Mães empreendedoras lançam evento sobre acolhimento materno-infantil em Curitiba

Por Empreendedorismo Rosa

A ideia surgiu para proporcionar um encontro que abordará vários aspectos da maternagem, paternagem, gestação e primeiríssima infância

Com o objetivo de reunir em um só lugar uma multidisciplinaridade de temas e atividades que permeiam a maternagem e paternagem, quatro mães empreendedoras decidiram criar o Acolhe-conexões maternas. Um encontro que trará para os cinco dias de programação, entre 25 e 29 de setembro, profissionais de diversas especialidades para dialogar e ministrar atividades direcionadas às gestantes, mães, pais e cuidadores. As rodas de conversas e cursos acontecerão em diferentes horários no período das 14h às 20h, na Casa Poppins.

Temas como cuidados na gestação até a introdução de alimentos para bebês, puerpério, escolha do parto, sono e massagem para bebê, mudanças ocorridas na vida dos pais com a chegada dos filhos, bate-papo sobre empreendedorismo, exposição de crianças na internet, educação, entre outros, irão compor as ações do encontro que pretendem mostrar a importância do acolhimento materno e paterno na prática. As atividades sugerem reflexões sobre o desenvolvimento feliz e saudável da criança, e a atenção aos cuidados diários, com afeto, envolvimento e compromisso.

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Para Carol Soares, organizadora do evento em parceria com Nany Semicek, Fernanda Friedemann e Carla Schultz, o “Acolhe surgiu para reunir em um mesmo ambiente, conhecimento, experiências e lazer, para que as gestantes e mães recebam informações de forma descontraída sobre seus filhos e principalmente sobre o cuidado para com elas mesmas”, ressalta. Semicek acredita que demorou muito tempo para ter acesso a conceitos que teriam tornado a sua experiência materna muito mais agradável. “Decidimos criar o Acolhe em respeito às mães e pais que merecem receber todo conhecimento possível para este momento divisor de águas em suas vidas”. Fernanda e Carla compartilham da mesma opinião de que existe uma carência em Curitiba de ações que contemplem, em um só espaço, diferentes discussões acerca do universo materno.

Haverá também feira de exposição de produtos materno-infantil, área para alimentação e local apropriado para a troca de fraldas de bebês. Mães com crianças de colo poderão desfrutar das atividades com eles por perto, pois a motivação das organizadoras é que o encontro promova momentos de bem-estar e informação para acolher toda a família.

E no dia 26/09 ás 19h nossa fundadora, Lênia Luz estará com a pROSA: “Empreendedorismo e maternidade: empreender e aprender”

Convide suas amigas para fazerem acontecer com a gente!

Fonte: Comunicação Acolhe – Conexões Maternas

Serviço:
Data: 25 a 29/09 das 14h às 20h
Local: Casa Poppins – Rua Albano Reis, 170- Ahú ( dentro do clube Urca)
Crianças de 2 a 10 anos que acompanharão os pais ou cuidador terão acesso livre no espaço de brincar e de convivência da Casa Poppins.

Investimento:
– R$ 30 por cada atividade
– R$ 50 para o casal participar de uma única atividade
– R$ 100 para uma pessoa participar de um dia da programação
– R$ 170 diária para o casal participar de um dia da programação
– R$ 245 para participar dos cinco dias de evento.
*Estacionamento do clube – R$ 10 o período

Mais informações:
Comunicação Acolhe-Conexões Maternas
Cássia Gomes (41) 9 8837 3343 ou
Carol Soares (41) 9 9769-7385
E-mail: comunicacao@acolheconexoesmaternas.com.br

Comunicação: Acolhe – Conexões Maternas

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Lançamento da pesquisa: O papel dos negócios sociais no apoio ao empoderamento feminino no Brasil

Por Empreendedorismo Rosa

British Council organização internacional do Reino Unido com foco em relações culturais e oportunidades educacionais vem trabalhando com mais de 100 países ao redor do mundo nas áreas de artes e cultura, língua inglesa, educação e sociedade civil. Em paralelo, Igualdade e Diversidade estão embutidas em todo o trabalho realizado British Council, através da oferta de programas globais que promovem a igualdade de gênero e o empoderamento de mulheres e meninas. Negócios de impacto social é também uma prioridade global para o British Council, através de um programa presente em mais de 20 países e realizado com o apoio de parceiros locais e internacionais.

