Tá pensando que é fácil empreender? Senta que vou te contar uma história…

Por Lênia Luz

Há seis anos atrás não imaginava como seria o nosso espaço ROSA, mas ele tomou forma e corpo delineados por demandas externas, por mudanças internas e por muito trabalho realizado por mim e a Equipe de parceiros que caminha comigo.

Hoje atuamos como consultoria, assessoria, mentoria, ações presenciais sobre empreender e intraempreender,  projetos institucionais voltados ao empoderamento feminino dentro e fora das empresas, tudo para mulheres que buscam aprimorar o seu fazer acontecer.

Contamos com um time de colunistas que escrevem para o BLOG, que se tornaram parceiros e que trazem a cada mês conteúdo inédito para que você se inspire, realize e empreenda.

 

Fonte da Imagem: Empreendedorismo Rosa

Fonte da Imagem: Empreendedorismo Rosa

Quando me perguntam qual a receita para obter este resultado, elenco as seguintes atitudes de nosso empreender:

1. Assumimos quem somos em nossa essência empreendedora e feminina, e muitas vezes quebramos as regras ditadas no mundo do empreendedorismo feminino, mostrando que não existe a maneira mais certa de empreender, mas SIM, que temos muitas maneiras de empreender para nos inspirarmos e fazermos acontecer.

2. Somos responsáveis por nosso crescimento, e com isso buscamos encontrar, em nossa vocação de inspirar outras mulheres, muita dedicação no que fazemos.

3. Desafiamos as convenções, arriscamos, mudamos a rota sempre que preciso, ou sempre que percebemos que podemos fazer diferente do que já existe no mercado.

4. Trabalhamos com e em nossa marca, afinal, a marca é tudo. Levamos nossa marca pessoal e profissional muito a sério e buscamos ser reconhecidas pelo que fazemos. Sabemos que só conquistamos o sucesso através de um trabalho de qualidade.

5. Mantemos em mente que podemos passar por momentos de crise, mas que sempre podemos aprender com eles e voltarmos sempre mais preparadas para conquistar novas oportunidades.

E por fim, assumimos os 4FS : FOCO, FORCA, FÉ  e FODA-SE  para realizarmos um trabalho que impacte o mundo feminino dos negócios.

Sim, o Empreendedorismo Rosa é feito pensando em você!

Gratidão por ter sua companhia diária em nossos canais de comunicação.

PARABÉNS PARA TODAS NÓS!

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Mãe, você é podeROSA!

Por Camila Franco

Há pouco mais de um ano tive a oportunidade de ingressar numa Confraria de mulheres mais que podeROSAS aqui no Empreendedorismo Rosa.

Mulheres, empreendedoras e intraempreendedoras , que possuem o mesmo foco: ter sucesso na vida.

E o que é ter sucesso pra você? Naquele momento pra mim sucesso era acordar e ver que havia “sobrevivido” mais um dia. O que vi neste ano é que sucesso para estas mulheres está ligado à realização pessoal através de seus negócios e sua família.

Buscam reconhecimento através da fidelização e conquista de seus clientes, de chegar em casa curtir sua família, mas principalmente o seu momento com seu livro e sua taça de vinho [ok, estou falando de mim] e constatar que seu dia valeu a pena.

Mães que desejam trazer o melhor de si para o mundo e mostrar para seus filhos que eles podem conquistar o mundo se quiser trabalhar. Nem todas são mães, mas todas são mulheres que cuidam de si, de suas casas, de seus empreendimentos, de suas carreiras e todas são filhas.

Fonte da Imagem: Alessandra Manchini

Fonte da Imagem: Alessandra Manchini

 

 

Como mãe, vejo nossos filhos como empreendimentos da vida. Você procura sucesso neste empreendimento, através do cuidado com a saúde e educação. E faz de TUDO pra este empreendimento não “quebrar”.

Fazia um ano que minha licença maternidade tinha acabado só que não deveria se chamar licença maternidade e sim licença do trabalho, como qualquer pessoa que se afasta do trabalho por obrigação das leis. Sim, porque mãe não tira licença maternidade. Este é o fato.

