Inspire, Realize Empreenda: Criamos um PROGRAMA pensando em você, MULHER!

Por Empreendedorismo Rosa

 

Empreendedorismo Rosa nasceu em 2012 com a missão de inspirar pessoas a realizarem ações empreendedoras e intraempreendedoras contribuindo para um mundo mais inovador e produtivo.

Hoje, o Empreendedorismo Rosa é uma das empresas destaque em Curitiba no empoderamento e empreendedorismo feminino. Tem no portfólio diversos projetos para o desenvolvimento da mulher, entre eles o Lean In Circle, desenvolvido pela Sheryl Sandberg (COO do Facebook) e agora mais recente o Programa IRE.

Quantos projetos começamos e não damos continuidade?E quantas desculpas damos (a nós mesmas!) para prorrogar o lançamento daquele produto/serviço?

Uma coisa é verdade: quem quer dá um jeito, quem não quer dá uma desculpa!

A gente sabe que dentro de nós há aquela voz sabotadora que nos impede de colocar os projetos na rua. E é essa voz sabotadora que precisamos dominar e deixar claro que nossos sonhos são muito maiores que ela.

O Programa IRE foi criado por mulheres e para mulheres, com o objetivo de oferecer conhecimento e ferramentas práticas de gestão de negócios, liderança, criatividade, inovação e empoderamento pessoal.

Fonte da Imagem: Trevisart

Fonte da Imagem: Estúdio Trevisart

O PROGRAMA tem por objetivo:

Fazer com que mulheres se inspirem (em outras mulheres e em si mesmas), realizem e empreendam. Apoiá-las a acreditarem em suas ideias, dando suporte para colocá-las em prática. Oferecer ferramentas e ensinar sobre diversas áreas do meio empreendedor e intraempreendedor, não somente sobre a área administrativa/financeira, mas também nas áreas de comunicação, inovação e criatividade.

Os pilares trabalhados serão:

  • Empodere a sua liderança: Se conhecer, autoliderar, compartilhar, inspirar. Para pessoas que desejam ter uma voz mais ativa nas reuniões de trabalho e negócios, quer aprender a dizer NÃO, se autoconhecer e se fortalecer como pessoa. Esse é o objetivo do Lean In Circle, programa desenvolvido por Sheryl Sandberg (COO do Facebook) a partir de seu aclamado livro Lean In (Faça Acontecer, no Brasil) e chancelado pelo Empreendedorismo Rosa no Brasil.
  •  Estratégia é para todos: Engana-se quem pensa que Planejamento Estratégico serve somente para grandes empresas. É preciso começar desde cedo a planejar suas ações com objetivos claros e bem definidos.
  • Andando na linha: Parcerias, sociedade, contratos, licenças, alvará. Todas essas formalidades não são apenas para grandes corporações, são para todo e qualquer tipo de empreendimento.
  • Cresça e prospere: É para isso que todos nós iniciamos um novo negócio. Conhecer conceitos, entender como gerenciar nossas finanças e vislumbrar as oportunidades faz parte desse processo.
  • Comunicação, relacionamento e outras tretas: A comunicação é uma mistura de arte e ciência, onde o objetivo é alcançar nosso público de maneira surpreendentemente boa, usando diversos canais de comunicação. O plano de comunicação é o que te guiará para encantar e fidelizar seus clientes. É aqui que definiremos qual o posicionamento da marca, quais as melhoras estratégias para conversar com o seu público, difundindo a sua proposta de valor.
  • Fazendo acontecer: Colocando a mão na massa e fugindo do óbvio. Cuidar da empresa é o básico para se iniciar um negócio, mas cuidar de você é essencial para que sua empresa se fortaleça.

Carga Horária: 102 hs de conhecimento, aprendizagens e muito fazer acontecer para quem já empreende ou deseja empreender.

Quando: De 06/08/2018 à 28/11/2018 nas 2ºas e 4º feiras das 19h às 22h

O Programa poderá ser parcelado em até 10x através da plataforma Sympla, AQUI.

Quer saber mais sobre nossa proposta e receber a ementa do programa?

Solicite através do email contato@empreendedorismorosa.com.br

Venha empoderar seu empreendimento ou sua ideia de negócio!

 

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Diga SIM para você!

