Sim, temos o que celebrar, mas muito a mudar!

Por Lênia Luz

Hoje é sim tempo de celebrarmos, afinal, Dia das Mulheres é todo dia. É legal que exista uma data específica para homenageá-las. Uma conquista, uma evidência de luta, um pedaço de história e uma marca que muito ainda temos que nos posicionar, fazer bom uso de nossa voz a nosso favor e de tantas outras mulheres que precisam de nossa sororidade e posicionamento.


Algumas delas começam seu dia, quando o sol nem despontou ainda, enfrentando condução lotada, ruas congeladas, desbravando matas, dentro de um barco, atravessando enchentes, andando quilômetros no deserto ou a frente de corporações.  Elas, essas guerreiras, estão lá, firmes e fortes. Muitas são chefes de família, com dúzia de filhos ou sem condição alguma.

Ser mulher no passado não era fácil e nos dias atuais, com as mil e uma tarefas a desempenhar, continua não sendo. Mas hoje temos mais espaço e, mesmo que seja inevitável se desdobrar, maximizar, lutar,  somos mais ouvidas, respeitadas e admiradas. Mas temos muito ainda por conquistar  e realizar.

Dentro do Empreendedorismo Feminino brasileiro as notícias são positivas. Desde 2016, elas chefiam a maioria (51,5%) dos novos negócios no país, segundo  pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM).

Entre os novos empreendedores, aqueles que possuem um negócio com até 3,5 anos, as mulheres têm uma taxa de empreendedorismo superior à dos homens. A taxa delas é de 15,4%, enquanto a masculina é de 12,6%. A pesquisa GEM 2016 constatou também que as mulheres abrem uma empresa mais por necessidade do que os homens. Entre os novos empresários, 48% delas iniciam a atividade empresarial porque precisam complementar a renda ou se buscam recolocação no mercado de trabalho. Já entre os homens, esse número cai para 37%.

Segundo a pesquisa Donos de Negócio no Brasil, análise de gênero (que utiliza dados da Pnad/IBGE de 2016) o número de brasileiras empresárias cresceu 34% entre 2001 e 2014, enquanto o aumento de homens nesta situação, no mesmo período, foi de 14%.  Acreditamos que esse movimento de empoderamento feminino é crescente há alguns anos e em várias esferas, seja na política, na iniciativa privada e, claro, à frente dos negócios. Elas empreendem para gerar renda e também atender às próprias demandas.

Dentro do intraempreendedorismo feminino considerando ser esse o mercado de trabalho formal, a taxa de participação feminina  aumentou na comparação entre os anos 2017 e 2016.  Entre as mulheres, o índice passou de 59,1%, em 2016, para 59,9% em 2017. Elas apresentam maior tempo de estudo, sendo 37,5% com ensino superior completo, enquanto 32,1% dos homens ocupados têm esse nível de escolaridade. E neste quesito as noticias não nos são favoráveis pois os rendimentos femininos permanecem inferiores aos masculinos.

Outros dados demonstram que a desigualdade ainda permanece. Lista atualizada da União Interparlamentar, destaca que na política, entre 189 países, o Brasil ocupa o 129º lugar em participação feminina. Mulheres brasileiras ocupam 8,6% da Câmara dos Deputados. No Senado 16%. Nas 500 maiores empresas brasileiras só 33% são profissionais mulheres, sendo que nos cargos de liderança 13% ou 14%. A desigualdade fica ainda maior quando miramos a posição de CEO, onde poucas são mulheres nesta posição. Avançamos, é fato mas ainda há um longo caminho a percorrer.

Mudanças? Sim, precisamos, mas ela só será possível ao longo do caminho. De nada adianta parar, filosofar e desenhar a sociedade ideal para prosseguirmos. A mudança é feita a cada dia.  Dentro desta mudança vale lembrar que machismo não é oposto de feminismo. Enquanto o achismo cria uma sociedade onde homens têm privilégios, o feminismo cria uma sociedade com equidade entre homens e mulheres.

