Empreendedorismo Rosa

Empreendedorismo Rosa

Sonhadora nata, adora contar e ouvir histórias de vida seja empreendendo no Empreendedorismo Rosa ou na Aurelio Luz Franchisng & Varejo. Nas demais horas cultiva a felicidade com seus 4 filhos e seu marido. Adora uma boa pROSA acompanhada de água, café, chá, vinho, cerveja ou nenhuma das opções presente. Tem como missão impactar o máximo de mulheres com o empoderamento, acreditando que juntas são podeROSAS, unidas são IMPOSSÍVEIS.

Já, já voltamos!

Fonte da Imagem : Empreendedorismo Rosa

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Um 2018 de muita transparência nos relacionamentos

Por Empreendedorismo Rosa

*O que será que estamos pensando sobre relacionamentos, saúde, consumo, marcas, mobilidade, redes sociais? Quais os sonhos dos brasileiros? E seus medos? Quais valores vêm ganhando força? Afinal, crise é ponto de ruptura para mudanças. E neste momento, estamos passando por grandes transformações.

Para descobrir os desejos e anseios do povo brasileiro em tempos de turbulência na política e economia, o pessoal da Dim Canzian visitou todas as regiões do País, realizou um estudo incrível e acabou de lançar um resumo em vídeo. Foram mais de 16 mil km percorridos, 40 horas de voo, 50 horas de entrevistas gravadas e muitas descobertas esclarecedoras.

No vídeo, você pode ver um pouco sobre o que descobriram. E para saber mais sobre o estudo, é só visitar o site do projeto. Vale conferir.

Que 2018 seja o ano do reforço da transparência e das boas relações sociais, econômicas e de afeto.

Bora lá, fazer acontecer?

Por aqui abrimos o ano com a #maistransparenciamenosaparencia, contamos com você nesta mesma vibe.

Feliz 2018!

 

 

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*Feminismo é eleita a palavra do ano pelo dicionário americano

Por Empreendedorismo Rosa 

O dicionário da editora Merriam-Webster’s, nos Estados Unidos, elegeu “feminismo” como a palavrado do ano. De acordo com a editora, ela esteve no topo das pesquisas neste ano. No ano passado, a escolhida foi “surreal”.

Em 2017, os momentos de maior procura pela palavra, de acordo com a editora, coincidiram com reportagens e eventos. O primeiro ocorreu com a marcha das mulheres em janeiro, quando milhões foram às ruas em Washington contra Donald Trump.

 

Fonte da Imagem: Empreendedorismo Rosa

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Outro pico de buscas pela palavra ocorreu após Kellyanne Conway, assessora do presidente americano Donald Trump, criar polêmica ao dizer que “não se identificava” como feminista e ao dar sua própria definição de feminismo. A editora responsável pelo dicionário ainda lembra que as buscas aumentaram após o lançamento da série “The Handmaid’s Tale” e do filme Mulher Maravilha.

Outro motivo de buscas foi a sequência de manifestações de mulheres que denunciaram casos de assédio, muitas delas usando a hashtag #MeeToo

Atualmente, o dicionário Merriam define feminismo como “a teoria da igualdade política, econômica e social entre sexos” e também “atividade organizada em prol dos direitos e interesses das mulheres”.

*fonte:https://g1.globo.com

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Evento gratuito para mulheres empreendedoras e intraempreendedoras no Paço da Liberdade em Curitiba

Por Empreendedorismo Rosa 

Em uma parceria com a Fecomércio finalizaremos o ano em uma noite de networking e boas conexões entre empreendedoras e intraempreendedoras.

A Causa Empreendedorismo, do Grupo Mulheres do Brasil – Regional Paraná, se reunirá com suas líderes, Lênia Luz e Gina Paladino, para uma conversa com o tema ” Parcerias Possíveis“, com foco em novas possibilidades para seu empreender em 2018.
PARCERIAS-estrategicas
Contamos com sua presença no lindo espaço do Paço da Liberdade, a partir das 19h, no dia 18.12
Grande abraço
Lênia Luz e Gina Paladino
Lider e Colíder da Causa Empreendedorismo  do Grupo Mulheres do Brasil.
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Empreendedorismo feminino no Brasil assume a liderança na criação de novos negócios

Por Empreendedorismo Rosa

Estudo aponta que a taxa de empreendedorismo entre as mulheres atingiu 15,4%, ficando à frente dos homens, com 12,6%

Em todo o mundo, o empreendedorismo feminino está crescendo. Segundo uma pesquisa realizada pelo  (WE-Cities), a cada ano o número de mulheres que investem em seus próprios negócios cresce mais de 10%. No Brasil o cenário não é diferente. Um estudo realizado pelo SEBRAE e Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), o número de mulheres que empreenderam nos últimos 3,5 anos já superou o predomínio masculino, atingindo a taxa de 15,4%.