E quem empreende não tira “licença” para quase nada. O que se faz é planejar folgas e aproveitá-las ao máximo.

A licença maternidade é fantástica, sim, dá vontade de nunca mais sair do lado do seu pequeno e mais novo “empreendimento”. E aí, vem à vida e diz: “Vamos que a vida continua você sendo mãe ou não.”.

 

Tem mães que continuam, numa boa [ou quase]. Por opção ou não, ficam ali onde estavam torcendo para que a parte difícil passe logo e se sinta menos culpadas por tudo. Outras mães surtam [como eu] e procuram algo novo. Muitas destas mães saem do conforto dos seus trabalhos [ou lares] para empreender.

Segundo estudo da RME em 2016, 75% das mulheres que empreendem toma essa decisão após se tornarem mães. (Fonte revista Gol, maio/2018). “É uma tentativa de resolver uma conta que não fecha. As mulheres querem trabalhar, ter uma carreira de sucesso, mas a responsabilidade com o filho vem com um peso maior”, disse Vera Iaconelli, psicanalista e diretora do instituto Gerar, em entrevista para Revista Gol deste mês.

Você nutri [amamenta no peito ou não, prepara papinha ou não],

Você educa [dando exemplos e deixando seu pequeno em algum lugar da sua confiança para olhar por você enquanto está fora],

Você administra a casa,

Você se cuida [ou tenta],

Você é mãe,

Você é companheira [cônjuge, filha ou que seja],

Você é amiga,

Você é funcionária [sócia ou proprietária],

E você… Cadê você?

Um ano da minha filha e estava completamente perdida: sem foco profissional e nem pessoal. Eu fui me encontrar através de terapia, cursos, palestras, o ingresso nesta Confraria para me ajudar nesta redescoberta. Fui vivendo um dia de cada vez.

E é isso que desejo para você, viva um dia de cada vez. Comemore, chore, reconheça-se.

Ame a pessoa mais importante neste dia: VOCÊ! E respeite a pessoa que te trouxe ao mundo ou que te criou: ela fez de TUDO para você chegar até aqui.

Feliz dia das Mães, para você mãe que faz acontecer!

Em tempo: Quer falar mais sobre maternidade, vem me visitar na Maternidade Franca , um espaço democrático para ouvir e ser escutada. Sem julgamentos. Sem certo e errado. É assim que deveria ser. Simples assim. Sou Camila Franco, a franca. Relações públicas, vendedora, mãe da Izabela de 2 anos [quase 3].

 

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Evento gratuito para mulheres empreendedoras e intraempreendedoras no Paço da Liberdade em Curitiba

Por Empreendedorismo Rosa 

Em uma parceria com a Fecomércio finalizaremos o ano em uma noite de networking e boas conexões entre empreendedoras e intraempreendedoras.

A Causa Empreendedorismo, do Grupo Mulheres do Brasil – Regional Paraná, se reunirá com suas líderes, Lênia Luz e Gina Paladino, para uma conversa com o tema ” Parcerias Possíveis“, com foco em novas possibilidades para seu empreender em 2018.
PARCERIAS-estrategicas
Contamos com sua presença no lindo espaço do Paço da Liberdade, a partir das 19h, no dia 18.12
Grande abraço
Lênia Luz e Gina Paladino
Lider e Colíder da Causa Empreendedorismo  do Grupo Mulheres do Brasil.
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Mães empreendedoras lançam evento sobre acolhimento materno-infantil em Curitiba

Por Empreendedorismo Rosa

A ideia surgiu para proporcionar um encontro que abordará vários aspectos da maternagem, paternagem, gestação e primeiríssima infância

Com o objetivo de reunir em um só lugar uma multidisciplinaridade de temas e atividades que permeiam a maternagem e paternagem, quatro mães empreendedoras decidiram criar o Acolhe-conexões maternas. Um encontro que trará para os cinco dias de programação, entre 25 e 29 de setembro, profissionais de diversas especialidades para dialogar e ministrar atividades direcionadas às gestantes, mães, pais e cuidadores. As rodas de conversas e cursos acontecerão em diferentes horários no período das 14h às 20h, na Casa Poppins.

