Ela faz parte da Confraria ROSA: Tereza Karam e seu Dica da Tere

Por Empreendedorismo Rosa

A cada semana teremos uma história inspiradora para compartilhar de mulheres que fazem parte da Confraria ROSA para que você possa se inspirar e conhecer um pouco mais do nosso fazer acontecer

Hoje inspire-se com Tereza Karam  do empreendimento Dica da Tere

 

Fonte da Imagem: Dica da Tere

Fonte da Imagem: Dica da Tere

 

Em julho de 2015, rompendo uma sociedade e casamento, decido pegar um hobby – que já era um Canal no Facebook com 2000 likes – e torná-lo uma empresa com CNPJ e tudo mais!

O primeiro desafio foi com pouco dinheiro colocar a empresa para rodar, o que acabou acontecendo com a entrada de um sócio. Em apenas 6 meses, veio o primeiro obstáculo com a saída deste sócio com quem delineei a empresa. Muitos investimentos foram perdidos: a formação dele, uniformes, documentos, marketing impresso e digital. E o que não tem retorno: TEMPO!

Após um fim de semana recheado de medos e tristezas, veio alívio de encontrar a mim mesma como inteira na ‘Dica da Tere’. Uma vez que a expertise era minha, havia a carga emocional de me responsabilizar pelos resultados da empresa, envolvendo um sócio. Naquele momento com a saída dele, dando certo, o mérito era meu e o dinheiro também. Dando errado, o fracasso também só meu! Então… hora de juntar a autoestima e me inspirando na ave mitológica Fênix, ressurgir das cinzas mais forte com perdão, fé, foco, gratidão, amor e entusiasmo.

O tesouro que descobri neste processo bastante solitário, é minha identidade cravada em 20 anos como psicóloga e consultora de empresas, na área da qualidade de vida e produtividade. Meu tesouro é redesenhar minha carreira usando minhas habilidades e minha integridade.

As provações vieram financeiramente e com minha exposição social para amigos, família e clientes que não entenderam o propósito da minha empresa.

– Como? De Psicóloga à faxineira melhorada?

A “síndrome da impostora” falava alto e doía mais emocionalmente com colocações como esta ou similares, do que quando olhava minha conta bancária.

Eu precisava me afirmar com uma profissão pouco conhecida no Brasil: Personal Organizer Curitiba é com a ‘Dica da Tere’. Ensina você desde organizar um armário até criar um ambiente feliz!

Com a empresa estruturada e a única dona do meu tempo, entendo que preciso investir em visibilidade e fico antenada em eventos para fazer network. Em julho de 2016 estabeleço uma nova parceria com a arquiteta Carla Costa, que conheci num Evento do Empreendedorismo Rosa e faço minha primeira alteração no site, especializando o nicho de decoração aliada a organização dos ambientes. Também passo a fazer parte da Confraria Rosa que reúne mulheres empreendedoras e onde encontro inspiração e empoderamento.

Em março de 2017 eu retorno ao meu mundo após uma aventura e redefino meus nichos de mercado incluindo o serviço ‘Aprimore-se’ como palestras, treinamento e workshops em parceria com Lênia Luz do Empreendedorismo Rosa, pois neste tempo de mercado ficou claro que predomina demandas no universo feminino.

Retorno ao meu mundo de treinamento, pois identifico claramente que tenho o dom do ensino e faço isto de forma presencial com palestras, workshops e também, com artigos e vídeos em mídias digitais.

Minha aventura continua, pois ainda não atingi o ponto de equilíbrio financeiro e para isto mantenho meu foco. Mas já delineio a próxima aventura, publicar um livro que estou escrevendo: Crônicas de uma Personal Organizer – @dicadatere em ação, vamos praticar!

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Entrevista podeROSA

Por Pâm Bressam

 

Hoje vamos conhecer a Gilmara Oenning, sócia da escola de inglês Influx localizada em Jaguaruna/SC.

 

Antes de você abrir a Escola de Inglês o que você fazia, e qual era seu entendimento sobre empreendedorismo?

Antes da escola de idiomas inFlux, eu cursava Administração e trabalhava em uma empresa Multinacional. Na faculdade, empreendedorismo era apenas mais uma matéria. Busquei informações fora da sala de aula, pois, num primeiro momento, o empreendedorismo era apenas para as pessoas que já possuíam empresas, mas com as informações certas e pessoas que conheci, percebi que qualquer um pode ser empreendedor. Assim, na minha concepção,  empreendedorismo é pensar e agir diferente do comum.