O British Council realizou uma abrangente pesquisa qualitativa internacional sobre a correlação entre negócios de impacto social e empoderamento de mulheres em cinco países: Reino Unido, EUA, Índia, Paquistão e Brasil. A pesquisa utilizou o conhecimento de especialistas nesses países para compreender as várias tipologias de negócios de impacto social e os diferentes desafios enfrentados por mulheres e meninas e examinou, entre outras, questões como:

 Mulheres na liderança de negócios de impacto social;

 Acesso de mulheres a recursos e investimentos para o fortalecimento de negócios de impacto social;

 Negócios de impacto social como plataforma eficaz para o empoderamento das mulheres;

 Como os negócios de impacto social desafiam ou reforçam estereótipos de gênero na economia.

Nesse momento, temos o prazer de anunciar e convidar para os eventos de lançamento do relatório da pesquisa no Brasil; no dia 13 de setembro, 2017 em São Paulo e em 20 de setembro, 2017 no Rio de Janeiro (vide serviço abaixo).

O relatório da pesquisa no Brasil será disponibilizado em primeira mão no dia 13/09, durante o evento em São Paulo, no site do British Council  e apresenta informações relevantes e recomendações para governos, investidores, empreendedores sociais e organizações de apoio sobre como promover ainda mais o empoderamento das mulheres e a agenda dos negócios de impacto social. Um dos objetivos-chave é o de suscitar debate e catalisar ações futuras.

Ambos os eventos contarão com painéis de especialistas envolvidos ativamente com as agendas correlacionadas de empoderamento feminino e negócios sociais. A ideia central é a de abordar as principais conclusões e recomendações da pesquisa e ilustrar potenciais soluções e próximos passos. O debate entre os especialistas e o público presente abordará temas como, por exemplo:

 Como os modelos de negócios de impacto podem contribuir mais para a igualdade de gênero e raça no Brasil e fortalecer o empoderamento feminino;
 Negócios de impacto e oportunidades / desafios de empregabilidade para mulheres: qualidade do emprego, salários e oportunidades de crescimento;
 Como os atores que ofertam diferentes tipos de capital para negócios de impacto poderiam endereçar a desigualdade de gênero e simultaneamente incluir gênero nas decisões de investimentos e métricas para mensuração de impacto social;
 Quais são os maiores desafios enfrentados pelas empreendedoras sociais e qual seria a melhor maneira de atender essas necessidades.

O relatório da pesquisa no Brasil será disponibilizado, em primeira mão, no dia 13/09 durante o evento de lançamento em São Paulo, através do site do British Council: www.britishcouncil.org.br/

SERVIÇO: EVENTO DE LANÇAMENTO DA PESQUISA EM SÃO PAULO – O papel dos negócios sociais no apoio ao empoderamento feminino no Brasil

Panelistas confirmadas:

  • Adriana Barbosa – Empreendedora Social e Fundadora Feira Preta
  • Graziella Maria Comini – Docente e Coordenadora do Curso de Graduação em Administração da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo
  • Celia Cruz – Diretora Executiva do Instituto de Cidadania Empresarial e Força Tarefa de Finanças Sociais
  • Viviane Duarte – Empreendedora Social, Fundadora do Plano Feminino e do Plano de Menina
  • Mediação: Renata Truzzi, Diretora NESsT Brasil

Link para inscrição: http://britishcouncilbrasil.rsvp-socentsp.sgizmo.com/s3/

SERVIÇO: EVENTO DE LANÇAMENTO DA PESQUISA NO RIO DE JANEIRO – O papel dos negócios sociais no apoio ao empoderamento feminino no Brasil

Panelistas confirmadas:

  • Carla Teixeira Panisset – Coordenação Comunidade Sebrae RJ
  • Iana Bamboreim – Diretora Olabi
  • Tássia di Carvalho – Fundadora Agência Is
  • Ruth Pinheiro – Presidente Rede Brasil Afro Empreendedor (REAFRO)
  • Mediação: Anette Kaminski (Coautora do relatório da pesquisa)

Link para inscrição: http://britishcouncilbrasil.rsvp-socentrj.sgizmo.com/s3/

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podeROSAS das Letras

Por Paulo Roberto Karam 

Nascida em Paris, em 2 de abril de 1914 filha do grande Advogado Dr. José Maria Pinheiro Lima e Da. Stella Macedo Pinheiro Lima. Iniciou seus estudos na capital francesa, frequentou colégios em Viena na Austria e no Tirol na Itália.Regressando com seus pais ao Brasil, Dra. Rosy matriculou-se no Colégio Cajuru de Curitiba.

