Estratégia de Negócios para as Mídias Sociais

Por Empreendedorismo Rosa

Não basta apenas seu negócio ter uma página nas mídias sociais. Ela precisa estar ativa, comunicar o que faz, falar em que acredita, publicar conteúdos relevantes e ter seu posicionamento.

Para saber como marcar presença nas mídias, definir uma melhor estratégia de comunicação e saber qual a proposta de valor do seu negócio (e descobrir que proposta de valor não tem nada a ver com ganhar $$, pois vai muito além disso),e participe da pROSA com Taty Verri Rico da JobCloud.

Inscreva-se: https://www.sympla.com.br/eu-feliz—2a-edicao__182875 e vem ser FELIZ com a gente!

Fonte de Imagem: Paula Soares

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Qual o propósito de sua marca?

Por Empreendedorismo Rosa

Você tem de forma clara em sua mente qual o propósito da sua marca e o quanto isso é importante no diferencial do seu negócio?

PROPÓSITO é o tema que será abordado pela Déborah Alves no evento Eu Feliz – 2º Edição. Produtora de conteúdo e cofundadora da Balloon Gestão de Conteúdo, ela trará para nós os vários significados do termo e levantar questionamentos que nos farão refletir sobre negócios, carreira, consumo e vida.

Será abordado principalmente sobre propósito de marcas, mas também serão levantadas algumas questões sobre o propósito de vida e como esse termo pode ter significados mais amplos do que você imagina.

Inscreva-se: https://www.sympla.com.br/eu-feliz—2a-edicao__182875 e vem ser feliz com a gente!

Fonte da Imagem: Paula Soares

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Desenvolva um olhar observador sobre as tendências do mercado

Por Empreendedorismo Rosa
O que estamos fazendo? O que acontece agora? O mundo vai continuar mudando nessa velocidade?
Perceber determinados movimentos sociais e entender por que eles acontecem de tal forma é o pontapé inicial para desenvolver um olhar mais analítico e investigativo sobre o futuro. Observando os padrões comportamentais, aguça-se o olhar para os sinais das próximas tendências.

 

Fonte da Imagem: Empreendedorismo Rosa

Fonte da Imagem: Empreendedorismo Rosa

Na próxima semana teremos o WORKSHOP: OBSERVATÓRIO DE TENDÊNCIAS

Participando deste workshop, você aprenderá a desenvolver o olhar observador e a identificar para quais macrotendências os sinais apontam. Além disso, irá aumentar a compreensão dos comportamentos sociais e emocionais e aprenderá a interpretar alguns dos diferentes cenários e momentos vivenciados no mundo.

A QUEM SE DESTINA:

Este workshop foi elaborado para as pessoas que querem desenvolver uma melhor compreensão dos padrões e comportamentos sociais como sinais que levam às tendências de mercado e àqueles que desejam materializar tais percepções em seu trabalho ou modelo de negócio.

O Observatório de Tendências baseia-se nos principais conceitos e teorias atuais referentes ao estudo das Tendências.

QUANDO:
Dias 21, 23 e 25 de Agosto | Das 19h às 22h.
Onde: Empreendedorismo Rosa | Rua: 7 de abril, 1181 – Curitiba.
Inscreva-se AQUI

FACILITADORAS:

Babi Stainsack: Empreendedora, formada em Gestão da Informação pela UFPR, pós-graduada nas áreas de Tecnologia de Software e Desenvolvimento Gerencial. Como está sempre em busca de novas tendências, resolveu se reinventar e agora também é formada em Design de Interiores.

Com esta formação multidisciplinar e experiências de trabalho sempre voltadas à estruturação de novos negócios, deseja dividir com mais pessoas o que aprendeu, porque acredita que tirar o véu do mistério e passar a perceber para onde o mundo anda pode mudar a forma como fazemos nossas escolhas e o planejamento de nossas vidas e de nossos trabalhos.

Juliana Camargo: Empreendedora, Consultora, Publicitária e Especialista em Marketing. Possui vivência de mais de 10 anos nas áreas de Marketing e Comunicação. Além de aprimorar seus conhecimentos profissionais, dedica-se a assuntos como autoconhecimento, tendências, branding, comunicação, marketing digital, empreendedorismo, liderança e empoderamento feminino.

