Venha fazer parte do Prêmio Citi Jovens Microempreendedores.

Por Empreendedorismo Rosa

Ações como essa, o Empreendedorismo Rosa tem grande alegria em parceirizar, afinal queremos que o ecossistema empreendedor cresça com qualidade e comprometimento. Aliança Empreendedora, com patrocínio da Citi Foundation e apoio do Citi, abre as inscrições do Prêmio Citi Jovens Microempreendedores 2016, com o objetivo de identificar, treinar e premiar jovens microempreendedores que estejam promovendo o desenvolvimento em suas comunidades em todo o Brasil.

Premiação para jovens microempreendedores

Jovens de 18 a 35 anos que estejam empreendendo em negócios, formalizados ou não, ou que tenham uma ideia de negócio que gostariam de colocar em prática podem se inscrever. As inscrições são gratuitas e acontecem exclusivamente através do site www.pcjm.com.br.

A seleção dos empreendedores vencedores acontece em duas fases:

  1. Na primeira etapa, serão escolhidos 20 finalistas, que serão premiados com um vale-presente no valor de R$ 1 mil*, capacitação presencial em São Paulo-SP*, além dos custos de viagem*.
  2. A segunda etapa acontece em São Paulo-SP, onde os 20 microempreendedores finalistas irão apresentar seus negócios e ideias de negócio para uma banca de especialistas. A partir disso, os jurados selecionarão quatro vencedores finais: dois na categoria negócio e dois na categoria ideia de negócio.

Os primeiros lugares de cada categoria levam um prêmio de R$ 6.500 e os segundos lugares uma premiação de R$ 4.500, todos em barras de ouro.

As inscrições vão até dia 15 de janeiro e a revelação do resultado acontece no dia 20 de abril de 2017, em evento em São Paulo-SP. O regulamento completo está disponível no site e essa promoção foi autorizada pela Secretaria de Acompanhamento Econômico, certificado de autorização SEAE/MF 03/0484/2016.

Premiação para a organização social

Para a categoria de Organização Social Mais Transformadora, as inscrições abrem no dia 6 de dezembro e vão até dia 14 de fevereiro e a eleita pelo júri recebe um diploma de reconhecimento* e duas bolsas de estudo no valor de R$ 1.100,00* que podem ser utilizadas por dois membros da instituição em cursos com a INK, referência no assunto de gestão de projetos, além de um pacote de viagem para São Paulo para uma pessoa.

“O Prêmio reforça o compromisso da Citi Foundation em ressaltar a importância do microempreendedorismo no desenvolvimento da economia do Brasil. Fundamentado sobre o impacto gerado pelos 10 anos do Prêmio Citi Melhores Microempreendimentos, a iniciativa se renova para alcançar um público jovem que começa a empreender, mas que não tem experiência e acesso fácil ao conhecimento ou aos serviços de negócios. Queremos divulgar as histórias de sucesso e motivar os jovens para que impactem positivamente suas comunidades”, afirma Priscilla Cortezze, Superintendente de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade do Citi.

Fonte da Imagem: Prêmio Citi Jovens Microempreendedores

Fonte da Imagem: Prêmio Citi Jovens Microempreendedores

SOBRE A CITI FOUNDATION

A Citi Foundation trabalha para promover o progresso econômico em comunidades ao redor do mundo, com foco em iniciativas que ampliem a inclusão financeira. Dessa forma, colaboramos com parceiros altamente qualificados para criar melhorias econômicas que fortaleçam famílias e comunidades de baixa renda. Por meio da abordagem “Mais que Filantropia”, os recursos de negócios e capital humano do Citi elevam nossos investimentos e impacto filantrópicos. Para mais informações, visite WWW.CITIFOUNDATION.COM ou citibank.com.br/institucional/sustentabilidade.

