Robin Chase uma empreendedora criativa

Robin é uma empreendedora serial. Ela é, atualmente, fundadora e CEO da Buzzcar, uma empresa peer-to-peer de compartilhamento de carros na França. É também fundadora e ex-CEO da Zipcar, a maior empresa do mundo de compartilhamento de carros. Ela ganhou muitos prêmios de inovação, empreendedorismo e liderança, incluindo um das “100 Pessoas Mais Influentes de 2009” da Revista Time.

Confiram a entrevista exclusiva concedida para a nossa Diretora de Comunicação, Lênia Luz, em que Robin Chase nos conta sobre sua história empreendedora

Fonte da imagem: dailyme.com

ER. Quais características você considera essencial para ser uma empreendedora de sucesso?
Aqui estão três: Tenacidade. Fazer uma startup é muito difícil e você encontrará muitos obstáculos. Você tem que continuar avançando entre as barreiras. Poder fazer. A maioria dos empreendedores que eu conheço são pessoas que querem fazer o que for preciso para que as coisas aconteçam – sozinhos! Honestidade Intelectual. O que quero dizer com isso é  que você deve ser muito honesto com você mesmo sobre a realidade. Empreendedores estão constantemente vendendo: para compradores, fornecedores, funcionários e investidores. Tudo é ótimo! Mas você precisa ver a realidade e corrigi-la o mais rápido possível. Se esconder da verdade é o que te prende e te faz falhar.

ER. Qual foi o maior desafio encontrado para começar um empreendimento mesmo sendo no modelo de startup?
Começar! Existe uma grande diferença entre ter uma ideia – muitas pessoas têm! – e criar uma empresa de sucesso. Eu confesso que há muito trabalho e pesquisa a ser feita antes de você começar, mas a decisão e ação de realmente fazê-lo é uma decisão grande.

ER. Por que desenvolveu um negócio voltado ao ramo automobilístico? Você sempre gostou de carros ou foi uma leitura sobre o mercado que a fez decidir empreender nesta área?
(Gargalhadas) Eu não tenho afeição nenhuma por carros. Mas quando meu colega de trabalho me contou essa ideia (é um serviço que existia na Europa), era exatamente o que eu queria. Um carro que eu pudesse usar por hora, que fosse rápido e simples de pegar, sem ter que ter um. Dito isso, eu vi imediatamente que a internet e os dados sem fio poderiam ser aplicados para tornar esse serviço possível e sem eles, a Zipcar não teria sucesso. Os usuários não reservariam um carro por uma hora, a menos que levasse segundos para fazer isso. E nós, como negócio, não ofereceríamos carros por hora, a menos que o custo da transação fosse zero.

ER. Muitas mulheres fazem uso de seu serviço?
Mais ou menos 50% dos membros da Zipcar são mulheres. Já na Buzzcar, curiosamente, só temos aproximadamente 25% de mulheres! (Na Zipcar, a empresa é proprietária dos carros que são locados, na Buzzcar, nós locamos carros de outras pessoas).

ER. Quem foi a pessoa que sempre te inspirou para empreender?
Quando eu estava com 23 anos, eu trabalhei em uma empresa chamada www.worldeducation.org  Na época, já era uma empresa bem sucedida sem fins lucrativos com centenas de funcionários e que afetava dezenas de milhares de vidas. A empresa foi fundada por uma mulher chamada Welthy Fisher. Ela estava com 70 anos quando fundou a empresa e trabalhou nela, desde então, até completar 95 anos!

ER. Deixe um recado que inspire as nossas leitoras do Brasil a empreenderem cada vez mais e inovarem em seus negócios.
Nós precisamos de mais empreendedores e mais mulheres empreendedoras. Eu estou, constantemente, tentando criar o mundo no qual eu quero viver. Quando eu olho ao meu redor e fico deprimida por todas as coisas horríveis que estão acontecendo, eu lembro que depende de mim – de nós – mudar o mundo e deixá-lo do jeito que queremos. São tantos problemas… e consequentemente, tantas oportunidades!

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Uma franquia que nos inspira

Por Lênia Luz

Neste último final de semana, em Curitiba, aconteceu uma feira de franquias e fomos procurados por uma assessoria de imprensa com uma pauta que chamou muito nossa atenção.