Sobre a ENTONCES:

Criada por Babi e Juliana, a Entonces vem alimentar os debates sobre Tendências de Consumo, Design, Comunicação, Negócios, Inovação e Criatividade, através de Consultoria e Treinamentos.

Puxe sua cadeira e faça parte dessa conversa!

Queremos muito que você tenha um olhar observador para as Tendências!

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*O mercado econômico afirma: Mulheres superam homens na criação de novos negócios

Por Empreendedorismo Rosa

As mulheres brasileiras estão à frente dos homens na criação de novos negócios. Mas, quando se trata de negócios já estabelecidos, elas mostram presença menor que a do sexo masculino. As informações estão na pesquisa Global Entrepreneurship Monitor 2016, coordenada no Brasil pelo Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae) e o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBPQ).

Segundo o estudo, em 2016 a taxa de empreendedorismo entre os que têm um negócio com até três anos e meio de existência ficou em 15,4% entre as mulheres e em 12,6% entre os homens. A taxa de empreendedores estabelecidos, ou seja, que tocam um negócio há mais de três anos e meio, ficou em 19,6% entre os homens e 14,3% entre as mulheres.

A pesquisa revelou também que as mulheres empreendem por necessidade mais frequentemente do que os homens. No grupo feminino, 48% delas afirmaram ter buscado o empreendedorismo porque precisaram. No masculino, esse percentual cai para 37%.

O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, afirma que em tempos de crise o empreendedorismo é uma alternativa para vários brasileiros que perderam o emprego ou buscam uma renda extra. No caso das mulheres, ele destaca que a solução pode ser mais viável que um emprego com horário rígido, já que muitas delas têm de fazer a chamada jornada dupla.

“O dilema da mulher é entre a necessidade de trabalho e de cuidar da criança, da casa. O empreendedorismo tem se mostrado um grande caminho de conciliação. Quem quer fazer carreira em uma empresa tem que lidar com a disciplina dos horários, o que não facilita”, comenta.

Fonte: Estúdio Trevisart

Fonte: Estúdio Trevisart

Ele lembra que um número grande de brasileiras é responsável, sozinho, pelo sustento da família e pela organização do lar. “Há a mulher como arrimo de família. Elas são a única fonte de renda e ainda têm que cuidar da atividade doméstica. Então, a atividade de empreendedora em casa facilita muito. A maioria caminhou para isso por necessidade. Essa pesquisa trata do mercado formal, mas você tem um monte de mulheres por conta própria na informalidade”, destaca.

Mais suporte

Marcelo Minutti, professor de empreendedorismo e inovação da Faculdade de Economia e Finanças Ibmec, vê como positiva a maior presença feminina nos negócios novos. Ele acredita que isso é resultado do empoderamento das mulheres e avalia que, com o tempo, crescerá também o número das que estão à frente de negócios estabelecidos há mais tempo.

“A gente percebe, nos últimos anos, uma tendência forte para a mulher empreender. Inclusive, esses percentuais de crescimento atual resultam de uma defasagem muito grande [da presença delas nos negócios anteriormente]. Isso estava represado. Como esse empoderamento tem ganhado força apenas nos últimos anos, isso reflete, porque os negócios são mais novos também”, afirma.

Minutti destaca, contudo, que ainda há dificuldades a enfrentar para garantir equidade no mundo dos negócios. “Por mais que seja uma notícia positiva o fato de as mulheres ocuparem espaço maior, a gente tem algumas dificuldades. O preconceito dificulta muito as relações, ainda mais em ambientes majoritariamente masculinos. Por isso, só pedir para as mulheres se esforçarem não é suficiente. Precisa de política pública, que as empresas se adaptem à rotina das mulheres”.