SOBRE O CITI

O Citi, banco global líder, tem aproximadamente 200 milhões de contas de clientes em mais de 160 países e jurisdições. O Citi disponibiliza para pessoas, corporações, governos e instituições uma ampla variedade de produtos e serviços financeiros, incluindo serviços bancários e de crédito ao consumidor, serviços bancários corporativos e de investimento, corretagem de valores e administração patrimonial. Para mais informações sobre o Citi, favor acessar: WWW.CITIBANK.COM.BR | Twitter: @CITIBRASIL | YouTube: WWW.YOUTUBE.COM/CITIBRASIL | Blog: HTTP://CITIBRASIL.WORDPRESS.COM/ | Facebook: WWW.FACEBOOK.COM/CITIBRASIL

SOBRE A ALIANÇA EMPREENDEDORA

Organização social que trabalha apoiando empresas, organizações sociais e governos a desenvolver modelos de negócios inclusivos e projetos de apoio a microempreendedores de baixa renda, ampliando o acesso a conhecimento, redes, mercados e crédito para que desenvolvam ou iniciem seus empreendimentos. Desde 2005 já apoiou mais de 29.909 microempreendedores, através de 109 projetos e mais de 50 parceiros, gerando novas oportunidades de negócios, trabalho e renda através do empreendedorismo, promovendo inclusão e desenvolvimento econômico e social.
No Brasil, também é membro oficial da Youth Business International e da Rede ANDE (Aspen Network of Development Enterpreneurs).

Para saber mais, acesse: http://aliancaempreendedora.org.br/

 

Para mais informações de imprensa sobre o Prêmio Citi Jovens Microempreendedores 2016

Growth Comunicações

Nathália Sanches – nathalia@growthcomunicacoes.com.br

Débora Fôlego – debora@growthcomunicacoes.com.br

Sergio Sanches – sergio@growthcomunicacoes.com.br

(11) 2626-0567

Acesse o Site do PCJM: http://pcjm.com.br e inscreva-se!

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Perfil da Empreendedora Brasileira

Por Empreendedorismo Rosa

A convite da fundadora da RME, Ana Fontes, o Empreendedorismo Rosa apoiou a pesquisa sobre o Perfil da Empreendedora Brasileira. Agradecemos a RME pelo convite e nossas leitoras pela participação. Segue abaixo a pesquisa na íntegra.

*A quinta edição do Fórum Empreendedoras revelou dados da inédita pesquisa sobre o Perfil da Empreendedora Brasileira, realizada com mais de 1300 mulheres em todo território nacional e patrocinada pelas empresas AVON, ITAÚ e FACEBOOK, com organização da Rede Mulher Empreendedora. Foram trabalhados temas nunca abordados em pesquisas já realizadas no país.

A pesquisa, além de desvendar o perfil dessa mulher que empreende no Brasil, traz um panorama real do que elas enfrentam quando decidem empreender, seus conflitos diários, a maternidade versus a carreira, o momento financeiro e principalmente as dificuldades que a empreendedora brasileira enfrenta quando decide ter seu próprio negócio

A amostra da pesquisa quantitativa é de 1376 mulheres sendo que 85% já empreendem e 15% pensam em empreender, e abrange uma boa representatividade:  São Paulo Capital e região metropolitana – 19,65% MG + ES + interior de São Paulo –  22,33%, Região Sul – 20,23%, Estado do RJ – 12,21% Regiões Norte, Nordeste, Centro- Oeste 22,33%

Fonte da Imagem : Paula Soares

Fonte da Imagem : Paula Soares

PERFIL: 79% tem superior completo ou mais, 39,1 anos é a média de idade. A maioria é casada, com filhos e apresentam um grau de escolaridade um pouco maior do que as que planejam empreender e que tem média 36,5 anos, sendo que 30% pertence a Classe C, enquanto 35% das mais velhas pertencem a classe A.

MATERNIDADE: Um dado já sentido pelo mercado, mas que ainda não era comprovado: 75% das empreendedoras decidem empreender após a maternidade. Na classe C, a porcentagem aumenta para 83%.

