Gratidão faz parte do seu negócio?

Por Débora Carvalho

Há duas semanas recebi um e-mail muito interessante. Era de uma empreendedora de Fortaleza que tem um nome familiar, Jaqueline. Depois de pensar um pouco, lembrei que ela sempre me manda mensagens comentando os meus posts nas redes sociais e os meus artigos. Bem, este era um e-mail de gratidão. Isso mesmo, ela me escreveu para agradecer por todo o apoio que dei a ela mesmo estando tão longe. Ela agradeceu os artigos que pareciam falar para ela, os posts motivacionais que deram força para ela continuar sua batalha e pelas vezes em que tirei dúvidas e dei sugestões para ela quando precisou, mesmo sem ela ter gastado um real sequer em qualquer produto ou serviço que eu tenha. Receber esse e-mail me fez muito bem e reforçou o meu sentimento de que vale a pena ajudar outras pessoas sem esperar nada em troca.

Isso me fez pensar no papel da gratidão nos negócios. Olha, esse foi um ano muito difícil pro nosso país, na verdade, ainda está sendo. Economicamente, o impacto foi grande para quem empreende e pessoas de todas as áreas de atuação foram afetadas. E o que isso tudo tem a ver com gratidão? Tudo!

Fonte da Imsgem: Larissa Grabowski Fotografia/

Fonte da Imagem: Larissa Grabowski Fotografia

A consequência de tantos problemas e tanta preocupação com o futuro dos negócios, além de drenar a energia das pessoas, desanima, acaba criando uma sensação de incerteza se continuar empreendendo é uma boa ideia. Então, quero te propor um desafio, um desafio de gratidão.

Quero que você pegue papel e caneta e liste tudo de bom que aconteceu nos seus negócios. Reflita até mesmo, algumas situações difíceis que tenham te ensinado uma lição, te fez descobrir um problema que foi solucionado ou evitar um problema maior. Pense naquele cliente que apareceu na hora certa, daquela venda que foi totalmente inesperada, naquele cliente que virou amigo, que elogiou o seu produto e serviço. Liste tudo isso! Use isso como munição para ler quando você estiver desanimada ou para quando bater aquele desespero sobre o que esperar em 2017.

E que tal mandar um e-mail agradecendo seus clientes, parceiros e fornecedores por estarem juntos em 2016 e dizendo que espera criar grandes coisas juntos em 2017?

E pra concluir, quero dizer que sou muito grata por você que tirou uns minutinhos para ler os meus textos. Desejo um 2017 próspero, feliz e cheios de realizações!

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Empreendedora na direção

Por Helena Bimonti

Bom dia, empreendedoras!

No artigo de hoje, abordarei um assunto de interesse público, que afetará a todas nós, empreendedoras ou não: a Lei n. 13.290/2016, que torna obrigatório o uso de farol baixo nas rodovias, e começou a valer  em 8/7/2016.

Na realidade, era para ela estar valendo desde 24/5/2016, data de sua publicação no Diário Oficial da União, mas graças ao bom senso do Ministério da Justiça e Cidadania, acatada pelo presidente em exercício, foi propiciado um tempo de adaptação aos motoristas do país inteiro (45 dias, para ser mais exata). Na prática, isto não foi de grande valia, pois sem a devida divulgação da alteração no Código de Trânsito, muitos foram surpreendidos com a entrada da norma em vigor agora em julho de 2016, e que já prevê a ausência de faróis como infração média, ou seja, 4 pontos na carteira e valor de R$ 85,13 (que deve subir para R$ 130,16 em novembro).

Segundo um levantamento preliminar realizado pela Polícia Rodoviária Federal, nos três primeiros dias de vigência da Lei, cerca de 15 mil veículos foram multados, o que comprova o amplo despreparo por parte da população.

 

atencao

 

Não se trata de uma mudança tão drástica assim, mas tendo isto em vista, é importante esclarecer alguns pontos para que não sejamos pegos com esta multa desnecessária:

  1. A Lei foi feita no intuito de proteger os motoristas. Segundo o Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), as cores e formas diversas dos veículos modernos contribuem para mascará-los em meio ao ambiente, tornando difícil a sua visualização. Com os faróis acesos durante o dia, espera-se que seja mais fácil identifica-los, já que estudos comprovaram ser possível a visualização a 3km de distância por outro carro em sentido contrário, bem como que houve redução de 5% a 10% de acidentes nos locais em que a norma foi implantada. Vale ressaltar que esta medida já é adotada há anos em outros países, como nos Estados Unidos.
  2. Farol baixo NÃO é a mesma coisa que lanterna. Isto é importante, pois muitos têm a ideia de que se o farol normal é aquele que utilizamos a noite, o “farol baixo” (previsto na nova Lei) seria um grau abaixo, ou seja, a denominada “lanterna”. Este entendimento está errado! Lanterna é lanterna, e deve ser acionada apenas em duas situações: quando o carro estiver parado para embarque/desembarque a noite, ou de dia, sob forte chuva/neblina/cerração. Os faróis, propriamente ditos, são dois, o alto e o baixo (este último é que utilizamos normalmente, e que deve ser acionado agora durante o dia nas rodovias). Lembrem-se disto para não incorrerem em multas desnecessárias por entendimentos equivocados.
  3. Para os carros que possuem farol de neblina, este NÃO é aceito como substituto do farol baixo. A única exceção autorizada pelo CONTRAN foi a luz diurna (LED), que é aquela faixa de pequenas lâmpadas que alguns carros mais novos possuem.
  4. Por fim, esclareço que o uso durante o dia é obrigatório apenas nas rodovias – fora delas, a Lei exige apenas à noite ou dentro de túneis iluminados (quando não houver iluminação alguma, luz alta). Mas vale relembrar que há rodovias que “cortam” cidades, e nestes casos, mesmo dentro de perímetro urbano, é necessário o farol baixo.