Fonte da Imagem: Ana Márcia Teixeira_Presidente Haskell Cosmética

Fonte da Imagem: Ana Márcia Teixeira_Presidente Haskell Cosmética

A empresária Ana Márcia Teixeira realizou o que o IBGE aponta como o terceiro maior sonho dos brasileiros: empreender. De acordo com a pesquisa, desde 2009, mais de 4,16 milhões de brasileiros deixaram suas carreiras de lado para investirem no próprio negócio. “A Haskell é um sonho que virou realidade através de muito trabalho e esforço. Fazemos nossos produtos com muito amor. A Haskell é o nosso dom, e de dom a gente entende”, celebra Ana Márcia.

Sua carreira começou em 1983 como cabelereira. “Apostei no que mais gostava de fazer e resolvi abrir o meu próprio salão. Aos poucos os clientes foram chegando e fui conquistando espaço. Trabalhava fazendo muitos cortes de cabelo e, com o tempo, tive a minha clientela fiel’, relembra Ana Márcia.

Hoje ela é presidente e fundadora da Haskell Cosmética Natural, referência no segmento de cosméticos capilares com ativos naturais. Ana Márcia conta que sempre teve o sonho de oferecer algo que contribuísse para o bem-estar e a felicidade das pessoas. No ano 2000, com poucos recursos, iniciou uma pequena produção de cosméticos capilares. O espaço era pequeno e poucas pessoas a ajudavam. O tempo foi passando e os produtos começaram a fazer sucesso nos salões de beleza. “Um ano depois, bem timidamente, comecei a vender os produtos para as cidades vizinhas”. Conta Ana Márcia. “Eu tinha ambição, queria chegar longe.”.

“Comecei então a vender em loja de cosméticos e a ter meus primeiros distribuidores. Desse momento em diante não parei. Não parei de trabalhar, de conquistar espaço, de mostrar a marca Haskell”, conta a empresária. Hoje a empresa possui mais de 200 colaboradores, e até 2018, a fábrica, que fica em Viçosa-MG, contará com mais 7.800m², totalizando 22 mil metros quadrados de área construída. A Haskell possui forte responsabilidade ambiental, com ações que vão desde o tratamento dos efluentes, a preservação da Reserva Legal e Área de Preservação Permanente, onde está instalada a unidade fabril, na zona Rural de Viçosa.

Através de distribuidores, a Haskell está presente em todos os estados brasileiros e abastece lojas de Portugal, Inglaterra, Bélgica, Espanha e Holanda desde o final do ano passado. “Queremos ultrapassar ainda mais fronteiras. No ano que vem quero abrir lojas nesses países”, adianta a presidente.

“Desenvolvemos linhas de produtos capilares pensando no estilo de vida e na necessidade de cada consumidor. Temos um cuidado especial na escolha dos nossos ativos. Investimos em alta tecnologia, inovação, segurança e capacitação, e respeitamos o meio ambiente’.

A empresa apoia o Grupo Pérolas Negras, em Viçosa, que promove oficinas focadas no debate de questões de autoestima relacionadas aos cabelos. O projeto visa auxiliar no empoderamento de meninas e mulheres, resgatando sua identidade e valorizando a beleza natural e da cultura brasileira.

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THE GIRLS ON THE ROAD compartilha o que aprenderam sobre empreendedorismo feminino

Por *Empreendedorismo Rosa

Foram 24 países, 99.534 mil quilômetros viajados, 334 entrevistas e a certeza reforçada de que há muito para conhecer e contar sobre mulheres corajosas que, ao redor do mundo, abriram um negócio e têm feito muito mais. Quando iniciamos esse projeto global de descobrir histórias de empreendedoras e dividir a inspiração e os passos desse caminho, não passou pela nossa cabeça a real dimensão da importância e da necessidade, antes de mais nada, de falarmos cada vez mais sobre o tema. E por mais contraditório que pareça, o objetivo é que, em um futuro não muito distante, a gente não tenha de falar sobre o assunto sob a ótica do gênero — porque, afinal, essa “variável” não deveria fazer parte da “equação”.

Fonte da Imagem: FERNANDA MOURA E TACIANA MELLO NA RÚSSIA (FOTO: GIRLS ON THE ROAD)

Fonte da Imagem: FERNANDA MOURA E TACIANA MELLO NA RÚSSIA (GIRLS ON THE ROAD)

Entretanto, a verdade é que mulheres, sim, ainda enfrentam mais obstáculos para empreender, não importando o país, a cultura ou o ambiente empreendedor. A intensidade pode variar, mas os desafios estão lá. Ao longo do caminho empreendedor, essas mulheres acabam fazendo muito mais concessões, por questão de sobrevivência do negócio, do que gostariam. Ou têm muito mais “perdas” de oportunidades do que deveriam. E enquanto enfrentam tudo isso e trabalham duro para mudar o status quo, cada vez mais elas seguem em frente, pedindo licença (ou não) e fincando bandeiras em todas as áreas, com competência e habilidade. Foi isso que a gente viu durante esses 15 inspiradores meses.