No Ginásio Paranaense prestou exames, bacharelando-se em Letras. Em 1933, recebeu o grau de Bacharel em Direito pela Universidade do Paraná.

No Rio de Janeiro, concluiu o doutoramento, e defendeu sua tese na Universidade do Brasil, sendo a primeira mulher a receber o título de Doutora em Direito.

Fonte da Imagem: http://www.alep.pr.gov.br/

Fonte da Imagem: http://www.alep.pr.gov.br/

Inteligente e dotada de espírito de iniciativa, uniu-se à Dra. Ilnah Pacheco Secundino, também advogada e Dra. Deloé Scalco, médica, com orientação da professora Mariana Coelho fundaram o Centro Paranaense Feminino de Cultura, sendo a sua primeira presidente, cujas atividades vieram até recentemente e segundo Maria Nicolas, continuarão em sua obra de benemerência séculos afora…

Estudiosa de Direito, em 1942 recebeu bolsa de estudo para ir à Inglaterra aperfeiçoar conhecimentos.  Durante um ano frequentou a Universidade de Cambridge. A tese apresentada ao término dos estudos, foi aprovada, valendo-lhe o diploma de Legislação Comparada daquela Universidade.

Em 1947, com o retorno do Estado de Direito no Brasil, isto é fim da ditadura de Getulio Vargas, candidatou-se a Deputada Estadual pela UDN (União Democrática Nacional), a segunda candidata, a primeira a ser eleita.

Os “Cupidos de plantão” quiseram aproximá-la do Brigadeiro Eduardo Gomes, líder da UDN na ocasião, não o conseguindo.

Desde o tempo de estudante, esteve presente nas páginas de jornais e revistas com versos de caráter lírico e modernista.

Por ocasião do Centenário do Paraná, com o aplauso e colaboração de suas confreiras, idealizou e publicou “Um Século de Poesia”, obra de 623 páginas em papel fino e letras miúdas, contendo as poesias de 42 poetisas paranaenses com extenso conteúdo poético.

Na ocasião, pesquisou a Vida de Júlia da Costa, indo a São Francisco do Sul e Florianópolis investigar no local, entrevistando descendentes do poeta Carvoliva e coletando as poesias da Júlia não recolhidas em livro, assim como as respostas do  poeta “Das Rimas de Ouro”, Benjamim Carvoliva.

Fundadora da União Cívica Feminina, em 19 de novembro de 1963, foi sua primeira presidente. Participou ativamente da vanguarda revolucionaria de 1964. Em Curitiba, Londrina, Paranaguá, cidades catarinense e rio-grandenses fundou e organizou entidades cívicas femininas, convocando a mulheres a manterem-nas de pé.

“A pátria não pode prescindir do auxílio de mulheres mães e futuras mães, portanto, formadoras do alicerce da sociedade, e como tal, devem ser instruídas e educadas.” no texto de Maria Nicolas.

De coração sensível, em 1970, idealizou e promoveu o “Banco do Mutirão” com a finalidade de evitar o despejo de várias famílias, residentes na Vila Nossa Senhora da Luz, então ameaçadas pelo BNH de despejo por falta de pagamento. Cerca de 260 famílias foram beneficiadas na ocasião.

A Dra. Rosy doou imóveis à Federação das Bandeirantes do Brasil e à Fundação de Assistência do Menor Aprendiz (FAMA), gerando emprego para mais de 2000 menores, além de lhes conceder oportunidade de frequentar aulas. Faleceu aos 88 anos, em 2002.