Talvez você conheça quem foi a nossa entrevistada, talvez você nem saiba quem é, mas sua mãe, tia, madrinha ou uma irmã mais velha, certamente sim. Então antes de compartilhar a pROSA que tivemos, vou apresentá-la.

Nossa entrevista, Andrea Maria da Silva Faria Antunes também conhecida como Andreia Sorvetão, é atriz, apresentadora e cantora brasileira, conhecida por ter sido a Xiquita entre as Paquitas.

Fonte: Casa de Festas Sorvetão

Fonte: Casa de Festas Sorvetão

Andreia começou a carreira como modelo publicitária ainda muito cedo. A agência onde trabalhava foi chamada para participar da gravação do programa Xou da Xuxa, onde acabou fazendo parte das assistentes de palco da apresentadora Xuxa, se tornando uma das Paquitas em 1986. Lá, ganhou o apelido de Sorvetão.

Chegou a fazer parte do elenco do programa Os Trapalhões na Rede Globo, também trabalhou como atriz em espetáculos teatrais para o público infantil, e teve um programa na Rede TV em meados dos anos 90, o Galera na TV. É casada há 25 anos com o cantor Conrado, com quem tem duas lindas filhas.

Andrea está agora em um novo momento, aos 42 anos, empreendendo com a “Casa de Festas Sorvetão”, através do modelo de franquias. E é sobre o empreendimento em sociedade com seu marido, sua família, carreira e o novo empreender na vida, que pROSEAMOS.

ER. Seu empreendimento foi um sonho planejado?

Com o nascimento da filha Giovanna, indo morar em um novo bairro no Rio de Janeiro, Conrado, meu marido, sugeriu que seria muito legal ter uma casa de festas.  O sonho começou aí e oito anos depois ele se tornou realidade, lançamos a primeira casa de festa (Buffet infantil) inovando com um show circense no espaço. Ali percebi que poderia me engajar no empreendimento além de minha carreira artística.
Portanto ele não foi planejado, mas foi colocado em prática no momento que a oportunidade surgiu.

ER. Mundo artístico e Mundo empreendedor: Quais as diferenças que mais se destacam e o que da experiência no primeiro a ajuda no segundo?

São mundos completamente diferentes.
Os adultos  que me viram desenvolver na carreira artística hoje tem filhos e se identificam de alguma forma com nosso empreendimento. Pois a credibilidade do nome, deu credibilidade ao empreendimento
Como casal fazemos um belo marketing, mas precisamos de alguém para as vendas. Desta maneira o que posso dizer é que as aprendizagens da área de comunicação, via carreira artística, são levadas ao empreendimento que temos hoje e o que nos gratifica muito como pessoas.

ER: Em que momento compreendeu que franquia seria um caminho para expandir o empreendimento?
Estamos hoje com a 3º casa, pois tivemos outras duas de outras sociedades que não deram certo, porém que nos trouxeram muitas aprendizagens.
Desde o começo tivemos o desejo de abrir outras CASAS, mas nós sabíamos que uma já dava muito trabalho na gestão. Foi quando comecei a ouvir falar de franquias como uma saída inteligente para o crescimento e de oportunidade para aqueles que desejam empreender.
Agora com a formatação da rede, veio a concretização do que quería, que é cuidar das minhas franquias e de meus franqueados para que possam expandir minha marca.

ER. Crise econômica e empresa: Qual a dica para não se abalar?

Tem que se reinventar diante das condições que infelizmente o país tem nos dado. Este ano foi um ano muito difícil e posso dizer que no começo do ano eu e Conrado chegamos a olhar um para outro e nos perguntarmos se teríamos que fechar. Tenho certeza que as ideias não vêm da gente, em uma hora como essa, mas sim de DEUS e foi quando lançamos um pacote básico de eventos em um valor acessível, com uma campanha de divulgação no FB. Achamos que a estratégia era uma boa saída e daria certo, mas na verdade deu muito certo.

A casa fica na Barra da Tijuca e vieram pessoas de Nova Iguaçu, Duque de Caxias e outras regiões do Rio, para realizarem suas festas com a gente. Isso confirmou mais ainda a necessidade de abrir a franquia. Em novembro fechamos com 38 festas e dezembro fechará com 28, isso por conta de que teremos feriados de Natal e Ano novo.