Temas como cuidados na gestação até a introdução de alimentos para bebês, puerpério, escolha do parto, sono e massagem para bebê, mudanças ocorridas na vida dos pais com a chegada dos filhos, bate-papo sobre empreendedorismo, exposição de crianças na internet, educação, entre outros, irão compor as ações do encontro que pretendem mostrar a importância do acolhimento materno e paterno na prática. As atividades sugerem reflexões sobre o desenvolvimento feliz e saudável da criança, e a atenção aos cuidados diários, com afeto, envolvimento e compromisso.

Divulgacao_Acolhe

 

 

 

 

Para Carol Soares, organizadora do evento em parceria com Nany Semicek, Fernanda Friedemann e Carla Schultz, o “Acolhe surgiu para reunir em um mesmo ambiente, conhecimento, experiências e lazer, para que as gestantes e mães recebam informações de forma descontraída sobre seus filhos e principalmente sobre o cuidado para com elas mesmas”, ressalta. Semicek acredita que demorou muito tempo para ter acesso a conceitos que teriam tornado a sua experiência materna muito mais agradável. “Decidimos criar o Acolhe em respeito às mães e pais que merecem receber todo conhecimento possível para este momento divisor de águas em suas vidas”. Fernanda e Carla compartilham da mesma opinião de que existe uma carência em Curitiba de ações que contemplem, em um só espaço, diferentes discussões acerca do universo materno.

Haverá também feira de exposição de produtos materno-infantil, área para alimentação e local apropriado para a troca de fraldas de bebês. Mães com crianças de colo poderão desfrutar das atividades com eles por perto, pois a motivação das organizadoras é que o encontro promova momentos de bem-estar e informação para acolher toda a família.

E no dia 26/09 ás 19h nossa fundadora, Lênia Luz estará com a pROSA: “Empreendedorismo e maternidade: empreender e aprender”

Convide suas amigas para fazerem acontecer com a gente!

Fonte: Comunicação Acolhe – Conexões Maternas

Serviço:
Data: 25 a 29/09 das 14h às 20h
Local: Casa Poppins – Rua Albano Reis, 170- Ahú ( dentro do clube Urca)
Crianças de 2 a 10 anos que acompanharão os pais ou cuidador terão acesso livre no espaço de brincar e de convivência da Casa Poppins.

Investimento:
– R$ 30 por cada atividade
– R$ 50 para o casal participar de uma única atividade
– R$ 100 para uma pessoa participar de um dia da programação
– R$ 170 diária para o casal participar de um dia da programação
– R$ 245 para participar dos cinco dias de evento.
*Estacionamento do clube – R$ 10 o período

Mais informações:
Comunicação Acolhe-Conexões Maternas
Cássia Gomes (41) 9 8837 3343 ou
Carol Soares (41) 9 9769-7385
E-mail: comunicacao@acolheconexoesmaternas.com.br

Comunicação: Acolhe – Conexões Maternas

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Lançamento da pesquisa: O papel dos negócios sociais no apoio ao empoderamento feminino no Brasil

Por Empreendedorismo Rosa

British Council organização internacional do Reino Unido com foco em relações culturais e oportunidades educacionais vem trabalhando com mais de 100 países ao redor do mundo nas áreas de artes e cultura, língua inglesa, educação e sociedade civil. Em paralelo, Igualdade e Diversidade estão embutidas em todo o trabalho realizado British Council, através da oferta de programas globais que promovem a igualdade de gênero e o empoderamento de mulheres e meninas. Negócios de impacto social é também uma prioridade global para o British Council, através de um programa presente em mais de 20 países e realizado com o apoio de parceiros locais e internacionais.

O British Council realizou uma abrangente pesquisa qualitativa internacional sobre a correlação entre negócios de impacto social e empoderamento de mulheres em cinco países: Reino Unido, EUA, Índia, Paquistão e Brasil. A pesquisa utilizou o conhecimento de especialistas nesses países para compreender as várias tipologias de negócios de impacto social e os diferentes desafios enfrentados por mulheres e meninas e examinou, entre outras, questões como:

 Mulheres na liderança de negócios de impacto social;

 Acesso de mulheres a recursos e investimentos para o fortalecimento de negócios de impacto social;

 Negócios de impacto social como plataforma eficaz para o empoderamento das mulheres;

 Como os negócios de impacto social desafiam ou reforçam estereótipos de gênero na economia.