E se não bastasse a gente ver e vivenciar toda essa movimentação, o relatório do GEM – Women’s Entrepreneurship 2016/2017 mostra que a participação de mulheres abrindo negócios aumentou 10% em relação ao período 2014/2015 e que a diferença entre homens e mulheres diminuiu 5%. Além disso, mulheres têm se lançado ao empreendedorismo, com maior frequência, porque detectaram uma oportunidade. Tudo isso deve ser comemorado e falado. Tão importante quanto políticas, programas e linhas de investimento é a mudança de atitude em relação à mulher e à empreendedora.

Ao longo dos 15 meses, percebemos que vários países enxergam no estímulo ao empreendedorismo feminino um caminho promissor, rentável e, obviamente, necessário. Chile, Noruega, Líbano, Portugal, França e Ruanda são apenas alguns dos países com programas e políticas estruturadas e focadas no empreendedorismo feminino. Essas iniciativas cobrem desde mentoria, networking e acesso a mercados até as tão necessárias linhas de investimento. Vai desde o “vaucher” (entre tantas outras ideias do governo chileno) criado pela agência de desenvolvimento chilena para que a empreendedora adquira serviços para a criação do seu negócio (pesquisa, avaliação de mercado, entre outros) até o programa de formação de investidoras-anjo estruturado pelo governo norueguês, que além de “treiná-las” também entra com parte do capital a ser investido.
E não é, claro, somente de políticas governamentais que vive o empreendedorismo feminino pelo mundo. Pelo contrario. Foram inúmeras as iniciativas privadas que a gente conheceu, que são lideradas por outras mulheres (e homens) e que têm sido fundamentais. E, de novo, não se trata apenas de networking ou troca de experiências, embora também sejam importantes. São mulheres investindo em outras mulheres, com empenho. Como a gente escutou inúmeras vezes, em resposta à nossa pergunta sobre a melhor forma de apoiar o empreendedorismo feminino: invista em mulheres. Show them the money! Várias empreeendedoras que a gente entrevistou foram buscar oportunidades em outros países ou voltaram aos seus países de origem, como Cuba, Rússia, Quênia e Líbano, para construir os seus negócios por lá. Saudades de casa? Explica em parte, mas o que elas enxergaram foram oportunidades.

O projeto foi fundamental para enterrar várias das nossas ideias pré-concebidas. Mulher só abre negócio em moda, serviços ou beleza pessoal? Erradíssimo. Podem até ser a maioria, mas a gente conheceu empreendedoras nas áreas de construção, biotecnologia, realidade virtual, aumentada, games, fintechs, edtech, farmacêutica e segue a lista… Até mandando experimentos para a Estação Espacial Internacional! Mulher não é ambiciosa nos negócios? A história da Penelope Shahib pode responder essa pergunta. Jordaniana, mulçumana, com véu. Penelope começou a empresa de biotecnologia Monojo na Jordânia, expandiu para o Reino Unido, França e está em fase de expansão para a América Latina.

É óbvio que há perfil distintos de empreeendedoras, mas é a nossa percepção que muitas vezes é limitante. Não a delas. Outro lição extraordinária foi descobrir que muitas mulheres começaram seus negócios em áreas com que não tinham afinidade. Por exemplo, a gente conheceu advogada que fundou uma empresa em biotecnologia, economistas que viraram designers ou produtoras de cookies, ou ainda mulheres que não tinham cursado uma faculdade e isso em nada as segurou. Aliás, o maior ensinamento foi: comece! Não é novidade? Já escutou isso antes? Pois acredite que é a pura verdade. Comece, pois a gente nunca vai estar 100% pronta, dizem elas. Peça ajuda, mas peça ajuda com uma questão clara na cabeça — a sua principal dúvida naquele momento. E converse. Converse muito sobre a sua ideia, o seu negócio. Segredo só vale (alguma coisa) para agente secreto. Troca de ideias é fundamental para evoluir.

Ter a oportunidade única de dividir um pouco das nossas mágicas experiências e inspirar leitoras e leitores da Época NEGÓCIOS ao longo do caminho foi sensacional. Agora começa uma nova fase. Além de colocar o documentário em pé, a gente vai continuar dividindo o que viu, mas com uma pegada diferente e em uma “casa” diferente: na Pequenas Empresas Grandes Negócios. A gente vai conversar muito sobre empreendedorismo, apresentar os casos e, óbvio, contar, no detalhe, como foram essas histórias.

Muito obrigada a todos que nos acompanharam por aqui. A gente se vê na PEGN!

Texto original retirado da Época Negócios

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