Participe do Ramp Up Tour: a melhor turnê de vendas do Brasil

Por Empreendedorismo Rosa

 

O evento traz melhores práticas de prospecção de vendas B2B do Vale do Silício direto para a sua cidade

O Ramp Up Tour é um evento sobre prospecção de vendas para o mercado B2B. Organizado no formato de turnê, estará presente em 10 capitais brasileiras no ano de 2018 e promete causar um impacto muito grande em cada cidade que passar.

Realizado por uma parceria entre as empresas Ramper e Universidade Previsível, o evento tem dois objetivos principais: o primeiro é proporcionar ao mercado acesso às melhores práticas e tendências comerciais já praticadas e consolidadas no Brasil e em outros países. O segundo é conseguir gerar negócios em termos práticos, tanto para os patrocinadores quanto para os participantes do evento.

Todas as edições têm a mesma estrutura de programação. É feita uma imersão com 04 palestrantes que trazem em suas palestras temas complementares uns aos outros e no final do evento são liberadas 3 horas exclusivas de uma qualificada feira de negócios e de happy hour open bar.

“O Ramp UP Tour nasceu a partir da validação que tivemos no ano passado a com o lançamento do software (Ramper), do programa (Universidade Previsível) e do livro (Receita Previsível). Agora em 2018, queremos levar essa plataforma de soluções e educação para os principais polos do país e gerar oportunidades de conexões e negócios para todos os envolvidos”, diz Ricardo Corrêa, CEO da Ramper.

apoiador

O evento também é endossado pelo Aaron Ross, que é considerado como o autor da bíblia de vendas do Vale do Silício, o livro “Predictable Revenue”. Ele esteve presente na primeira edição, de Florianópolis e retornará no final da turnê, em São Paulo.

Segundo Ross, uma das grandes chaves na nova metodologia de vendas é fazer com que as empresas especializem suas equipe de vendas como um todo. “Em vez de ter 10 ou 100 vendedores, cada um fazendo sua própria prospecção, cada um com seu próprio processo, agora existem equipes que trabalham com cadências que geram uma previsibilidade muito grande de receita. Queremos que cada vez mais as empresas entendam esses conceitos e consigam crescer aumentando a eficiência de trabalho e melhorando a qualidade de trabalho da equipe.”

Eduardo Muller, VP da Universidade Previsível e CEO da B2BStack, também explica o que os motivou a fazer esse evento:“Todos os holofotes estão virados para vendas nesse momento. Muitas empresas brasileiras estão em expansão e para consolidar esse processo é necessário transformar a jornada de vendas cada vez mais previsível.”

O Ramp Up Tour passará pelas cidades de Curitiba, Goiânia, Rio de Janeiro, Vitória, Belo Horizonte, Salvador, Recife e São Paulo.

Marcas como Salesforce, Piperun e a Econodata também são responsáveis por fazer esse evento acontecer. Com essas parcerias o Ramp Up consegue movimentar e fomentar o ecossistema de todas as regiões que passar. A equipe tem grandes planos para as edições, segundo a Event Manager do projeto, Verônica Antunes: “Quanto mais parceiros e patrocinadores trouxemos para o evento, maior será o impacto a cada edição. Nossa meta é ambiciosa: a cada mês vamos conquistar uma nova cidade do país e durante esse processo pretendemos conquistar mais 100 parceiros que em conjunto vão gerar muitos benefícios para todos os envolvidos”

As inscrições para todas as edições já estão abertas e os ingressos podem ser comprados no site www.rampuptour.com.br. O evento é ideal para empresas que desejam levar sua equipe, por isso a organização criou descontos para inscrições em grupo.

