Fazendo as malas depois da formação acadêmica

Por Karina Leyser  e Lênia Luz

Imagine que há anos você se prepara para fazer aquela viagem que você sonha desde a sua adolescência.

Você estuda, planeja, economiza, faz a mala. Nela, você coloca tudo o que você tem à sua disposição e acha que vai precisar para aproveitar o máximo o tão desejado destino final.

Depois de meses de ansiedade, o grande dia finalmente chega e você sai da sua casa rumo ao aeroporto. Faz sua primeira conexão doméstica, e é aí que começam os obstáculos: o vôo cancela e você tem que ficar mais tempo que o planejado no aeroporto, e, por fim, o vôo aterrisa em outra cidade por questões meteorológicas e você tem que achar outro meio para chegar ao seu destino.

Nessa hora você avalia e percebe que o que trouxe na mala não será suficiente para a jornada, e uma bateria extra, dólares, uma jaqueta mais quente, ou um carregador pode fazer toda diferença para um trajeto mais agradável.

Programa

 

Será que podemos traçar um paralelo com a nossa vida profissional? Entramos nas universidades entusiasmadas com o sonho do destino final: sermos uma advogada de renome, uma arquiteta reconhecida, uma engenheira de sucesso, uma referência de publicitária e nos preparamos para isso com todo estudo e dedicação.

Porém, antes do destino final, precisaremos enfrentar a jornada do mercado corporativo, que muitas vezes se parece com uma selva com tantos obstáculos os quais as universidades não nos ensinam a vencer.

Mas, e se pudéssemos colocar na nossa mala um “kit básico de sobrevivência”, com ferramentas e técnicas que já se provaram necessárias no mercado corporativo? E, se, além disso, tivéssemos a confiança e o auto-conhecimento necessários para enfrentar o que for preciso para alcançar de fato nossos sonhos?

Essa é a proposta do programa de capacitação intraempreendedora, Gear Up Women, que tem por objetivo a preparação e orientação para entrada ao mercado corporativo, mesclando elementos comportamentais e técnicos/ferramentais, a fim de prover aos participantes melhores condições de superação profissional.

Quer saber mais? Venha participar com as idealizadoras do programa, Lênia Luz, fundadora do Empreendedorismo Rosa e Karina Leyser, gerente de projetos com mais de dez anos de experiência no Mercado Corporativo, de um bate-papo descontraído sobre os desafios do mercado corporativo e as ferramentas (técnicas e emocionais) que podemos adquirir para superá-los.

Inscreva-se gratuitamente aqui: https://www.sympla.com.br/programa-gear-up-women__213959

 

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Empreender e correr, tudo a ver!

Por Lênia Luz

E novembro chegou e com ele chega também a Semana Global de EmpreendedorismoUma semana criada em 2007 pelo ex-primeiro ministro britânico Gordon Brown e pelo presidente da Kauffman Foundation na época, Carl Schramm, com o objetivo de fortalecer e disseminar a cultura empreendedora conectando, capacitando e inspirando as pessoas a empreender.

E é sobre este tema, Empreendedorismo, que abro o mês, compartilhando sobre o título deste post. Há uma semana me desafiei (assim como quando a gente começa a empreender) a fazer algo diferente e que me desse algum prazer, pelo resultado que busco. Busquei um grupo feminino de corrida para iniciar uma nova etapa de atividades físicas na minha ociosa vida no quesito cuidados com meu bem estar. Quem acompanha o Empreendedorismo Rosa sabe que atividade física não é minha praia, mas que este ano me encontrei no Arco e Flecha (acesse AQUI para saber mais). Porém, ele tem me dado um resultado mais na ordem de organização emocional do que no condicionamento físico, inclusive por me sentir sem este condicionamento que busquei o Grupo Corre Guria.

Além do encontro semanal que temos, tenho que seguir um cronograma de atividades semanais para chegar ao resultado que me propus. Só que durante a semana sou eu e eu; e confesso, esta primeira semana foi tensa. Para uma pessoa que está sem condicionamento algum, realizar qualquer atividade física é um sufoco, mas estou ciente que se eu não seguir o “planejamento” não obterei sucesso. Após cada treino realizado, dou um feedback à minha personal/mestra da corrida, Micheli Baptistim. Ela me orienta para a próxima atividade e me motiva a não desistir.

Pois bem, no terceiro treino da semana, eu já menos dolorida, porém ainda falando para minha mente e corpo que não adiantavam reclamar, pois a decisão já estava tomada, fiquei o tempo todo brigando entre o parar e o seguir. Ouvindo PINK  cantar: “We came here to run it, run it, run it, we came here to run it, run it, run it”  me veio a vida empreendedora em cena.

