A busca pela beleza

Não é de hoje que eu gosto da Carla Bruni, ex-primeira dama da França e ex-modelo. Durante o tempo em que estudei francês, eram as músicas dela as que eu mais ouvia. De lá pra cá, acompanho suas entrevistas quando posso e a considero uma mulher muito bonita, cheia de atitude e inspiradora.

naousamosapenasrosa.blogspot.com.br

E minha intenção não é discorrer sobre as suas atividades filantrópicas ou o quanto ela custou para o estado como primeira-dama, mas sim sobre uma entrevista que a atual cantora cedeu à Veja. Em uma das perguntas da jornalista Tatiana Gianini, Bruni respondeu:

“A beleza, depois de certa idade, está muito mais ligada à elegância, à simpatia e à inteligência. Até os 35 anos de idade, mesmo uma pessoa desagradável pode ser considerada bonita. Depois, não mais.”

O escritor e jornalista Fabrício Carpinejar continua com o discurso em seu blog: “Depois o que ilumina a pele é se ela é amada ou não, se ela ama ou não, se ela é educada ou não, se ela sabe falar ou não. Depois dos 35 anos, a beleza vem do caráter. Do jeito como os problemas são enfrentados, da alegria de acordar e da leveza ao dormir. Depois dos 35 anos, o sexo é o botox que funciona, a amizade é o creme que tira as rugas, o afeto é o protetor solar que protege o rosto. A beleza passa a ser linguagem, bom humor. A beleza passa a ser inteligência, gentileza. Depois dos 35 anos, só a felicidade rejuvenesce.”

Isso me fez pensar sobre a constante busca pela perfeição. Buscamos sempre o melhor, o máximo de nós, e muitas vezes travamos nossos sonhos e sofremos por não conseguirmos atingir expectativas altas demais, que impomos a nós mesmas. Mas e se buscarmos a beleza? Essa beleza de depois dos 35 anos?

Eu proponho que hoje você não busque a perfeição, mas a beleza. A beleza da rotina, a beleza das derrotas, das atitudes, da educação. A beleza da colaboração, da transformação. A beleza que é ficar mais velho, a beleza da vida bem vivida. Se você encontrar essa beleza, seja aos 20 ou aos 40, mulher, aí você alcançou a perfeição.

Amanda Riesemberg é publicitária, formada no Centro Universitário Curitiba. Fundadora da Nossa Causa  – Agência de Transformação Social, luta pelo crescimento do voluntariado, das atividades filantrópicas no país e da profissionalização do terceiro setor. Voluntária no Instituto HUMSOL, foi uma das 15 brasileiras convidadas para o Programa de Intercâmbio de Empoderamento Feminino realizado nos Estados Unidos em 2012. Trabalhou com projetos sociais como Esta vaga não é sua nem por um minuto, Outubro Rosa, Ciclista Legal e Antonina Weekend.

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Sari cor de rosa

Há um tempo, a Lênia me convidou para escrever no Empreendedorismo Rosa para dar um tom mais “social” ao Blog. Por que disso? Porque toda a minha experiência até hoje foi justamente na área social. Ultimamente, preciso confessar que estava meio desapontada com a área e querendo um pouco de distância do assunto. No entanto, meu coração é de lá mesmo. E isso se comprovou, nessa semana, quando ao curtir a página do O machismo nosso de cada dia, vi uma foto que me chamou muita atenção, vejam aqui.

Fonte da imagem: Primeira Linha

Meu coraçãozinho bateu mais forte e escrevi para a Lênia dizendo: “já sei qual será o assunto do meu próximo post”.

A Índia para mim, até 2007, era um país longínquo, cheio de pobreza, sujeira, antigo, arraigado em preconceito e de pouco desenvolvimento social e econômico. Quando eu entrei na AIESEC (www.aiesec.org.br), descobri um novo mundo: a Índia. É sim um país pobre, sujo, antigo, arraigado em preconceito e com um “atraso” no desenvolvimento social e econômico, mas vi que é um país incrivelmente surpreendente: cheio de gente linda, de muitas culturas, cheia de movimentos sociais importantes, de costumes misturados e acima de tudo, FORTES.