A dica é: Não se abale, se reinvente, não tenha medo, se for preciso lucre menos em um projeto, mas ganhe mais em vários projetos. Com isso fará sua mpresa atuar de maneira mais saudável. 

ER. Qual o diferencial que trouxe para o empreendimento, que mostra o grau de inovação que implementou no negócio

Uma casa de festa que fosse a nossa cara, inovação para as crianças em que tivesse a tecnologia presente mas que não perdesse o sentido do brincar. Na nossa casa temos a Vila Sorvetão, onde cada espaço tem um nome que remetem a minha infância e que as mães se identificam. Elas também compram as festas por entenderem que o espaço proporciona o brincar para seus filhos e doces lembranças para elas.

ER. Hoje seu maior desafio é…

Manter a Casa de Festas Sorvetão   no Rio de Janeiro em crescimento e expandir fortemente a franquia, considerando que o Rio de Janeiro é a cidade mais cara do Brasil, temos plena certeza que teremos sucesso nas demais cidades.  Sabemos que lidamos com o sonho das pessoas e portanto um outro desafio é que nosso franqueado tenha muito sucesso, pois com isso o sucesso do crescimento de minha marca será ainda maior.

ER. Como mãe que empreende, deixe uma palavra de inspiração e dicas para outras mulheres que como você desejam empreender.

Tive uma inspiração na vida: Minha mãe. Ela cuidava de 3 filhos, marido e como eu comecei cedo minha carreira me levava ainda em meus trabalhos. Neste modelo de inspiração e sabendo que os filhos também nos motivam e nos inspiram digo: Acredite e confie em si mesma, se têm o desejo do coração de empreender, empreenda. Nós mulheres, somos habilidosas em darmos conta de tudo sim, mas temos que ter foco e a certeza de que DEUS ajuda a coordenar nosso tempo, eu sou prova viva disso.

ER. Relação familiar e negócios? Como administrar?

Eu e Conrado empreendemos juntos e não vejo o empreendimento, que apesar de levar meu nome, sem ele. Estamos junto tem 25 anos, e decidimos unir forças como casal na vida e nos negócios.
Tem briga, divergência, mas sempre chegamos a conclusão que para se é para o empreendimento crescer, temos que olhar na mesma direção, pois isso que é o mais importante.
ER. Quais as dificuldades encontradas e como você as enfrentou?

Nada é fácil, lidar com pessoas é complicado, mas tenho por prática ouvir em situações de conflito para saber os dois lados de uma questão. E a segunda dificuldade que temos ainda é a parte burocrática, mas vamos ao longo do tempo construindo equipes capacitadas para nos ajudarem. Neste anos empreendendo fomos crescendo com as dificuldades e melhorando cada vez mais.
ER. Andrea por Andrea: Suas melhores características como pessoa e empreendedora.

Sou uma pessoa muito humana, antes de tomar qualquer decisão eu penso muito, não faço nada por impulso. Levo as coisas com o coração e venho buscando equilibrar razão e emoção nas decisões que tomo. Não sou muito diferente do que o público me vê, sou alto astral, muito feliz, vejo as coisas pelo lado do bem, e às vezes isso acaba me decepcionando, mas estou aprendendo com estas lições.

Como empreendedora estou aprendendo, pois às vezes vejo que este lado empreendedor é mais do Conrado do que meu. Ele sempre vislumbrou o crescimento do empreendimento e nós passamos esta credibilidade pelo que de fato somos uma família que empreende junta e vêm dando certo.

Como empreendedora estou amadurecendo e busco fazer tudo com um sorriso no rosto acreditando com meu coração no que estamos construindo.

ER . Uma frase que a motive e que queira compartilhar com as leitoras do Empreendedorismo Rosa

“Tudo posso NAQUELE que me fortalece”, minha base está em DEUS, peço sabedoria para ELE e se algo acontecer errado é porque eu tinha que aprender. Só dou um passo quando sinto que ELE está no controle e peço que se ELE não estiver que me sinalize para que eu não me machuque tanto.

ER: Agora só entre nós…o que você achou de Curitiba?
Não tive tempo de passear muito, mas entendo Curitibacomo uma cidade onde a cultura do respeito se faz presente. Porém no meu planejamento, quando abrir a franquia de Curitiba, virei para conhecer mais desta linda cidade, com minha família.