Nesse momento, temos o prazer de anunciar e convidar para os eventos de lançamento do relatório da pesquisa no Brasil; no dia 13 de setembro, 2017 em São Paulo e em 20 de setembro, 2017 no Rio de Janeiro (vide serviço abaixo).

O relatório da pesquisa no Brasil será disponibilizado em primeira mão no dia 13/09, durante o evento em São Paulo, no site do British Council  e apresenta informações relevantes e recomendações para governos, investidores, empreendedores sociais e organizações de apoio sobre como promover ainda mais o empoderamento das mulheres e a agenda dos negócios de impacto social. Um dos objetivos-chave é o de suscitar debate e catalisar ações futuras.

Ambos os eventos contarão com painéis de especialistas envolvidos ativamente com as agendas correlacionadas de empoderamento feminino e negócios sociais. A ideia central é a de abordar as principais conclusões e recomendações da pesquisa e ilustrar potenciais soluções e próximos passos. O debate entre os especialistas e o público presente abordará temas como, por exemplo:

 Como os modelos de negócios de impacto podem contribuir mais para a igualdade de gênero e raça no Brasil e fortalecer o empoderamento feminino;
 Negócios de impacto e oportunidades / desafios de empregabilidade para mulheres: qualidade do emprego, salários e oportunidades de crescimento;
 Como os atores que ofertam diferentes tipos de capital para negócios de impacto poderiam endereçar a desigualdade de gênero e simultaneamente incluir gênero nas decisões de investimentos e métricas para mensuração de impacto social;
 Quais são os maiores desafios enfrentados pelas empreendedoras sociais e qual seria a melhor maneira de atender essas necessidades.

O relatório da pesquisa no Brasil será disponibilizado, em primeira mão, no dia 13/09 durante o evento de lançamento em São Paulo, através do site do British Council: www.britishcouncil.org.br/

SERVIÇO: EVENTO DE LANÇAMENTO DA PESQUISA EM SÃO PAULO – O papel dos negócios sociais no apoio ao empoderamento feminino no Brasil

Panelistas confirmadas:

  • Adriana Barbosa – Empreendedora Social e Fundadora Feira Preta
  • Graziella Maria Comini – Docente e Coordenadora do Curso de Graduação em Administração da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo
  • Celia Cruz – Diretora Executiva do Instituto de Cidadania Empresarial e Força Tarefa de Finanças Sociais
  • Viviane Duarte – Empreendedora Social, Fundadora do Plano Feminino e do Plano de Menina
  • Mediação: Renata Truzzi, Diretora NESsT Brasil

Link para inscrição: http://britishcouncilbrasil.rsvp-socentsp.sgizmo.com/s3/

SERVIÇO: EVENTO DE LANÇAMENTO DA PESQUISA NO RIO DE JANEIRO – O papel dos negócios sociais no apoio ao empoderamento feminino no Brasil

Panelistas confirmadas:

  • Carla Teixeira Panisset – Coordenação Comunidade Sebrae RJ
  • Iana Bamboreim – Diretora Olabi
  • Tássia di Carvalho – Fundadora Agência Is
  • Ruth Pinheiro – Presidente Rede Brasil Afro Empreendedor (REAFRO)
  • Mediação: Anette Kaminski (Coautora do relatório da pesquisa)

Link para inscrição: http://britishcouncilbrasil.rsvp-socentrj.sgizmo.com/s3/

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#1000XBUCETUDA

Por Lênia Luz

AGOSTO, mês que ME celebro ao encerrar um ciclo 4.8 e seguir para abraçar o ciclo 4.9. Por isso, abro nosso editorial compartilhando uma experiência que me levou a uma boa reflexão neste mês de balanço de vida.

Como muitas de vocês sabem, treino arco e flecha na Vedana Arqueria Intuitiva,  e em uma noite muito fria aqui em Curitiba, fui em mais um workshop voltado só para mulheres, desta vez sem ser ao ar livre.