 

Bibliografia:

  • A Mãe e o Direito Civil, tese de Doutoramento, 1934
  • The Basis of Private International Law, Cambridge, 1943
  • Vida de Julia da Costa, 1953
  • Poeira de Sol, poesias 1953
  • Poesias em Um Século de Poesia do Centro Paranaense Feminino de Cultura, 1953
  • Biografia em Maria Nicolas, Pioneiras do Paraná e 150 anos de Vida Parlamentar;
  • artigo em Sesquicentenáro da Poesia Paranense – Pompília Lopes dos Santos, 1985
  • Há uma página resumida na Wickipedia
  • Rosy Pinheiro Lima -3

 

Carta de Aniversário

Os teus anos, Paizinho

São pérolas que tombam no azul da Eternidade

Os votos meus,  vestidos de saudade

levam-te todo meu amor e todo meu carinho.

 

Esta carta tão verde é um pedacinho

de esperança que vivas cercado de amizade,

que tenhas sempre mais felicidade

e que as bênçãos do Céu te protejam o ninho.

 

Que a vida, meu Pai querido,

como um caminho florido

te seja toda de cores.

 

Aí vão os meus desejos.

Os versos são o meu beijo,

as letras as minhas flores.”

 

Mamãe

“Em terra estranha floria a Natureza

no mês claro de abril em que nasci

quando a vida meus olhos abriu

para a sua beleza,

mas foi o teu sorriso o primeiro que vi.

 

Quando em mil devaneios rosicler

minh’alma se entreabriu adolescente,

Mãe, foi o teu conselho de mulher

que dirigiu meu passo incerto e inexperiente.

 

 

Quando meu ser, num ímpeto triunfal,

desejou ser herói de mil feitos brilhantes

só tu compreendeste deste imenso ideal

deste sonho de glória, as visões deslumbrantes.

 

E quando, enfim, descrente e timorata,

quanta vez quis recuar diante do caos medonho,

deste-me novo alento – intemerata:

A tua fé emprestou asas ao meu Sonho

 

E agora, que o Destino feriu com a eterna saudade

teu coração de mãe onde a lágrima brilha

só te posso ofertar

o consolo da minha mocidade

e o coração cheio de amor da tua filha.”

 

Desconhecido

“Tu passaste e um momento

os meus olhos te viram

Nossos olhos falaram…nossos lábios sorriram

e com um só, vibrou nosso pensamento.

 

Quase foste o meu tudo

Não chegaste a ser nada.

Tiveste duração de uma bela florada

na verde primavera de veludo.

 

Quantos anos passaram

e quantos me quiseram,

mas sempre foram tuas

e somente tuas

as lágrimas que os olhos não choraram

e as –palavras que os lábios não disseram.”

 

 

 

 

 

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#1000XBUCETUDA

Por Lênia Luz

AGOSTO, mês que ME celebro ao encerrar um ciclo 4.8 e seguir para abraçar o ciclo 4.9. Por isso, abro nosso editorial compartilhando uma experiência que me levou a uma boa reflexão neste mês de balanço de vida.

Como muitas de vocês sabem, treino arco e flecha na Vedana Arqueria Intuitiva,  e em uma noite muito fria aqui em Curitiba, fui em mais um workshop voltado só para mulheres, desta vez sem ser ao ar livre.

Ao final pedi a uma de minhas mestras, Fernanda Viganó, que gostaria de aumentar a distância de meu alvo de 5 para 10 metros, já que vinha treinando ao ar livre nesta distância, no último mês.  Ela concordou e depois disse qual era o último desafio neste workshop: Atirar em um bombom colocado no meio do alvo. Na hora pensei: “Ih, me lasquei, logo agora pedi para aumentar a distância!. Mas resolvi manter minha solicitação e permanecer no meu desafio pessoal. Foquei em mim, trabalhando minha respiração, apontei e soltei a flecha…zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz…. direto no ALVO. Siiiiiiimmmm, eu acertei na primeira flechada e direto no meio do bombom!

Ao acertar veio aquele grito de “UAU, eu consegui!” e com ele uma celebração coletiva de todas as mulheres e de minha outra mestra, Daniele Vecchi, que disse: ” Você é MIL VEZES BUCETUDA!”

Caímos na risada e ela me contou que este era um termo que uma amiga muito especial usava, quando fazia alguma coisa muito legal sobre e para si mesma.