Entre altos e baixo, derrotas e conquistas deixo aqui o meu parabéns para as nobres guerreiras, que com coração tão grande e força quase divina, concedem a vida, amamentam seus filhos (muitas em seios de corpos famintos), fazem escolhas todos os dias, renunciam todos os dias, ensinam a verdade (o certo e o errado sobre tudo),  compreendem que seus corpos tem suas suas regras,  desbravam conceitos e se não fazem mais é porque está além de suas forças. Mas essa limitação não as limita,  porque ao promover vida, dedicação e amor, parecem receber asas, e com elas podem voar cada vez mais alto.

Celebremos o que conquistamos e o que ainda conquistaremos. Feliz NOSSO dia!

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Desapega, desapega!

Por Lênia Luz

Chegamos a outubro, mês de algumas celebrações como Dia das Crianças, Dia Nacional da Leitura e da Padroeira do Brasil e não podemos esquecer de uma das ações mais conscientes do ano: a de prevenção do câncer de mama. ( veja sobre nosso evento: “PAUSA podeROSA: Um tempo para mimAQUI)

Por aqui, venho desapegando de algumas coisas e revendo o meu crescimento pessoal e profissional. Por isso, hoje quero pROSEAR sobre estes dois pontos: desapego e crescimento.

Há algum tempo atrás, em conversa com Fátima Rocha, uma referência de sucesso no mundo das franquias como franqueadora da rede MegaMatte, comecei a indagar por que temos tão poucas mulheres franqueando seus empreendimentos. Em minha consultoria de franquias, Aurelio Luz Franchising & Varejo, tenho um bom número de mulheres querendo comprar franquias, mas pouquíssimas franqueando suas marcas, mesmo compreendendo que esse é, sem dúvida, também um ótimo caminho para o crescimento e a expansão de sua empresa.

Fonte da Imagem: Empreendedorismo Rosa

Fonte da Imagem: Empreendedorismo Rosa

Algumas premissas norteiam o que faz uma marca ser franqueável, entre elas:

• Atuar em um mercado em constante crescimento, sendo que o crescimento de renda da população possibilita a nova entrada de novos consumidores;
• Não ser um modismo passageiro e estar consolidado no mercado local;
• Dominar a tecnologia necessária ao empreendimento, tendo experiência no mercado e não dependendo de terceiros para este crescimento.

A partir desta reflexão, e conversando com algumas mulheres empreendedoras, cheguei à conclusão de que suas empresas têm as premissas acima presentes. Entretanto, o que emperra o avanço da ideia de franquear seu empreendimento não é a barreira do investimento financeiro, mas a do investimento emocional. SIM, mulheres enxergam seus empreendimentos como “filhos” e permitir que os filhos cresçam é muito difícil. Muitas vezes chegam até a franquear sua marca, mas não avançam no processo de expansão, por entenderem que só elas sabem fazer da maneira correta.

Como mãe de quatro filhos, diria que só eu sei entendê-los e orientá-los. Mas espere aí, só eu mesma? Posso dar a eles o manual de conduta familiar e eles farão do jeito deles. No entanto, utilizando esse “manual” como referencial e contando sempre com minha “supervisão”, mesmo que, muitas vezes a distância.

Nossas empresas,marcas e carreiras são assim também. Para que cresçam, devemos nos desapegar do conceito de que só nós sabemos conduzir ou fazer. Desapegar em amor é a regra para o crescimento diário, seja ele pessoal ou profissional. E você? Vai desapegar do que hoje?

Grande abraço de crescimento e um feliz Outubro ROSA.

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Saiba o que é DRE e cuide da saúde financeira de seu empreendimento

Por Empreendedorismo Rosa

 

O meio empresarial é cheio de detalhes que denotam grande importância para o andamento de um negócio. Existem regras que não podem ser desrespeitadas nem um minuto sequer, e para controlar a saúde empresarial, existe o Demonstrativo de Resultados do Exercício (DRE).