Por Lênia Luz

Para começar nossa pROSA, peço que clique AQUI, aumente o som e curta a música que me inspirou para este post.

E lá se foi Junho … Julho chegou com toda boa energia, proporcionando novas reflexões, mudanças e conquistas. Você acredita nisso? Eu SIM.

O que mais tenho escutado é: “O tempo está voando!”.  Lembro de quando eu era criança, o tempo parecia ser tão lento, principalmente quando se tratava de chegar a data de aniversário, dia das Crianças e Natal. Agora? Falta tempo para tanta coisa a ser feita e nesta busca sigo planejando e re-planejando ações na vida pessoal e profissional.

boas novas

Não acredito que precise de mais tempo, o que preciso é de mais direcionamento. Me acompanhe neste raciocínio. Quantos “SIM” você vem dando ao longo deste primeiro semestre? E quantos “NÃO”? Será que estes SIM estão relacionados ao desejo de “abraçar o mundo” e ao final ver que não conseguiu “abraçar nem mesmo uma cidade”?

Pois é, quando avaliamos a falta de tempo devemos avaliar o que estamos fazendo para que este tempo não esteja rendendo como gostaríamos. Contabilizar o tempo e os projetos que se tem, são um diferencial para de fato colher bons resultados. Pois, não adianta estar envolvido com muitas coisas e comprometida com nenhuma delas.

Por aqui, tenho eliminado os excessos, dado importância ao que de fato faz diferença para minha vida e para as minhas empresas. Dizendo mais NÃO para os outros e mais SIM para mim, e com isso reorganizando meu tempo, afinal como dizem os antigos, ”tempo é dinheiro”.

Para Julho traremos muitas novidades pra vocês. Oficialmente o Empreendedorismo Rosa passa a ter suas ações e eventos em novo endereço. Agora estamos na CNO Coworking ( que abrirá as portas em agosto)  e uma nova e feliz parceria com a empreendedora Daniele Banzzatto.

Aproveitamos o clima novo ciclo e traremos ainda mais novidades: em breve nova identidade visual, novo site, confraria online e muitos mais novidades de cursos, workshops e eventos, além de novas turmas de Imersão do Lean In Circle Empreendedorismo Rosa e a 2º Edição do Programa IRE – Inspire Realize Empreenda, presencial, de formação empreendedora para mulheres.

Nossa Equipe vai crescer com a entrada podeROSAS mulheres que não estão para brincadeira, mas chegam com muito “sangue no olho” para fazer acontecer nestes novo tempo que estamos criando por aqui.

Fiquem ligados nas nossas mídias e aguardem!

E seguimos ROSEANDO o segundo semestre com a certeza de que mudanças só acontecem quando estamos dispostos a crescer; e por aqui nossos 4fs Foco, Força, Fé e Foda-se nunca estiveram tão ativados na certeza que nada pode nos impedir, quando dizemos SIM para nós, em primeiro lugar.

Que JULHO traga muito SIM, para você, que escolheu fazer mudanças reais na sua vida.

Beijos de “encontros e despedidas”!

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A desconstrução que liberta

Por Karina Leyser

 

Se você me perguntasse há alguns anos atrás o que significava sucesso para mim, eu prontamente responderia que era me sentir realizada ao conseguir o cargo, o salário e o marido desejados aos 30 anos de idade para assim poder planejar a vinda dos filhos e a flexibilidade na carreira para aproveitar o máximo da maternidade. Um quadro bastante delimitado e que eu assumia que estaria totalmente sob meu controle, sempre de forma muito determinada e racional, afinal, emoções e sensibilidade eram sinônimos de fraqueza para mim.

Pois bem, esse mês eu chego à marca de 33 anos sem ter nenhum dos itens planejados anteriormente, e curiosamente nunca me senti mais feliz e realizada na minha vida, o que me faz pensar se não estou ficando louca, bom, acredito (e espero) que não e vou explicar a vocês o porquê.

Fonte da Imagem: Weheartit

Fonte da Imagem: Weheartit

 

Há um pouco mais de um ano, a vida começou a desconstruir certos conceitos e mitos que eu tinha como verdade, desconstrução esta bastante dolorosa a princípio, mas extremamente libertadora, à qual quero compartilhar com vocês.