 

Informações gerais:

Site:

www.rampuptour.com.br

Ingressos:

https://www.sympla.com.br/ramp-up-tour-2018

Realização:

Ramper | www.ramper.com.br

Universidade Previsível | www.universidadeprevisivel.com.br

Edições:

– Curitiba – 05 de Junho – Terça-feira

– Goiânia –  05 de Julho – Quinta-feira

– Rio de Janeiro – 01 agosto – Quarta-feira

– Vitória – 03 agosto – Sexta-feira

– Belo Horizonte – 05 de Setembro – Quarta-feira

– Salvador – 04 outubro – Quinta-feira

– Recife – 08 novembro – Quinta-feira

– São Paulo – 7 de Dezembro – Sexta-feira

Ingressos, patrocínio e parceria:

veronica@rampuptour.com.br

 

(31) 993 680 732 – Ligação

(31) 984 238 416 – WhatsApp

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O vínculo trabalhista em empreendimentos

Por Andressa Ramos dos Santos 

Saiba qual a melhor opção para o seu negócio: Empregado ou autônomo? O vínculo trabalhista em empreendimentos

As relações sociais evoluem diariamente e fatos que antes eram vistos como inofensivos, hoje são tratados como condutas reprováveis.

A “teoria do azar” na qual os acidentes ocorriam por casualidades, já não mais prevalece, na maioria das vezes há um responsável pelo ato danoso. Se um cachorro morde alguém na rua, isto não é azar. Este cachorro tem um dono. Se não tem dono, o Estado deveria providenciar sua retirada das ruas.

A evolução social das relações de trabalho também trouxe uma necessária revisão no relacionamento entre trabalhadores e até dos métodos de organização empresarial.

Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça 2017– CNJ, houve 833.466 novos processos em 2016 na Justiça do Trabalho com o pedido de danos morais[1],* sendo este o 3º assunto mais demandado na Justiça do Trabalho.

Fonte da Imagem: ESN

Fonte da Imagem: ESN

Frente aos requisitos legais de trabalho previstos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), empregado é o indivíduo que desenvolve determinado trabalho mediante a subordinação de outro, contemplando, ainda, onerosidade, pessoalidade e não eventualidade.

Já o trabalhador autônomo é aquele que realiza uma atividade profissional por conta própria, assumindo os riscos de sua própria atividade, sem habitualidade e de forma eventual, em conformidade com o Art. 442-B da CLT.

É prudente que, no contrato de prestação de serviços de profissional autônomo, fique escrito de forma clara e transparente a ausência de subordinação do contrato, pois, sem isto, haverá o vínculo empregatício.

Com o surgimento de novos modelos de negócio, estruturados dentro da economia colaborativa, o conceito de trabalho convencional tem variado, e algumas vezes não se harmonizam ao padrão de empregado contido no Art. 3.º da CLT. Exemplo: Uber.

Flexibilidade no trabalho e autonomia para captação de recursos são alguns pontos deste novo formato, que coincidem com o vínculo trabalhista atual, uma vez que são pré-determinados por um empreendimento.

É importante ressaltar que a reforma trabalhista ainda é extremamente recente, não havendo entendimento fortificado de sua aplicação no Brasil.

A empreendedora deve verificar:

1 – Se necessita de pessoa dedicada aos seus interesses de maneira integral (que levaria à contratação de empregado),

2 – Se o serviço é intermitente (sendo possível a contratação de empregado para tais situações),

3 – Ou, havendo maior liberdade e flexibilidade, acaba sendo viável ao empreendimento a utilização de prestador de serviço autônomo.

Tenha a consciência que seu empreendimento é uma empresa, por isto deve prever desde a confecção de seu plano de negócios até os aspectos trabalhistas de seus colaboradores, ou de seu único colaborador, principalmente aquelas que contratam pessoas próximas ou da família.

 

*[1] Brasil. Conselho Nacional de Justiça. Justiça em números.

Pesquisado em https://goo.gl/Yf5NB7 – acesso em abril 2018

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Para elas e por elas: Feliz dia das Mães!

or Lênia Luz

Hoje o dia é de celebração especial para e por elas, as mães.