Fonte da Imagem: https://www.facebook.com/correguriaaa

Fonte da Imagem: https://www.facebook.com/correguriaaa

Quantas pessoas começam seu empreender por uma necessidade e não por uma oportunidade? E quantos começam por uma oportunidade e desenvolvem suas habilidades por uma necessidade? A cada volta que dava em meu percurso, lembrava de meu empreender diário. Tão cheio de tomadas de decisões, desconfortos, mudanças, insistência, persistência, apoio de outros para não desistir ou para continuar dando certo e dos meus poderosos 4 Fs ( foco , força, fé e foda-se).  Deparei-me com a realização que tenho com com minhas conquistas, ainda que por vezes pequenas aos olhos dos outros, mas gigantes para mim.

Correr e empreender seguem no mesmo ritmo para mim, uma dica de cada vez, um passo de cada vez, um tempo de cada vez, mas com um único propósito: conquistar meus objetivos e ser inspiração para os que me observarem ou juntos vierem comigo.

O fato é que não há caminho fácil para empreender, mas sim um caminho possível. Assim como na corrida!

Em tempo: Dia 19 de novembro celebramos o dia Mundial do Empreendedorismo Feminino. E nós, do Empreendedorismo Rosa, faremos uma ação especial no dia 28/11 no Hostel Roma. Serão 4 pROSAS inspiradoras de mulheres que, como eu, como você, estão em uma corrida empreendedora em busca de suas conquistas.

Inscreva-se: https://www.sympla.com.br/happy-com-prosa-especial—dia-mundial-do-empreendedorismo-feminino__208297

 

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Concurso Geração Empreendedora – Desafio Paraná 2ª Edição

Por Empreendedorismo Rosa

Participantes do Geração Empreendedora – Desafio Paraná 2ª Edição terão acesso a capacitação em empreendedorismo e mentoria, e podem receber até R$ 7 mil para investir em seus negócios

Já estão abertas as inscrições para o concurso Geração Empreendedora – Desafio Paraná 2ª Edição. A iniciativa, uma parceria da organização social Aliança Empreendedora, com patrocínio do Governo do Estado do Paraná e da Volkswagen, vai selecionar quatro ideias de negócios ou negócios em fase inicial, formalizados ou não, de jovens entre 18 e 35 anos. Como incentivo, os participantes do Desafio poderão acessar conteúdos exclusivos de capacitação e mentoria para o desenvolvimento de seus negócios. Ao final, quatro empreendedores (um de cada categoria) recebe R$ 7 mil para iniciar ou investir em sua empresa.

Para participar, além de ter entre 18 a 35 anos e residir no Paraná, o empreendedor deve ter uma ideia de negócio ou já ter um negócio em andamento. As inscrições são gratuitas e acontecem exclusivamente pelo sitehttp://www.desafioparana.com.br/ até o dia 29/10.

O resultado final do Desafio, com o anúncio do empreendedor destaque de cada categoria, vai acontecer em dezembro numa cerimônia realizada em Curitiba. Os dez finalistas de cada categoria serão convidados a participar, e o transporte e hospedagem serão custeados pelo projeto.

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Categorias

Os interessados poderão se inscrever em uma entre as quatro categorias: Ideia de Negócio (máximo de seis meses de existência), Negócio (mínimo de seis meses de existência), Negócio com Tecnologia, Negócio com Impacto Social (mínimo de seis meses de existência e que envolva algum impacto social no serviço/produto ofertado).

“Essa iniciativa foi desenvolvida com o objetivo de reconhecer histórias de jovens que por meio do empreendedorismo, estão buscando formas de geração de renda, empregos, e até melhorias sociais. Mas além de reconhecer, queremos principalmente capacitar e disponibilizar o acesso de conhecimento para os participantes”, explica a cofundadora e diretora de pesquisa e desenvolvimento da Aliança Empreendedora, Helena Casanovas Vieira.

Etapas

A seleção dos empreendedores vencedores acontece em quatro fases:

  1. Inscrições: os candidatos devem se inscrever pelo site para a 1ª Fase do Desafio. A inscrição será avaliada pela equipe do projeto. Se aprovado, o candidato passa a integrar a 2ª Fase do Desafio. Nesta fase não há limite para o número de aprovados.
  2. Capacitação on-line e desafios: os participantes aprovados deverão assistir aos doze episódios da websérie “Empreender MODO ON”, na qual terão acesso, de forma gratuita, a treinamento e informações sobre as melhores práticas de gestão para o desenvolvimento de seus negócios. Eles devem completar a capacitação respondendo a questionários sobre o conteúdo, para então receber um certificado de conclusão e confirmar a participação na próxima etapa do concurso.
  3. Encontro regional: Até 25 finalistas de cada categoria do Desafio participam do Encontro Regional, recebendo capacitação presencial da Aliança Empreendedora e fazendo uma apresentação relâmpago do seu negócio.
  4. Reconhecimento: dez finalistas de cada categoria melhores colocados na fase da avaliação e pelo júri participam, em Curitiba, de uma cerimônia de reconhecimento e do encontro final do projeto com a Aliança Empreendedora.

