Venha fazer parte do Prêmio Citi Jovens Microempreendedores.

Por Empreendedorismo Rosa

Ações como essa, o Empreendedorismo Rosa tem grande alegria em parceirizar, afinal queremos que o ecossistema empreendedor cresça com qualidade e comprometimento. Aliança Empreendedora, com patrocínio da Citi Foundation e apoio do Citi, abre as inscrições do Prêmio Citi Jovens Microempreendedores 2016, com o objetivo de identificar, treinar e premiar jovens microempreendedores que estejam promovendo o desenvolvimento em suas comunidades em todo o Brasil.

Premiação para jovens microempreendedores

Jovens de 18 a 35 anos que estejam empreendendo em negócios, formalizados ou não, ou que tenham uma ideia de negócio que gostariam de colocar em prática podem se inscrever. As inscrições são gratuitas e acontecem exclusivamente através do site www.pcjm.com.br.

A seleção dos empreendedores vencedores acontece em duas fases:

  1. Na primeira etapa, serão escolhidos 20 finalistas, que serão premiados com um vale-presente no valor de R$ 1 mil*, capacitação presencial em São Paulo-SP*, além dos custos de viagem*.
  2. A segunda etapa acontece em São Paulo-SP, onde os 20 microempreendedores finalistas irão apresentar seus negócios e ideias de negócio para uma banca de especialistas. A partir disso, os jurados selecionarão quatro vencedores finais: dois na categoria negócio e dois na categoria ideia de negócio.

Os primeiros lugares de cada categoria levam um prêmio de R$ 6.500 e os segundos lugares uma premiação de R$ 4.500, todos em barras de ouro.

As inscrições vão até dia 15 de janeiro e a revelação do resultado acontece no dia 20 de abril de 2017, em evento em São Paulo-SP. O regulamento completo está disponível no site e essa promoção foi autorizada pela Secretaria de Acompanhamento Econômico, certificado de autorização SEAE/MF 03/0484/2016.

Premiação para a organização social

Para a categoria de Organização Social Mais Transformadora, as inscrições abrem no dia 6 de dezembro e vão até dia 14 de fevereiro e a eleita pelo júri recebe um diploma de reconhecimento* e duas bolsas de estudo no valor de R$ 1.100,00* que podem ser utilizadas por dois membros da instituição em cursos com a INK, referência no assunto de gestão de projetos, além de um pacote de viagem para São Paulo para uma pessoa.

“O Prêmio reforça o compromisso da Citi Foundation em ressaltar a importância do microempreendedorismo no desenvolvimento da economia do Brasil. Fundamentado sobre o impacto gerado pelos 10 anos do Prêmio Citi Melhores Microempreendimentos, a iniciativa se renova para alcançar um público jovem que começa a empreender, mas que não tem experiência e acesso fácil ao conhecimento ou aos serviços de negócios. Queremos divulgar as histórias de sucesso e motivar os jovens para que impactem positivamente suas comunidades”, afirma Priscilla Cortezze, Superintendente de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade do Citi.

Fonte da Imagem: Prêmio Citi Jovens Microempreendedores

Fonte da Imagem: Prêmio Citi Jovens Microempreendedores

SOBRE A CITI FOUNDATION

A Citi Foundation trabalha para promover o progresso econômico em comunidades ao redor do mundo, com foco em iniciativas que ampliem a inclusão financeira. Dessa forma, colaboramos com parceiros altamente qualificados para criar melhorias econômicas que fortaleçam famílias e comunidades de baixa renda. Por meio da abordagem “Mais que Filantropia”, os recursos de negócios e capital humano do Citi elevam nossos investimentos e impacto filantrópicos. Para mais informações, visite WWW.CITIFOUNDATION.COM ou citibank.com.br/institucional/sustentabilidade.

