Qual o presente ideal para o Dia das Mães?

Por José Luiz Tejon Megido

A mãe biológica me deu a vida, a mãe adotiva me deu a sua vida! Qual o presente ideal para o dia das mães? Quem tem mãe viva vê, por um momento, a oportunidade de rever a mãe, almoçar, dar um presente. Quem não tem a felicidade de ter a mãe ainda viva, a mantem vivíssima na memória de todas as suas emoções. São sensações distintas.

Mas quando me perguntaram qual seria um dos maiores presentes que eu gostaria de pedir para mim mesmo, se pudesse pedir o impossível, ele seria: rever, nem que fosse por apenas um minuto, a minha querida mãe.

No meu caso duas mães, pois a biológica me deu a vida e não a conheci, e a adotiva me deu a sua vida para que eu pudesse mentalmente existir. E o que eu faria nesses minutos com ambas as mães? O maior abraço e o maior beijo do mundo, interminável, de perder todos os fôlegos, de apertar para integrar célula com célula, e de berrar o tempo todo como eu as amo. Gritar para que em qualquer infinito onde estejam recolhidas, não importa quão distantes, separados por dimensões desconhecidas, jamais o eco desses gritos pudesse parar de ecoar.

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Se eu tivesse esses minutos de novo, pediria perdão pela falta de atenção. Os instantes e os momentos perdidos ao lado da mãe são irrecuperáveis. Eu prestaria muito mais atenção nos olhares, na forma de falar, em como tinham sempre um olhar de amor para comigo, e eu nem me ligava. Pediria perdão pelos meus momentos de raiva, quando brigamos, nos distanciamos, e a perdoaria de suas fraquezas, imperfeições, pois tanto minha mãe quanto eu, estamos distantes de sermos perfeitos.

Minha mãe biológica me deu a vida, mas eu nunca a abandonei. Minha mãe adotiva, Rosa, me lembro vivamente, nunca me abandonou. No último instante em que a visitava no hospital, no seu último dia e horas de vida, eram cerca de 18h, o quarto já semiescuro, e ela dormia.

Saí para voltar no dia seguinte, mas ao fechar a porta do quarto, algo me trouxe para dentro de novo. Voltei, me aproximei, e uma gotinha de lágrima escorria de suas pálpebras. A beijei, e guardei nos meus sentidos o gosto salgadinho daquela gota que escorria suavemente como que dizendo um adeus, ou um até sempre. Minha mãe Rosa faleceu naquela madrugada. Feliz dia das mães, felizes os que se reencontram diariamente com suas mães interiores. A mãe eterna nunca nos abandona, se nós nunca a abandonarmos.

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Bem-Estar: mulheres, mães e empreendedoras

Por Claudia Pasquale

Toda mulher que “ vive” por uma família, sabe o peso  que é estar inserida em uma posição profissional de destaque, seja em qualquer área. Até mesmo a mãe, que dedica o seu tempo integralmente a ela (a família), vê o seu tempo passar muito rápido! E quando termina o dia pensa que deveria ter mais horas para terminar o que teinha de ser feito. A opção de Home Office é uma das grandes aliadas para quem busca a alternativa de participar do desenvolvimento dos filhos e trabalhar em casa. Com uma boa organização do tempo e do local apropriado para tal atividade, é possível desenvolver grandes projetos e concluir suas metas com sucesso. Para isso, exercícios para criar hábitos são importantes para a disciplina e satisfação nos negócios. Mas mesmo uma mulher, não sendo mãe, que esteja incluída nesse contexto “empreendedor”, almeja a felicidade e o reconhecimento. Certo? Hoje a qualidade de vida estimada por estudiosos é muito baixa. Consta que o stress é o grande vilão e, por consequência, novas doenças e distúrbios aparecem de todos os lados.

Fonte da imagem: Agência Bolacha

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Minha mãe: Uma podeROSA

Por Nanda Piaia

Este mês lançamos uma ação em nossas redes sociais, para que mulheres declarassem o seu amor para as grandes mulheres da sua vida.

Recebemos uma declaração amorosa da leitora ROSA, Nanda Piaia, para a mulher mais importante de sua vida. Inspirem-se!

No dia 20/12/2014 foi descoberto um tipo de câncer de mama na mulher mais importante da minha vida. Quanta coisa passou em nossa cabeça ao ler o exame, quantos planos, como contar à ela, qual a melhor forma de tratamento?

Leitora Rosa

Fonte da imagem: Arquivo Pessoal com Lóide Farina Piaia

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Mulher de fibra: Eu conheço uma e você?

Por Mahitê Lima

Eu sou suspeita, mas estamos falando de exemplos, e nesse caso, somos sempre suspeitos, não somos? Neste, que é o mês da mulher, resolvi falar sobre ela, afinal, é o mês dela. É o mês em que ela comemora aniversário. É o ano em que ela comemora os 22 anos dedicados ao seu empreendedorismo rosa, e só ela sabe como ela merece os parabéns por todo esse caminho percorrido.

Existiu uma geração de mulheres, uma geração anterior a nossa, que lutou muito por igualdade entre os sexos. Que lutou pela possibilidade de trabalhar e de se realizar profissionalmente. Mulheres que lutaram para ter o direito de opinar, de terem seus desejos atendidos, de serem respeitadas por seus pensamentos, ideais e dons. Mulheres que queriam se realizar não só dentro de suas casas, mas também fora delas, se tornando independentes, mesmo que inseridas em uma família, junto aos seus pais, maridos e filhos. Mas eu não sou a pessoa que sou graças a essas mulheres. É tudo graças a minha mãe e é sobre ela que quero falar.

Fonte da imagem: Agência Bolacha

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Mãe e Empreendedora

Por Ana Valéria Wilges

Meu último texto de dezembro para fechar o ano não podia ter um tema mais especial. Mulheres, mães, guerreiras, empreendedoras, responsáveis por gerar novos seres para uma nova vida. Quanta responsabilidade nós temos, hein?

Quando nos tornamos MÃES deixamos morrer uma parte de nós, que talvez (bem provável) nunca mais faça parte de nós.  Ao mesmo tempo, despertamos para novas responsabilidades, gostos, sensações. Nos tornamos um turbilhão de hormônios ao mesmo tempo em que precisamos enfrentar mudanças profundas e transformadoras. Será que estamos preparadas? Sinceramente, não.

Fonte da imagem: Corbis Imagens

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Empreender também é MUDAR

Por Flávia Galbes

Neste último ano minha vida deu uma reviravolta, foi um período de descobertas e novas aprendizagens. Fiquei muito perdida em alguns momentos, mas agora estou encontrando o meu caminho.

Foi muito difícil, aos 40 anos, assumir que desejava mudar de profissão, ainda mais quando era bem sucedida e gostava do que fazia. Em alguns momentos fiquei em dúvida, até mesmo por temer decepcionar algumas pessoas importantes para mim.  Mas quando descobri que estava me anulando por causa dos outros, criei coragem e dei o ponta pé inicial.

Fonte de Imagem: Areté Fotorgrafias e Empreendedorismo Rosa

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