O QUE MAIS COMPROMETE A RENDA: O MAIOR GASTO entre 37% das pesquisadas é com moradia, seguido de alimentação (24%) e de dívidas (15%). Mas isso muda quando analisada a classe social: na classe A, o maior gasto é com Educação, chegando ao comprometimento de 14%.

REDE DE APOIO DA EMPREENDEDORA: Na hora da divisão ou “ajuda” nas tarefas domésticas e cuidado dos filhos, a maioria das empreendedoras conta com o apoio do marido, familiares. Na Classe C, as redes de apoio são menores. Outra constatação, conforme os filhos crescem elas passam a fazer mais tarefas sozinhas.

TEMPO DO NEGÓCIO –  42% iniciou seu negócio há menos de 3 anos e 39% tem mais de 6 anos.

SETOR DE ATUAÇÃO:  quanto mais alta a classe social, maior a concentração de Serviços, que desponta com 59%, seguido do comércio (31%), e Indústria (7%).

SOCIEDADE:  55% não tem sócios, e quando tem é mais comum sociedade em partes iguais. Amigos, maridos ou outro familiar são os sócios mais comuns das empreendedoras

HOME OFFICE: 68% costuma trabalhar mais em casa.

FATURAMENTO: 33% das empreendedoras faturam mais de R$10.000,00 por mês enquanto 36% faturam até R$2500,00 por mês.

PONTAPÉ INICIAL: 41% iniciaram seu empreendimento sem capital, 41% usaram Poupança, investimento próprio e rescisão após ser demitida como principal fonte de capital que contaram para iniciar seu do negócio.

PREPARO PARA O NEGÓCIO:  maioria das que já empreendem, 75% se sente preparada para ter o seu próprio negócio. Já entre as que planejam empreender, 50% se sentem preparadas.

RAZÕES PARA EMPREENDER: entre elas predominam as razões emocionais, já que 66% diz trabalhar com o que gosta enquanto 34% diz que empreender é realizar um sonho. Ter Flexibilidade de horário fica com 52% das respostas e 40% procura por uma renda melhor do que trabalhando para outros.

PONTO DE ATENÇÃO: 33% fazem O CONTROLE FINANCEIRO de modo básico, criam planilha de excel ou até anotam em um caderno.  33% fazem algum controle de modo mais elaborado, mas 14% não fazem controle nenhum.

CONFIANÇA: Mesmo com todo o discurso negativo da crise atual do país, os negócios de mais da metade (63%) das empreendedoras está melhor do que há 3 anos. E elas acham que irão melhorar mais ainda nos próximos 3 anos!

QUEREM SABER MAIS: Finanças, planejamento da empresa, formação de preço, mkt/comunicação e vendas/negociação são as áreas que querem saber mais. Ou seja, querem planejar, definir preço, divulgar e vender.

ONDE BUSCAM INFORMAÇÕES:  70% buscam informações principalmente nas redes de empreendedorismo, 68% nas palestras gratuitas

NETWORKING: Sim, elas fazem! 31%  delas vão a eventos, palestras e encontro de empreendedoras. Tomam conhecimento dos eventos pelas redes sociais (FACEBOOK), boca a boca e sites.

 

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Prêmio Grandes Mulheres: Nós apoiamos!

Por Lênia  Luz

O Brasil possui mais de 7,3 milhões de mulheres empreendedoras. Isso representa 31,1% do total de 23,5 milhões de empreendedores que empregam no país, segundo dados de um estudo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), divulgado em 2015. Entre 2003 e 2013, a quantidade de empreendedoras subiu 16% no país.

Nós do Empreendedorismo Rosa, nestes 4 anos de ações empreendedoras e empoderadoras, temos visto o crescimento não somente em números de negócios, mas também em qualidade. Mulheres buscando se aperfeiçoar cada vez mais, reinvestindo em seus empreendimentos, inovando, criando parcerias que gerem expansão para seus negócios.