Fui pesquisar o que era o tal Exército de Sari Rosa. Descobri o seguinte: Sampat Pal era uma vendedora de chá, nascida numa casta baixa (sim, as castas realmente existem na Índia) que mal sabe ler e escrever, e é a líder do Gulabi Gang. Cansada de ver as mulheres indianas sofrerem abusos de todos os tipos, começou a peregrinar para ensinar as mulheres de todo o país a se defender com o “Iathi”, um bastão de bambu, que é o que os policiais na Índia usam como arma.

Sari é essa roupa “típica” das mulheres da Índia. E o Movimento só passou a ter força e representatividade, quando passaram a usar, como uniforme do movimento, o Sari Cor-de-Rosa. Essas mulheres ao chegarem a um vilarejo, todas juntas e gritando palavras de ordem, vestidas com saris rosa, pressionam funcionários públicos corruptos ou os maridos que abusam de mulheres a se redimir, devolver dinheiro roubado, evitam casamentos infantis, pressionam investigações contra mulheres e qualquer coisa, que se entenda como violação dos direitos das mulheres.

Hoje, o Exército de Sari Rosa já conta com 100.000 mulheres . Nossa sociedade está dominada pelos homens. Nós mulheres devemos receber educação e também trabalho. Isso solucionaria os nossos problemas”, afirma a “guerrilheira” Sampat.

“Considero-me valente e queria transmitir a outras mulheres essa minha valentia”, afirma Sampat, que se casou aos 12 anos com um homem dez anos mais velho. Teve que brigar com o seu pai para poder ir ao colégio, com o seu sogro para que o véu não lhe cobrisse o rosto e com o seu marido para poder sair da casa.

Quando leio casos assim, e isso ainda me arrepia, eu tenho certeza de que a minha decepção com o mundo social é só temporária. As inconsistências sociais e os absurdos no mundo que me aguardem! Eu volto logo!

Se quiserem se arrepiar um pouquinho, basta assistir o vídeo abaixo! (está em inglês, mas tudo que achei sobre elas estava em inglês…)

Andressa Trivelli é administradora de empresas pela PUC-SP, já trabalhou nos três setores da economia com Planejamento Estratégico e Gestão de Projetos. É sócia diretora da Tekoha desde 2007 e Gerente comercial da Artenata. Especialista em Empreendedorismo pela FGV/Goldman Sachs, e Mestranda em Administração de Empresas pela FGV-SP.

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Venha fazer parte do Prêmio Citi Jovens Microempreendedores.

Por Empreendedorismo Rosa

Ações como essa, o Empreendedorismo Rosa tem grande alegria em parceirizar, afinal queremos que o ecossistema empreendedor cresça com qualidade e comprometimento. Aliança Empreendedora, com patrocínio da Citi Foundation e apoio do Citi, abre as inscrições do Prêmio Citi Jovens Microempreendedores 2016, com o objetivo de identificar, treinar e premiar jovens microempreendedores que estejam promovendo o desenvolvimento em suas comunidades em todo o Brasil.

Premiação para jovens microempreendedores

Jovens de 18 a 35 anos que estejam empreendendo em negócios, formalizados ou não, ou que tenham uma ideia de negócio que gostariam de colocar em prática podem se inscrever. As inscrições são gratuitas e acontecem exclusivamente através do site www.pcjm.com.br.

A seleção dos empreendedores vencedores acontece em duas fases:

  1. Na primeira etapa, serão escolhidos 20 finalistas, que serão premiados com um vale-presente no valor de R$ 1 mil*, capacitação presencial em São Paulo-SP*, além dos custos de viagem*.
  2. A segunda etapa acontece em São Paulo-SP, onde os 20 microempreendedores finalistas irão apresentar seus negócios e ideias de negócio para uma banca de especialistas. A partir disso, os jurados selecionarão quatro vencedores finais: dois na categoria negócio e dois na categoria ideia de negócio.