SOBRE O CITI

O Citi, banco global líder, tem aproximadamente 200 milhões de contas de clientes em mais de 160 países e jurisdições. O Citi disponibiliza para pessoas, corporações, governos e instituições uma ampla variedade de produtos e serviços financeiros, incluindo serviços bancários e de crédito ao consumidor, serviços bancários corporativos e de investimento, corretagem de valores e administração patrimonial. Para mais informações sobre o Citi, favor acessar: WWW.CITIBANK.COM.BR | Twitter: @CITIBRASIL | YouTube: WWW.YOUTUBE.COM/CITIBRASIL | Blog: HTTP://CITIBRASIL.WORDPRESS.COM/ | Facebook: WWW.FACEBOOK.COM/CITIBRASIL

SOBRE A ALIANÇA EMPREENDEDORA

Organização social que trabalha apoiando empresas, organizações sociais e governos a desenvolver modelos de negócios inclusivos e projetos de apoio a microempreendedores de baixa renda, ampliando o acesso a conhecimento, redes, mercados e crédito para que desenvolvam ou iniciem seus empreendimentos. Desde 2005 já apoiou mais de 29.909 microempreendedores, através de 109 projetos e mais de 50 parceiros, gerando novas oportunidades de negócios, trabalho e renda através do empreendedorismo, promovendo inclusão e desenvolvimento econômico e social.
No Brasil, também é membro oficial da Youth Business International e da Rede ANDE (Aspen Network of Development Enterpreneurs).

Para saber mais, acesse: http://aliancaempreendedora.org.br/

 

Para mais informações de imprensa sobre o Prêmio Citi Jovens Microempreendedores 2016

Growth Comunicações

Nathália Sanches – nathalia@growthcomunicacoes.com.br

Débora Fôlego – debora@growthcomunicacoes.com.br

Sergio Sanches – sergio@growthcomunicacoes.com.br

(11) 2626-0567

Acesse o Site do PCJM: http://pcjm.com.br e inscreva-se!

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Desapega, desapega!

Por Lênia Luz

Chegamos a outubro, mês de algumas celebrações como Dia das Crianças , Dia Nacional da Leitura e da Padroeira do Brasil e não podemos esquecer de uma das ações mais conscientes do ano: a de prevenção do câncer de mama. ( veja sobre nossa Caminhada podeROSA, AQUI)

Por aqui, andei desapegando de algumas coisas e revendo o meu crescimento pessoal e profissional. Por isso, hoje quero pROSEAR sobre estes dois pontos: desapego e crescimento.

Há algum tempo atrás, em conversa com Fátima Rocha, uma referência de sucesso no mundo das franquias como franqueadora da rede MegaMatte, comecei a indagar por que temos tão poucas mulheres franqueando seus empreendimentos. Em minha consultoria de franquias, Aurelio Luz Franchising & Varejo, tenho um bom número de mulheres querendo comprar franquias, mas pouquíssimas franqueando suas marcas, mesmo compreendendo que esse é, sem dúvida, também um ótimo caminho para o crescimento e a expansão de sua empresa.

Fonte da Imagem: Empreendedorismo Rosa

Fonte da Imagem: Empreendedorismo Rosa

Algumas premissas norteiam o que faz uma marca ser franqueável, entre elas:

• Atuar em um mercado em constante crescimento, sendo que o crescimento de renda da população possibilita a nova entrada de novos consumidores;
• Não ser um modismo passageiro e estar consolidado no mercado local;
• Dominar a tecnologia necessária ao empreendimento, tendo experiência no mercado e não dependendo de terceiros para este crescimento.

A partir desta reflexão, e conversando com algumas mulheres empreendedoras, cheguei à conclusão de que suas empresas têm as premissas acima presentes. Entretanto, o que emperra o avanço da ideia de franquear seu empreendimento não é a barreira do investimento financeiro, mas a do investimento emocional. Sim, mulheres enxergam seus empreendimentos como “filhos”, e permitir que os filhos cresçam é muito difícil. Muitas vezes chegam até a franquear sua marca, mas não avançam no processo de expansão, por entenderem que só elas sabem fazer da maneira correta.