No estudo do Sebrae e do IBPQ, técnicos também enumeram obstáculos apontados por mulheres empreendedoras e recomendam maior suporte. “[As mulheres] conseguem criar novos negócios, porém enfrentam dificuldades para fazer seus empreendimentos prosperarem. Tal fenômeno pode estar associado às condições relatadas, como preconceito de gênero, menor credibilidade pelo fato de o mundo dos negócios ser mais tradicionalmente associado a homens, maior dificuldade de financiamento e dificuldade para conciliar demandas da família e do empreendimento. Essa situação aponta para a necessidade de maiores investimentos para dar suporte”, ressalta a pesquisa.

Ajuda da família

Em março do ano passado, a turismóloga Mariana Alves Carvalho David, 32 anos, decidiu arriscar-se no mundo dos negócios. Desempregada, ela juntou a necessidade ao desejo antigo de ter o próprio negócio e abriu o restaurante Piccolo Emporium, na Asa Sul, zona central de Brasília.

“Na verdade, foram duas coisas. Meu pai vem desse ramo [de restaurantes] há muitos anos e eu tinha vontade de abrir alguma coisa. Aí, fiquei desempregada. Eu tinha um dinheiro e meu pai entrou comigo”, explica. Casada e mãe de dois filhos, ela tem a sorte de poder contar com a ajuda da família para conciliar a vida doméstica com a rotina de empresária.

“Eu não tive tanta dificuldade, pois meu marido já sabia como ia funcionar. Nós tínhamos conversado antes. E o fato de o meu pai estar junto comigo e a gente conseguir dividir [as tarefas do restaurante] facilitou muito. Se não fosse isso, realmente seria um pouco mais difícil”, diz.

Áreas de atuação

Além de enfrentar mais obstáculos para manter o negócio funcionando, as mulheres que decidem empreender atuam em menos áreas que os homens. Segundo a pesquisa do Sebrae e do IBPQ, em 2016, enquanto 49% das empreendedoras iniciais concentravam-se em quatro atividades, 50% dos homens começando a empreender estavam em nove segmentos.

Elas distribuíam-se nos setores de serviços domésticos (13,5 %) , cabeleireiros ou tratamento de beleza (12,6 %) , comércio varejista de vestuário e acessórios (12,3 %) e catering e bufê (10,3%).

Por sua vez, os homens estavam em todas as áreas ocupadas pelas mulheres, com exceção do serviço doméstico, e ainda na construção (14,8 %), restaurantes (7,7 %), manutenção de veículos (7,4 %), comércio varejista de hortifrutigranjeiros (3,2 %), atividades de serviços pessoais (2,8 %) e comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e higiene pessoal (2,4 %) .

Para Marcelo Minutti, as barreiras do mundo corporativo e a própria formação cultural podem explicar a concentração das mulheres empreendedoras em áreas associadas ao universo feminino. “Ela pode se concentrar no espaço onde há mais facilidade para ela. Há uma carga cultural também, referente a como o homem é criado e a como a mulher é criada. Tem que começar um trabalho de base, desde que as meninas estão lá na escola até chegar à idade de empreender”, defende.

 

Fonte: * http://agenciabrasil.ebc.com.br 

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Youtube: Tenha o seu canal

Por Taty Verri

Há muito tempo o audiovisual ganhou o coração da população mundial e já a um bom tempo o consumo de vídeos deixo de ser exclusivo para TVs e cinemas, a internet ganhou sua força nesse segmento e vem alcançado números cada vez maiores de visualizações. De acordo com um relatório da Cisco (http://www.cisco.com/c/en/us/solutions/collateral/service-provider/visual-networking-index-vni/complete-white-paper-c11-481360.html), em 2019 os vídeos online serão responsáveis por quatro quintos do tráfego mundial de internet.

E não tem como falar de vídeo na internet sem falar de Youtube. A plataforma já é a referência em vídeos e vem crescendo cada vez mais em todo o mundo e no Brasil não é diferente, em 2016 a plataforma chegou a 82 milhões de usuários, isso é 80% da população brasileira que tem acesso a internet.

 

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Pensando nisso, mesmo que sua intenção não seja ser um Youtuber, ter seu canal na plataforma pode sim fazer parte da sua estratégia de comunicação. Mas calma, não basta sair criando um canal na plataforma, é preciso um planejamento e direcionamento, segue algumas dicas.