 

Woman holding heart

Fonte:Woman holding heart

Voltei para casa com esta frase na mente e pensando sobre o real significado empoderador que ela expressava. Ao invés de que tiro “da porra” ou “do caralho” que remetem mais ao que os homens dizem nessa hora, minha mestra gritou “bucetuda”.

No dia seguinte o primeiro WhatsApp que recebi foi dela e dizia: “Obrigada por ser mais uma das muitas mulheres bucetudas que chegaram na minha vida. Nós não somos “do caralho”, “nem da porra”. Somos bucetudíssimas!”

Sim, Dani, eu sou, você é, nós somos! Pois os homens tem sido em todos os tempos o “caralhudo”, mas nós somos aquelas que devem ter uma “bucetinha”. Nestes termos aumentativos e diminutivos, passamos uma vida não nos expressando com o que temos e somos, e “emprestamos” termos que não pertencem sequer a nossa anatomia.

Você pode estar achando, o que de tão importante tem nestas palavras, chamadas de palavrões, que ao saírem de uma boca feminina soam tão grosseiras e feias, a ver com empoderamento?

Tem tudo a ver. Como compartilhei no começo desta pROSA, neste MÊS de aniversário, faço um balanço de minha vida, e ao escrever este post, percebi o quão “BUCETUDA” eu sou. Uma mulher que vem se moldando, se reinventando, superando barreiras, se inspirando com outras tantas mulheres, aprendendo e desaprendendo, gargalhando e chorando em cada gozo de vida, fazendo acontecer para inspirar outras mulheres a fazerem acontecer também.

Creio que todas somos iguais e não acredito que o gênero influencie nossas habilidades.  Não sei em que momento compreendi que eu era feminista, mas o que sei é que quanto mais amadurecemos, mais sentimos como o gênero determina nossas experiências.

Portanto, sei que hoje nós queremos ser bucetudas. Pois temos orgulho de nossas bucetas, de nossa capacidade de ir além do que nos foi imposto, de uma cultura que passou dizendo que BUCETA (ou boceta, tanto faz) é uma palavra feia, mas PAU ou CARALHO é sinônimo de força e poder. Cultura essa que sempre afirmou que “palavrão” não é coisa de menina.

O escritor Luis Fernando Veríssimo, em seu texto “O DIREITO AO PALAVRÃO” diz que: Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade, nossos mais fortes e genuínos sentimentos. Existem momentos que parece mesmo que somente um bom palavrão expressará autenticamente o que estamos sentindo”.

Pois hoje desafio você a buscar em sua rede de relacionamentos e afetos, quem é a mulher que te inspira e que você possa dizer: “FULANA você é #1000xBUCETUDA por tudo o que fez e o que faz. Você é uma mulher que me inspira e me faz querer ser BUCETUDA também!

Um AGOSTO embucetador para você! (E cá entre nós, fica muito mais bonito do que dizer “Um AGOSTO do caralho”, né?)

 

 

 

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Mulheres e a administração do tempo

Por Tereza Karam

É lenda? Ou nós mulheres conseguimos mesmo fazer várias coisas ao mesmo tempo.

Tá na boca do povo! Somos polivalentes, exercemos vários papéis e conseguimos “assobiar e chupar cana”. É para nos envaidecer, certo? Não tenho tanta certeza assim!

Minha caminhada como mulher, psicóloga e coach tem me mostrado que apesar de fazermos várias coisas ao mesmo tempo, a exaustão chega para nós tanto quanto para os homens. Os dados estatísticos da medicina, tem mostrado o surgimento de doenças antes eminentemente masculinas, transitando no universo feminino.

Será que fazemos muitas coisas ao mesmo tempo e somos chamadas de multitask ou multitarefas por teimosia? Porque queremos provar algo para alguém? Porque precisamos provar coisas para nós mesmas?

Na verdade, existe uma explicação científica para este comportamento que tem incomodado tanto os homens quando se comparam à nós.

Fonte da Imagem Pinterest

Fonte da Imagem Pinterest

Somos monotask como eles, e ficamos exaustas como eles, quando fazemos várias coisas ao mesmo tempo, mas nosso funcionamento cerebral é diferente na espessura do corpo caloso.

Vamos às explicações!