Por aqui deixamos nossa inspiração, que vem da escritora Martha Medeiros :“Uma mulher é apenas uma mulher, mas uma mãe é um vulcão, um furacão, uma enchente, uma tempestade, um terremoto. Uma mãe é invencível. Não há perda que ela não transforme em força. Não há passado que ela não emoldure e coloque na parede. Não há medo que a mantenha quieta por muito tempo.”

Beijos de feliz dia das mães!

Algumas mulheres da Confraria Rosa deixaram seu carinho em um vídeo para suas mães, estas mensagens representam nossa gratidão por cada uma destas guerreiras e inspiradoras. O vídeo está logo abaixo!

 

 

 

 

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Mãe, você é podeROSA!

Por Camila Franco

Há pouco mais de um ano tive a oportunidade de ingressar numa Confraria de mulheres mais que podeROSAS aqui no Empreendedorismo Rosa.

Mulheres, empreendedoras e intraempreendedoras , que possuem o mesmo foco: ter sucesso na vida.

E o que é ter sucesso pra você? Naquele momento pra mim sucesso era acordar e ver que havia “sobrevivido” mais um dia. O que vi neste ano é que sucesso para estas mulheres está ligado à realização pessoal através de seus negócios e sua família.

Buscam reconhecimento através da fidelização e conquista de seus clientes, de chegar em casa curtir sua família, mas principalmente o seu momento com seu livro e sua taça de vinho [ok, estou falando de mim] e constatar que seu dia valeu a pena.

Mães que desejam trazer o melhor de si para o mundo e mostrar para seus filhos que eles podem conquistar o mundo se quiser trabalhar. Nem todas são mães, mas todas são mulheres que cuidam de si, de suas casas, de seus empreendimentos, de suas carreiras e todas são filhas.

Fonte da Imagem: Alessandra Manchini

Fonte da Imagem: Alessandra Manchini

 

 

Como mãe, vejo nossos filhos como empreendimentos da vida. Você procura sucesso neste empreendimento, através do cuidado com a saúde e educação. E faz de TUDO pra este empreendimento não “quebrar”.

Fazia um ano que minha licença maternidade tinha acabado só que não deveria se chamar licença maternidade e sim licença do trabalho, como qualquer pessoa que se afasta do trabalho por obrigação das leis. Sim, porque mãe não tira licença maternidade. Este é o fato.

E quem empreende não tira “licença” para quase nada. O que se faz é planejar folgas e aproveitá-las ao máximo.

A licença maternidade é fantástica, sim, dá vontade de nunca mais sair do lado do seu pequeno e mais novo “empreendimento”. E aí, vem à vida e diz: “Vamos que a vida continua você sendo mãe ou não.”.

 

Tem mães que continuam, numa boa [ou quase]. Por opção ou não, ficam ali onde estavam torcendo para que a parte difícil passe logo e se sinta menos culpadas por tudo. Outras mães surtam [como eu] e procuram algo novo. Muitas destas mães saem do conforto dos seus trabalhos [ou lares] para empreender.

Segundo estudo da RME em 2016, 75% das mulheres que empreendem toma essa decisão após se tornarem mães. (Fonte revista Gol, maio/2018). “É uma tentativa de resolver uma conta que não fecha. As mulheres querem trabalhar, ter uma carreira de sucesso, mas a responsabilidade com o filho vem com um peso maior”, disse Vera Iaconelli, psicanalista e diretora do instituto Gerar, em entrevista para Revista Gol deste mês.

Você nutri [amamenta no peito ou não, prepara papinha ou não],

Você educa [dando exemplos e deixando seu pequeno em algum lugar da sua confiança para olhar por você enquanto está fora],

Você administra a casa,

Você se cuida [ou tenta],

Você é mãe,

Você é companheira [cônjuge, filha ou que seja],

Você é amiga,

Você é funcionária [sócia ou proprietária],

E você… Cadê você?