1-            Defina um conteúdo: Tenha claro qual a intenção do seu canal e sobre o que você vai falar. Segmente bem o nicho de mercado que quer atingir, nem todos serão Youtubers famosos a nível nacional, mas podem sim ser referências no seu nicho de mercado.

2-            Seja autêntico: Mostre quem você é de fato e compartilhe o que faz sentido com você. Conheça muito bem seu concorrente, saiba sobre o que está sendo falado, mas faça do seu jeito, você tem que ser você.

3-            Tenha periodicidade: Um canal só cresce se tiver periodicidade, não precisa postar todos os dias, mas poste com certa frequência. Para isso, faça um planejamento dos seus próximos temas.

4-            Faça parcerias: Apareça em outros canais e convide pessoas de outros canais para aparecer no seu, mas além disso, troque experiências e conteúdo entre vocês, isso funciona bem para qualquer segmento, mas acontece com maior frequência entre os músicos.

5-            Estude, estude, estude: Quanto mais você se mostrar uma autoridade no assunto, mais seguidores você terá, você será uma referência no segmento que escolheu. Por isso você precisa entender muito bem do que está falando e precisa sempre estar atualizado sobre o tema.

É importante lembrar que nenhum canal vai virar um fenômeno da noite para o dia, o trabalho precisa ser constante e o conteúdo tem que entregar valor para quem está assistindo. O segredo do sucesso está na consistência de informações e no planejamento a longo prazo.

Em tempo: Taty Verri é responsável pela construção do canal do youtube do Empreendedorismo Rosa, se você ainda não acessou, a hora é agora: Empreendedorismo Rosa no Youtube 

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Uma jovem sonhadora e sua história inspiradora

Por Pâm Bressan

Olá pessoal, tudo bem? Venho compartilhar com vocês mais uma história motivadora!

Dessa vez, ela não é uma empresária, nem mãe, nem professora, ela é uma menina muito jovem, de 24 anos que mora sozinha e tem muita coisa boa para contar, bora lá!

Meu nome é Dayana, tenho 24 anos moro na cidade de Itapevi (SP), não entendo muito sobre signos, mas sempre me disseram que meu signo é leão (risos), moro sozinha e minha família mora em São Paulo também, trabalho como assistente de uma Artista Caligrafa aqui na cidade. Terminei o ensino médio e não optei por fazer faculdade pois tenho outros planos em mente.
O maior desafio que enfrentei na vida foi aos 10 anos de idade onde eu me vi sozinha no mundo e tive que lutar muito para sobreviver de uma forma honesta e batalhadora e, a lição que aprendi com esse desafio foi como diz o nosso querido Eduardo Lyra ”não importa de onde você vem, o que importa é pra onde você vai” essa frase mesmo antes de conhecê-la,  posso dizer que ela é a frase da minha vida, ela traduz bem o que é você estar passando por uma tempestade hoje e saber que amanhã o sol vai nascer e tudo ficará bem, e mesmo que os dias seguintes continuem nublados você tem fé e sabe que vai passar.

1. Conte para gente como foi atravessar essa difícil época na sua vida:
Então, nessa época eu morava com meu pai e minha madrasta, mas eles não cuidavam de mim e eu realmente vi que eu não podia contar com ninguém. Foi quando  comecei a me virar como eu disse de forma honesta. Na porta da minha casa eu observava os jovens e crianças da minha idade usando drogas e planejando roubos para comprar drogas…ERA HORRÍVEL|! Mas escolhi o caminho estreito, o caminho que dá mais trabalho, um belo dia peguei um saco branco daqueles de milho e fui para um aterro sanitário( lixão) catar materiais recicláveis para vender e gerar alguma renda , ali eu vivi uma experiência muito rica, eu acho que todo mundo deveria conhecer um aterro sanitário, atrás de todo aquele lixo escondido dos olhos de muitas pessoas moram famílias que trabalham ali diariamente catando materiais recicláveis para vender, sem contar que nós comíamos comida do lixo e sem exagero, eu me lembro bem do sentimento bom que era quando encontrávamos principalmente Danones vencidos no lixo , salsicha, restos de shampoo. Uma cena que eu nunca esqueci foi do meu primeiro dia no lixão e eu vi alegria nos olhos daquelas pessoas quando chegava o caminhão do lixo, ali havia brilho nos olhos e felicidade em meio a tanta sujeira, foi incrível. Alguns dias depois consegui um trabalho como babá durante o dia eu trabalhava no lixão e a noite cuidava de crianças e ganhava 5 reais por noite. Naquela época era tudo muito confuso, eu via crianças brincando enquanto eu tinha que trabalhar, mas eu me lembro que assim como hoje eu tinha o pensamento de que as coisas iam melhorar, eu não sabia quanto tempo demoraria mas ia melhorar.
2. Cite uma ação que fez e que não se arrepende…o que aprendeu com ela? Faria novamente?

