando todos descobrirem isso, será possível construir um mundo novo e muito mais feliz – sem a ajuda do Homem Aranha
Nossa programação segue abaixo:

10h – 11h – Lênia Luz : Boas – vindas e pROSA: “ Felicidade, para que te quero?”
10 minutos para um cafezinho

11h10 – 12h – Déborah Alves: “Empreender sem sair do emprego: Você consegue!”
12h10 – 13h – Tatiana Verri: “Planejando o planejamento: Hora de fazer valer!”
Almoço com pROSA ( 13h10 )

14h10 – 15h – Tereza Cristina Karam: “Nunca é tarde para se movimentar”
15h10 – 16h – Vivian Botelho Coginotti: “Finanças: de vilã a melhor amiga”
10 minutos para um cafezinho

16h10 – 17h – Caroline Farias dos Santos : “Gestão de Conflitos: os meus, os seus e os nossos”
17h10 – 18h – Bárbara Stainsack: pROSA: “Criatividade para viver: Qual é a sua?”
18h – Encerramento com brinde DOC DUO

Inscreva-se logo pois as vagas são limitadas: https://www.sympla.com.br/eu-feliz__118225

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Sociedade à distância é possível?

Por Déborah Alves e Gleide Morais

 

*Atenção, este é um artigo escrito a 04 mãos*

Abrir seu próprio negócio, sendo microempreendedor, não é tarefa fácil. Exige organização, planejamento, precificação dos serviços, captação de clientes e a realização de um número infinito de coisas que precisam ser feitas.

Nesse momento, ter um sócio que ajude a realizar todas essas atividades e abrace o negócio da mesma forma que você abraça parece ser uma ótima ideia e a solução para muitas coisas. Contudo, organização, alinhamento de ideias e objetivos – e muita conversa – são necessários para que haja equilíbrio e clareza na parceria. E, claro, a afinidade faz toda a diferença.

Em nossas vidas como empreendedoras (Déborah e Gleide), as coisas acabaram acontecendo de forma inusitada e quase mágica.

 

Fonte da Imagem: Graziela Mascarello

Fonte da Imagem: Graziela Mascarello

No início de 2015 nos conhecemos numa pós-graduação voltada à área de comunicação. Detalhe: o curso era a distância e quinzenal, ministrado desde o campus da universidade, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. Déborah assistia às aulas de Curitiba, Gleide, de São Paulo.

Com o decorrer do curso, afinidades quanto aos projetos da pós foram aparecendo e numa conversa online, que não deve ter durado duas horas, surgiu a ideia: “Vamos criar uma empresa de conteúdo criativo para auxiliar pequenos empreendedores nas mídias sociais?” Assim nasceu a Balloon – Gestão de Conteúdo.

Nos conhecemos pessoalmente quase um ano depois da decisão de abrir um negócio juntas, em março de 2016, quando Gleide veio para Curitiba. Nosso encontro, um reencontro. Já sabíamos tudo da vida uma da outra, só faltava o abraço no ambiente offline.

Nossa comunicação acontece de forma remota e a distância, utilizando a tecnologia a nosso favor: e-mail, WhatsApp – trabalhamos com áudios gigas -, Skype, Slack, Instagram, Facebook e o que mais o mercado nos apresentar. Vamos experimentando as ferramentas e aderindo as que se adequam às nossas necessidades. Na passagem da Gleide por Curitiba percebemos que a conexão presencial é semelhante a online por conta dos recursos ao nosso alcance. A diferença é que agora uma sabe que a outra trabalha cantando e dançando. E falando sozinha.

Percebemos outros benefícios da sociedade à distância, importante para nós duas que trabalhamos com conteúdo e buscamos inspirações diárias para nosso trabalho: a troca cultural entre as duas cidades e estados. Por mais que Curitiba e São Paulo sejam capitais importantes e apresentam semelhanças, há uma diversidade cultural que nos enriquece. E quando podemos dar um pulinho em outro canto do país, o intercâmbio de ideias e inspirações só aumenta.

Tínhamos (e temos) nossos propósitos, posicionamentos e ideias bem alinhadas e muito parecidas, e tudo isso fez com que conseguíssemos trabalhar muito bem de forma remota. Aceitamos que temos nossas diferenças, que uma tenha mais habilidade que outra para desempenhar determinadas atividades e é exatamente isso que faz com que sejamos sócias e amigas tão bem alinhadas e decididas quanto ao nosso futuro e ao futuro da nossa empresa.