Um ano da minha filha e estava completamente perdida: sem foco profissional e nem pessoal. Eu fui me encontrar através de terapia, cursos, palestras, o ingresso nesta Confraria para me ajudar nesta redescoberta. Fui vivendo um dia de cada vez.

E é isso que desejo para você, viva um dia de cada vez. Comemore, chore, reconheça-se.

Ame a pessoa mais importante neste dia: VOCÊ! E respeite a pessoa que te trouxe ao mundo ou que te criou: ela fez de TUDO para você chegar até aqui.

Feliz dia das Mães, para você mãe que faz acontecer!

Em tempo: Quer falar mais sobre maternidade, vem me visitar na Maternidade Franca , um espaço democrático para ouvir e ser escutada. Sem julgamentos. Sem certo e errado. É assim que deveria ser. Simples assim. Sou Camila Franco, a franca. Relações públicas, vendedora, mãe da Izabela de 2 anos [quase 3].

 

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Mudanças são necessárias para nosso crescimento pessoal e profissional

Por Lênia Luz

E a gente planeja, organiza, sonha e vem a vida e diz: ” Pode parar tudo, que eu tenho novidades para você!”  

Começo o mês de maio compartilhando 3 histórias que me levaram a mudanças, que não estavam no meu planejamento pessoal e profissional.

Cena 1: Sou comunicada que teremos que mudar de endereço comercial, em um espaço que estou há quase 3 anos e o prazo é de 2 meses para a mudança. UAU! Mas como assim? Estava tudo certo para seguirmos até dezembro. Bateu aquele desconforto e uma ansiedade monstra, pois estava tudo planejado, alinhado e de repente BUM, mudou tudo.

Cena 2: Iniciei um processo de atividade física desde novembro do ano passado, mas que estava dando conta este ano, através do grupo Corre Guria. Estava no começo de março correndo 3km e me sentindo uma “atleta” com o feito. Vejam meu post compartilhando esta pROSA, aqui. Porém comecei a sentir um mal estar corporal, como que se fosse sempre gripar ou como se estivesse em uma TPM contínua, com dores no corpo e muito suor, fora das atividades físicas. Pois bem, fui ao médico e depois de uma bateria de exames e com resultados todos alterados, me vi com o diagnóstico de uma tireoidite que está agora sendo observada e tratada. E por hora, proibida de correr.

Cena 3: Daniel, meu filho, saindo de casa. Um desejo dele compartilhado há 2 anos atrás em uma conversa familiar, e os 2 anos passaram e ele VOOU. Super apoiei, orientei, acolhi. Mas o dia oficial da saída, desabei. Sim, sou humana e sou mãe.

 

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Fonte da Imagem: Alexsandra Manchini

Lições aprendidas nestas 3 situações:

Cena 1: Viva o planejamento! Pois sem ele, em uma hora como esta, seria muito mais difícil me reorganizar. O que vai mudar com esta alteração de percurso? A agenda e o endereço, mas não o objetivo traçado a partir do planejamento feito em outubro do ano passado.  Não sou a favor de ficarmos escravos de um planejamento, mas se temos um, sustos e alterações como estes são amparados pelo mesmo, dando maior chance de acertos do que de erros. Que venha a mudança! ( em breve comunicaremos nosso novo endereço)

Cena 2:. Não faça atividades físicas antes de fazer seus exames médicos. Não se deixe em segundo plano, para não ir mais cedo do que queira, para um “outro plano”.  Cuidar de minha energia é essencial para meu empreender. Hora de retomar as minhas prioridades e por fim é preciso saber viver .

Cena 3:  Foram dias de organização e reorganização interna e externa, para ele e para mim. Aquela sensação de ” parece que foi ontem que ele nasceu” e foi mesmo. Vivemos um mundo de coisas juntos, aprendemos e ensinamos um ao outro. Crescemos como mãe e filho. Como seres humanos aprendemos com nossas diferenças, extraímos o nosso melhor para que nossa relação fosse sempre pautada na transparência. Mas os filhos são criados para terem seu vôo solo e ele saiu para o dele. Deixou no nosso ninho um tantinho da ausência, mas um tantão de sua alegria amorosa sempre presente.  Entreguei ao mundo um homem do bem, de coração puro, cabeça boa, alegria contagiante, comprometimento consigo e com os outros, amigo para todas as horas, empático com a humanidade, solidário e que lava uma louça como ninguém. A dor sentida, dele e minha, é a dor do crescimento. Ele cresce com este novo passo e eu cresço também. 

