5 Dicas de Etiqueta Digital

Por Graziela Mascarello Boff

Hoje temos dicas preciosas de nossa consultora e empreendedora em comércio eletrônico

Você sabe o que é etiqueta digital? É fácil de deduzir: são regras e etiquetas a serem seguidas na internet, especialmente dentro das mídias sociais.

Quando diz respeito a assuntos pessoais conseguimos lidar com mais tranquilidade por ser mais intuitivo, mas o problema surge no âmbito empresarial.

 

Fonte da Imagem:  Image Broker

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Estamos em uma era em que existem dois mundos, o presencial e o virtual, e cada um deles têm suas próprias regras de boa convivência. No mundo presencial aprendemos desde pequenas, etiquetas de boa convivência com os mais velhos, mas no mundo virtual não tivemos esse ensinamento e os papéis se inverteram. Os mais novos entendem muito mais de etiqueta virtual, e muitas vezes ficamos perdidas, sem saber como devemos agir, por isso seguem algumas dicas:

1- Nunca colocar pessoa em grupo de Whatsapp e facebook sem perguntar se estão interessadas. E fazer grupo só se realmente ele fizer sentido.

2-SPAM: já é um nome feio, só mande conteúdo e propaganda se a pessoa permitir.

3-Prestigie o negócio online de seus amigos, curta, comente, pergunte, de importância ao trabalho de seus amigos, às vezes esse post demorou um dia todo para ser criado.

4 – Cuidado com as palavras, depois de ditas não voltam mais, então nunca diga algo que soe como racismo, homofobia, fanatismo de qualquer natureza, xenofobia ou intolerância religiosa.

5 – Use emoijs para falar com seus clientes, está liberado, pois foi comprovado que é uma forma simpática de interagir, mas cuidado como o corretor automático, pois ele pode distorcer a mensagem e causar mal entendidos.

Aos poucos vamos incorporando esse comportamento virtual no nosso dia a dia e ele  ficará natural, fazendo com que o relacionamento com nossos clientes, fique cada vez melhor.

 

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2017 já chegou!

Por Lênia Luz

Se você está entrando em dezembro com aquela conversa de que: Ainda bem que é dezembro, “Não aguento mais este ano”,” Acaba logo”, Não tenho mais forças para fazer nada”, aconselho a parar de ler este post agora.

Se decidiu continuar a ler, a música que me inspirou a escrevê-lo, foi essa AQUI, aumente o som e vem comigo!

Fonte da Imagem: Estúdio Trevisart

                                             Fonte da Imagem: Estúdio Trevisart

 

Primeiro , natural que estejamos com esta sensação de cansaço, afinal o ano de 2016 foi repleto de altos e baixos, certo? Mas ficar com este MIMIMI não nos levará a lugar algum. É hora de olhar para 2017 que já está aí nos sorrindo, apesar das previsões nada positivas para a economia de nosso país. Mas sou aquela que acredita que ” quem sabe faz a hora não espera acontecer”, portanto hora de permanecer com as mãos na massa.

O fato é que como empreendedores, futuros empreendedores ou intraempreendedores, este é o momento de rever as estratégias, fazer o planejamento, alinhar parcerias e olhar com positividade para o horizonte que temos a nossa frente. Para isso precisamos de muito bom humor e boa energia, pois do contrário permaneceremos carregando o peso do “mas”, do “acho que”, “ deixa para ano que vem”, “depois eu faço” e assim por diante.

Ouvi dia desses em um de nossos treinamentos: “ Ah! mas só vou fazer isso em março, depois do Carnaval. Pois todo mundo faz assim”.  OIIII? Como assim?  Caso você possa tirar férias ou uns dias de descanso, ótimo, aproveite! Mas nada de entrar na onda de que as coisas no nosso país só começam depois do Carnaval.  Hora de mudarmos esta cultura de “depois a gente faz”  para a cultura do “vai lá e faz”.