O nome parece explicar um pouco sobre qual a finalidade, mas muita gente ainda tem dúvidas do que o DRE trata realmente. Pois bem, um empresário precisa estar ciente sobre a situação de seu empreendimento: se há lucro ou prejuízo.

 

Fonte da Imagem: Google

Fonte da Imagem: Google

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O DRE é um relatório destinado a sintetizar o cenário em que se encontram as atividades operacionais e não operacionais. Embora o demonstrativo seja designado como uma síntese, as informações nele contidas contam com muitos detalhes e não se referem somente à questão das análises contábeis, como muitos pensam. O DRE funciona como um raio-X das empresas.

Ele também auxilia na avaliação do desempenho geral da empresa e na análise de eficiência dos gestores em obter resultado positivo em suas áreas. Tudo isso porque não basta somente o empreendedor ficar por dentro da questão das finanças, mas também com o desempenho da gestão dos gerentes, uma vez que esse detalhe reflete muito na vida da empresa.Outra informação sobre o DRE é que a interpretação desse modelo de relatório é fácil até mesmo para aqueles  que não pertencem à área financeira, o que explica sua abrangência além da área contábil. O DRE é formado de maneira lógica e sequencial e é útil para todos os assuntos referentes à vida empresarial.

Os dados contidos no relatório têm tanta importância que podem ser usados até mesmo para tomadas de decisões bem sérias. Por isso o seu acesso é tão requerido pelos administradores e gestores diversos, pois através do DRE a situação da empresa estará completamente detalhada e pronta para ser estudada a fim de melhorar os pontos críticos e manter aqueles que atingiram êxitos.

Uma DRE gerencial, ou seja, aquela que não é feito pelo contador, deve conter basicamente Receitas, sejam elas operacionais ou não operacionais como a receita financeira. Despesas de qualquer natureza, com nota fiscal ou sem nota fiscal e lucro operacional. Não se pode esquecer dos impostos pagos e das despesas financeiras, muitas vezes a sua empresa não possui um empréstimo mas ela paga taxas aos bancos e isso tem que ser colocado na conta.

Quer saber mais sobre esta ferramenta de gestão contábil? Venha para nosso workshop com o consultor de franquias e varejo, Marcio Tadeu Aurelio, da Aurelio Luz Franchising & Varejo, no próximo dia 22/08.

Inscreva-se: https://www.sympla.com.br/decifrando-o-dre-com-o-consultor-marcio-tadeu-aurelio__170469

 

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Entrevista podeROSA

Por Pâm Bressam

 

Hoje vamos conhecer a Gilmara Oenning, sócia da escola de inglês Influx localizada em Jaguaruna/SC.

 

Antes de você abrir a Escola de Inglês o que você fazia, e qual era seu entendimento sobre empreendedorismo?

Antes da escola de idiomas inFlux, eu cursava Administração e trabalhava em uma empresa Multinacional. Na faculdade, empreendedorismo era apenas mais uma matéria. Busquei informações fora da sala de aula, pois, num primeiro momento, o empreendedorismo era apenas para as pessoas que já possuíam empresas, mas com as informações certas e pessoas que conheci, percebi que qualquer um pode ser empreendedor. Assim, na minha concepção,  empreendedorismo é pensar e agir diferente do comum.

Como foi meter a cara e empreender pela primeira vez? O que levou você a tomar esse risco?

A vontade de mudar e sair do comodismo foram o combustível para eu arriscar. Sempre pesquisava muito e queria fazer diferente de tudo que eu estava acostumada a viver. E no ano de 2014 vi a oportunidade de abrir uma escola de Idiomas em Jaguaruna. Fiz várias pesquisas, plano de negócio, pesquisa de mercado e fiquei alguns meses estudando. Após isso, pesquisei qual escola iria abrir, entrei em contato com várias franquias de escolas de Idiomas e escolhi a Influx. Abri a escola em 2015 e está sendo um grande aprendizado a cada dia. Estou satisfeita. Acredito que não podemos nos acomodar e devemos sempre ter muito foco.