Os primeiros lugares de cada categoria levam um prêmio de R$ 6.500 e os segundos lugares uma premiação de R$ 4.500, todos em barras de ouro.

As inscrições vão até dia 15 de janeiro e a revelação do resultado acontece no dia 20 de abril de 2017, em evento em São Paulo-SP. O regulamento completo está disponível no site e essa promoção foi autorizada pela Secretaria de Acompanhamento Econômico, certificado de autorização SEAE/MF 03/0484/2016.

Premiação para a organização social

Para a categoria de Organização Social Mais Transformadora, as inscrições abrem no dia 6 de dezembro e vão até dia 14 de fevereiro e a eleita pelo júri recebe um diploma de reconhecimento* e duas bolsas de estudo no valor de R$ 1.100,00* que podem ser utilizadas por dois membros da instituição em cursos com a INK, referência no assunto de gestão de projetos, além de um pacote de viagem para São Paulo para uma pessoa.

“O Prêmio reforça o compromisso da Citi Foundation em ressaltar a importância do microempreendedorismo no desenvolvimento da economia do Brasil. Fundamentado sobre o impacto gerado pelos 10 anos do Prêmio Citi Melhores Microempreendimentos, a iniciativa se renova para alcançar um público jovem que começa a empreender, mas que não tem experiência e acesso fácil ao conhecimento ou aos serviços de negócios. Queremos divulgar as histórias de sucesso e motivar os jovens para que impactem positivamente suas comunidades”, afirma Priscilla Cortezze, Superintendente de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade do Citi.

Fonte da Imagem: Prêmio Citi Jovens Microempreendedores

Fonte da Imagem: Prêmio Citi Jovens Microempreendedores

SOBRE A CITI FOUNDATION

A Citi Foundation trabalha para promover o progresso econômico em comunidades ao redor do mundo, com foco em iniciativas que ampliem a inclusão financeira. Dessa forma, colaboramos com parceiros altamente qualificados para criar melhorias econômicas que fortaleçam famílias e comunidades de baixa renda. Por meio da abordagem “Mais que Filantropia”, os recursos de negócios e capital humano do Citi elevam nossos investimentos e impacto filantrópicos. Para mais informações, visite WWW.CITIFOUNDATION.COM ou citibank.com.br/institucional/sustentabilidade.

SOBRE O CITI

O Citi, banco global líder, tem aproximadamente 200 milhões de contas de clientes em mais de 160 países e jurisdições. O Citi disponibiliza para pessoas, corporações, governos e instituições uma ampla variedade de produtos e serviços financeiros, incluindo serviços bancários e de crédito ao consumidor, serviços bancários corporativos e de investimento, corretagem de valores e administração patrimonial. Para mais informações sobre o Citi, favor acessar: WWW.CITIBANK.COM.BR | Twitter: @CITIBRASIL | YouTube: WWW.YOUTUBE.COM/CITIBRASIL | Blog: HTTP://CITIBRASIL.WORDPRESS.COM/ | Facebook: WWW.FACEBOOK.COM/CITIBRASIL

SOBRE A ALIANÇA EMPREENDEDORA

Organização social que trabalha apoiando empresas, organizações sociais e governos a desenvolver modelos de negócios inclusivos e projetos de apoio a microempreendedores de baixa renda, ampliando o acesso a conhecimento, redes, mercados e crédito para que desenvolvam ou iniciem seus empreendimentos. Desde 2005 já apoiou mais de 29.909 microempreendedores, através de 109 projetos e mais de 50 parceiros, gerando novas oportunidades de negócios, trabalho e renda através do empreendedorismo, promovendo inclusão e desenvolvimento econômico e social.
No Brasil, também é membro oficial da Youth Business International e da Rede ANDE (Aspen Network of Development Enterpreneurs).