Como mãe de quatro filhos, diria que só eu sei entendê-los e orientá-los. Mas espere aí, só eu mesma? Posso dar a eles o manual de conduta familiar, e eles farão do jeito deles. No entanto, utilizando esse “manual” como referencial e contando sempre com minha “supervisão”, mesmo que, muitas vezes, a distância.

Nossas empresas e marcas são assim também. Para que cresçam, devemos nos desapegar do conceito de que só nós sabemos conduzir ou fazer. Desapegar em amor é a regra para o crescimento diário, seja ele pessoal ou profissional. E você? Vai desapegar do que hoje?

Grande abraço de crescimento.

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Perfil da Empreendedora Brasileira

Por Empreendedorismo Rosa

A convite da fundadora da RME, Ana Fontes, o Empreendedorismo Rosa apoiou a pesquisa sobre o Perfil da Empreendedora Brasileira. Agradecemos a RME pelo convite e nossas leitoras pela participação. Segue abaixo a pesquisa na íntegra.

*A quinta edição do Fórum Empreendedoras revelou dados da inédita pesquisa sobre o Perfil da Empreendedora Brasileira, realizada com mais de 1300 mulheres em todo território nacional e patrocinada pelas empresas AVON, ITAÚ e FACEBOOK, com organização da Rede Mulher Empreendedora. Foram trabalhados temas nunca abordados em pesquisas já realizadas no país.

A pesquisa, além de desvendar o perfil dessa mulher que empreende no Brasil, traz um panorama real do que elas enfrentam quando decidem empreender, seus conflitos diários, a maternidade versus a carreira, o momento financeiro e principalmente as dificuldades que a empreendedora brasileira enfrenta quando decide ter seu próprio negócio

A amostra da pesquisa quantitativa é de 1376 mulheres sendo que 85% já empreendem e 15% pensam em empreender, e abrange uma boa representatividade:  São Paulo Capital e região metropolitana – 19,65% MG + ES + interior de São Paulo –  22,33%, Região Sul – 20,23%, Estado do RJ – 12,21% Regiões Norte, Nordeste, Centro- Oeste 22,33%

Fonte da Imagem : Paula Soares

Fonte da Imagem : Paula Soares

PERFIL: 79% tem superior completo ou mais, 39,1 anos é a média de idade. A maioria é casada, com filhos e apresentam um grau de escolaridade um pouco maior do que as que planejam empreender e que tem média 36,5 anos, sendo que 30% pertence a Classe C, enquanto 35% das mais velhas pertencem a classe A.

MATERNIDADE: Um dado já sentido pelo mercado, mas que ainda não era comprovado: 75% das empreendedoras decidem empreender após a maternidade. Na classe C, a porcentagem aumenta para 83%.

O QUE MAIS COMPROMETE A RENDA: O MAIOR GASTO entre 37% das pesquisadas é com moradia, seguido de alimentação (24%) e de dívidas (15%). Mas isso muda quando analisada a classe social: na classe A, o maior gasto é com Educação, chegando ao comprometimento de 14%.

REDE DE APOIO DA EMPREENDEDORA: Na hora da divisão ou “ajuda” nas tarefas domésticas e cuidado dos filhos, a maioria das empreendedoras conta com o apoio do marido, familiares. Na Classe C, as redes de apoio são menores. Outra constatação, conforme os filhos crescem elas passam a fazer mais tarefas sozinhas.

TEMPO DO NEGÓCIO –  42% iniciou seu negócio há menos de 3 anos e 39% tem mais de 6 anos.

SETOR DE ATUAÇÃO:  quanto mais alta a classe social, maior a concentração de Serviços, que desponta com 59%, seguido do comércio (31%), e Indústria (7%).

SOCIEDADE:  55% não tem sócios, e quando tem é mais comum sociedade em partes iguais. Amigos, maridos ou outro familiar são os sócios mais comuns das empreendedoras

HOME OFFICE: 68% costuma trabalhar mais em casa.

