Para elas e por elas: Feliz dia das Mães!

or Lênia Luz

Hoje o dia é de celebração especial para e por elas, as mães.

Por aqui deixamos nossa inspiração, que vem da escritora Martha Medeiros :“Uma mulher é apenas uma mulher, mas uma mãe é um vulcão, um furacão, uma enchente, uma tempestade, um terremoto. Uma mãe é invencível. Não há perda que ela não transforme em força. Não há passado que ela não emoldure e coloque na parede. Não há medo que a mantenha quieta por muito tempo.”

Beijos de feliz dia das mães!

Algumas mulheres da Confraria Rosa deixaram seu carinho em um vídeo para suas mães, estas mensagens representam nossa gratidão por cada uma destas guerreiras e inspiradoras. O vídeo está logo abaixo!

 

 

 

 

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Mãe, você é podeROSA!

Por Camila Franco

Há pouco mais de um ano tive a oportunidade de ingressar numa Confraria de mulheres mais que podeROSAS aqui no Empreendedorismo Rosa.

Mulheres, empreendedoras e intraempreendedoras , que possuem o mesmo foco: ter sucesso na vida.

E o que é ter sucesso pra você? Naquele momento pra mim sucesso era acordar e ver que havia “sobrevivido” mais um dia. O que vi neste ano é que sucesso para estas mulheres está ligado à realização pessoal através de seus negócios e sua família.

Buscam reconhecimento através da fidelização e conquista de seus clientes, de chegar em casa curtir sua família, mas principalmente o seu momento com seu livro e sua taça de vinho [ok, estou falando de mim] e constatar que seu dia valeu a pena.

Mães que desejam trazer o melhor de si para o mundo e mostrar para seus filhos que eles podem conquistar o mundo se quiser trabalhar. Nem todas são mães, mas todas são mulheres que cuidam de si, de suas casas, de seus empreendimentos, de suas carreiras e todas são filhas.

Fonte da Imagem: Alessandra Manchini

Fonte da Imagem: Alessandra Manchini

 

 

Como mãe, vejo nossos filhos como empreendimentos da vida. Você procura sucesso neste empreendimento, através do cuidado com a saúde e educação. E faz de TUDO pra este empreendimento não “quebrar”.

Fazia um ano que minha licença maternidade tinha acabado só que não deveria se chamar licença maternidade e sim licença do trabalho, como qualquer pessoa que se afasta do trabalho por obrigação das leis. Sim, porque mãe não tira licença maternidade. Este é o fato.

E quem empreende não tira “licença” para quase nada. O que se faz é planejar folgas e aproveitá-las ao máximo.

A licença maternidade é fantástica, sim, dá vontade de nunca mais sair do lado do seu pequeno e mais novo “empreendimento”. E aí, vem à vida e diz: “Vamos que a vida continua você sendo mãe ou não.”.

 

Tem mães que continuam, numa boa [ou quase]. Por opção ou não, ficam ali onde estavam torcendo para que a parte difícil passe logo e se sinta menos culpadas por tudo. Outras mães surtam [como eu] e procuram algo novo. Muitas destas mães saem do conforto dos seus trabalhos [ou lares] para empreender.

Segundo estudo da RME em 2016, 75% das mulheres que empreendem toma essa decisão após se tornarem mães. (Fonte revista Gol, maio/2018). “É uma tentativa de resolver uma conta que não fecha. As mulheres querem trabalhar, ter uma carreira de sucesso, mas a responsabilidade com o filho vem com um peso maior”, disse Vera Iaconelli, psicanalista e diretora do instituto Gerar, em entrevista para Revista Gol deste mês.

Você nutri [amamenta no peito ou não, prepara papinha ou não],

Você educa [dando exemplos e deixando seu pequeno em algum lugar da sua confiança para olhar por você enquanto está fora],

Você administra a casa,

Você se cuida [ou tenta],

Você é mãe,

Você é companheira [cônjuge, filha ou que seja],

Você é amiga,

Você é funcionária [sócia ou proprietária],

E você… Cadê você?