  • O corpo caloso faz a ligação entre os dois hemisférios cerebrais.
  • Na mulher ele é mais espesso, pois para de diminuir com a chegada da menstruação.
  • Por ser mais espesso, estabelece a comunicação mais rápida entre os dois hemisférios.
  • Um dos hemisférios é o responsável pelas funções psicológicas superiores: raciocínio lógico matemático, memória…
  • O outro é o hemisfério mais criativo.

Por conta desta morfologia, quando aparece algum problema ou quando somos estimuladas com muitas informações, acessamos os dois lados do cérebro – o mais racional e o mais criativo –  e achamos soluções mais rapidamente. Daí parecermos multitarefas, mas não somos. Precisamos tanto quanto os homens de FOCO.

Isto mesmo! Se você quer ser produtiva durante seu dia e chegar à noite feliz, precisa manter o FOCO. A melhor estratégia, é o planejamento das atividades utilizando seu fluxo de energia.

Período de maior disposição? Desligue-se do mundo e mantenha o foco naquilo que está fazendo sem interrupções.

Hora de relaxar? Desligue-se do mundo e curta seu momento!

Está interagindo socialmente? Conecte-se às pessoas!

Mas… apareceu uma urgência? Libere-se para acelerar as conexões sinápticas entre os dois hemisférios e mostre ao mundo a sua polivalência.

 

EM TEMPO: Quer fazer parte do workshop Tríade: Personalidade, Espaço e Tempo?

Então a hora é agora, inscreva-se AQUI e garanta sua vaga!

 

 

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Movimento Mulheres do Brasil terá seu lançamento em Curitiba

Por Empreendedorismo Rosa

O Movimento Mulheres do Brasil (MDB) será oficialmente lançado em Curitiba na tarde de quarta-feira,  dia 31/05 na FIEP – Federação das Indústrias do Estado do Paraná.  Uma palestra ministrada pela empresária Luiza Trajano, da rede varejista Magazine Luiza e por Maria Fernanda Teixeira ex- presidente da First Data do Brasil, empresa líder global em transações eletrônicas para o segmento financeiro

A empresária Regina Arns, presidente do MEX – Espaço Mulheres Executivas, quem  irá liderar o movimento no Estado do Paraná tendo na co-liderança Margaret Groff, ex – Diretora da Itaipu.   Regina, na ocasião,  apresentará as líderes dos núcleos que serão desenvolvidos nesta primeira fase. Um dos núcleos será o de Empreendedorismo, que estará sob a liderança de nossa Fundadora, Lênia Luz.

Fonte da Imagem: MDB

Fonte da Imagem: MDB

 

O Movimento Mulheres do Brasil, é uma iniciativa criada pela empresária  Luiza Trajano, desde 2013 na cidade de São Paulo e, desde então, vem  ganhando braços em outros Estados. Atualmente, aproximadamente 3 mil mulheres em todo país integram o grupo.

 “Esse é um movimento apartidário e eu acredito que, através da sociedade civil, nós vamos trazer transformações dos nossos sistemas – explica Luiza – ao pontuar que as integrantes do movimento já lideram 12 frentes de trabalho no território nacional.” 

A conquista mais recente do movimento, afirma a empresária, foi a aprovação no início de março, no Senado, de um projeto de lei que institui cotas femininas em conselhos de administração de empresas públicas. Agora, o projeto precisa ser estudado e votado pela Câmara dos Deputados.

“A cota é um processo transitório para diminuir a desigualdade. Depois de dois anos de muita luta, de mulheres indo para Brasília e conscientizando, não brigando, mostramos a importância do projeto para os senadores “ comemora Luiza.

Sônia Hess, presidente da Lide Mulher e ex-presidente da Dudalina, afirma que além das causas sociais, o MDB também apoia ações empreendedoras e de políticas públicas.

Se você tem interesse em saber mais sobre este  movimento e quer ter uma tarde de boa pROSA e muito networking, inscreva-se AQUI.

O evento é gratuito e as vagas são limitadas.

Esperamos você para FAZER ACONTECER com a gente!

AGENDA:

Dia: 31/05/2017

Horário: a partir das 17h

Local: FIEP- Federação das Indústrias do Estado do Paraná – Curitiba – Paraná

Inscrições:  https://www.sympla.com.br/pr—reuniao-nucleo-parana__141457

 

 

 

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