  1. Emoções e Sensibilidade não são sinais de fraqueza. Talvez pela minha educação alemã, sempre fui ensinada a engolir o choro e a esconder meus sentimentos, sempre com a desculpa de que eu precisava ser forte para enfrentar as dificuldades com a cabeça erguida. Como resultado desse mito, passei boa parte da minha vida somatizando as minhas emoções e me escondendo até de mim mesma. Ao me abrir novamente para as emoções, pude me redescobrir de novo, e este reconhecimento gerou em mim uma força que eu não sabia que possuía.
  2. O tempo não é nosso inimigo. Sempre fui muito orientada a futuro e, pelo fato de estabelecer metas acima das minhas capacidades e principalmente do meu controle, sempre encarei o tempo como meu inimigo, e o ato de “perder” meu tempo como a pior coisa que eu podia fazer ou que pudessem fazer comigo. Acontece que a nossa vida não é um caminho em linha reta, ligando uma ponta a outra (e que chata a vida seria se assim fosse, não é mesmo?!), mas sim um caminho sinuoso, cheio de curvas e montanhas, deixando a vida mais interessante e principalmente nos deixando mais experientes para desfrutar das belezas ao longo do caminho.
  3. Amar a si mesmo faz toda a diferença.  Acho que pela minha autocrítica e meu senso de responsabilidade (insanamente superior ao devido), acostumei a forçar meus limites e a me sacrificar pelos outros, o que parece muito bonito a uma primeira vista, se eu não o fizesse porque achava que devia e não porque me era natural enquanto ato de amor. E como eu queria ter uma relação de amor verdadeira se eu mesmo não me amava? Aprendi que esse era o primeiro passo…cuidar de mim e me aceitar como sou, com minhas limitações e qualidades. Como é libertador saber que não preciso ser mais ou melhor que ninguém, pois a minha felicidade se encontra em ser eu mesma na minha totalidade.

 

Talvez para algumas de vocês possa parecer tudo muito básico, mas para mim está sendo inédito e transformador viver essas desconstruções, e para outras de vocês também possa ser. Meu convite aqui é que você, assim como eu, entre em “fase de desconstrução” e viva intensamente a beleza e a singularidade que é você!

 

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Somos mais que um CNPJ

Por Lênia Luz

No último mês de maio, como sabem, celebramos os 6 anos do Empreendedorismo Rosa e dentre as ações realizadas realizamos mais  duas turmas do Lean In Circle Empreendedorismo Rosa. Turmas compostas por empreendedoras e intraempreendedoras.

Em um dos encontros, que acontecem quinzenalmente, uma das participantes compartilhou que muitas vezes se sentia como que sua família não a visse como uma mulher empreendedora. A frase que ela encerra sua fala, em alto e bom som, é: “Eu tenho CNPJ!

Isso me chamou tamanha atenção, que disse a ela que esta seria a temática do nosso editorial de JUNHO. Aqui estamos!

É muito comum  ouvir das mulheres que buscam os serviços de Mentoria, Consultoria ou que participam das ações que realizamos, esta carência do não reconhecimento do que fazem. E sempre me pergunto, por que precisamos tanto destes gatilhos de reconhecimento e validação, sendo que já sabemos que este é o caminho que queremos seguir ? Seja ele empreendendo ou não?

 

Fonte da Imagem: Empreendedorismo Rosa

Fonte da Imagem: Empreendedorismo Rosa

Falta-nos talvez posicionamento diante das pessoas, em demonstrar o quanto estamos decididas e felizes com nossa escolha, mesmo sabendo que ela possa trazer tantos altos e baixos, ainda mais em um momento onde a economia do país está descontrolada. Mas ainda assim, conseguimos ver oportunidades onde muitos vêem que é o momento de desistir, de jogar a toalha. Criamos e reinventamos nossos empreendimentos todos os dias, com novas parcerias, novos produtos e serviços, nos capacitando, lendo, trocando e, portanto, basta que olhemos no espelho e reconheçamos a mulher empreendedora que já tem dado certo, ainda que tenha tanto a acertar para seguir com o crescimento daquilo que planejou.

Ao ouvir desta podeROSA Mulher: “Eu tenho CNPJ!” com tanta firmeza, mas também com uma dose de mágoa, reconheci muitas de nós, ali. Queremos valorização externa, mas esquecemos de abraçarmos a nós mesmas quando algo não está dando certo, ou celebrarmos quando conquistamos algo.