Um ano da minha filha e estava completamente perdida: sem foco profissional e nem pessoal. Eu fui me encontrar através de terapia, cursos, palestras, o ingresso nesta Confraria para me ajudar nesta redescoberta. Fui vivendo um dia de cada vez.

E é isso que desejo para você, viva um dia de cada vez. Comemore, chore, reconheça-se.

Ame a pessoa mais importante neste dia: VOCÊ! E respeite a pessoa que te trouxe ao mundo ou que te criou: ela fez de TUDO para você chegar até aqui.

Feliz dia das Mães, para você mãe que faz acontecer!

Em tempo: Quer falar mais sobre maternidade, vem me visitar na Maternidade Franca , um espaço democrático para ouvir e ser escutada. Sem julgamentos. Sem certo e errado. É assim que deveria ser. Simples assim. Sou Camila Franco, a franca. Relações públicas, vendedora, mãe da Izabela de 2 anos [quase 3].

 

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Sim, temos o que celebrar, mas muito a mudar!

Por Lênia Luz

Hoje é sim tempo de celebrarmos, afinal, Dia das Mulheres é todo dia. É legal que exista uma data específica para homenageá-las. Uma conquista, uma evidência de luta, um pedaço de história e uma marca que muito ainda temos que nos posicionar, fazer bom uso de nossa voz a nosso favor e de tantas outras mulheres que precisam de nossa sororidade e posicionamento.


Algumas delas começam seu dia, quando o sol nem despontou ainda, enfrentando condução lotada, ruas congeladas, desbravando matas, dentro de um barco, atravessando enchentes, andando quilômetros no deserto ou a frente de corporações.  Elas, essas guerreiras, estão lá, firmes e fortes. Muitas são chefes de família, com dúzia de filhos ou sem condição alguma.

Ser mulher no passado não era fácil e nos dias atuais, com as mil e uma tarefas a desempenhar, continua não sendo. Mas hoje temos mais espaço e, mesmo que seja inevitável se desdobrar, maximizar, lutar,  somos mais ouvidas, respeitadas e admiradas. Mas temos muito ainda por conquistar  e realizar.

Dentro do Empreendedorismo Feminino brasileiro as notícias são positivas. Desde 2016, elas chefiam a maioria (51,5%) dos novos negócios no país, segundo  pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM).

Entre os novos empreendedores, aqueles que possuem um negócio com até 3,5 anos, as mulheres têm uma taxa de empreendedorismo superior à dos homens. A taxa delas é de 15,4%, enquanto a masculina é de 12,6%. A pesquisa GEM 2016 constatou também que as mulheres abrem uma empresa mais por necessidade do que os homens. Entre os novos empresários, 48% delas iniciam a atividade empresarial porque precisam complementar a renda ou se buscam recolocação no mercado de trabalho. Já entre os homens, esse número cai para 37%.

Segundo a pesquisa Donos de Negócio no Brasil, análise de gênero (que utiliza dados da Pnad/IBGE de 2016) o número de brasileiras empresárias cresceu 34% entre 2001 e 2014, enquanto o aumento de homens nesta situação, no mesmo período, foi de 14%.  Acreditamos que esse movimento de empoderamento feminino é crescente há alguns anos e em várias esferas, seja na política, na iniciativa privada e, claro, à frente dos negócios. Elas empreendem para gerar renda e também atender às próprias demandas.

Dentro do intraempreendedorismo feminino considerando ser esse o mercado de trabalho formal, a taxa de participação feminina  aumentou na comparação entre os anos 2017 e 2016.  Entre as mulheres, o índice passou de 59,1%, em 2016, para 59,9% em 2017. Elas apresentam maior tempo de estudo, sendo 37,5% com ensino superior completo, enquanto 32,1% dos homens ocupados têm esse nível de escolaridade. E neste quesito as noticias não nos são favoráveis pois os rendimentos femininos permanecem inferiores aos masculinos.