Na semana passada recebi a notícia, através da Diretora da PEGN, Sandra Boccia, nos convidando para apoiar a divulgação do Prêmio Grandes Mulheres, uma parceria entre Facebook e PEGN. Prontamente acolhi este convite e espero que você faça sua parte, inscrevendo-se e contando sua história de Grande Mulher, que sabemos que és.

Fonte da Imagem: PEGN

Fonte da Imagem: PEGN

Serão reconhecidas líderes de empresas em quatro categorias:

  • Pequena empresa: Negócios com receita recorrente e crescimento contínuo, com até R$ 3,6 milhões anuais de faturamento
  • Startup:Negócios nascentes que apresentam inovações tecnológicas em produtos, serviços ou modelos de negócio, criados a partir de 1º de janeiro de 2014
  • Negócio social:Empresas que oferecem serviços ou produtos voltados para a melhoria das condições de vida da população da base da pirâmide
  • #ElaFazHistória: Empresas cujas fundadoras venceram grandes obstáculos antes de consolidar o negócio. Hoje, devem faturar entre R$ 2 milhões e R$ 80 milhões por ano

As ganhadoras nessas quatro categorias concorrem ao prêmio máximo. A Grande Vencedora será escolhida por um júri composto por especialistas. Todas serão conhecidas em outubro de 2016.  Essas empreendedoras serão retratadas em reportagens na revista e no site de Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Elas também passarão por um dia de imersão no escritório brasileiro do Facebook, em São Paulo.

As inscrições devem ser feitas até o dia 7 de agosto. Leia AQUI o regulamento e faça a inscrição na categoria que mais combina com você. A sua história poderá estar entre os retratos das Grandes Mulheres.

Bora ROSEAR o MUNDO?

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Projeto PráQBrá: A música que transforma!

Por Empreendedorismo Rosa

A campanha de financiamento coletivo para manutenção do Projeto PráQBrá está disponível no Catarse e tem como propósito arrecadar recursos para arcar com os custos dessa iniciativa social proposta pela Grande Roda de Tambores, organização não governamental fundada em 2004 em Curitiba, com o objetivo de promover a inclusão social através da arte.

Além de ensinar 30 crianças e jovens a tocar diversos instrumentos que fazem parte da cultura popular brasileira, como o Maracatu de Baque Virado, a Ciranda, o Coco e o Afoxê, o projeto também estimula diversos outros conhecimentos, para ampliar a visão do mundo, promover vivências em grupo e o fortalecimento da cidadania.

A arrecadação irá custear todo o projeto, incluindo profissionais, materiais, lanches, confecção de figurinos e instrumentos (os alunos fazem seu próprios tambores), um passeio e uma apresentação no final do ano. Pensando em movimentar a economia local e a mão de obra do bairro, os figurinos do grupo serão confeccionados por costureiras parentes dos alunos do projeto, já o lanche que mantém a energia das crianças será comprado em uma padaria dentro da comunidade, valorizando assim o comercio da região.

O projeto inclui também uma viagem com o grupo à Ilha do Mel, onde as crianças e jovens terão um workshop de dois dias com o reconhecido percussionista pernambucano Deivson Santana. Além dessa vivencia no litoral, haverá um segundo workshop em Curitiba com a artista catarinense Andaraí, onde os alunos aprenderão a tocar e confeccionar Agbês, um tipo de chocalho tradicional do Maracatu.

Ao final do ano, uma grande apresentação aberta ao público marca o encerramento desse ciclo. É nesse momento que a inclusão social através da música se torna algo visível, quando os alunos saem da periferia e são colocados em evidência, demonstrando o que aprenderam e sendo aplaudidos pela sociedade. Isso gera sensação de pertencimento, empoderamento e o aumento da auto estima, algo que influenciará positivamente no futuro desses jovens.Para mais detalhes, confira o site da Grande Roda de Tambores e conheça mais sobre a ONG e os outros projetos que já estão sendo desenvolvidos.