FATURAMENTO: 33% das empreendedoras faturam mais de R$10.000,00 por mês enquanto 36% faturam até R$2500,00 por mês.

PONTAPÉ INICIAL: 41% iniciaram seu empreendimento sem capital, 41% usaram Poupança, investimento próprio e rescisão após ser demitida como principal fonte de capital que contaram para iniciar seu do negócio.

PREPARO PARA O NEGÓCIO:  maioria das que já empreendem, 75% se sente preparada para ter o seu próprio negócio. Já entre as que planejam empreender, 50% se sentem preparadas.

RAZÕES PARA EMPREENDER: entre elas predominam as razões emocionais, já que 66% diz trabalhar com o que gosta enquanto 34% diz que empreender é realizar um sonho. Ter Flexibilidade de horário fica com 52% das respostas e 40% procura por uma renda melhor do que trabalhando para outros.

PONTO DE ATENÇÃO: 33% fazem O CONTROLE FINANCEIRO de modo básico, criam planilha de excel ou até anotam em um caderno.  33% fazem algum controle de modo mais elaborado, mas 14% não fazem controle nenhum.

CONFIANÇA: Mesmo com todo o discurso negativo da crise atual do país, os negócios de mais da metade (63%) das empreendedoras está melhor do que há 3 anos. E elas acham que irão melhorar mais ainda nos próximos 3 anos!

QUEREM SABER MAIS: Finanças, planejamento da empresa, formação de preço, mkt/comunicação e vendas/negociação são as áreas que querem saber mais. Ou seja, querem planejar, definir preço, divulgar e vender.

ONDE BUSCAM INFORMAÇÕES:  70% buscam informações principalmente nas redes de empreendedorismo, 68% nas palestras gratuitas

NETWORKING: Sim, elas fazem! 31%  delas vão a eventos, palestras e encontro de empreendedoras. Tomam conhecimento dos eventos pelas redes sociais (FACEBOOK), boca a boca e sites.

 

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Meu Empreendimento é Acessível?

Por Carla Costa

Qual é o perfil do seu cliente? Idade, preferências, gostos, atitudes…seja de qual tribo ele for se o seu empreendimento for físico certamente ele precisará ser acessível, isto é, oferecer condições de segurança que confira autonomia ao usuário resguardando sua integridade física e emocional.

No Brasil temos em vigência a NBR-9050, norma brasileira de acessibilidade, importante instrumento balizador a ser utilizado na elaboração de espaços destinados ao uso público, cujo material está disponível na rede conforme link ao final do texto. No que tange à acessibilidade, em algum momento da vida, todos apresentaremos algum tipo de deficiência, seja ela visual, auditiva, tátil, motora ou cognitiva, que, mesmo sendo transitória, deverá ser considerada.

Fonte da Imagem: Estúdio Trevisart

A mídia alerta a respeito do novo olhar que se deve ter sobre as igualdades e diferenças, então por que o empreendedor muitas vezes fica à margem dessa informação ao materializar seu projeto? Equilibrando-se entre encargos, impostos, estudos de viabilidade, controle, olho apurado na contratação de colaboradores e divulgação do produto nas redes sociais, frequentemente ele se esquece de fazer o check list da acessibilidade.

Se para o investidor o desafio é grande, para muitos clientes o simples fato de transpor uma porta de entrada, separada da rua por um degrau de 10 a 15 cm da soleira, poderá se tornar um obstáculo e quem sabe um impeditivo para conhecer o seu produto, ou pior ainda, poderá provocar um acidente.

Uma forma inicial de avaliar seu empreendimento, do ponto de vista de acessibilidade, será percorrê-lo fisicamente, como seu cliente o fará, desde a calçada. A frente de sua loja deve ser perfeita, a calçada desobstruída, com revestimento uniforme e em nível e inclinação máxima de 2%. Considere o sistema de abertura da porta, pisos antiderrapantes, visualização de superfícies transparentes, existência de cantos vivos no mobiliário, sanitários (ao menos um) acessível, prateleiras de fácil acesso, circulações livres para que o usuário de uma cadeira de rodas possa ter a liberdade de se deslocar sem ficar esbarrando em enfeites e obstáculos. Todo cliente quer ter autonomia, assim, você estará reduzindo o nível de estresse ao oferecer um local devidamente adequado.