Outros dados demonstram que a desigualdade ainda permanece. Lista atualizada da União Interparlamentar, destaca que na política, entre 189 países, o Brasil ocupa o 129º lugar em participação feminina. Mulheres brasileiras ocupam 8,6% da Câmara dos Deputados. No Senado 16%. Nas 500 maiores empresas brasileiras só 33% são profissionais mulheres, sendo que nos cargos de liderança 13% ou 14%. A desigualdade fica ainda maior quando miramos a posição de CEO, onde poucas são mulheres nesta posição. Avançamos, é fato mas ainda há um longo caminho a percorrer.

Mudanças? Sim, precisamos, mas ela só será possível ao longo do caminho. De nada adianta parar, filosofar e desenhar a sociedade ideal para prosseguirmos. A mudança é feita a cada dia.  Dentro desta mudança vale lembrar que machismo não é oposto de feminismo. Enquanto o achismo cria uma sociedade onde homens têm privilégios, o feminismo cria uma sociedade com equidade entre homens e mulheres.

Entre altos e baixo, derrotas e conquistas deixo aqui o meu parabéns para as nobres guerreiras, que com coração tão grande e força quase divina, concedem a vida, amamentam seus filhos (muitas em seios de corpos famintos), fazem escolhas todos os dias, renunciam todos os dias, ensinam a verdade (o certo e o errado sobre tudo),  compreendem que seus corpos tem suas suas regras,  desbravam conceitos e se não fazem mais é porque está além de suas forças. Mas essa limitação não as limita,  porque ao promover vida, dedicação e amor, parecem receber asas, e com elas podem voar cada vez mais alto.

Celebremos o que conquistamos e o que ainda conquistaremos. Feliz NOSSO dia!

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A louca e maravilhosa vida feminina

Por Lênia Luz

Mês de março chegou e com ele celebrações pelo dia Internacional da Mulher tomarão conta das mídias sociais. E eu abro o mês falando sobre equilíbrio na nossa vida, louca vida feminina.

Por vezes paramos e vemos que trabalhamos de mais, beijamos na boca de menos. Trabalhamos de mais, e rimos de menos. Trabalhamos de mais, descansamos de menos. Será que nunca vamos conseguir equilibrar esta balança?

Te desafio neste mês de março a se alimentar um pouco mais de cultura para ter mais criatividade em seu trabalho empreendedor ou intraempreendedor. Ficar um pouco mais com seus filhos, com seu amor, com seus pais e com você mesma. Que você encontre na sua agenda insana, mais tempo para beijar na boca do que ficar presa as redes sociais.

Fonte da Imagem: Ale Manchini

Fonte da Imagem: Ale Manchini

“Ah! Lênia, mas eu estou sozinha! E nem tô querendo alguém para minha vida agora”. Ótimo! Mas lembre-se a dica é: trabalhe menos e saia mais com suas amigas/ irmãs, com seus amigos e sozinha ( muitas vezes a melhor companhia, é a nossa!)

Finalizo com a podeROSA escritora, Martha Medeiros que diz: “Até que chegou o dia em que deixamos de ser as coitadinhas. Ninguém mais fala em namoradinhas do Brasil: somos atrizes, estrelas, profissionais. Adolescentes não são mais brotinhos: são garotas da geração teen. Ser chamada de patricinha é ofensa mortal. Quem gosta de diminutivos, definha. Ser boazinha não tem nada a ver com ser generosa. Ser boa é bom, ser boazinha é péssimo. As boazinhas não têm defeitos. Não têm atitude. Conformam-se com a coadjuvância. PH neutro. Ser chamada de boazinha, mesmo com a melhor das intenções, é o pior dos desaforos. Mulheres bacanas, complicadas, batalhadoras, persistentes, ciumentas, apressadas, é isso que somos hoje. Merecemos adjetivos velozes, produtivos, enigmáticos. As “inhas” não moram mais aqui. Foram para o espaço, sozinhas.”