 

Sobre a Aliança Empreendedora

Organização social que trabalha apoiando empresas, outras organizações sociais e governos para desenvolver modelos de negócios inclusivos e projetos de apoio a microempreendedores de baixa renda. A atuação da Aliança Empreendedora amplia o acesso a conhecimento, redes, mercados e crédito aos participantes dos projetos ajudando no desenvolvimento ou na abertura de seus empreendimentos. Desde 2005, já apoiou 50 mil microempreendedores, por meio de 127 projetos e mais de 90 parceiros, gerando novas oportunidades de negócios, trabalho e renda pelo empreendedorismo, e promovendo inclusão e desenvolvimento econômico e social. No Brasil, também é membro oficial da Youth Business International e da Rede ANDE (Aspen Network of Development Enterpreneurs). Para saber mais, acesse: http://aliancaempreendedora.org.br/.

Serviço:
Geração Empreendedora – Desafio Paraná
Inscrições: 09 a 29/10
Mais informações: http://www.desafioparana.com.br/
Hashtag oficial: #desafioparana

 

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Hoje o dia é das crianças e a reflexão é nossa!

Por Lênia Luz

Buscando algo inspirador para a comemoração do Dia das Crianças, encontrei um texto maravilho de meu escritor preferido, Rubem Alves. Tive a grata alegria de conhecer em Campinas o Café Bistro Rubem Alves .

Quando lá cheguei parecia uma criança que acabaram de ganhar o brinquedo tão sonhado. Sim, estava em um espaço que me remeteu a memórias, sentimentos, aprendizagens e muitas emoções advindas das leituras feitas de seus livros e de momentos que pude escutar a sabedoria deste grande mestre ao vivo e a cores. Assim se comportam as crianças que ainda vivem em nós, quando são despertadas por algo que as emociona, não se importam com o “MICO ou KING KONG”, simplesmente vão lá e se divertem.

E é nesta vibe das boas emoções que compartilho o texto que segue abaixo.

 

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“…O melhor de tudo são as crianças…” Rubem Alves

“Convidaram-me a participar de um congresso sobre educação, na Itália. Fui. Esperava que fosse igual aos muitos congressos de que já participei: conferencistas famosos, pedagogos, filósofos, professores, educadores, políticos, todos explicando teorias sobre a educação. Assim é porque aqueles que comparecem a congressos são sempre adultos. Mas uma surpresa me aguardava: o congresso estava cheio de crianças. Se são as crianças que vão ser objetos da educação é absurdo pensar sobre o que se vai fazer com elas sem que elas sejam ouvidas. Lá estavam elas, misturadas com os adultos. Fiquei com inveja delas e saudades do meu tempo de criança. Fiquei fascinado pela oficina para se fazer brinquedos, com serras, martelos, morsas, alicates, papéis, barbante, cola, carretéis, elásticos, madeira, etc. Aí vi que as crianças de qualquer parte do mundo podem se entender porque os brinquedos, como a música, são uma linguagem universal que não necessita de palavras. Os jogadores de xadrez jogam xadrez mesmo se falam línguas diferentes. Crianças de países diferentes podem, juntas, armar quebra-cabeças, jogar pião, empinar pipas, pular corda…