Aqui  já começamos a viver o 2017  com a hashtag #fazendoacontecer2017.  Te desafiamos a compartilhar conosco quais são as estratégias que está pensando e escrevendo para sua vida pessoal, empreendedora e intraempreendedora, para o novo tempo que começa HOJE.

Beijos de um dezembro de FELIZ ANO NOVO!

Em tempo: Aguardo seu email: contato@empreendedorismorosa.com.br e sua foto marcando o Empreendedorismo Rosa no Instagram com #fazendoacontecer2017 

Em tempo2: Dia 09/12 teremos nosso Happy Hour com pROSA com o tema:Prepare sua Empresa para 2017″ ,  a Embaixadora de nossa Confraria ROSA, a jornalista Thays Maria Beleze e a empresária Vanessa Riva da agência Quark Design, estarão conosco no fechamento de nossas atividades de 2016 dando podeROSAS para seu planejamento de 2017. Você não vai ficar de fora, certo? Inscreva-se aqui:https://goo.gl/JiSoIY

 

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PRIMEIROS PASSOS PARA EMPREENDER NO E-COMMERCE

Por Graziela Mascarello Boff

Existe a necessidade das empresas, independente do tamanho, estarem presente de forma online na vida das pessoas, por isso nós empresárias precisamos nos atualizar nesse sentido, mas antes de sair contratando pessoas ligadas ao digital para fazer o que é necessário, nós precisamos entender os princípios básicos de um site, caso contrário o prejuízo pode ser grande.

 

Fonte da Imagem: crowdtask.me

Fonte da Imagem: crowdtask.me

E-COMMERCE É FÁCIL, SIMPLES E BARATO… Será?

Quando iniciei os estudos para abrir meu ecommerce só encontrei coisas boas a respeito, informações do tipo: “Milhares de internautas tendo acesso à empresa por um clique”. Enquanto uma loja física depende de localização, ambiente, infraestrutura e divulgação para ser vistam, a loja virtual é uma oportunidade de oferecer produtos para os milhões de internautas brasileiros que circulam pela web todos os dias (cartilha do SEBRAE).

Esse texto do SEBRAE tem a melhor das intenções, mas causa a falsa impressão que é só criar um site e você já está sendo vista na internet e vendendo, o que não acontece, pois nos primeiros meses o site fica num “limbo” dentro da internet, onde ninguém vê, e para isso mudar é preciso bastante investimento em Marketing e SEO, mas vamos falar disso mais tarde.

Outro ponto é o fato de enfatizar que loja física depende de localização, ambiente, infraestrutura, como se a empresa de e-commerce fosse instalado em uma nuvem no céu, com anjinhos trabalhando sem remuneração, o que não acontece claro.

As instalações de um e-commerce podem exigir gastos semelhantes a uma loja física, já que além do lugar físico onde a loja vai ser instalada, com seu estoque e funcionários (no inicio é só a gente empresária, mas logo vamos crescer certo?), também haverá a mensalidade da hospedagem do servidor e da plataforma, e é preciso contratar funcionários com mais conhecimento que um atendente de loja.

Por causa dessas informações, quando iniciei o projeto da minha loja online, pensei erroneamente que era algo fácil, simples e barato, mas logo em seguida descobri que não é nem fácil, nem simples e muito menos barato, e é por isso que acredito, que com a minha experiência de cinco anos em ecommerce, posso ajudar outras empresárias que estão na mesma situação que estive.

TODO SITE É UM E-COMMERCE?

O meu primeiro erro foi não saber que nem todo site é um e-commerce. E qual a relevância disso?

Importante saber a diferença na hora de contratar o desenvolvedor e a plataforma do site. Pois E-commerce é muito mais complexo que um site institucional (que são aqueles sites sem intenção de venda, está apresentando a empresa e serviços somente). A plataforma de e-commerce tem que ser complexa especialmente desenvolvida para vendas e ter variados recursos.

O QUE É PLATAFORMA DE E-COMMERCE?