Em tempo: No próximo dia 11.03 , Déborah, estará com o Empreendedorismo Rosa, celebrando o nosso dia, o Dia da Mulher, e falará ainda mais sobre este tema, em uma pROSA animada intitulada: Empreender sem sair do emprego: Você consegue!”. Será um dia de muitas ações de networking, bons negócios, aprendizagem e empoderamento. Tenho certeza que não vai querer ficar fora dessa.

Inscreva-se e venha fazer acontecer com a gente:https://www.sympla.com.br/eu-feliz__118225

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Eu escolhi o Plano F. F de Feliz. F de Fluxer.

Por Alessandra Alkimin

Eu mudei a trajetória da minha vida aos 42 anos. E não me arrependo. De jeito nenhum. Eu tive peito e coragem pra mudar tudo: mudei de pessoas, mudei de lugar, mudei de atitude, mudei a maneira de ver o mundo. Aprendi a ser mais humilde. Não que eu não tenha sido humilde, mas precisava aprender mais sobre essa palavra transformadora. E realmente a humildade transforma. E aprendi que gratidão tem que ser (sim!) um mantra diário na vida da gente.

Durante muito tempo meus olhos estavam perdidos sem saber pra onde ir. Daí num belo dia a intuição me avisou que era hora de mudar. Era agora ou nunca. E decidi que ia mudar tudo. E consegui.

Pela primeira vez na vida parei de dar voltas ao redor de mim mesma. Por um momento me olhei no espelho. O que  vi ali foi a minha essência, o meu eu verdadeiro, o meu ponto doce piscando sem parar e me dizendo que essa Alessandra refletida bem ali na minha frente só queria ser feliz. Mas ainda havia resquícios de um ego que carreguei por anos. Um ego que alimentei a vida inteira tentando ser quem eu não era para qualquer um que cruzasse meu caminho. E esse ego por muitas vezes me jogou no chão, roubou incansavelmente o brilho dos meus olhos, me tirou pessoas e oportunidades incríveis e levou o que havia de melhor em mim: a humildade. E eu achava que estava linda na fita. Pobre de mim.

Foram tantas (e mais tantas!) micro revoluções que eu provoquei durante essa mudança que em determinado momento eu precisei (sim!) me equilibrar para não cair. Foi então que eu decidi me levantar em cada queda, em cada escorregão, em cada casca de banana que cruzasse meu caminho.

Me empoderei sabe. E isso me deu uma força absurda pra começar tudo de novo. Do zero. Pedrinha por pedrinha, me desapegando de tudo e todos, sobretudo do ego. E decidi que não ia mais correr atrás de ser a melhor e a mais bem sucedida em tudo. Eu quero sim correr atrás dos meus sonhos, das minhas vontades absurdas de inspirar pessoas e de inspirar a mim mesma. De ser feliz somente.

E eu vou tentando, dia após dia, aprendendo com a vida, com o novo caminho que escolhi seguir (área da Educação), com as pessoas, com as decepções, com as angústias, com as noites mal dormidas de tanto viajar nos meus sonhos e com tanta coisa que vem atravessando meu caminho. Parece exaustivo, mas está valendo muito a pena. Muito!

O que me motiva de verdade são as conexões incríveis que estão surgindo enquanto percorro minha jornada. Meu Deus! Gratidão por cada uma delas!

Fonte da Imagem: https://hype.idntimes.com

Fonte da Imagem: https://hype.idntimes.com

No auge dos meus 45 anos, eu estou apenas começando.Não quero a pressa e nem a ansiedade para seguir adiante. Só quero acreditar que eu posso tornar tudo mais leve e emocionante enquanto percorro a minha jornada.

E hoje, depois de um processo intenso e delirante de mudanças, conexões e sobrevivência, reconheço-me como parte de um novo movimento. É a geração Flux.

A geração Flux refere-se às pessoas com uma capacidade genuinamente criativa e de um savoir-faire* diante das mudanças.