Eu não falo italiano. Estava lá, andando invejoso entre os meninos. Aí um jovem, vendo meu sorriso de inveja, sem dizer uma palavra, veio empurrando um carrinho de rolemã e simplesmente me fez um gesto. Assentei-me no carrinho e lá fui eu, empurrado pelo jovem, correndo como se fosse piloto de fórmula 1, rindo de felicidade. E percebi que andar num carrinho de rolemã me dá mais prazer que guiar automóvel. Quando guio um automóvel sou adulto. Quando ando de carrinho de rolemã sou criança. Só tive uma reclamação a fazer: é que os carrinhos de rolemã são feitos para crianças – o que revela um miserável preconceito. Por que não carrinhos de rolemã tamanho adulto? Por acaso os adultos não têm direitos? Por acaso eles estão proibidos de entrar no mundo das crianças? E não se fala tanto em “inclusão”? Eu quero ser incluído no mundo das crianças. Exijo os meus direitos. Pena que lá não houvesse balanços, um dos meus brinquedos favoritos. Balanços, pra existir, precisam de árvores grandes com galhos fortes ou armações de madeira. E lá não havia nem uma coisa nem outra. É impossível balançar sem se sentir leve e com vontade de rir. Balanço é terapia contra depressão. Lembrei-me do que disse Nietzsche: o Diabo nos faz graves, solenes, pesados; faz-nos afundar. Deus, ao contrário, dá leveza e nos faz flutuar. Concluo, então, que o balanço é um brinquedo divino, por aquilo que ele faz com a gente. Balançar num balanço é um forma de rezar, de estar em comunhão com Deus.
Os brinquedos dão prazer. Os brinquedos fazem pensar. Quer ver? Você sabe que, sem ter ninguém que o empurre, você pode fazer o balanço balançar alto, até fazer o pé tocar na folha do galho, pela simples alternância da posição das pernas, prá frente e prá trás. Eu lhe pergunto então: por que é que essa alternância na posição das pernas, sem encostar em nada, produz o movimento do balanço? E o ioiô? Participei de um congresso sobre brinquedos, na Bahia. Havia uma infinidade de brinquedos em exposição. De alguns, apenas as fotografias. Como, por exemplo, pipas do tamanho de uma casa, pesando quinhentos quilos. E a fotografia de um mosaico grego, de antes de Cristo. Pois nesse mosaico aparecia um grego jogando ioiô! Nunca imaginei que os ioiôs fossem tão antigos! Pergunto: o que é que faz com que o ioiô vá para baixo e para cima? E que dizer dos quebra-cabeças? Quantas funções intelectuais altamente abstratas entram em jogo enquanto se monta um quebra-cabeças! E as bolhas de sabão! Me explique, por favor: por que é que elas são tão redondinhas? Quem joga sinuca aprende, intuitivamente, as leis da composição de forças. E os piões: por que é que se equilibram sobre um prego?

Lá no congresso na Itália parei diante de um quebra-cabeças, dois pregos entrelaçados que, se se pensar bem, podem ser separados. Fiquei longos minutos lutando com os ditos pregos. E pensei: Que coisa mais estranha! Não vou ganhar nada se conseguir separar os dois pregos. O que é que faz que eu esteja aqui, perdendo o tempo e quebrando a cabeça? A resposta é simples: pelo desafio. Todo brinquedo bom é UM desafio. E isso nada tem a ver com esses brinquedos eletrônicos comprados, em que não se usa a inteligência mas apenas o dedo para apertar um botão. Brinquedo bom tem de ser desafio. Brinquedo bom tem de fazer pensar.

É possível que você tenha comprado brinquedos para os seus filhos. Mas sugiro que aquilo que seu filho ou filha mais deseja é ter você como companheiro de brinquedo. Não me esqueço da imagem triste de um pai, numa manhã de domingo, empurrando o filho no balanço com a mão esquerda enquanto lia o jornal que segurava com a mão direita. Para aquele pai, brincar com o filho era um sacrifício. Para ele o importante eram as notícias do jornal. A infância passa rapidamente. Logo logo a única coisa que restará será o jornal na mão direita e o vazio na mão esquerda.

No congresso distribuíram um página com os “Dez Direitos Naturais das Crianças” que quero compartilhar com vocês.

“1. Direito ao ócio: Toda criança tem o direito de viver momentos de tempo não programado pelos adultos.

2. Direito a sujar-se: Toda criança tem o direito de brincar com a terra, a areia, a água, a lama, as pedras.

3. Direito aos sentidos: Toda criança tem o direito de sentir os gostos e os perfumes oferecidos pela natureza.

4. Direito ao diálogo: Toda criança tem o direito de falar sem ser interrompida, de ser levada a sério nas suas idéias, de ter explicações para suas dúvidas e de escutar uma fala mansa, sem gritos.

5. Direito ao uso das mãos: Toda criança tem o direito de pregar pregos, de cortar e raspar madeira, de lixar, colar, modelar o barro, amarrar barbantes e cordas, de acender o fogo.

6. Direito a um bom início: Toda criança tem o direito de comer alimentos sãos desde o nascimento, de beber água limpa e respirar ar puro.

7. Direito à rua: Toda criança tem o direito de brincar na rua e na praça e de andar livremente pelos caminhos, sem medo de ser atropelada por motoristas que pensam que as vias lhes pertencem.