Para saber mais, acesse: http://aliancaempreendedora.org.br/

 

Para mais informações de imprensa sobre o Prêmio Citi Jovens Microempreendedores 2016

Growth Comunicações

Nathália Sanches – nathalia@growthcomunicacoes.com.br

Débora Fôlego – debora@growthcomunicacoes.com.br

Sergio Sanches – sergio@growthcomunicacoes.com.br

(11) 2626-0567

Acesse o Site do PCJM: http://pcjm.com.br e inscreva-se!

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Perfil da Empreendedora Brasileira

Por Empreendedorismo Rosa

A convite da fundadora da RME, Ana Fontes, o Empreendedorismo Rosa apoiou a pesquisa sobre o Perfil da Empreendedora Brasileira. Agradecemos a RME pelo convite e nossas leitoras pela participação. Segue abaixo a pesquisa na íntegra.

*A quinta edição do Fórum Empreendedoras revelou dados da inédita pesquisa sobre o Perfil da Empreendedora Brasileira, realizada com mais de 1300 mulheres em todo território nacional e patrocinada pelas empresas AVON, ITAÚ e FACEBOOK, com organização da Rede Mulher Empreendedora. Foram trabalhados temas nunca abordados em pesquisas já realizadas no país.

A pesquisa, além de desvendar o perfil dessa mulher que empreende no Brasil, traz um panorama real do que elas enfrentam quando decidem empreender, seus conflitos diários, a maternidade versus a carreira, o momento financeiro e principalmente as dificuldades que a empreendedora brasileira enfrenta quando decide ter seu próprio negócio

A amostra da pesquisa quantitativa é de 1376 mulheres sendo que 85% já empreendem e 15% pensam em empreender, e abrange uma boa representatividade:  São Paulo Capital e região metropolitana – 19,65% MG + ES + interior de São Paulo –  22,33%, Região Sul – 20,23%, Estado do RJ – 12,21% Regiões Norte, Nordeste, Centro- Oeste 22,33%

Fonte da Imagem : Paula Soares

Fonte da Imagem : Paula Soares

PERFIL: 79% tem superior completo ou mais, 39,1 anos é a média de idade. A maioria é casada, com filhos e apresentam um grau de escolaridade um pouco maior do que as que planejam empreender e que tem média 36,5 anos, sendo que 30% pertence a Classe C, enquanto 35% das mais velhas pertencem a classe A.

MATERNIDADE: Um dado já sentido pelo mercado, mas que ainda não era comprovado: 75% das empreendedoras decidem empreender após a maternidade. Na classe C, a porcentagem aumenta para 83%.

O QUE MAIS COMPROMETE A RENDA: O MAIOR GASTO entre 37% das pesquisadas é com moradia, seguido de alimentação (24%) e de dívidas (15%). Mas isso muda quando analisada a classe social: na classe A, o maior gasto é com Educação, chegando ao comprometimento de 14%.

REDE DE APOIO DA EMPREENDEDORA: Na hora da divisão ou “ajuda” nas tarefas domésticas e cuidado dos filhos, a maioria das empreendedoras conta com o apoio do marido, familiares. Na Classe C, as redes de apoio são menores. Outra constatação, conforme os filhos crescem elas passam a fazer mais tarefas sozinhas.

TEMPO DO NEGÓCIO –  42% iniciou seu negócio há menos de 3 anos e 39% tem mais de 6 anos.

SETOR DE ATUAÇÃO:  quanto mais alta a classe social, maior a concentração de Serviços, que desponta com 59%, seguido do comércio (31%), e Indústria (7%).

SOCIEDADE:  55% não tem sócios, e quando tem é mais comum sociedade em partes iguais. Amigos, maridos ou outro familiar são os sócios mais comuns das empreendedoras

HOME OFFICE: 68% costuma trabalhar mais em casa.

FATURAMENTO: 33% das empreendedoras faturam mais de R$10.000,00 por mês enquanto 36% faturam até R$2500,00 por mês.

PONTAPÉ INICIAL: 41% iniciaram seu empreendimento sem capital, 41% usaram Poupança, investimento próprio e rescisão após ser demitida como principal fonte de capital que contaram para iniciar seu do negócio.