Na verdade somos MAIS que um CNPJ, somos mulheres batalhadoras, corajosas, sonhadoras e realizadoras não somente de nossos sonhos mas também daqueles que nos são caros. Pois, ao empreendermos, pensamos no todo e não somente em nosso sucesso. Portanto, não busque provar nada para ninguém, mostre apenas para você, todos os dias, que seu empreendimento de sucesso já aconteceu, ele está apenas sendo lapidado para brilhar cada vez mais.

Quanto aos outros…como diz a música do KID ABELHA: “Os outros são os outros e só”

Beijos de um junho empreendedor com muito amor por você mesma.

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O vínculo trabalhista em empreendimentos

Por Andressa Ramos dos Santos 

Saiba qual a melhor opção para o seu negócio: Empregado ou autônomo? O vínculo trabalhista em empreendimentos

As relações sociais evoluem diariamente e fatos que antes eram vistos como inofensivos, hoje são tratados como condutas reprováveis.

A “teoria do azar” na qual os acidentes ocorriam por casualidades, já não mais prevalece, na maioria das vezes há um responsável pelo ato danoso. Se um cachorro morde alguém na rua, isto não é azar. Este cachorro tem um dono. Se não tem dono, o Estado deveria providenciar sua retirada das ruas.

A evolução social das relações de trabalho também trouxe uma necessária revisão no relacionamento entre trabalhadores e até dos métodos de organização empresarial.

Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça 2017– CNJ, houve 833.466 novos processos em 2016 na Justiça do Trabalho com o pedido de danos morais[1],* sendo este o 3º assunto mais demandado na Justiça do Trabalho.

Fonte da Imagem: ESN

Fonte da Imagem: ESN

Frente aos requisitos legais de trabalho previstos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), empregado é o indivíduo que desenvolve determinado trabalho mediante a subordinação de outro, contemplando, ainda, onerosidade, pessoalidade e não eventualidade.

Já o trabalhador autônomo é aquele que realiza uma atividade profissional por conta própria, assumindo os riscos de sua própria atividade, sem habitualidade e de forma eventual, em conformidade com o Art. 442-B da CLT.

É prudente que, no contrato de prestação de serviços de profissional autônomo, fique escrito de forma clara e transparente a ausência de subordinação do contrato, pois, sem isto, haverá o vínculo empregatício.

Com o surgimento de novos modelos de negócio, estruturados dentro da economia colaborativa, o conceito de trabalho convencional tem variado, e algumas vezes não se harmonizam ao padrão de empregado contido no Art. 3.º da CLT. Exemplo: Uber.

Flexibilidade no trabalho e autonomia para captação de recursos são alguns pontos deste novo formato, que coincidem com o vínculo trabalhista atual, uma vez que são pré-determinados por um empreendimento.

É importante ressaltar que a reforma trabalhista ainda é extremamente recente, não havendo entendimento fortificado de sua aplicação no Brasil.

A empreendedora deve verificar:

1 – Se necessita de pessoa dedicada aos seus interesses de maneira integral (que levaria à contratação de empregado),

2 – Se o serviço é intermitente (sendo possível a contratação de empregado para tais situações),

3 – Ou, havendo maior liberdade e flexibilidade, acaba sendo viável ao empreendimento a utilização de prestador de serviço autônomo.

Tenha a consciência que seu empreendimento é uma empresa, por isto deve prever desde a confecção de seu plano de negócios até os aspectos trabalhistas de seus colaboradores, ou de seu único colaborador, principalmente aquelas que contratam pessoas próximas ou da família.

 

*[1] Brasil. Conselho Nacional de Justiça. Justiça em números.

Pesquisado em https://goo.gl/Yf5NB7 – acesso em abril 2018

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Empreendedorismo,tecnologia,vendas,cliente: Tudo junto misturado!

Por Taty Verri

 

Na última semana aconteceu o Vtex Day, maior evento de venda multicanal da América Latina e traz inúmeras novidades sobre empreendedorismo, e-commerce, logística e marketing. Dentre os palestrantes pudemos ouvir Luiza Trajano (Magazine Luiza), Bruce Dickson (Iron Maiden), Marc Randolph (Netflix) e muitos outros. Vamos compartilhar aqui um pouco do que vimos e tentar trazer para o nosso universo.