Nada de ser mártir do trabalho, da carreira, seja ela empreendedora ou intraempreendedora, seja ela uma escolha por ser a dona de sua casa, seja ela a escolha de ser a mãe de seus filhos em tempo integral ou a de não ter filhos. Se quer fazer honrar este dia 8 de março, permita-se  celebrar primeiro por ser uma MULHER que é #podeROSA,   #1000xbucetuda, fodástica e que dará um tempo para cuidar de seu bem estar físico, emocional e com isto conquistar ainda mais coisas neste mundo, vasto mundo!

Feliz março, permitindo-se um tempo para você!

Em tempo: Inscreva-se em nosso evento Pausa podeROSA e comece o mês de março permitindo-se um tempo para você: https://www.sympla.com.br/pausa-poderosa—especial-mes-da-mulher__246120

 

 

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Se você quer, você pode!

Por Andressa Ramos dos Santos

O querer tem mesmo muita força!Ao reler o livro da Sheryl Sandberg, Faça Acontecer (mulheres, trabalho e a vontade de liderar), que apresenta algumas ferramentas estratégicas para que as mulheres alcem vôos muito mais altos em suas carreiras, fiquei muito tocada por um de seus relatos. Sheryl nos conta que quando grávida (com todos os sintomas inchaço, enjôo), teve que sair correndo para uma reunião com um cliente importante e a única vaga para estacionar o carro que encontrou ficava bem longe da entrada do local. Passado isto, ela soube pelo seu marido na época, Dave, que onde ele trabalhava, tinha reservado vagas de estacionamento para grávidas na frente de cada edifício.

Pensando nisto, eu que sempre atuei como advogada especialista em regularização de imóveis e cuidava das licenças de uma grande rede varejista no Brasil, teve uma ocasião em que o órgão fiscalizador nos solicitou que fossem instaladas as devidas vagas para gestantes nos estacionamentos dos estabelecimentos.

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Trata-se de lei estadual do Paraná nº 18.047 de 2014! A qual prevê a reserva de vagas especiais em estacionamentos públicos e privados para gestantes. Pela regulamentação, fica assegurada a reserva de vagas preferenciais em estacionamentos para mulheres durante todo o período gestacional e a pessoas acompanhadas de crianças de colo com até dois anos de idade.

Pasmem!!! Somente a partir daquele ano, 2014, as mulheres grávidas tiveram acesso as vagas exclusivas nos estacionamentos dos estabelecimentos.

Com isto, fica claro que a força do querer, a exposição das necessidades faz acontecer, pois nunca nem nós mulheres havíamos pensado que temos esta necessidade e agora sabemos que temos este direito!

Faça acontecer, você também, seus direitos.

 

Em tempo: Venha fazer parte do programa Lean In Circle Empreendedorismo Rosa em uma das modalidades abaixo e faça acontecer na vida pessoal e profissional.

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“Conecte-se ao que importa”

Por Empreendedorismo Rosa

A campanha “Conecte-se ao que importa” está sendo deflagrada no âmbito do Paraná pelo Programa Dedica – Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, acolhido na Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas. Tem o propósito de enfrentamento de uma das formas atuais do abandono, caracterizada como violência virtual, que se inicia com a negligência dos pais e cuidadores de grande parte das crianças e adolescentes pelo desvio de seus olhares e atenção para as telas do mundo virtual. Alertar para esta situação de omissão do cuidar é o objetivo da primeira etapa da campanha, que tem a parceria e apoio institucional do Conselho Regional de Medicina do Paraná.

“Reconhecendo aspectos de negligência na atenção familiar a crianças e adolescentes, em decorrência do abusivo uso dos meios eletrônicos no dia a dia, determinando um verdadeiro abandono no relacionamento interpessoal, o CRM-PR apoia as ações da campanha e solicita aos médicos do Paraná a adesão e engajamento na divulgação à sua clientela das informações pertinentes”.  A manifestação é do presidente do Conselho, Luiz Ernesto Pujol, que além de pediatra e familiarizado com as consequências decorrentes do distanciamento entre pais e filhos, também participou da fundação do programa.