PREPARO PARA O NEGÓCIO:  maioria das que já empreendem, 75% se sente preparada para ter o seu próprio negócio. Já entre as que planejam empreender, 50% se sentem preparadas.

RAZÕES PARA EMPREENDER: entre elas predominam as razões emocionais, já que 66% diz trabalhar com o que gosta enquanto 34% diz que empreender é realizar um sonho. Ter Flexibilidade de horário fica com 52% das respostas e 40% procura por uma renda melhor do que trabalhando para outros.

PONTO DE ATENÇÃO: 33% fazem O CONTROLE FINANCEIRO de modo básico, criam planilha de excel ou até anotam em um caderno.  33% fazem algum controle de modo mais elaborado, mas 14% não fazem controle nenhum.

CONFIANÇA: Mesmo com todo o discurso negativo da crise atual do país, os negócios de mais da metade (63%) das empreendedoras está melhor do que há 3 anos. E elas acham que irão melhorar mais ainda nos próximos 3 anos!

QUEREM SABER MAIS: Finanças, planejamento da empresa, formação de preço, mkt/comunicação e vendas/negociação são as áreas que querem saber mais. Ou seja, querem planejar, definir preço, divulgar e vender.

ONDE BUSCAM INFORMAÇÕES:  70% buscam informações principalmente nas redes de empreendedorismo, 68% nas palestras gratuitas

NETWORKING: Sim, elas fazem! 31%  delas vão a eventos, palestras e encontro de empreendedoras. Tomam conhecimento dos eventos pelas redes sociais (FACEBOOK), boca a boca e sites.

 

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Prêmio Grandes Mulheres: Nós apoiamos!

Por Lênia  Luz

O Brasil possui mais de 7,3 milhões de mulheres empreendedoras. Isso representa 31,1% do total de 23,5 milhões de empreendedores que empregam no país, segundo dados de um estudo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), divulgado em 2015. Entre 2003 e 2013, a quantidade de empreendedoras subiu 16% no país.

Nós do Empreendedorismo Rosa, nestes 4 anos de ações empreendedoras e empoderadoras, temos visto o crescimento não somente em números de negócios, mas também em qualidade. Mulheres buscando se aperfeiçoar cada vez mais, reinvestindo em seus empreendimentos, inovando, criando parcerias que gerem expansão para seus negócios.

Na semana passada recebi a notícia, através da Diretora da PEGN, Sandra Boccia, nos convidando para apoiar a divulgação do Prêmio Grandes Mulheres, uma parceria entre Facebook e PEGN. Prontamente acolhi este convite e espero que você faça sua parte, inscrevendo-se e contando sua história de Grande Mulher, que sabemos que és.

Fonte da Imagem: PEGN

Fonte da Imagem: PEGN

Serão reconhecidas líderes de empresas em quatro categorias:

  • Pequena empresa: Negócios com receita recorrente e crescimento contínuo, com até R$ 3,6 milhões anuais de faturamento
  • Startup:Negócios nascentes que apresentam inovações tecnológicas em produtos, serviços ou modelos de negócio, criados a partir de 1º de janeiro de 2014
  • Negócio social:Empresas que oferecem serviços ou produtos voltados para a melhoria das condições de vida da população da base da pirâmide
  • #ElaFazHistória: Empresas cujas fundadoras venceram grandes obstáculos antes de consolidar o negócio. Hoje, devem faturar entre R$ 2 milhões e R$ 80 milhões por ano

As ganhadoras nessas quatro categorias concorrem ao prêmio máximo. A Grande Vencedora será escolhida por um júri composto por especialistas. Todas serão conhecidas em outubro de 2016.  Essas empreendedoras serão retratadas em reportagens na revista e no site de Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Elas também passarão por um dia de imersão no escritório brasileiro do Facebook, em São Paulo.

As inscrições devem ser feitas até o dia 7 de agosto. Leia AQUI o regulamento e faça a inscrição na categoria que mais combina com você. A sua história poderá estar entre os retratos das Grandes Mulheres.

Bora ROSEAR o MUNDO?