Ao final pedi a uma de minhas mestras, Fernanda Viganó, que gostaria de aumentar a distância de meu alvo de 5 para 10 metros, já que vinha treinando ao ar livre nesta distância, no último mês.  Ela concordou e depois disse qual era o último desafio neste workshop: Atirar em um bombom colocado no meio do alvo. Na hora pensei: “Ih, me lasquei, logo agora pedi para aumentar a distância!. Mas resolvi manter minha solicitação e permanecer no meu desafio pessoal. Foquei em mim, trabalhando minha respiração, apontei e soltei a flecha…zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz…. direto no ALVO. Siiiiiiimmmm, eu acertei na primeira flechada e direto no meio do bombom!

Ao acertar veio aquele grito de “UAU, eu consegui!” e com ele uma celebração coletiva de todas as mulheres e de minha outra mestra, Daniele Vecchi, que disse: ” Você é MIL VEZES BUCETUDA!”

Caímos na risada e ela me contou que este era um termo que uma amiga muito especial usava, quando fazia alguma coisa muito legal sobre e para si mesma.

 

Woman holding heart

Fonte:Woman holding heart

Voltei para casa com esta frase na mente e pensando sobre o real significado empoderador que ela expressava. Ao invés de que tiro “da porra” ou “do caralho” que remetem mais ao que os homens dizem nessa hora, minha mestra gritou “bucetuda”.

No dia seguinte o primeiro WhatsApp que recebi foi dela e dizia: “Obrigada por ser mais uma das muitas mulheres bucetudas que chegaram na minha vida. Nós não somos “do caralho”, “nem da porra”. Somos bucetudíssimas!”

Sim, Dani, eu sou, você é, nós somos! Pois os homens tem sido em todos os tempos o “caralhudo”, mas nós somos aquelas que devem ter uma “bucetinha”. Nestes termos aumentativos e diminutivos, passamos uma vida não nos expressando com o que temos e somos, e “emprestamos” termos que não pertencem sequer a nossa anatomia.

Você pode estar achando, o que de tão importante tem nestas palavras, chamadas de palavrões, que ao saírem de uma boca feminina soam tão grosseiras e feias, a ver com empoderamento?

Tem tudo a ver. Como compartilhei no começo desta pROSA, neste MÊS de aniversário, faço um balanço de minha vida, e ao escrever este post, percebi o quão “BUCETUDA” eu sou. Uma mulher que vem se moldando, se reinventando, superando barreiras, se inspirando com outras tantas mulheres, aprendendo e desaprendendo, gargalhando e chorando em cada gozo de vida, fazendo acontecer para inspirar outras mulheres a fazerem acontecer também.

Creio que todas somos iguais e não acredito que o gênero influencie nossas habilidades.  Não sei em que momento compreendi que eu era feminista, mas o que sei é que quanto mais amadurecemos, mais sentimos como o gênero determina nossas experiências.

Portanto, sei que hoje nós queremos ser bucetudas. Pois temos orgulho de nossas bucetas, de nossa capacidade de ir além do que nos foi imposto, de uma cultura que passou dizendo que BUCETA (ou boceta, tanto faz) é uma palavra feia, mas PAU ou CARALHO é sinônimo de força e poder. Cultura essa que sempre afirmou que “palavrão” não é coisa de menina.

O escritor Luis Fernando Veríssimo, em seu texto “O DIREITO AO PALAVRÃO” diz que: Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade, nossos mais fortes e genuínos sentimentos. Existem momentos que parece mesmo que somente um bom palavrão expressará autenticamente o que estamos sentindo”.

Pois hoje desafio você a buscar em sua rede de relacionamentos e afetos, quem é a mulher que te inspira e que você possa dizer: “FULANA você é #1000xBUCETUDA por tudo o que fez e o que faz. Você é uma mulher que me inspira e me faz querer ser BUCETUDA também!

Um AGOSTO embucetador para você! (E cá entre nós, fica muito mais bonito do que dizer “Um AGOSTO do caralho”, né?)

 

 

 

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