Uma característica dessa geração (e que tem tudo a ver comigo) foi o fato de não ser classificada com base em sua data de nascimento. Opa! Isso é perfeito. Qualquer pessoa, como eu, você e todo mundo, pode fazer parte dessa geração: nós “fluxers” somos seres com uma pegada de extrema coragem e força pra sobreviver (sem qualquer medo) no meio do caos e da desordem.

Melhor dizendo, a geração flux é a que não tem medo das mudanças, já que decidiu adotar a inovação como regra. Em um mundo cada vez mais instável, a capacidade de se adaptar tornou-se imprescindível.

Os fluxers são pessoas que admiram a beleza das diferenças, daquilo que pode ser desconstruído, reinventado. Eles sabem que há muito trabalho a ser feito do zero; que olhar para as melhores práticas é apenas uma das formas de aprender, mas desconfiam do que já está “formatado”. Eles acreditam que não é possível continuar vivendo como sempre fizeram. É hora de mudar!

A definição vai de encontro a um comportamento desestruturado e não linear que diversas pessoas estão adotando em suas vidas (como eu!), motivadas principalmente pelo cenário caótico e mutante em que estão inseridos.

O que eles querem? Ser feliz e nada mais.

Felicidade não tem a ver com prazer sempre, mas é a toda hora ter a capacidade de ser identificado com uma vida doce, leve e rara.

E que o Plano F seja o recomeço de uma nova jornada, com uma vontade absurda de ser um “Fluxer Feliz”.

Já dizia Chico Xavier: “novas folhas, novas flores, na infinita benção do RECOMEÇO.”

#MeuPlanoF

#SejaFluxer

#CriatividadeParaTodos

(*habilidade de obter êxito, graças a um comportamento maleável, enérgico e inteligente; tino, tato)

 

 

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Uma empresa nas nuvens

Por JobCloud

Em busca de um sonho a publicitária Tatiana Verri saiu do mercado publicitário do interior de São Paulo para entra na área de TI em Curitiba e foi aí que o empreendedorismo a chamou mais alto. Ela iniciou a Startup JobCloud, uma rede de relacionamento entre clientes e agências de comunicação voltada a produtividade.

A ideia da plataforma é unir as duas pontas, Clientes e Agências, e também permitir uma interação maior entre os dois. Quem precisa de algum serviço de comunicação encontra o parceiro mais adequado ao seu serviço, por outro lado, as agências de comunicação ampliam suas áreas de atuação com sua produtividade gerenciada de forma dinâmica, intuitiva e documentada.

 

Fonte da Imagem: http://www.jobcloud.com.br/

Fonte da Imagem: http://www.jobcloud.com.br/

A plataforma funciona de forma bem simples, o cliente entra com o briefing do seu trabalho dando todos os detalhes que normalmente as agências pedem, em seguida a agência parceira recebe a notificação e inicia os trabalhos. Para enviar as artes para a aprovação, a agência fará via sistema, dessa forma o cliente é notificado e acessa a plataforma para ver sua arte, ele pode aprovar, alterar, cancelar, enfim… tem todas as opções que normalmente ele tem. Todo o workflow do trabalho é feito através da ferramenta. A grande vantagem da JobCloud é que todo o histórico do trabalho ficará arquivado, podendo ser visto a qualquer momento.

“Nosso foco são as agências de comunicação, empresas que precisam de uma ferramenta nova e dinâmica que permita não só a gestão dos trabalhos na agência, mas também a interação direta com seus clientes, podendo guardar todo o histórico do processo, desde a entrada do briefing até a entrega do trabalho”, diz Tati.  Idealizadora e gestora da startup, hoje ela atua full-time no desenvolvimento da plataforma, mantendo o contato com as agências e os desenvolvedores e fazendo a gestão do projeto.

Tati, garante que em breve o sistema completo estará no ar e que muitas outras novidades estão vindo por aí, mas que por enquanto algumas poucas e privilegiadas empresas estão vivenciando o MVP.

Sobre a experiência da mulher empreendedora a resposta de Tati é criativa e direta, como toda empresária publicitária não poderia deixar de ser, ela diz, “fazer meu próprio negócio é trabalhar nas nuvens!”