Para contribuir, acesse catarse.me/granderoda e adquira as cotas destinadas ao projeto. Existem cotas de pessoa física, com contrapartidas que incluem desde workshops de capacitação profissional até um ensaio de percussão com o PráQbrá; e também cotas corporativas, onde a Grande Roda de Tambores leva batuque, inspiração e motivação para dentro das empresas apoiadoras.  Com colaborações a partir de R$ 10,00, a iniciativa visa transformar a realidade e ampliar a visão de mundo das crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social em Curitiba.

 

Fontre da https://www.catarse.me/pt/granderoda

Fonte da Imagem: Catarse

O Projeto PráQbrá

O Projeto PráQbrá realiza encontros semanais com duas horas de duração no bairro Cajuru. As aulas ocorrem sempre às segundas-feiras, das 19:00 às 21:00, na Associação de Moradores das Moradias Cajuru.

Por meio de diversos instrumentos de percussão, o projeto é um complemento à educação escolar, de forma interdisciplinar, carregado de diversidade e riqueza cultural.

Thiago Senden, diretor executivo da Grande Roda de Tambores e um dos fundadores do grupo, explica que os instrumentos de percussão se destacam por serem democráticos: “Há um poder mágico do tambor. A pessoa que não sabe tocar e nunca estudou música, dificilmente se arrisca em um instrumento como um violão ou piano, por exemplo. Mas se você chega com um chocalho, um bongô ou simplesmente bate palma e estala os dedos, as pessoas ficam mais soltas e se permitem participar da brincadeira, logo essa pulsação vai tomando conta do grupo. Quando se vê, está todo mundo em um mesmo ritmo. O tambor integra as pessoas”. A percussão trabalha com a alegria como forma de transformação social, ressaltando a coletividade, a força e a fé, além da união entre ritmos, danças e brincadeiras.

Além de desenvolver o senso musical, o projeto estimula a reflexão, as habilidades cognitivas, afetivas e motoras. O PráQbrá possibilita também às crianças e jovens discussões de caráter sociocultural, igualdade, respeito, dignidade e cidadania, considerando os temas e ritmos abordados na oficina.

Iniciado em 2005, atualmente o projeto trabalha com a segunda geração de batuqueiros no bairro. Em um processo de troca de experiências e aprendizados, alguns músicos integrantes da primeira geração auxiliam nas aulas, atuando como multiplicadores e servindo como referência para os novos alunos. Os ritmos aprendidos durante o ano de 2016 serão Ciranda, Coco, Maracatu de Baque Virado e Afoxé, que serão incluídos gradualmente conforme o aprendizado.

Celebridades geram visibilidade ao projeto

Eleito duas vezes o melhor jogador de futebol pela Fifa e pentacampeão pela Seleção Brasileira, Ronaldinho Gaúcho divulgou seu apoio oficial ao projeto social da Grande Roda de Tambores. Conhecido pelo envolvimento com a percussão popular e a música brasileira, o atleta conheceu o grupo em 2014 e firma-se agora como padrinho oficial da ONG, que, há 12 anos, utiliza os tambores como ferramenta para promover a cidadania e inclusão social através da arte educação.

Em suas redes sociais, Ronaldinho Gaúcho realizou algumas postagens sobre o grupo, com o objetivo de incentivar fãs e seguidores a conhecer e ajudar um dos projetos da Grande Roda de Tambores.

Em sua página oficial no Facebook, o jogador postou o vídeo do projeto e comentou: “Galera, convoco todos vocês a colaborar com esse projeto que eu acho incrível e que transforma a vida de muitas crianças na periferia de Curitiba, através da percussão popular brasileira. O projeto PráQBrá é uma iniciativa da ONG Grande Roda de Tambores, da qual eu sou padrinho e admiro muito. Colabore agora em catarese.me/granderoda. Eu já fortaleci! Agora é sua vez. #fortaleceai #vivaagranderoda”. Tempo depois, reforçou a postagem em sua página pessoal, Ronaldo de Assis Moreira. O post gerou mais de mais de 130 mil views, 17 mil likes e 234 compartilhamentos, gerando mais 1.000 novos likes na fanpage official da Grande Roda de Tambores.