Fonte da Imagem: Arquivo Pessoal

Fonte da Imagem: Arquivo Pessoal

Quais foram seus sentimentos nas épocas difíceis…

Tive motivação, e quando abri meu negócio estava consciente de que nada seria fácil, porém sabia que aquele era o momento certo.

Meu maior aprendizado é não desistir dos nossos sonhos.

Qual o conselho para uma mulher que deseja empreender?

Sou Jovem empreendedora, tenho muito o que aprender, mas o que considero importante para alcançar os objetivos são foco e persistência. E para quem está tentando algo, um bom planejamento faz parte do sucesso, uma pesquisa de mercado, um plano de negócio.

Conhecer novas pessoas e buscar novos horizontes, agir em vez de lamentar. Outra ação importante é conviver com pessoas que influenciarão positivamente.

 

Você voltaria atrás e faria tudo de novo ou tentaria procurar um emprego?

Faria tudo de novo. Estou muito feliz e tenho muitos sonhos a realizar. Cada dia um novo aprendizado!

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Maior evento do franchising nacional e um dos maiores do mundo: ABF Franchising Week

O  Empreendedorismo Rosa, participará mais uma vez da ABF Franchising Week, que ocorrerá de 19 a 24/07 em São Paulo, com cobertura diária através das redes sociais.

Se você é franqueador, franqueado ou deseja conhecer mais sobre o mundo das franquias não deixe de participar.

É o maior evento do franchising nacional e um dos maiores do mundo.

ABF Franchising Week ABF Participe

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CURITIBA RECEBE PALESTRA DE MARCELO CHERTO, MAIOR ESPECIALISTA EM FRANQUIAS DO PAÍS

Por Empreendedorismo Rosa

No dia 29 de junho, uma quinta-feira à noite, Marcelo Cherto, estará em Curitiba para ministrar a palestra: “Abrir um negócio do zero ou investir em uma franquia?”. O evento acontecerá no auditório na PUC-PR e será destinado a futuros empreendedores ou empresários que buscam novos investimentos, mas ainda não tem certeza qual caminho deverão seguir.

A expectativa é de receber mais de 500 pessoas, se tornando uma ótima oportunidade na busca de conhecimento e networking. O objetivo é que o público possa interagir e tirar suas dúvidas sobre o desafio de iniciar um negócio totalmente novo ou optar pelo sistema franchising.

O evento é organizado pela GGV Consultoria Empresarial, que é especializada no atendimento de micro, pequena e médias empresas. Geraldo Hisao, Diretor Executivo da companhia, afirma que a escolha de trazer Marcelo Cherto, foi pensada de forma estratégica: “Queríamos um nome de expressão, uma referência no mercado, que possa trazer um conteúdo realmente relevante aos curitibanos”.

Fonte da Imagem: Marcelo Cherto

Fonte da Imagem: Marcelo Cherto

Marcelo Cherto é CEO de uma das maiores empresas de consultoria de América Latina, foi co-fundador da Associação Brasileira de Franchising, é membro da Academia Brasileira de Marketing, conselheiro consultivo global da Endeavor e já escreveu mais 13 livros sobre empreendedorismo e vendas.

Segundo Leonardo Beling, Diretor Expansão da GGV: “O propósito é auxiliar as pessoas a identificarem quais são as vantagens e desvantagens de cada modelo de negócio, de acordo com seus perfis pessoais e profissionais, para possam tomar uma decisão mais assertiva e potencializem suas chances de sucesso em sua trajetória empreendedora”.

Se você tem interesse em participar da palestra e se preparar para ser um empreendedor de sucesso, clique AQUI.

 

INFORMAÇÕES GERAIS

DATA: 29/06/2017

HORÁRIO: das 19:30 às 21:30

LOCAL: PUC-PR – Auditório Tuca – Bloco Azul

ENDEREÇO: Rua Imaculada Conceição, 1155.

INSCRIÇÕES: https://www.sympla.com.br/palestra—abrir-um-negocio-do-zero-ou-investir-em-uma-franquia__134660

 

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