Se você é agência ou cliente e quer entender melhor o que é a plataforma e ser um dos primeiros a utilizar a JobCloud, entre em contato com ela pelo e-mail tati@jobcloud.com.br

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Feito é melhor que perfeito

Por Tatiana Verri Rico

Hoje abrimos um novo espaço no Empreendedorismo Rosa, apresentando as podeROSAS mulheres que fazer parte de nossa Confraria ROSA. E quem abre esta pROSA é a empreendedora Tatiana Verri Rico, da empresa JobCloud .

“Sou publicitária por formação e amante da tecnologia por um descuido. Me formei em propaganda em 2004 e até 2012 sempre atuei na área. Não, não sou de criação como a maioria pergunta…rs.

Desde os tempos de estágio sempre foquei no planejamento de campanhas e na área administrativa, passei desde a parte de tráfego até a área financeira. Como nas últimas agências que passei eu lidava diretamente com os sócios, senti a necessidade de fazer uma pós-graduação em Gestão de Negócios e me aprofundei em administração de agência de comunicação.

Em 2013 mudei de ramo e fui atuar com tecnologia, fiz uma academia SAP e comecei em uma grande empresa como trainee. Fiquei na função pouco mais de 2 anos e foi incrível, aprendi muito sobre grandes corporações e sobre como sistemas de fato podem solucionar diversos problemas empresariais. Porém, ainda não estava 100% feliz e quando sai da empresa, em 2015, fiquei pensando no que eu ia fazer. Foi em uma conversa com o Arison, meu antigo chefe por 2 vezes, que surgiu a ideia da consultoria com a JobCloud. Iniciamos com a consultoria, coletando informações com freelancers e agências, facilitando a integração e a contratação desses profissionais. Tudo isso de forma manual.

Fonte da Imagem: Estúdio Trevisart

Empreendedora Tatiana Verri faz parte da Confraria ROSA / Fonte da Imagem: A Estúdio Trevisart

Mas, como já disse antes, sou publicitária sim, mas amante da tecnologia, especialmente quando ela nos ajuda. Por isso fiquei pensando em como poderíamos dinamizar o trabalho todo e conseguir atender mais pessoas. Então fui buscar na área de TI algo que pudesse automatizar os processos de tal forma que pudéssemos solucionar de fato os problemas das agências.

Foi então que surgiu a ideia da ferramenta JobCloud, que é uma plataforma de organização das agências de comunicação, visando a gestão de trabalhos e a integração com clientes e parceiros. Na última semana de maio finalizamos nosso primeiro MVP ( Produto Mínimo Viável), com um foco um pouco diferente do que estávamos fazendo, mas visando algo maior. Nos primeiros meses de testes tivemos algumas agências parceiras testando e foi uma enxurrada de informações novas e problemas para solucionar. Agora já estamos desenvolvendo uma versão beta do MVP que deverá sair do forno em meados de outubro, isso aí, estamos quase lá! Ainda não é a plataforma dos nossos sonhos, mas está caminhando para isso.

Uma coisa que aprendi nessa nova jornada, e que repito como um mantra, é que “feito é melhor que perfeito”, como diz a nossa mentora Lênia. Então, segura a ansiedade de ter tudo rodando como realmente queremos e bora lá fazermos passo a passo o sonho se tornar realidade.”

Que conhecer mais sobre a Confraria ROSA? Acesse AQUI

 

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Perfil da Empreendedora Brasileira

Por Empreendedorismo Rosa

A convite da fundadora da RME, Ana Fontes, o Empreendedorismo Rosa apoiou a pesquisa sobre o Perfil da Empreendedora Brasileira. Agradecemos a RME pelo convite e nossas leitoras pela participação. Segue abaixo a pesquisa na íntegra.

*A quinta edição do Fórum Empreendedoras revelou dados da inédita pesquisa sobre o Perfil da Empreendedora Brasileira, realizada com mais de 1300 mulheres em todo território nacional e patrocinada pelas empresas AVON, ITAÚ e FACEBOOK, com organização da Rede Mulher Empreendedora. Foram trabalhados temas nunca abordados em pesquisas já realizadas no país.