Falando de empreendedorismo, a afirmação do Marc Randolph resume bem o que precisamos internalizar para nós quanto empreendedores: “Você não precisa de especialização técnica para empreender, você precisa de tolerância para correr riscos e ter uma ideia. Mas também é preciso ter sorte.” Marc Randolph (Netflix). Assim como muitos, Marc e seu sócio começaram pequenos, em 1997, e não imaginavam estar desse tamanho hoje. Mas ele arriscou, pensou à frente, antecipou nossas “necessidades” e quando a sorte bateu a porta ele estava preparado para conquistar seu espaço. Então, entre muitas coisas que foram faladas por diversos palestrantes, ARRISQUE-SE, ninguém sabe de nada até que a coisa realmente caminhe. Pesquisas podem te dar uma ideia, mas não são definitivas pois o mundo está em movimento e é preciso assumir o risco.

Fonte da Imagem: Instagram

                                 Fonte da Imagem: Instagram

 

Quando se está empreendendo, ou querendo empreender, é preciso testar suas possibilidades e negócio, é o que chamam de “validation hacking”. Antes de se preocupar em ter uma estrutura completa, teste seu negócio com o que tem em mãos, use as ferramentas frees que o mercado te oferece e teste a viabilidade do seu negócio.

O Vtex Day é um evento grande, então muitos temas eram gigantes, como a internacionalização de empresas. Não que não possamos pensar nisso, mas vamos com calma para não nos desmotivar. Vamos falar aqui dos 3 passos mais citados pelos palestrantes nesse processo e queremos propor para que pense em seu universo como isso seria.

  • Analise onde está seu potencial cliente, procure por regiões que busque por temas relacionados ao seu negócio (é possível usar o Google Trends para isso);
  • Estudo muito bem o local, qual sua cultura, clima, pessoas, governo, impostos. Se adapte ao mercado que está ingressando, mas não deixe sua essência de lado;
  • Seja obcecado pelo cliente, melhore a experiência do usuário sempre. Tenha habilidade de se adaptar rápido e constantemente para continuar e contato com seu cliente.

 

Esse último ponto, cliente, é uma das bases nesse mercado digital. A experiência do usuário é tudo, então foque em sempre melhorá-la. Como disse a Luiza Trajano (Magazine Luiza): “Cliente de internet é o mesmo do físico, ele quer atenção, quer ter uma boa experiência de compra”. Pensando nisso e unindo a tecnologia

Dentre os temas mais abordados está, com toda certeza, o omnichannel. Mas, o que é Omnichannel? Resumidamente, é ter toda a comunicação com o cliente de forma integrada entre as plataformas e a integração entre lojas físicas e virtuais para melhor atender ao consumidor, explorando todas as possibilidades de interação com ele, oferecendo uma experiência de compra satisfatória. O cliente precisa ter a resposta que ele quer independente da ferramenta que estiver usando e, se você tem um espaço físico, a boa experiência que ele tem em um canal deverá ter no outro.

Com relação a tecnologia é claro que temos muitas novidades e que precisam inserir no nosso negócio, ou ao menos ficarmos atentos para um dia integrarmos. Gestão de leads, logística, gestão de site, realidade aumentada, impressões 3D e muitas outras coisas que podem gerar um novo texto.

Todos os temas abordados têm sim a tecnologia envolvida, mas mais do que isso, visam que melhoremos a experiência de nossos clientes para gerarmos mais vendas, independente se o meio é físico ou digital. E fazer com que esses clientes continuem comprando de você, é mais “barato” manter um cliente engajado do que conquistar novos. Por isso gere relacionamento real com seus consumidores para que eles permaneçam consumindo da sua marca. Clientes se tornam fiéis quando há relacionamento, quando se identificam com a marca, por isso a linguagem e objetivos da sua empresa precisam ficar bem claros e condizente com seu público. Uma frase do Bruce Dickson (Iron Maiden) resume bem o que desejar dos clientes: “Odeio consumidor pois não há relacionamento com eles, por isso tenha fãs”.

Até 2019, VTEXDAY com mais aprendizagens e inovação!

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