Andrea, nos do Empreendedorismo Rosa, agradecemos sua generosidade em compartilhar sua história inspirando nossas leitoras.

Em tempo: se você quiser mais informações sobre a franquia, clique AQUI

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Entrevista podeROSA: Juliana Faria

Por Pâm Bressan

Entrevistei a Juliana de Faria que é fundadora do Think Olga  e da campanha Chega de Fiu Fiu. Foi eleita uma das 8 mulheres mais inspiradoras do mundo, pela Clinton Foundation e Cosmopolitan US, e uma das 24 pessoas mais influentes da internet brasileira em 2014, pelo Youpix. Formada em jornalismo pela PUC-SP, trabalhou no JT e Veja São Paulo, estudou moda na Central Saint Martins, em Londres, e foi pesquisadora de tendências para a Editora Abril. Editou as revistas Harper’s Bazaar e ELLE Brasil. Em Berlim, trabalhou com conteúdo de beleza na startup alemã MT Performance.

Pam Bressan

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Entrevista ROSA: Escritora Carol Rossetti e o Projeto Mulheres

Por Lênia Luz

Sou uma admiradora e fã do trabalho da escritora Carol Rosetti. E em uma noite destas me arrisquei a enviar um inbox, via Facebook, convidando ela para uma entrevista. Para minha feliz surpresa, ela me respondeu imendiatamente e aceitou!

Carol decidiu ser ilustradora aos 4 anos de idade, quando ganhou de seus pais uma caixa de lápis de cor. Mais tarde, resolveu que estudaria design gráfico, área na qual se graduou em 2011. Mora em Belo Horizonte e conciliou seus projetos autorais de ilustração com o estúdio de design gráfico Café com Chocolate Design e o coletivo ZiNas.  Ela quem faz todas as ilustrações, assim como a pesquisa por trás de cada quadro.

Carol Rossetti. Foto: Carolina Vianna

Fonte da imagem: Carolina Vianna

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Empresárias Brasileiras na Alemanha

Por Rosani Erhart Schlabitz

A nossa entrevistada deste mês é a empresária brasileira, estilista de moda-praia na Alemanha Iracema Scharf.

1. Iracema, o que mudou em sua vida a partir do momento em que você resolveu empreender?
Muitas coisas mudaram. Tornar-me uma empresária de moda-praia, abriu um leque enorme de perspectivas bem em frente aos meus olhos e de uma maneira imediata, pois  tudo aconteceu  muito rapidamente.  Quando dei por mim, já estávamos na mídia, tanto eu quanto a empresa.  Eu já não era mais a Iracema, eu havia me tornado uma firma, e com isso uma pessoa pública.  Lidar com essa coisa toda não é fácil, você não consegue transformar-se em uma empresária de sucesso em um piscar de olhos. É preciso muito preparo, determinação e foco.  Uma das mudanças que observo é que depois de me tornar empreendedora, minha maneira de observar a vida e as pessoas ao meu redor, também mudou. Digamos que a firma vai amadurecendo e minha visão de mundo acompanha esse crescimento.

2. Conte um pouco sobre a singular criação da sua logo.
Inicio contando que não estou sozinha, tenho uma equipe seleta e escolhida a dedo de profissionais altamente qualificados trabalhando junto comigo. Eles assessoram meus projetos e dão formas às minhas ideias.  Mas as criações, em si, são minhas. Assim como as decisões e gerenciamento da empresa, tudo passa pelas minhas mãos. A logo da empresa  surgiu com uma alusão a meu sobrenome, Scharf, que em português significa apimentado, porque nada melhor que uma pimenta para representar uma marca de moda praia, que leva aos seus clientes um mix de requinte e sedução. As “cores da pimenta também foram escolhidas usando o mesmo pantone da bandeira do Brasil, fazendo alusão ao Made in Brazil”.

Fonte da imagem: Agência Bolacha

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Entrevista com Dra. Elisete Pedrollo

Por Rosani Erhart Schlabitz

A entrevista deste mês é com a Dra. Elisete Pedrollo que tem uma empresa de consultoria na Alemanha na área de Biotecnologia.

1) Dra. Elisete conte como foi a sua “construção profissional”  na Alemanha.