A pesquisa, além de desvendar o perfil dessa mulher que empreende no Brasil, traz um panorama real do que elas enfrentam quando decidem empreender, seus conflitos diários, a maternidade versus a carreira, o momento financeiro e principalmente as dificuldades que a empreendedora brasileira enfrenta quando decide ter seu próprio negócio

A amostra da pesquisa quantitativa é de 1376 mulheres sendo que 85% já empreendem e 15% pensam em empreender, e abrange uma boa representatividade:  São Paulo Capital e região metropolitana – 19,65% MG + ES + interior de São Paulo –  22,33%, Região Sul – 20,23%, Estado do RJ – 12,21% Regiões Norte, Nordeste, Centro- Oeste 22,33%

Fonte da Imagem : Paula Soares

Fonte da Imagem : Paula Soares

PERFIL: 79% tem superior completo ou mais, 39,1 anos é a média de idade. A maioria é casada, com filhos e apresentam um grau de escolaridade um pouco maior do que as que planejam empreender e que tem média 36,5 anos, sendo que 30% pertence a Classe C, enquanto 35% das mais velhas pertencem a classe A.

MATERNIDADE: Um dado já sentido pelo mercado, mas que ainda não era comprovado: 75% das empreendedoras decidem empreender após a maternidade. Na classe C, a porcentagem aumenta para 83%.

O QUE MAIS COMPROMETE A RENDA: O MAIOR GASTO entre 37% das pesquisadas é com moradia, seguido de alimentação (24%) e de dívidas (15%). Mas isso muda quando analisada a classe social: na classe A, o maior gasto é com Educação, chegando ao comprometimento de 14%.

REDE DE APOIO DA EMPREENDEDORA: Na hora da divisão ou “ajuda” nas tarefas domésticas e cuidado dos filhos, a maioria das empreendedoras conta com o apoio do marido, familiares. Na Classe C, as redes de apoio são menores. Outra constatação, conforme os filhos crescem elas passam a fazer mais tarefas sozinhas.

TEMPO DO NEGÓCIO –  42% iniciou seu negócio há menos de 3 anos e 39% tem mais de 6 anos.

SETOR DE ATUAÇÃO:  quanto mais alta a classe social, maior a concentração de Serviços, que desponta com 59%, seguido do comércio (31%), e Indústria (7%).

SOCIEDADE:  55% não tem sócios, e quando tem é mais comum sociedade em partes iguais. Amigos, maridos ou outro familiar são os sócios mais comuns das empreendedoras

HOME OFFICE: 68% costuma trabalhar mais em casa.

FATURAMENTO: 33% das empreendedoras faturam mais de R$10.000,00 por mês enquanto 36% faturam até R$2500,00 por mês.

PONTAPÉ INICIAL: 41% iniciaram seu empreendimento sem capital, 41% usaram Poupança, investimento próprio e rescisão após ser demitida como principal fonte de capital que contaram para iniciar seu do negócio.

PREPARO PARA O NEGÓCIO:  maioria das que já empreendem, 75% se sente preparada para ter o seu próprio negócio. Já entre as que planejam empreender, 50% se sentem preparadas.

RAZÕES PARA EMPREENDER: entre elas predominam as razões emocionais, já que 66% diz trabalhar com o que gosta enquanto 34% diz que empreender é realizar um sonho. Ter Flexibilidade de horário fica com 52% das respostas e 40% procura por uma renda melhor do que trabalhando para outros.

PONTO DE ATENÇÃO: 33% fazem O CONTROLE FINANCEIRO de modo básico, criam planilha de excel ou até anotam em um caderno.  33% fazem algum controle de modo mais elaborado, mas 14% não fazem controle nenhum.

CONFIANÇA: Mesmo com todo o discurso negativo da crise atual do país, os negócios de mais da metade (63%) das empreendedoras está melhor do que há 3 anos. E elas acham que irão melhorar mais ainda nos próximos 3 anos!

QUEREM SABER MAIS: Finanças, planejamento da empresa, formação de preço, mkt/comunicação e vendas/negociação são as áreas que querem saber mais. Ou seja, querem planejar, definir preço, divulgar e vender.

ONDE BUSCAM INFORMAÇÕES:  70% buscam informações principalmente nas redes de empreendedorismo, 68% nas palestras gratuitas

NETWORKING: Sim, elas fazem! 31%  delas vão a eventos, palestras e encontro de empreendedoras. Tomam conhecimento dos eventos pelas redes sociais (FACEBOOK), boca a boca e sites.

 

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