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Projeto PráQBrá: A música que transforma!

Por Empreendedorismo Rosa

A campanha de financiamento coletivo para manutenção do Projeto PráQBrá está disponível no Catarse e tem como propósito arrecadar recursos para arcar com os custos dessa iniciativa social proposta pela Grande Roda de Tambores, organização não governamental fundada em 2004 em Curitiba, com o objetivo de promover a inclusão social através da arte.

Além de ensinar 30 crianças e jovens a tocar diversos instrumentos que fazem parte da cultura popular brasileira, como o Maracatu de Baque Virado, a Ciranda, o Coco e o Afoxê, o projeto também estimula diversos outros conhecimentos, para ampliar a visão do mundo, promover vivências em grupo e o fortalecimento da cidadania.

A arrecadação irá custear todo o projeto, incluindo profissionais, materiais, lanches, confecção de figurinos e instrumentos (os alunos fazem seu próprios tambores), um passeio e uma apresentação no final do ano. Pensando em movimentar a economia local e a mão de obra do bairro, os figurinos do grupo serão confeccionados por costureiras parentes dos alunos do projeto, já o lanche que mantém a energia das crianças será comprado em uma padaria dentro da comunidade, valorizando assim o comercio da região.

O projeto inclui também uma viagem com o grupo à Ilha do Mel, onde as crianças e jovens terão um workshop de dois dias com o reconhecido percussionista pernambucano Deivson Santana. Além dessa vivencia no litoral, haverá um segundo workshop em Curitiba com a artista catarinense Andaraí, onde os alunos aprenderão a tocar e confeccionar Agbês, um tipo de chocalho tradicional do Maracatu.

Ao final do ano, uma grande apresentação aberta ao público marca o encerramento desse ciclo. É nesse momento que a inclusão social através da música se torna algo visível, quando os alunos saem da periferia e são colocados em evidência, demonstrando o que aprenderam e sendo aplaudidos pela sociedade. Isso gera sensação de pertencimento, empoderamento e o aumento da auto estima, algo que influenciará positivamente no futuro desses jovens.Para mais detalhes, confira o site da Grande Roda de Tambores e conheça mais sobre a ONG e os outros projetos que já estão sendo desenvolvidos.

Para contribuir, acesse catarse.me/granderoda e adquira as cotas destinadas ao projeto. Existem cotas de pessoa física, com contrapartidas que incluem desde workshops de capacitação profissional até um ensaio de percussão com o PráQbrá; e também cotas corporativas, onde a Grande Roda de Tambores leva batuque, inspiração e motivação para dentro das empresas apoiadoras.  Com colaborações a partir de R$ 10,00, a iniciativa visa transformar a realidade e ampliar a visão de mundo das crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social em Curitiba.

 

Fontre da https://www.catarse.me/pt/granderoda

Fonte da Imagem: Catarse

O Projeto PráQbrá

O Projeto PráQbrá realiza encontros semanais com duas horas de duração no bairro Cajuru. As aulas ocorrem sempre às segundas-feiras, das 19:00 às 21:00, na Associação de Moradores das Moradias Cajuru.

Por meio de diversos instrumentos de percussão, o projeto é um complemento à educação escolar, de forma interdisciplinar, carregado de diversidade e riqueza cultural.

Thiago Senden, diretor executivo da Grande Roda de Tambores e um dos fundadores do grupo, explica que os instrumentos de percussão se destacam por serem democráticos: “Há um poder mágico do tambor. A pessoa que não sabe tocar e nunca estudou música, dificilmente se arrisca em um instrumento como um violão ou piano, por exemplo. Mas se você chega com um chocalho, um bongô ou simplesmente bate palma e estala os dedos, as pessoas ficam mais soltas e se permitem participar da brincadeira, logo essa pulsação vai tomando conta do grupo. Quando se vê, está todo mundo em um mesmo ritmo. O tambor integra as pessoas”. A percussão trabalha com a alegria como forma de transformação social, ressaltando a coletividade, a força e a fé, além da união entre ritmos, danças e brincadeiras.

