Empreender, um caminhar sobre brasas

Por Mônica Raposo

Imagine um caminho de brasas na sua frente pegando fogo e você descalço tendo de percorrer esse caminho. Porém, antes de você atravessar, ainda jogam mais algumas pás de brasas bem quentes, qual seria a sensação: Medo? Dor? Pânico? Vontade de desistir? O que você faria? Atravessaria ou desistiria? Eu tive essa experiência anos atrás em um curso que fiz no Instituto Tadashi Kadomoto.

Claro que existe todo um preparo “mental” durante um dia inteiro para que você não queime os pés. Eles nos ensinam a ter total controle emocional naquele momento e focar no seu poder pessoal e seus objetivos de futuro. Mas quem não tem esse controle mental pode sim queimar os pés e realmente acontece com algumas pessoas.

Fonte da imagem: Morguile

Quando chegou minha vez, várias coisas passaram pela minha cabeça, mas em nenhum momento pensei em desistir, respirei fundo e controlei meu pensamento em um único objetivo, coragem para enfrentar meus medos. Determinada, nem olhei para baixo, só escutei as brasas trepidando e atravessei com sucesso, e nenhuma marca nos pés!

O que eu ganhei com essa experiência? Andar na brasa significou um grande passo para eu enfrentar o que fosse preciso na vida e superar meus medos e ter resiliência para todos os obstáculos. Aquele caminho de brasas foi uma “metáfora” que fez minha autoconfiança aumentar consideravelmente.

Após esta vivência pedi demissão de uma empresa familiar e abri meu primeiro empreendimento, enfrentei meus medos e iniciei minha jornada empreendedora sozinha. Depois dessa, outras cinco empresas vieram. Essa experiência foi um divisor de águas para mim. O importante disso foi perceber que só crescemos quando saímos da zona de conforto e enfrentamos nossos medos. Se você tiver a oportunidade de enfrentar algum medo, vá em frente e saiba que a autoconfiança é uma grande ferramenta para este enfrentamento.

E lembre-se, jornada empreendedora é um eterno “Caminhar sobre Brasas”. Concordam?

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Coragem, para que te quero ?

Por Tayná Leite

“Nossa, que coragem!”, é o que mais ouço sobre o novo rumo que estou dando à minha vida. Alguns com admiração, mas muitos enxergam, neste meu desvio de rota, algo quase insano (sim, coragem tem sido eufemismo de loucura)! Coragem, pensam, abandonar uma carreira que me proporcionava uma renda fixa atraente e uma suposta estabilidade pela incerteza de empreender. Coragem de trocar o “certo pelo incerto” e arriscar perder um padrão conquistado à custa de muito suor e lágrimas.

Pensando sobre isso no avião para São Paulo os sentimentos me transportaram a quando saí de Curitiba para encarar um desafio profissional e senti exatamente o mesmo tipo de espanto! Olhares que me questionavam por estar “abandonando meu marido” e trocando “um emprego seguro” no qual eu havia acabado de ser promovida por “uma aventura profissional que poderia custar-me o casamento”. Lembrei o quanto me chamaram de “corajosa” por sair do Centro Cívico para uma velha fábrica em Mauá para onde por um bom tempo fui de trem. Lembrei de como, a qualquer mínima reclamação ouvia: “Ué, não era isso que você queria? Agora aguenta!”.

Tayná

Fonte da imagem: Trevisart

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Na hora certa, no lugar certo

Por Luize Souza

Em meio à chegada da crise (econômica e existencial), quando anunciei minha saída de uma grande empresa para assumir um negócio próprio, como forma de incentivo, meus colegas de trabalho me deram um livro que marcou o momento: “O amor chegou tarde em minha vida”, da jornalista Ana Paula Padrão. No decorrer das 206 páginas, Ana conta sua trajetória como filha, esposa, profissional e, acima de tudo, mulher.

No início de sua carreira, durante um teste para uma emissora, a jornalista ouviu que seu perfil não era para trabalhar na TV. Ela não só venceu essa sentença, como se tornou uma profissional bem-sucedida, ocupando um alto cargo dentro da maior empresa de comunicação do país. Para alcançar essa conquista, Ana se apossou dos ternos escuros com ombreiras, da determinação séria, da dedicação intensa ao trabalho. Morou em Londres, NY, cobriu a guerra no Afeganistão. Entre tantas entrevistas, conheceu muitas pessoas importantes. A maior delas, Walter, hoje marido e amor da sua vida.

Luize

Fonte da Imagem: arquivo pessoal

 

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Você não imagina do que é capaz!

Por Gerson Tozetto Jr

Feliz! Fui convidado pela querida amiga Lênia Luz para escrever para um blog no qual me amarro, que tem um propósito no qual eu acredito e vem mostrando resultados a cada dia.

Antes de iniciar meu primeiro artigo, quero expor os porquês da minha alegria ao receber esse convite. Eu admiro a mulher empreendedora. E me refiro especificamente à mulher, por ter percebido o que poucos homens talvez tenham notado, e que vocês, certamente, já sabem. A mulher proativa, sonhadora, idealizadora e, sobretudo, realizadora, empreende de uma maneira especial. Ela traz consigo toda a força, o carisma e a paixão para o dia a dia dos negócios. Da sua natureza, emanam pontos fundamentais: muito mais do que fazer, ela faz, e faz bem, e com isso chega ao sucesso.  A mulher empreendedora tem paixão pelas suas ideias, e com esse brilho nos olhos trata do seu negócio com o mesmo carinho que trata um filho, sendo capaz de dirigi-lo em diversos aspectos, simultaneamente, encontrando caminhos ou os abrindo quando ainda não existem. Ela desbrava o mercado, vai muito além do trivial, e chega a resultados impressionantes e até mesmo não esperados por aqueles que desconhecem ou duvidam da sua força. Ela não só competem ombro a ombro com os homens como derrubam por terra toda e qualquer distinção que possa ser citada.

Fonte da Imagem: JOOX

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