Eu sou Biológa, formada na UFRGS, e recebi uma bolsa de estudos do DAAD para fazer meu doutorado em Biologia Molecular na Universidade de Heidelberg. Este foi o motivo inicial para vir a Alemanha.

Durante o meu doutorado, conheci o meu marido e ele é a razão pela qual fiquei aqui. Depois de fazer um Pós-Doutorado na Inglaterra, decidi iniciar a minha carreira na área comercial da indústria internacional de Biotecnologia.

Após 17 anos de carreira trabalhando internacionalmente, viajando incessantemente e manejando equipes de vendedores e distribuidores, decidi usar o meu conhecimento profissional para conectar as empresas Alemãs e Brasileiras e trazer estes dois mundos juntos. Iniciei minha consultoria empresarial, Dr. Pedrollo Consulting  em janeiro de 2012. Basicamente ofereço serviços de consultoria para empresas brasileiras que queiram expandir seus negócios comerciais na Alemanha (ou mesmo Europa), e da mesma maneira para empresas alemãs que queiram se estabelecer no Brasil (ou América Latina). Com a minha longa experiência em vendas e marketing em ambos os mercados, tenho um diferencial para oferecer.

Fonte da imagem: arquivo pessoal

2) O que te motivou a abrir uma consultoria na Alemanha podendo trabalhar para uma empresa?

Minha motivação foi o fato de poder trazer meu conhecimento sobre o mundo de negócios do Brasil aos empresários alemães e vice-versa. Poder trazer benefícios para ambos os países que são parte tão importante da minha vida. Desde que vivo aqui na Alemanha, sempre quis ter um link mais estreito com o Brasil na área comercial. O fato de morar aqui na Alemanha e ter me integrado 100% nesta cultura me ajudou bastante.

Trabalhar  com o seu próprio negócio te dá mais flexibilidade, independência  e novas oportunidades

3) Quais as maiores dificuldades e facilidades encontradas aqui na Alemanha como empresária, comparadas com o Brasil?

Acredito que as dificuldades que encontrei aqui sejam as mesmas que os empresários encontram no Brasil. Inicialmente, necessitei fazer muito marketing pessoal, contatar toda a minha rede de colegas, conhecidos e amigos e informá-los que agora eles podem contar com os meus serviços.

Facilidades na Alemanha – uma estrutura que ajuda e suporta o empresário e uma mentalidade que aceita muito bem os serviços de consultoria.

4) O que pra você é um stress profissional e o que você faz para aliviar este stress?

Stress profissional é o fato de que há períodos mais intensos que outros. Quando estou dentro de um projeto tenho timelines e o stress é maior. Já em épocas mais calmas, como o verão Europeu, tenho mais tempo para a minha vida privada.

Para aliviar, vou regularmente a academia de ginástica e faço aulas de zumba. Adoro dançar.

5) Você já chegou a pensar em desistir do seu empreendimento ? E o que te motivou a seguir em frente?

Sim, no primeiro ano, onde ainda não possuia clientes, pensei várias vezes em desistir de tudo. O que me motivou a seguir em frente foi a ajuda do meu marido (que me apoia 100%), dos amigos e da minha família no Brasil.  Eles sempre acreditaram em mim e têm orgulho do meu empreendimento.

6) Conte a experiência que te trouxe muita satisfação profissional.

Foi meu trabalho de consultoria com uma grande empresa farmacêutica multinacional. Eles entraram em contato com importantes empresas e futuros clientes no Brasil através de meu conhecimento e network no mercado brasileiro.

Em uma viagem ao Brasil, onde lhes  acompanhei,  pude ver os frutos do meu trabalho se desenvolvendo, e é uma sensação muito gratificante ser parte desta experiência.

7)Quais são, na sua opinião, os requisitos necessários para uma brasileira conquistar o sucesso profissional na Alemanha?

Seriedade, perseverança e uma postura bastante profissional. Entendimento da cultura e dos costumes alemães (como pontualidade e organização) são condições ‘sine qua non’ para o sucesso.

Mas, ao mesmo tempo manter o espírito e a alegria tão contagiantes do nosso povo. Os alemães tem uma simpatia enorme pelos brasileiros e eles se sentem muito bem em nossa companhia.

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