Além do apoio nas redes sociais, o jogador também gravou um vídeo especialmente para os alunos do projeto, estimulando-a a “seguirem firme no batuque”. As crianças e adolescentes integrantes do grupo, por sua vez, retribuíram com um vídeo para agradecer ao padrinho astro pelo apoio. Além disso, estão confeccionando um tambor especial para presentear o jogador. Para esses jovens, ter um ídolo nacional como apoiador é um grande estimulo e mostra a importância de sonhar e de correr atrás dos seus objetivos.

A banda O Rappa, também mandou o seu apoio. Os músicos gravaram um vídeo endossando o trabalho da Grande Roda de Tambores e convocando as pessoas a participar da campanha de arrecadação para o Projeto PráQbrá. A banda também postou o link do catarse em seu perfil oficial no Facebook, afirmando “Um projeto super bacana e que a gente super indica, está precisando de uma forcinha, bora nessa? #PratiqueoBem #Ohvibe #FortaleceAi”. Quando a Grande Roda de Tambores postou o vídeo em sua conta oficial no Instagram, o guitarrista Xandão Menezes deixou seu comentário “Todo o apoio dos amigos do Rappa”.

A campanha também recebeu o apoio através de vídeos enviados por outras personalidades marcantes da música e da cultura popular brasileira, como o Mestre Chacon Viana, mestre da centenária Nação do Maracatu Porto Rico, do grupo pernambucano Bongar do Xambá, e do guitartech Alexandre Duayer, considerado pela revista Rolling Stones o melhor roadie do Brasil, desenvolvendo trabalhos com Lulu Santos, O Rappa, Paralamas do Sucesso, dentre outros.

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Passado, para que te quero?

Por Lênia Luz

Senta que lá vem textão, SIM!

Semana passada nosso país foi surpreendido com um massacre, SIM, um massacre. Uma jovem de 16 anos foi estuprada por 33 homens. AH! eu sei você já sabia, pois saiu em vários jornais, programas e nas redes sociais de forma massiva, inclusive aqui no nosso BLOG ( Leia AQUI).

Mas hoje é domingo e vamos seguir com nossas vidas, afinal, tudo já é passado, não é mesmo? Não, não é mesmo!

Não podemos nos prender ao passado, é fato, a vida segue para todos. Mas também não podemos simplesmente não olhar para o passado e buscarmos curar, sanar, mudar o que for possível para que situações, como a que irei compartilhar agora, se perpetuem.

Nosso espaço fala de empreendedorismo e intraempreendedorismo, com foco no público feminino, mas quando uma de nós é agredida em qualquer instância de sua vida, cabe a nós, nos juntarmos a ela para dizermos: ESTAMOS AQUI, este espaço também é seu, por isso fale, escreva, grite, esperneie, compartilhe, pois somos solidárias a sua causa/história feminina.

Sábado de noite, ainda vendo as notícias em redes sociais e canais de comunicação me deparei com o perfil de uma empreendedora, que muito admiro mas não conheço pessoalmente, onde compartilhava um relato sobre parte de sua história. Um nó se fez em minha garganta e as lágrimas logo vieram para desatá-lo, mas a dor ficou ali. Compartilhei com meu marido e enquanto  lia, via em seu semblante a expressão da indignação e da dor que também sentia. E foi então que procurei-a via inbox e disse que se permitisse, compartilharíamos seu relato aqui no blog , como uma forma de libertação e alerta para tantas outras de nós. Ela prontamente me respondeu, autorizando.

 

Fonte da Imagem: Sabrina de Campos

                                      Fonte da Imagem: Sabrina de Campos aos 16 anos.