Seu produto é voltado para crianças? É indispensável que tenha um trocador em local reservado e seguro, com pia e lixo para fraldas, caso sua loja não seja dentro de um shopping center. Assegure que a permanência das crianças gere o menor desgaste possível aos responsáveis e assim tenha certeza que eles voltarão, ou pelo menos, divulgarão bem a sua loja enquanto aguardam na fila, à saída da escola.

Tem espaço para uma poltrona confortável? Ponto a favor! O acompanhante do seu cliente nem perceberá os longos dez minutos enquanto o aguarda sair do provador. Se for uma pessoa de idade, este item será a cereja do bolo, se acompanhado por água gelada ou um café fresco.

 

O vestiário deve comportar tranquilamente um círculo com raio de 1,50m para que um usuário de cadeira de rodas possa fazer ter a autonomia desejada. Vestiários são pouco explorados, normalmente os visito querendo desaparecer imediatamente deles! Iluminação péssima, cor de luz errada, espaços ínfimos e nada de local certo para apoiar bolsas ou casacos. Bem, este é um assunto para uma outra conversa…

Para quem tem mobilidade reduzida este local é de alto nível de estresse. Cabines amplas fazem o diferencial. Porém sabe-se que muitas vezes o empreendedor tem um espaço reduzido, que mal cabe o balcão e o vendedor.  Todos os empreendimentos de rua deverão ter ao menos um sanitário para o cliente e, neste caso, acessível (consultar NBR 9050)  com um trocador para  crianças, e que não esteja sendo utilizado como área de depósito, entulhado de caixas.

A estética é importante, porém perde o sentido se o fluxo não for livre, sem obstruções e com informações claras. A setorização das funções deve ser objetiva para que tenha um bom desempenho para o cliente e para quem trabalhar neste local.

Aconselho que se leve a sério a acessibilidade, instalando rampas e demais recursos dentro do solicitado em norma pois, sabemos que acidentes acontecem, mas quando são provocados com a anuência do proprietário que instalou um equipamento de forma irregular, deixa de ser acidente e passa a ter implicações legais sérias de responsabilidade. Parece difícil, mas não é, desde que orientado por um profissional habilitado, que proponha soluções para eventuais problemas.

Vamos empreender com alegria e portas abertas para todos! Ah! Só uma lembrança, não menos importante: treinem e informem seus colaboradores, pois eles refletirão o perfil do seu investimento durante a sua ausência.

Novos tempos, vamos embarcar nesta onda!

Alguns sites interessantes:

http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/sites/default/files/arquivos/%5Bfield_generico_imagens-filefield-description%5D_164.pdf

http://incluase.blogspot.com.br/2008/10/sobre-acessibilidade.html

Em tempo: Carla Costa será uma das pROSEADORAS no Ciclo de Palestras do Empreendedorismo Rosa neste mes de maio.

Acesse mais informações aqui  http://bit.ly/1SWdiIT e venha fazer parte.

 

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Criatividade não faz amizade com a rotina

Por Daniela Delfini

 

CRIATIVIDADE
substantivo feminino
1. 1.
qualidade ou característica de quem ou do que é criativo.
2. 2.
inventividade, inteligência e talento, natos ou adquiridos, para criar, inventar, inovar, quer no campo artístico, quer no científico, esportivo etc.
3. 3.
ling capacidade que tem o falante de produzir e compreender um número imenso de enunciados, mesmo aqueles que não tinham sido por ele ouvidos ou pronunciados anteriormente [Decorre da competência linguística, que é o conhecimento intuitivo que todo falante possui dos princípios e regras da sua língua.]