A Plataforma é a base de tudo, por isso sua enorme importância, tudo que for construído dentro do site estará em conformidade com o que a plataforma permitir, por isso a escolha da plataforma é a maior e mais relevante decisão que precisa ser tomada no projeto do seu e-commerce.

Grosso modo, a plataforma seria o Shopping e a localização da loja física dentro dele, depois de escolhida e montada, só da para fazer o que for permitido pelo shopping e pelo espaço físico da loja, se a plataforma for engessada, por exemplo, seria como a impossibilidade de mudar uma parede de lugar na loja física, bem, é mais complexo que isso, mas da para começar a entender.

Existem muitas plataformas disponíveis no mercado, e diferentes formas de contratação, por isso um estudo profundo sobre a melhor plataforma para cada caso é o primeiro passo a ser dado rumo ao seu e-commerce.

 

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Perfil da Empreendedora Brasileira

Por Empreendedorismo Rosa

A convite da fundadora da RME, Ana Fontes, o Empreendedorismo Rosa apoiou a pesquisa sobre o Perfil da Empreendedora Brasileira. Agradecemos a RME pelo convite e nossas leitoras pela participação. Segue abaixo a pesquisa na íntegra.

*A quinta edição do Fórum Empreendedoras revelou dados da inédita pesquisa sobre o Perfil da Empreendedora Brasileira, realizada com mais de 1300 mulheres em todo território nacional e patrocinada pelas empresas AVON, ITAÚ e FACEBOOK, com organização da Rede Mulher Empreendedora. Foram trabalhados temas nunca abordados em pesquisas já realizadas no país.

A pesquisa, além de desvendar o perfil dessa mulher que empreende no Brasil, traz um panorama real do que elas enfrentam quando decidem empreender, seus conflitos diários, a maternidade versus a carreira, o momento financeiro e principalmente as dificuldades que a empreendedora brasileira enfrenta quando decide ter seu próprio negócio

A amostra da pesquisa quantitativa é de 1376 mulheres sendo que 85% já empreendem e 15% pensam em empreender, e abrange uma boa representatividade:  São Paulo Capital e região metropolitana – 19,65% MG + ES + interior de São Paulo –  22,33%, Região Sul – 20,23%, Estado do RJ – 12,21% Regiões Norte, Nordeste, Centro- Oeste 22,33%

Fonte da Imagem : Paula Soares

Fonte da Imagem : Paula Soares

PERFIL: 79% tem superior completo ou mais, 39,1 anos é a média de idade. A maioria é casada, com filhos e apresentam um grau de escolaridade um pouco maior do que as que planejam empreender e que tem média 36,5 anos, sendo que 30% pertence a Classe C, enquanto 35% das mais velhas pertencem a classe A.

MATERNIDADE: Um dado já sentido pelo mercado, mas que ainda não era comprovado: 75% das empreendedoras decidem empreender após a maternidade. Na classe C, a porcentagem aumenta para 83%.

O QUE MAIS COMPROMETE A RENDA: O MAIOR GASTO entre 37% das pesquisadas é com moradia, seguido de alimentação (24%) e de dívidas (15%). Mas isso muda quando analisada a classe social: na classe A, o maior gasto é com Educação, chegando ao comprometimento de 14%.

REDE DE APOIO DA EMPREENDEDORA: Na hora da divisão ou “ajuda” nas tarefas domésticas e cuidado dos filhos, a maioria das empreendedoras conta com o apoio do marido, familiares. Na Classe C, as redes de apoio são menores. Outra constatação, conforme os filhos crescem elas passam a fazer mais tarefas sozinhas.

TEMPO DO NEGÓCIO –  42% iniciou seu negócio há menos de 3 anos e 39% tem mais de 6 anos.

SETOR DE ATUAÇÃO:  quanto mais alta a classe social, maior a concentração de Serviços, que desponta com 59%, seguido do comércio (31%), e Indústria (7%).

SOCIEDADE:  55% não tem sócios, e quando tem é mais comum sociedade em partes iguais. Amigos, maridos ou outro familiar são os sócios mais comuns das empreendedoras

HOME OFFICE: 68% costuma trabalhar mais em casa.

