“Se você pensar que nunca mais será feliz, nunca fará coisas que trazem felicidade”

Por  Empreendedorismo Rosa

*Texto original do site: Vamos falar sobre o LUTO?  com Cyntia Almeida

Uma das formas de atravessar o luto e construir resiliência é combater a permanência. Você tem que acreditar que não será sempre tão ruim. Do contrário, não terá forças para fazer com que não seja sempre tão ruim.

Como todos que passaram pela perda de alguém muito querido, Sheryl Sandberg, a executiva do Facebook que viu seu mundo de harmonia e sucesso desabar, há 2 anos, com a morte repentina do marido, Dave Goldberg, acordava todos os dias pela manhã desejando que fosse um pesadelo. Não era.

Mas era como se fosse e parecia que jamais acordaria daquele sonho terrível. “Todas as manhãs eu acordava para ver que ele se fora. E que aquela dor nunca iria me deixar. Nunca.”

Foi o psicólogo Adam Grant, seu amigo pessoal com quem viria a escrever seu novo livro, Plano B – Como encarar adversidades, desenvolver resiliência e encontrar felicidade , que a advertiu primeiro contra o uso das palavras SEMPRE e NUNCA. Sheryl afirmou que nunca mais seria capaz de sentir uma felicidade verdadeira.. Adam ligou para ela e disse: “Se você pensar que nunca mais será feliz, nunca fará coisas que trazem felicidade”apsposts_agosto_LP

Segundo o psicólogo, quando estamos diante de uma perda devastadora, é natural que façamos aquilo que ele define como “previsão afetiva”, a nossa habilidade de prever como será nosso futuro emocional. O psicólogo Dan Gilbert, estudioso do comportamento diante da adversidade, afirma que as pessoas, diante de situações tristes e difíceis, tendem a superestimar o quanto será ruim e por quanto tempo. Pensar que vamos nos sentir tão mal, como estamos nos sentindo naquele momento, por toda a vida é acreditar na permanência. No entanto, uma das poucas coisas de que temos certeza na vida, é de que tudo é impermanente. Podemos estar felizes hoje, mas isso não garante que estejamos felizes para sempre. Podemos estar tristes ou desesperados, mas isso também não é para sempre.
Reconhecer a impermanência começa por abolir as palavras definitivas. E substituir sempre por “às vezes”, “agora” ou “ultimamente” . E nunca por “algum dia”.

Em setembro o livro Plano B será o motivo de nossa Leitura com pROSA  ( grupo de leitura feminina) que acontecerá no dia 12/09 das 19h às 22h aqui no Empreendedorismo Rosa.

Livro e bilheteria no valor de R$ 60,00, á venda aqui em nosso espaço. Mande email para contato@empreendedorismorosa.com.br e reserve o seu.

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Minha história Empreendedora – Gaiola de Ouro

Por Tati Girardi

Vazio no peito era o que eu descrevia para a minha psicóloga ao falar sobre o meu sentimento  em relação a minha profissão e ao meu trabalho há dez anos atrás.

Apesar de gostar muito do que fazia, havia uma inquietação do meu ser e muitos questionamentos povoavam a minha cabeça: “Será que é isso mesmo que eu nasci para fazer? Será que eu sei apenas fazer isso? É isso realmente o que quero para a minha vida?”

E de “serás” vivi por um bom tempo,  até que resolvi me conhecer profundamente e escolhi a terapia para me ajudar. Durante o processo terapêutico, consegui responder aos serás que me assombravam e com muito trabalho interno, descobri que o que sanaria e resolveria aquele sentimento de vazio no peito seria um trabalho/profissão que pudesse, de alguma forma, ajudar pessoas e principalmente mudar a realidade de alguém.

Fonte da imagem: Priscila Tescaro Consultoria em Comunicação

 

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A grande transição

Por Julio Lussari

Parte 2:

Continuando a reflexão sobre a grande transição de carreira para o empreendedorismo (se não leu a primeira parte, clique AQUI):

5) Rascunhe uma ideia – costumo dizer em minhas palestras que as pessoas não planejam fracassar, elas fracassam por não planejar. Aprenda a organizar suas ideias de forma rápida e prática com o Canvas (falarei sobre ele em posts futuros).

6) Converse com as pessoas – fale de sua ideia para potenciais clientes. Assista o vídeo do Simon Sinek no TED e aprenda como formular uma mensagem inspiradora, clara e bem definida. Colete os feedbacks, mas não se abale com os negativos de plantão. Lembre-se: empreender é algo para poucos, a maioria tem medo de sair da zona de conforto.

Faça pequenos ajustes no planejamento ou mude completamente a ideia depois do feedback, o importante é ter esse contato com o mercado para ver a aceitação.

Fonte: Google

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