Entendo que criatividade seja a liberdade necessária para utilizar o talento e a inteligência com doses de intuição e inventividade.

Fonte da Imagem: Trevisart Fotografia

                                                Fonte da Imagem: Trevisart Fotografia

Como uma típica aquariana sempre fui afeita ao exercício libertário da criatividade e utilizei inúmeras vezes a prática de brainstorming com minhas equipes, ou melhor, a chuva de palpites (termo emprestado da equipe da Fundação Dom Cabral). Trata-se de um exercício, ou seja, não basta fazer uma só vez, é preciso repetir até que se torne confortável para todos e então, mudamos o estímulo pois, a criatividade não faz amizade com a rotina.

Inovar, ir contra a corrente, ser a ovelha negra da manada, destacar-se na multidão exige coragem, mas olha só, mais uma grande oportunidade: diferenciar-se.

Motivada pelo tema fui fazer uma pesquisa na internet e bingo! Essa é uma das recomendações para exercitar a criatividade: pesquisar, ser curioso, assim como avaliar a ideia e planejar o que se pretende fazer. Do ponto de vista pessoal temos que fazer outros deliciosos exercícios: quebrar a rotina, ter flexibilidade, coragem, confiança e autoestima, ousar e agir.

Alguns exemplos de criatividade e inovação em pequenas e médias empresas que me deixaram inspirada nos últimos tempos:

Atina – produz ingredientes naturais e certificados para a indústria cosmética a partir da biodiversidade brasileira. (Sim, eles fornecem para uma das empresas mais admiradas, a Natura)

Biotechnos – transforma resíduos (óleos e gorduras residuais) em energia. (Lixo vira energia, isso é comum na Alemanha, mas aqui no Brasil, chega a emocionar!)

Brasilozônio – utiliza o ozônio no lugar de produtos químicos e, com baixo consumo elétrico, trata água, ar e efluentes. (É de brilhar os olhos! Inclusive pela paixão e humildade do fundador.)

CBPak – descobriu que a fécula de batata pode ser usada para fabricar embalagens totalmente biodegradáveis (Xô copinhos plásticos! O material é incrível e muito mais funcional)

Courrieros – entregas rápidas feitas por ciclistas. (Tenho pavor da poluição e barulho das motos no trânsito estressado de São Paulo, e você?)

Morada da Floresta – compostagem de lixo orgânico doméstico. (Também não gosto da ideia das inofensivas minhocas dentro de casa, mas saber que essa matéria aproveitável vai para o aterro exige de nós uma atitude diferente.)

TerraCycle – programa de reciclagem que convido todos a conhecer e a começar imediatamente! Buchas de lavar louça, tubos de pasta de dente, escovas de dente, material de escritório e escolar, vamos lá gente, organize a coleta com seus vizinhos ou na escola dos filhos, esse é para todo mundo. (Ou você acha que “jogar fora” ainda faz sentido? Onde é o “bota fora” do nosso planeta?)
Todas essas empresas são fruto do sonho de empreendedores e foram apoiadas em uma iniciativa do GVCes, o Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas em 2015. E sabe qual a boa notícia? Estão abertas as inscrições para novas iniciativas a serem apoiadas ao longo de 2016.

Que tal enviar sua proposta?

Eu estive na reunião de planejamento e na divulgação dos resultados, garanto a vocês que surpresa e encantamento não foram os únicos frutos colhidos, novos negócios e eficiência operacional também fizeram parte da colheita dessas ações que começaram com uma ideia criativa.

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Empreendendo com persistência

Por Carla Costa

Empreendedorismo de impacto, tecnologia de ponta, energia limpa, comunicação e conexão dentre outros assuntos pertinentes ao momento em que vivemos, mais que conceitos, são valores inseridos no urbanismo sustentável e a certeza de que o  futuro é agora.