Além de desenvolver o senso musical, o projeto estimula a reflexão, as habilidades cognitivas, afetivas e motoras. O PráQbrá possibilita também às crianças e jovens discussões de caráter sociocultural, igualdade, respeito, dignidade e cidadania, considerando os temas e ritmos abordados na oficina.

Iniciado em 2005, atualmente o projeto trabalha com a segunda geração de batuqueiros no bairro. Em um processo de troca de experiências e aprendizados, alguns músicos integrantes da primeira geração auxiliam nas aulas, atuando como multiplicadores e servindo como referência para os novos alunos. Os ritmos aprendidos durante o ano de 2016 serão Ciranda, Coco, Maracatu de Baque Virado e Afoxé, que serão incluídos gradualmente conforme o aprendizado.

Celebridades geram visibilidade ao projeto

Eleito duas vezes o melhor jogador de futebol pela Fifa e pentacampeão pela Seleção Brasileira, Ronaldinho Gaúcho divulgou seu apoio oficial ao projeto social da Grande Roda de Tambores. Conhecido pelo envolvimento com a percussão popular e a música brasileira, o atleta conheceu o grupo em 2014 e firma-se agora como padrinho oficial da ONG, que, há 12 anos, utiliza os tambores como ferramenta para promover a cidadania e inclusão social através da arte educação.

Em suas redes sociais, Ronaldinho Gaúcho realizou algumas postagens sobre o grupo, com o objetivo de incentivar fãs e seguidores a conhecer e ajudar um dos projetos da Grande Roda de Tambores.

Em sua página oficial no Facebook, o jogador postou o vídeo do projeto e comentou: “Galera, convoco todos vocês a colaborar com esse projeto que eu acho incrível e que transforma a vida de muitas crianças na periferia de Curitiba, através da percussão popular brasileira. O projeto PráQBrá é uma iniciativa da ONG Grande Roda de Tambores, da qual eu sou padrinho e admiro muito. Colabore agora em catarese.me/granderoda. Eu já fortaleci! Agora é sua vez. #fortaleceai #vivaagranderoda”. Tempo depois, reforçou a postagem em sua página pessoal, Ronaldo de Assis Moreira. O post gerou mais de mais de 130 mil views, 17 mil likes e 234 compartilhamentos, gerando mais 1.000 novos likes na fanpage official da Grande Roda de Tambores.

Além do apoio nas redes sociais, o jogador também gravou um vídeo especialmente para os alunos do projeto, estimulando-a a “seguirem firme no batuque”. As crianças e adolescentes integrantes do grupo, por sua vez, retribuíram com um vídeo para agradecer ao padrinho astro pelo apoio. Além disso, estão confeccionando um tambor especial para presentear o jogador. Para esses jovens, ter um ídolo nacional como apoiador é um grande estimulo e mostra a importância de sonhar e de correr atrás dos seus objetivos.

A banda O Rappa, também mandou o seu apoio. Os músicos gravaram um vídeo endossando o trabalho da Grande Roda de Tambores e convocando as pessoas a participar da campanha de arrecadação para o Projeto PráQbrá. A banda também postou o link do catarse em seu perfil oficial no Facebook, afirmando “Um projeto super bacana e que a gente super indica, está precisando de uma forcinha, bora nessa? #PratiqueoBem #Ohvibe #FortaleceAi”. Quando a Grande Roda de Tambores postou o vídeo em sua conta oficial no Instagram, o guitarrista Xandão Menezes deixou seu comentário “Todo o apoio dos amigos do Rappa”.

A campanha também recebeu o apoio através de vídeos enviados por outras personalidades marcantes da música e da cultura popular brasileira, como o Mestre Chacon Viana, mestre da centenária Nação do Maracatu Porto Rico, do grupo pernambucano Bongar do Xambá, e do guitartech Alexandre Duayer, considerado pela revista Rolling Stones o melhor roadie do Brasil, desenvolvendo trabalhos com Lulu Santos, O Rappa, Paralamas do Sucesso, dentre outros.

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