Com isto, espero ter auxiliado, e concluo que, considerando que não houve qualquer campanha educacional por parte do Poder Público desde a publicação do texto em maio, até a vigência em julho, o melhor seria que no início não se aplicasse qualquer sanção além de advertências, para que a população se acostumasse. Mas isto talvez seja pedir demais.  

Grande abraço!

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Curtinhas Empreendedoras

Por Eduardo Senise

Sobre quem conheço (Networking, Necessidades pessoais e Modelos mentais)

Conheço pessoas que viveram com dificuldades financeiras e hoje vivem vidas milionárias.

Conheço pessoas que recusaram propostas milionárias de investidores pelas suas empresas e hoje vivem com dificuldade.

Conheço pessoas que focam seus esforços em ter a melhor vida que podem, trabalhando o mnimo possível.

Conheço pessoas que têm um senso/necessidade de auto realização tão intensa que se dedicam muito além da média aos seus trabalhos.

Conheço muitas pessoas, conhecê-las me fez aprender mais a meu respeito e isto tem impacto direto no meu negócio.

Fonte da Imagem: Estudio Trevisart

Fonte da Imagem: Estudio Trevisart

Sobre empreendedorismo (Resiliência e Proposta de Valor)

Enquanto refletia sobre quem eu conheço, peguei a revista de bordo para passar o tempo durante o vôo. Li uma matéria sobre a empreendedora Regina Tchelly, até então nunca tinha ouvido falar dela.

Regina era empregada doméstica, moradora de uma favela na Zona Sul do Rio de Janeiro e, pelo que conta a história, se incomodava com o desperdício de alimentos quando cozinhava. Estimulada pela dona da casa em que trabalhava, fez cursos, criou a iniciativa Favela Orgânica, a apresentou numa rodada para investidores e – atenção ao momento em que saímos do óbvio – teve seu projeto recusado.

Convicta da sua ideia – com um investimento de R$140,00 – abriu seu primeiro curso, para donas de casa da comunidade, onde mora até hoje. Progrediu no seu negócio e ganhou prêmios internacionais unindo economia doméstica e comida de qualidade para a família, e ainda colaborou com o meio ambiente. Ações que muitas grandes empresas não conseguem estabelecer.

 

Sobre uma Empreendedora (Foco e Família)

No jantar, em casa, depois da viagem:

  • Nenhuma pulseira ou bracelete me serve, todas ficam grandes em mim. Meu braço e pulso são finos.
  • Mas você está fazendo um curso de costura e modelagem, por que não faz algumas peças para você? Quem sabe isto até vira um hobby, ou um negócio?
  • Meu tempo e minha energia são finitos. Quero dedicá-los às coisas que eu realmente gosto de fazer, à minha família e ao meu ramo de atuaçã – respondeu a empreendedora, enquanto marcava na agenda o que levar para a festa de dez anos da sua empresa.
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Empreendedora, por que você faz o que você faz?

Por Dayanne Costa

Acredito que você, assim como eu, também faça uma reflexão no mês do seu aniversário. Esse ano não poderia ser diferente, e nessa ansiedade, acabei compartilhando esse momento com uma empreendedora que admiro e cujas palavras tiveram grande peso em minha reflexão.

Você já se questionou sobre a origem das suas escolhas, o que te move, por que você faz o que você faz? Será que o que realmente queremos é sermos valorizadas pelo o que somos boas em fazer ou simplesmente vender?

Fonte da Imagem: Paula Soares

                                           Fonte da Imagem: Estudio Trevisart

Talvez sejamos realmente boas no que fazemos, nos dedicamos e nos especializamos para sermos. Talvez o nosso produto seja o melhor do mercado, investimos em qualidade. Talvez sejamos mais perspicazes que nossos concorrentes, que tenhamos diferenciais que os concorrentes não possuem, a empatia e o envolvimento na dose certa. Possivelmente, ao oferecer isso para os clientes esperamos sermos valorizadas, que consigamos ver nos olhos deles que realmente gostaram, pois oferecemos o nosso melhor. Talvez um simples gesto de aprovação, que expresse o quanto aquele produto ou serviço fez a diferença. A tendência então é querer reconhecimento em palavras, que nos digam que nossos serviços atenderam às expectativas, que os nossos produtos são excelentes, que somos boas no que fazemos. Será que é realmente isso o que te move a empreender?