Tive a oportunidade de viver uma experiência inédita esta semana: um dia de imersão no  “IV Fórum Internacional ICities”, com apresentação de diversos cases relacionados aos temas acima mencionados, comentados por profissionais das mais diversas áreas, com o que já chegou à nossa Curitiba e o que está em vias de chegar, confirmando que o futuro está aqui, basta nos inserirmos nele.

Diante de tanta novidade de recursos utilizados para o crescimento sustentável de nossa capital, a palavra simples, porém não simplista, que martelou na minha cabeça foi “persistência”. Tudo parte daí, em acreditar no que se está focando e ter a tal da persistência.

Fonte da Imagem: Arquivo Pessoal

Fonte da Imagem: Arquivo Pessoal

Assisti dezenas de profissionais da nova geração, que traziam consigo projetos em plena expansão, graças ao foco e fé no empreendimento que vêm desenvolvendo. Grandes empresas e investidores circulando ao lado de jovens empreendedores, que tratam suas startups com propriedade. O setor da economia criativa,  em plena expansão, onde o individuo cede espaço ao coletivo, os prefixos “multi”, “pluri” se sobrepõem ao “uni” e “solo”, apesar de estarmos imersos na cultura do individualismo da comunicação instantânea, volta-se para conceitos que nos devolvem a certeza de que em grupo somos mais fortes e tudo isto ligado à tecnologia de ponta.

A geração de empregos e renda com o desenvolvimento de ideias simples e como o próprio nome diz, criativas, como o caso do compartilhamento de veículos de particulares que muitas vezes ficam parados na garagem, sem uso. Você vai viajar por um mês e seu carro ficará parado, ele poderá virar renda, não é uma ideia genial? E o caso da economia colaborativa, onde se forma uma rede de empréstimos de objetos diversos com a releitura do: “Vizinha, tem uma xícara de café para emprestar?”

O foco muito forte para a ciclomobilidade que se instala em Curitiba e veio para ficar, assim como nos mostrou Jorn Konjin, arquiteto holandês que provou que em terras holandesas a vida se faz sobre duas rodas. Políticos, executivos, empresários pedalam compartilhando vias com estudantes, donas de casa e mães em suas bikes adaptadas ao transporte seguro dos pequenos. Chuva e neve não os impedem do uso deste meio de transporte, onde todos saem ganhando: saúde, espaço e dinheiro. Fica evidente que ao arquiteto urbanista cabe a responsabilidade de incrementar o repertório dos seus clientes no emprego da energia solar, fotovoltaica, águas de reuso, telhados verdes, sustentabilidade com a redução do emprego de materiais que impeçam a prática da arquitetura bioclimática.

No item comunicação Curitiba já pratica o compartilhamento: através do monitoramento remoto do espaço urbano, capacitando planos de segurança pública e ao compartilhar informações com outros setores da administração municipal. A iluminação urbana, com alto desempenho, passou a ser utilizada de acordo com as necessidades e o adensamento, o que resulta em economia de energia. A tecnologia de bicicletas e carros elétricos, já presentes em nosso mercado, reduz a emissão de CO2 em nossa atmosfera. E a grande novidade que me impactou foi a consolidação do uso de drones, que ocuparão o nosso espaço aéreo abrindo oportunidade de utilização em diversos setores, para fornecimento de imagens , sobrevoando  áreas de difícil acesso  em caso de acidentes , sendo usado na agricultura, em áreas extensas e por aí em diante.

É um mundo que se abre para nós que construímos continuamente nossa Curitiba.  Nosso olhar deve estar voltado para o que surge de novo e nos inserir como colaborativos, alimentando o sistema com sugestões e alternativas, e por que não projetos? Este mérito é nosso e também é a nossa missão participarmos. É a mudança de paradigmas, quando se trabalha a favor da coletividade, onde o direito de muitos substituirá o desejo de poucos.

Vamos construir a nossa Curitiba?

Deixo alguns Sites interessantes para você se interar mais do tema:

http://www.icities.com.br

http://www.connectedsmartcities.com.br

http://doctordrone.com.br/

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