O Dedica surgiu na primeira metade da década passada e foi desenvolvido por 10 anos por profissionais voluntários em atendimento às crianças e aos adolescentes vítimas de violência grave ou gravíssima. Somente de 2008 a 2014, quando foi suspenso, foram realizados 5,3 mil atendimentos. Está sendo relançado neste semestre sob iniciativa da Associação Amigos do HC, com apoio financeiro do Fundo Estadual para a Infância e Adolescência do Paraná. Agora denominado Programa HC Dedica – Amigos do HC, está prestes a ocupar sede própria e a realizar atendimento diário, contando para isso com uma equipe multidisciplinar ‑ formada por pediatra, psicólogo, psiquiatra, psicanalista, assistente social e enfermeira, além de funcionários administrativos – e com programa de educação continuada permanente.

O “Conecte-se ao que importa” está amparado numa campanha publicitária criada pela Tif Comunicação, uma das organizações parceiros da Associação. As peças começam a ser reproduzidas também pelo Conselho de Medicina em seus meios, conforme decisão homologada na sessão plenária desta última segunda-feira (11). Em breve estará disponível um portal com informações gerais e as peças da campanha (www.programadedica.org.br), focada principalmente na omissão que advém da chamada “Síndrome Nomofóbica”, com o uso excessivo da internet, e que se soma à rotina dos shoppings e a violência das ruas.

Riscos do uso abusivo dos meios virtuais

“Na sequência da campanha queremos falar sobre os danos do uso excessivo das telas e comunicação a distância que passam a fazer parte dos hábitos e, depois, das necessidades de muitas crianças e adolescentes. Levam ao isolamento social, diminuição na formação de instrumentos psíquicos para lidar com o outro e consigo mesmo, danos à saúde pelo sedentarismo, à visão e à estruturação óssea, além de atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e de aprendizagem, não ligados às habilidades do teclar e deslizar os dedos sobre as telas”. O esclarecimento é feito pela médica coordenadora do Programa Dedica, Luci Pfeiffer.

Ela reforça: “Da necessidade do uso, parte-se para os vícios e hoje se tem a Síndrome de Nomofobia ‑ ou No Mobyle Phobia ‑ em pessoas de todas as idades e profissões, inclusive da área médica, que não conseguem passar algumas horas longe de seus aparelhos celulares. Ao mesmo tempo, surgem os adictos à internet, com sinais de dependência que os retiram da vida comum, bem como síndromes de isolamento com o humano, sendo exemplo a síndrome do celibato, quando adolescentes e adultos preferem o relacionamento com parceiros virtuais, criados aos seus gostos e desvios psíquicos”.

Em ofício dirigido ao Conselho, o presidente da Associação Amigos do HC, Euclides Scalco, e o tesoureiro Gerson Zafalon Martins, destacam que o terceiro objetivo da campanha será abordar os riscos do uso abusivo e não controlado dos meios virtuais. “Lamentavelmente, é nítido que o antigo conselho de pais a seus filhos, de não conversar com estranhos, caiu em desuso. As crianças e adolescentes de hoje não apenas dominam o uso destes instrumentos fantásticos de comunicação e acesso ao conhecimento científico e de convivência saudável. Abrem as portas de suas casas e psiquismo para incontáveis estranhos, que cometem bullying, que ensinam formas de sofrer e de acabar com a vida e ainda trazem conteúdos de pornografia e pedofilia”, assinalam.

A coordenadora diz que o Programa Dedica, por meio de profissionais voluntários, por mais de uma década atuou de modo a capacitar e promover instrumentos de defesa e assistência a crianças e adolescentes em situações de violência grave ou gravíssima, bem como de orientações e encaminhamentos necessários aos responsáveis e agressores. A médica Luci Pfeiffer complementou que esta experiência está empregada na atual campanha, como forma de impedir o avanço desta ação contemporânea de vitimização da infância.

 

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