FATURAMENTO: 33% das empreendedoras faturam mais de R$10.000,00 por mês enquanto 36% faturam até R$2500,00 por mês.

PONTAPÉ INICIAL: 41% iniciaram seu empreendimento sem capital, 41% usaram Poupança, investimento próprio e rescisão após ser demitida como principal fonte de capital que contaram para iniciar seu do negócio.

PREPARO PARA O NEGÓCIO:  maioria das que já empreendem, 75% se sente preparada para ter o seu próprio negócio. Já entre as que planejam empreender, 50% se sentem preparadas.

RAZÕES PARA EMPREENDER: entre elas predominam as razões emocionais, já que 66% diz trabalhar com o que gosta enquanto 34% diz que empreender é realizar um sonho. Ter Flexibilidade de horário fica com 52% das respostas e 40% procura por uma renda melhor do que trabalhando para outros.

PONTO DE ATENÇÃO: 33% fazem O CONTROLE FINANCEIRO de modo básico, criam planilha de excel ou até anotam em um caderno.  33% fazem algum controle de modo mais elaborado, mas 14% não fazem controle nenhum.

CONFIANÇA: Mesmo com todo o discurso negativo da crise atual do país, os negócios de mais da metade (63%) das empreendedoras está melhor do que há 3 anos. E elas acham que irão melhorar mais ainda nos próximos 3 anos!

QUEREM SABER MAIS: Finanças, planejamento da empresa, formação de preço, mkt/comunicação e vendas/negociação são as áreas que querem saber mais. Ou seja, querem planejar, definir preço, divulgar e vender.

ONDE BUSCAM INFORMAÇÕES:  70% buscam informações principalmente nas redes de empreendedorismo, 68% nas palestras gratuitas

NETWORKING: Sim, elas fazem! 31%  delas vão a eventos, palestras e encontro de empreendedoras. Tomam conhecimento dos eventos pelas redes sociais (FACEBOOK), boca a boca e sites.

 

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Sem crise e com novos empreendimentos abertos

Por Leonardo Pansardi Grisotto 

Apesar da recessão econômica vivida no país, mais de um milhão de novas empresas foram abertas no primeiro semestre de 2016.

Que a economia do país não está em seu melhor momento, não é novidade para ninguém. No entanto, mesmo diante de um cenário repleto de incertezas, este pode ser um momento interessante para quem sonha em ter o seu próprio negócio. Ao contrário do que se pode imaginar, especialistas afirmam que o período de recessão econômica pode oferecer inúmeras vantagens para novos empresários, basta estar atento aos riscos e oportunidades.

Ao mesmo tempo em que retrai, ela também pode ser uma boa impulsionadora. A crise econômica que afeta o país ainda assusta, mas vem motivando muita gente a realizar um grande sonho: o de ter o seu próprio negócio.  No primeiro semestre de 2016 o Brasil registrou número recorde de abertura de empresas: de acordo com pesquisas realizadas pelo Serasa Experian, foram abertas mais de um milhão, um crescimento de 3% referente ao mesmo período do ano passado.

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Fonte da Imagem: Paula Soares

Para se arriscar, é preciso possuir senso de oportunidades: enquanto alguns mercados se mantêm emperrados, outros parecem estar propícios a novos empresários. O setor de serviços, por exemplo, continua sendo uma boa opção de investimento: representando cerca de 60% das novas empresas abertas no país, este é um mercado que se mantém aquecido em tempos de recessão, podendo, inclusive, oferecer serviços que acompanhem as atuais necessidades de mercado, como atender grandes corporações que buscam alternativas para redução de custos. Outras áreas que costumam se manter mais resistentes à crises são as de alimentação, estética e saúde.