Dia 14 de gosto de 2014 as 20:30 eu tive um insight, o maior sonho da minha vida estava prestes a ser realizado ali, descobri que o que me faltava era um pouco mais de atitude e coragem, liguei para o meu pai e pedi o endereço de quando nós morávamos em Guarulhos que foi onde morei quando tinha 3 a 4 anos de idade, eu precisava encontrar a minha mãe ou pelo menos ter uma pista sobre o que aconteceu já que ninguém nunca me contou nada e eu não tinha nome em documentos. Com 20 reais no bolso peguei um ônibus e fui em busca do meu sonho grande, no meio do caminho eu me perdi, algumas pessoas me chamaram de louca e me pediram pra voltar, mas algo me impulsionava a continuar e seguir em frente, e eu realizei o maior sonho da minha vida, encontrei a minha mãe! Nesse momento eu aprendi que a nossa visão é limitada, o seu sonho pode estar do outro lado do medo, das desculpas que você dá enquanto espera ele cair do céu, talvez assim como no meu caso te falte atitude, um passo de fé , nada é impossível para quem sonha, como já dizem: “Se você pode sonhar, pode realizar!”

3. O que é empreender para você?

Empreender é um passo de coragem, é você investir no teu sonho, na sua ideia, é ter propósito e cumprir a sua missão, empreender é viver intensamente fazendo o que ama, e ter o prazer de ver os seus negócios sairem do papel. O medo, as inseguranças na hora de empreender existem, mas nada supera o prazer de ver alguém satisfeito e feliz em comprar ou ganhar, ou se beneficiar do seu produto que antes de qualquer um acreditar, você acreditou!
4. Qual sua meta para o final do ano e para daqui 2 anos?

Minha meta pra o final do ano é desenvolver o meu potencial e aproveitar as oportunidades, investir no meu negócio e me preparar para que daqui a dois anos eu esteja com tudo pronto para seguir em busca da realização de outro sonhos!
5. O que é mais importante para você: família ou trabalho?

Trabalho é muito importante, mas, Família vem em primeiro lugar!!!
6. Mudando um pouco de assunto, como você observa o atual cenário universitário educacional?

Já melhorou bastante, mas ainda tem muito a melhorar, hoje em dia pouco se investe em educação, e o sistema educacional ainda é limitado, mas eu acredito e tenho fé de que vai melhorar.

7. Se sentia confuso no ensino médio sem saber que profissão seguir?

Sim, eu queria algo a mais do que o sistema educacional sugeria/imponha, mais do que simplesmente fazer uma faculdade e trabalhar naquela mesma área até os meus últimos dias de vida, eu sempre ouvi que se você não fizesse faculdade você jamais teria valor algum, a sociedade impõe que sem faculdade você é um zé mingué. Hoje vejo que não é bem assim.
8. Como tomou os primeiros passos?

O primeiro passo que eu tomei foi acreditar em mim e acreditar que existe um propósito maior e que vida sem sonhos é vazia e sem graça como uma rua deserta.
9. Deixe uma mensagem aos nossos leitores.

Acredite em você, acredite nos seus sonhos, não de créditos as coisas ruins pois essas dificuldades serão obstáculos que vão te dar impulso para vencer e chegar onde você quer, lá na frente quando você encontrar o próximo obstáculo você vai ver que já enfrentou coisa pior e daqui pra frente vai tirar de letra. Ame, abrace, espalhe amor por onde passar e jamais deixe de sonhar !

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