” ‪#‎eusousobrevivente. 19 anos atrás fui violentamente estuprada, qdo morei em Pernambuco . Eu tinha 16 anos, a mesma idade de Beatriz. Foi um pouco depois desta foto no RJ. Tive sorte! Muita sorte! De não morrer.
Tive sorte! Muita sorte! Que naquela época não existia redes sociais para me julgar. Mas teve jornal publicando q eu havia morrido, só com minhas iniciais…
Tive sorte! Muita sorte! De ter nascido branca, classe média, privilegiada, que pude ter acesso a todos os medicamentos disponíveis para evitar gravidez e curar as doenças venéreas que contraí.
Tive sorte! Muita sorte! De ter aprendido a desenhar bem e ter sido capaz de fazer um retrato com perfeição daquele monstro, de memorizar a placa da moto, facilitando sua busca e apreensão em menos de 24h.

Mas também tive azar! De passar por 5 delegacias, fazer um exame horrível no IML e ter que contar o crime a homens policiais, delegados, que desconfiaram de mim. Por que? Porque o desgraçado era informante da polícia. Sim, dedurava outros traficantes… e eu estava “atrapalhando” uma operação importante, denunciando o crime.

Também tive o azar, de ser estuprada mentalmente por mais de 30 homens, rapazes, líderes religiosos da religião opressora e extremamente machista que meus pais fazem parte: mórmon. Que em vez de me defenderem, me afundaram numa depressão juvenil com seus julgamentos.

Tive o azar de ter sido atendida por psiquiatras homens que estavam mais interessados em relatos com detalhes dos abusos sexuais que sofri na adolescência e no estupro, do que me ajudar a superar o trauma… Homens brancos, profissionais de “bem”.

Eu não ía a bailes funk, eu não usava mini-saia, não andava com traficantes, trabalhava e estudava. Não foi à noite, foi à luz do dia. Eu poderia estar vestindo uma burka e sofreria o estupro do mesmo jeito.
Ainda assim, fui julgada, não era mais considerada “pura” para me “casar com um homem de bem” da igreja… porque o que é que iriam falar, não é mesmo?

Em quase 20 anos já passei por todas as fases de uma sobrevivente de violência, de um crime hediondo: de ter pena do infeliz sendo abusado na cadeia todos os dias, até desejar sua morte nos meus pesadelos. De tentar achar alguma explicação espiritual a pensar que talvez a culpa fosse minha. De silenciar, de sentir vergonha, de fingir que estava tudo bem a mandar tudo à merda e expor mesmo.
De ter pânico ao saber que teria uma filha e chorar por semanas, com medo do que poderia acontecer no futuro.

Agora o que mais me dá raiva, não são “só” os 33 estupradores. São os milhares de pastores, bispos e outros líderes religiosos que continuam pregando com hipocrisia, culpabilizando as mulheres, sendo homofóbicos, medindo o caráter das pessoas pelo comprimento da saia. É ter que assistir uma dor coletiva, me sentir impotente e ver que nada mudou. Mentira. Mudou sim, tá pior.

Porque esta garota e outras milhares que virão nos próximos tempos, sem os privilégios que eu tive, correm o perigo de não ter assistência médica eficiente.

Outros milhões que a julgarão e que julgam diariamente as meninas, moças e mulheres pelas roupas que usam, pela cor do batom, das unhas, pelo tamanho da saia.

Aos hipócritas que me fuderam há 20 anos, um aviso: vocês também vão cair. Cansei de ver que neste tempo vcs não evoluíram e continuam com as mesmas práticas perversas, arruinando famílias. Eu já não sou a garotinha de 16 anos. E não vou poupar ninguém. Sei bem que essa mensagem vai chegar em vocês. E não é uma ameaça, é uma promessa. Por mim e por todas as garotas e mulheres que sofreram na mão de vocês “líderes de Sião”. Me aguardem! Podem treinar bem seus representantes de relações públicas, porque eles vão ter bastante trabalho.