8. Direito à natureza selvagem: Toda criança tem o direito de construir uma cabana nos bosques, de ter um arbusto onde se esconder e árvores nas quais subir.

9. Direito ao silêncio: Toda criança tem o direito de escutar o rumor do vento, o canto dos pássaros, o murmúrio das águas.

10. Direito à poesia: Toda criança tem o direito de ver o sol nascer e se pôr e de ver as estrelas e a lua.” E aí eu pedi às crianças licença para acrescentar o décimo primeiro direito: “Todo adulto tem o direito de ser criança…”

Desejo que você, nesse “Dia das Crianças”, redescubra a delícia que é ser criança. Porque, como disse Fernando Pessoa, “Grande é a poesia, a bondade e as danças… Mas o melhor do mundo são as crianças”. ”

Abreijos de feliz seu dia!

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Como funcionam as redes sociais

Taty Verri

Estar presente nas redes sociais não é um diferencial a algum tempo, se comunicar através delas hoje é imprescindível. Mas, não basta estar na rede só por estar, você tem que saber qual é o seu objetivo, a proposta de cada rede social e conhecer bem seu público.

Assim como para qualquer trabalho, para criar e manter um canal de comunicação nas redes sociais é preciso planejamento estratégico. Conhecer a fundo o seu negócio, o seu público e a rede em questão. Você não precisa participar de todas as redes disponíveis, mas precisa estar 100% naquelas que mais fazem sentido para o seu negócio.

Fonte da Imagem: Google

Fonte da Imagem: Google

Cada rede social tem sua proposta, seu público e sua forma de interagir, encontrar quais se encaixam com seu perfil/empresa e encontrar a melhor forma de utiliza-las é o que vai garantir que sua presença no mundo digital seja produtiva e gere resultados. Vamos a um resuminho das redes mais famosas:

– Facebook: é com certeza o mais popular, aqui no Brasil 90% da população com acesso à internet está no Facebook. É importante saber que o algoritmo do Facebook mostra aos usuários o que ele julga ser mais importante, com base no hábito de uso da própria pessoa, e negativa spammers, isso reforça a máxima: gere conteúdo relevante! Qualidade é superior a quantidade.

– Instagram: também muito popular e continua crescendo, o Brasil é o segundo país com maior público, ficando atrás somente do EUA. O Instagram tem foco no mobile e no público jovem, podemos dizer que é uma rede mais para branding do que para gerar tráfego, tanto que os links não funcionam em postagens. Com o stories, o Instagram recuperou a força com o público 25+

– Linkedin: foco total no profissional. Foi pensado para o network e conhecimentos que agreguem valor profissional. É ideal parar gerar leads qualificados e para a comunicação B2B.

– Twitter: o mais ágil e uma ótima rede para gerar tráfego e relacionamento com a audiência. O twitter é imediatista e explora os fatos em tempo real. É a rede com maior volume de conteúdo, cerca de 350mil tweets são publicados por minuto. Além disso, é a “segunda tela” oficial dos usuários, muitos costumam twittar sobre programas que estão assistindo por exemplo.

– Snapchat: muito entre os adolescents e jovens, perdeu um pouco de força com o público 25+ quando o Instagram colocou no ar o stories, mas tem boa penetração com os mais jovens. É uma rede rápida e visa o não acumulo de informação, as postagens públicas se apagam em 24horas.

Essas são algumas das redes sociais que podemos utilizar, mas existem outras que também podem ou não serem importantes para a comunicação, como o Pinterest, Google+, Youtube e até mesmo o Whatsapp (sim, nem Youtube nem o Whataspp são uma rede social como estamos acostumados, mas ambas podem fazer parte da sua estratégia de comunicação)

Com esta informação em mãos, agora é hora de  montar a estratégia para melhorar suas redes sociais.

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Hoje é dia do Empreendedor

Por Empreendedorismo Rosa

Fonte da Imagem: Empreendedorismo Rosa

Fonte da Imagem: Empreendedorismo Rosa

No dia 05 de outubro é comemorado o Dia do Empreendedor no Brasil e, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas, de janeiro a junho de 2017 surgiram 902.290 novas empresas de MEIs, do total de 1.142.641 companhias criadas no País no período, o que representa 10,5% a mais do que o registrado no mesmo primeiro semestre de 2016.

O empreendedorismo responde então por uma fatia cada vez maior do setor produtivo nacional, 79% das empresas que surgiram no país de janeiro a julho deste ano foram criadas por microempreendedores individuais (MEIs).

Hoje comemoramos o dia daqueles que fazem a economia de nosso País se desenvolver e crescer.

Parabéns , Empreendedor!

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