No entanto, existem outros detalhes a serem considerados: o nicho de mercado correto tem mais a ver com as características individuais e preferências do empreendedor do que setores mais promissores. É claro que se for possível casar essas duas coisas, será perfeito. Mas na dúvida, a paixão pelo que faz e a experiência devem vir primeiro. Isso poupará muito tempo com aprendizado de detalhes e processos que o empreendedor já conhece. Outra vantagem de lançar um empreendimento neste momento é que isto pode ser um bom test drive: conseguir deslanchar será um atestado de capacidade técnica e empresarial, assim como será também para aqueles que conseguirem atravessar a crise.

Possuir um olhar crítico também faz toda a diferença: saber identificar bons negócios que estejam sendo mal administrados, por exemplo, pode ser uma opção, visto que nestes casos o proprietário tende a repassar o empreendimento com valores mais baixos e condições mais atrativas. Franquias também podem ser uma escolha acertada, visto que uma marca já consolidada representa menos riscos e oferece mais credibilidade ao consumidor.  Além disso, nestes casos, o franqueador costuma oferecer incentivos importantes como pesquisa de mercado, consultoria, plano de negócios, ponto para instalação, entre outros.

Mesmo diante de tantas vantagens, não se pode esquecer que abrir uma empresa requer planejamento, e quando se trata de um momento economicamente delicado, esse planejamento precisa ser ainda mais cuidadoso e detalhado. Pesquisa de mercado e planejamento financeiro (orçamento de volume de receitas, preços, custos variáveis, despesas fixas, entre outros) são imprescindíveis. A paciência é outro ponto importante – se o empresário está em busca de lucro rápido, é melhor protelar a ideia. Mesmo para um investidor que compra uma boa empresa em estágio falimentar devido à má gestão, levará um tempo até reerguê-la. Lucros rápidos são para apostas e cassinos, não empresas. Aqui os ganhos dependem de todo o sistema estar bem azeitado, e isso leva tempo.

Para finalizar, algumas dicas importantes para quem está cogitando a possibilidade de dar esse grande passo: O fluxo de caixa é o oxigênio de um negócio. Sem ele a empresa morre em pouco tempo. Em períodos críticos é crucial controlá-lo centavo a centavo, saber exatamente de onde vem e para onde vai o todo dinheiro da empresa. Quem se preparou há algum tempo e hoje possui uma boa gestão financeira,  está conseguindo atravessar a crise de maneira mais tranquila, pois reservou capital de giro e está investindo nas coisas certas. Quem não tem uma boa gestão financeira, sofre com as indecisões ao não saber o que fazer, o que cortar, onde enxugar e onde investir. Na crise é preciso ser cirúrgico com o dinheiro e nesse aspecto, ter controle do fluxo de caixa é fundamental

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Acessórios femininos e venda direta – uma fórmula de sucesso

Por Stilla Acessórios

Toda mulher é apaixonada por acessórios. Desde a antiguidade os adornos sempre foram itens apreciados pelas mulheres. O acessório não é um mero detalhe, ele tem papel primordial para a mulher no momento de se produzir e não passa despercebido por quem está à sua volta. Pode-se dizer que o acessório é quem indica ou define o estilo de alguém, daí a importância de escolher peças condizentes com cada perfil.

Conciliar o perfil de cada cliente e o estilo da semijóia escolhida é papel da Empreendedora Stilla. No momento da venda ela oferece todo o suporte, com base nos treinamentos que recebe, para poder auxiliar sua cliente da melhor forma possível. Isso só é possível através da venda direta, na qual há um contato mais próximo entre a cliente e a Empreendedora, sem falar de outras vantagens da venda direta, como a comodidade e a segurança.

 

Fonte da Imagem: Stilla Acessórios

Fonte da Imagem: Stilla Acessórios

A Stilla sabe que nossas Empreendedoras buscam mais do que semijóias para revender, elas querem oferecer soluções de estilo. Por outro lado, para a cliente final, a venda consultiva oferece uma experiência de compra prática e assertiva à mulher moderna. É a oportunidade de adquirir produtos de acordo com seu estilo e se encantar com anéis, brincos, pulseiras e colares de forma segura, agradável e conveniente.

 

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