Para esse mês minha palavra de ordem é humildade. Será que nossa supervalorização está nos tolhendo?

A humildade faz com que reconheçamos que nosso próprio valor não é determinado pelo que os outros pensam. Nos faz reconhecer que nem sempre nossas expectativas serão atendidas. Significa não esperar apenas elogios aos nossos serviços e produtos.

Sejamos tranquilas. Vamos conquistar a confiança dos nossos clientes de forma genuína, mostrando interesse em ouvir o que eles têm a dizer, assim eles estarão mais dispostos a serem sinceros sobre o que acharam dos serviços ou produtos. Vamos apenas escutar sem nos defendermos o tempo todo, sem levar para o lado pessoal.

Se você for humilde, nada a afetará, nem o elogio nem a crítica, pois você sabe quem você é!

Bom, este está sendo o meu aprendizado e acho válida e subversiva essa reflexão.

Até a próxima!

 

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Produtividade empreendedora

Por Débora Carvalho

“Olha que vídeo lindo de gato!” Ah, as distrações estão em todos os lugares, todos os dias e parecem ser infinitas, mas ter um alto nível de produtividade, regularmente, é necessário para que você veja as suas metas acontecerem. Além disso, ninguém gosta de sentir que não produziu quase nada no final do dia, certo? Produtividade diária é possível e mais fácil do que parece.

Aqui vão algumas dicas, super simples, mas podeROSAS, para a sua rotina empreendedora fazer acontecer muito!

Fonte da Imagem: Larissa Grabowski Fotografia

Fonte da Imagem: Larissa Grabowski Fotografia

  • Defina um tempo específico para trabalhar nos seus projetos.

Se você é como eu, a sua mente é um eterno burburinho de ideias, possibilidade e projetos. Muitas vezes é muito difícil focar o suficiente para que virem realidade. Ao invés de se dar tempo ilimitado para terminar o que precisa ser feito e fazer mil coisas nos intervalos aleatórios que você se dá, bloqueie um tempo específico para isso, sem distrações. Trabalhar, por exemplo, uma hora e meia por dia nesse projeto te dará, no mínimo, 7 horas e meia de trabalho em uma semana, se você não quiser entrar o final da semana trabalhando. Creia, muitas vezes isso é muito mais tempo do que se você planejar trabalhar nele três dias seguidos sem foco, parando por qualquer motivo e fazendo diversas outras tarefas ao mesmo tempo.

  • Saiba que existe poder na sua palavra

Talvez até você já saiba disso, mas uma coisa é pensar em algo, outra é dizer em voz alta e compartilhar com outras pessoas o que você quer dizer. Se você quiser ser mais assertiva nas suas decisões de fazer algo, escolha alguém que trabalhe com você, uma parceira ou uma amiga e compartilhe com ela o que tem em mente e qual o seu prazo para terminar. Muitas vezes, o fato de externalizarmos nossos planos para alguém que nos é importante, estabelece um compromisso com esse alguém e conosco, que somos capazes de concluir.As chances de terminar um projeto aumentam em quase 67% quando dividimos os planos com outra pessoa que nos seja importante.

  • Diminua a sua lista de afazeres

É isso mesmo, a realidade é que você nunca será uma pessoa produtiva se tiver uma lista irreal de tarefas. Se você precisa se dedicar a um projeto ou tem mais compromissos inesperados hoje, que tal realocar as tarefas ao invés de deixá-las lá sem serem feitas? É muito importante começar o seu dia com as tarefas mais importantes e sempre comece pela menos agradável. Desta forma, se livrará dela primeiro e não correrá o risco de deixá-la para depois e virar mais uma tarefa não realizada. Planeje as tarefas que te levarão mais próximo das suas metas. Sabe aquelas metas que você escreveu no começo de janeiro? O que você tem feito diariamente para torná-las reais? Fazer de 3 a 5 coisas por dia que estão na lista é ótimo. Se houver tempo, faça mais alguma coisa que precisa ser feita. Se não der, você terá conseguido fazer ao menos o que se propôs. Se realmente tiver muito mais coisas a fazer, preciso te contar sobre algo mágico para resolver isso: delegue! Livre-se desse fardo de que só você sabe fazer direito. Agarre esse mantra: feito é melhor que perfeito.

Te vejo ali adiante!

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Sou empreendedora?

Por Vanessa Santa Helena

Por onde ando e com muitos com quem eu falo a reclamação parece se repetir, insatisfação profissional, estresse, falta de tempo e vontade de mudar de vida para ter mais vida! Porém, o medo assola a maioria e a mudança acaba sendo adiada.

Muitos me questionam sobre características empreendedoras, e é sobre isso que vou falar aqui.

Na minha opinião, não há uma fórmula ou características empreendedoras que irão dizer se você pode ou não empreender. Mas pode ser que haja uma inquietação, e essa inquietação, no meu ponto de vista é decisiva.

Vanessa

Fonte da imagem: Estúdio Trevisart

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