E você? Quais lições tem tirado das mudanças que tem aparecido em seu caminho? Está por aí lamentando ou fazendo algo positivo com estas surpresas que a vida nos reserva?

No próximo dia 12/05 celebro 6 anos do Empreendedorismo Rosa, e nestes anos vivi inúmeras mudanças. Elas forjaram meu caráter, minha maneira de encarar a vida empreendedora e a minha própria vida. Mudar dói, mas é uma dor necessária para que novas e boas coisas surjam nesta caminhada linda que é a vida.

Deixo um presentinho para você, que nos acompanha. Baixe nosso EBOOK , Viver e Empreender para te inspirar e fortalecer em suas escolhas Acesse: http://pinkmentoring.com.br/

Desejo a você que me lê, um MAIO repleto de conquistas e se as mudanças te surpreenderem, faça delas uma virada positiva para seu fazer acontecer.

Feliz MAIO!

 

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E agora, Maria?

Por Karina Leyser

E agora, Maria?

O Dia da Mulher passou,

o foco da equidade apagou,

as oportunidades sumiram,

o discurso esfriou,

e agora, Maria?

e agora, você?

 

Espero que Drummond não esteja se revirando no túmulo pela minha pobre liberdade poética, mas nada me pareceu mais adequado para este texto. O mês de março passou e, com ele, em muitos casos, o foco da equidade de gênero nas organizações.

Às vezes parece que nos acostumamos com isso…ganhamos foco, flores, bombons e cartões no dia da mulher, e depois tudo volta ao que era antes. Nesta hora, podemos até pensar – “Ah, mas isso é culpa da diretoria que não enxerga o nosso potencial ou do RH que não faz nada“…por que será que é mais fácil colocar a culpa no outro e nos conformar?

Fonte da Imagem: The Next Scoop

                                                     Fonte da Imagem: The Next Scoop

Isso acontece porque gostamos de um lugar chamado zona de conforto…aquele lugar gostoso, quentinho, familiar, confortável, em que já temos controle sobre tudo e todos. O problema é que nesse espaço não há crescimento, esse espaço não permite a mudança que tanto precisamos na nossa vida e também na sociedade em que vivemos.

“Mas o que eu posso fazer? Sou só uma analista, não tenho autoridade para fazer nada”, será? Engraçado como geralmente pensamos que só passos gigantescos e projetos de grande abrangência fazem diferença, mas não é verdade. Toda mudança começa com pequenas ações – uma por vez, que podem gerar uma reação positiva em cadeia no círculo social do qual você faz parte.

E por onde começar? Sugiro começar refletindo sobre onde você está e como você se sente aonde está. Você está satisfeita com o cargo/emprego/salário que tem? Existe espaço para crescer e negociar? Se não, o que é necessário? Pode ser uma questão de autodesenvolvimento ou até uma questão de posicionamento, e a partir deste entendimento, ações podem ser feitas. Depois de olhar para si, pode-se então olhar para as outras mulheres ao seu redor. Tem alguma mulher que você admira e pode se aproximar? Tem alguma mulher que está precisando de seu apoio e conselho? Perdemos muitas oportunidades de apoio e crescimento por acharmos que estamos sozinhas nos nossos desafios, mas posso garantir que não estamos.

Há tanto que podemos fazer, mesmo sem termos cargo gerencial. Precisamos nos tornar protagonistas da equidade de gênero, não somente as suas beneficiárias.

precisamos marchar, Maria

Maria, para onde?

 

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