Que a nossa raiva seja produtiva! Dar nome aos bois, denunciar, acolher uma mãe que sofre violência doméstica, não aceitar piadinha infame, cobrar de todos os deputados que se posicionem de uma vez a favor das mulheres, de não aceitar que nossos meninos sejam levados para prostíbulo e iniciem suas vidas sexuais aprendendo a tratar mulheres como objeto.

Gatilhos emocionais ativados, revirados, remoídos e vomitados. Só quem passou por isso sabe o que é.

Bora sair da inércia? O que você vai fazer a respeito?

Desejo à Beatriz que possa renascer das cinzas como eu renasci e que quem puder estar próximo da família neste momento, oferecendo qq tipo de ajuda, que o faça.” Sabrina Campos ( SABRINA BITTENCOURT)

Este relato não expõe apenas a dor de um dia, expõe a dor de uma vida toda. Mostra que TODAS nós estamos sujeitas a este tipo de crime. Quando escrevo todas, digo TODAS mesmo: mães, filhas, amigas, ricas, pobres, estudantes, trabalhadoras, donas de casa, netas, sobrinhas, afilhadas, funcionárias, profissionais de todos os segmentos, empreendedoras, intraeempreendoras: todas nós, MULHERES!  Pois não é nossa condição social, nosso capacitação ou formação que nos livra deste mal, o que poderá nos salvar é termos homens que somem conosco , que nos tratem com respeito, que não nos olhem como objetos, que se posicionem com outros homens que fazer da sexualidade feminina, um motivo de piada. Precisamos de mulheres que não pensem e falem como machistas, pois estes dias li muitas mulheres compartilhando este pensar onde diz “que ela mereceu”, ainda que não com estas palavras.Não podemos nos calar, não podemos nos omitir, doa a quem doer, pois a dor maior sempre será de quem passou pela violência.

Sabrina, sua coragem me encoraja e me faz acolhê-la num forte abraço e dizer: Como mulher, conte comigo!

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Conheça mais sobre Sabrina: é Fundadaroa e co-criadora da Escola com Asas, Mãe de Biel, Raquel e David. Agricultora de idéias, empreendedora social em série, investidora de sonhos, nômade.  Filhos unschoolers (que estão livres realizando seus sonhos) e fada-madrinha de algumas centenas de crianças e jovens espalhados pelo mundo.Busca apoiar todas as iniciativas colaborativas de transformação socioambiental que suas 20 horas (acordada) por dia lhe permitem!

Co-fundadora do projeto Jovens Transformadores e Diretota e Co- Fundadora do Lab del Futuro

Veja seu TED de 2014 : O que ganhei quando perdi a memória | Sabrina Bittencourt | TEDxJardinsWomen

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Fazer o bem, olhando a quem!

Por Priscilla Vogt

Ao ficar sabendo que várias leitoras andaram pedindo temas relacionados à área social, fiquei muito feliz e empolgada para redigir essa matéria, pois percebo um movimento muito forte de pessoas que passaram a se preocupar cada vez mais com problemas sociais. Antes de entrar especificamente neste assunto, quero falar sobre o pensamento do psiquiatra austríaco Viktor Frankl, fundador da escola da Logoterapia, porque acho que tem tudo a ver. Sua abordagem acredita que todo ser humano está em busca de sentido na vida e explica que o trabalho pode ser uma forma de realizar este sentido ao buscar fazer algo para o outro, além de mim. Frankl fala que a pessoa não encontra o sentido no trabalho, mas encontra um trabalho que possa realizar o sentido de sua vida. Por isso, quando me deparo com alguém que quer contribuir através do seu trabalho para o bem-estar e qualidade de vida do outro, penso que esta pessoa já encontrou seu sentido na vida.

Priscilla

Fonte da imagem: Estúdio Trevisart

 

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