Como foi meter a cara e empreender pela primeira vez? O que levou você a tomar esse risco?

A vontade de mudar e sair do comodismo foram o combustível para eu arriscar. Sempre pesquisava muito e queria fazer diferente de tudo que eu estava acostumada a viver. E no ano de 2014 vi a oportunidade de abrir uma escola de Idiomas em Jaguaruna. Fiz várias pesquisas, plano de negócio, pesquisa de mercado e fiquei alguns meses estudando. Após isso, pesquisei qual escola iria abrir, entrei em contato com várias franquias de escolas de Idiomas e escolhi a Influx. Abri a escola em 2015 e está sendo um grande aprendizado a cada dia. Estou satisfeita. Acredito que não podemos nos acomodar e devemos sempre ter muito foco.

Fonte da Imagem: Arquivo Pessoal

Fonte da Imagem: Arquivo Pessoal

Quais foram seus sentimentos nas épocas difíceis…

Tive motivação, e quando abri meu negócio estava consciente de que nada seria fácil, porém sabia que aquele era o momento certo.

Meu maior aprendizado é não desistir dos nossos sonhos.

Qual o conselho para uma mulher que deseja empreender?

Sou Jovem empreendedora, tenho muito o que aprender, mas o que considero importante para alcançar os objetivos são foco e persistência. E para quem está tentando algo, um bom planejamento faz parte do sucesso, uma pesquisa de mercado, um plano de negócio.

Conhecer novas pessoas e buscar novos horizontes, agir em vez de lamentar. Outra ação importante é conviver com pessoas que influenciarão positivamente.

 

Você voltaria atrás e faria tudo de novo ou tentaria procurar um emprego?

Faria tudo de novo. Estou muito feliz e tenho muitos sonhos a realizar. Cada dia um novo aprendizado!

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Permutar ou não permutar? Eis a questão!

Por Bárbara Stock

Permutar ou não permutar? Eis a questão! Quando se tem uma empresa de serviços, aparecem muitas pessoas propondo permutas, mas se o pensamento de ambas as partes não estiver alinhado, podemos entrar em um grande e desnecessário conflito.

Entendo por permuta pelo menos duas trocas simultâneas. Uma é a troca intangível, aquela que não podemos mensurar, mas que talvez seja a mais importante. É a troca que agrega valor para as duas partes. Por exemplo: sou sócia de um Buffet que oferece banquetes, quando alguém me propõe uma permuta, a primeira coisa que a pessoa está levando, da minha empresa para a dela, é o fato de que, através do banquete que eu vou proporcionar, ela estará agregando valor ao negócio dela e eu, consequentemente, também precisarei ter algum valor agregado por ela (por exemplo, com a presença de futuros clientes potenciais ou com retorno “espontâneo” de mídia).

O segundo lado da permuta é a troca tangível, mensurável (no meu caso, por exemplo: estou oferecendo um banquete para x convidados, com x horas de duração, com x opções de comidas e bebidas e x quantidade de funcionários que disponibilizarei, e o que a pessoa me oferece de volta?).

Fonte da imagem: Priscila Tescaro Consultoria em Comunicação

Temos que deixar bem claro que uma permuta deve ser algo do interesse de ambas as partes, uma via de mão dupla, em que as trocas devem estar no mesmo nível, a não ser, é claro, que a empresa tenha outras intenções (mesmo que receba menos em troca, o foco não é esse e, sim, por exemplo, na visão futura). De todo modo, se não forem bem equilibrados todos os pontos, uma hora alguma das partes sentirá o reflexo, afinal, hoje, tempo literalmente vale dinheiro, não podemos despender o nosso por algo cujo retorno não está em alinhamento com o que estamos oferecendo.

Meu primeiro conselho parece primário, mas pasme, eu já caí nesse erro e já vi muitos amigos empresários de longa data caírem. Nunca feche uma permuta de boca e, mesmo que você conheça a pessoa que está do outro lado, sempre negocie o que será permutado, deixando tudo bem “amarradinho” antes da permuta em si. Sempre troque todas as informações por e-mail, até sobre os detalhes que parecem bobos. Meu segundo conselho é: Saiba bem o valor da sua moeda de troca, nunca supervalorize seus serviços nem tampouco desvalorize. Sua marca é seu nome e vice-versa e deve ser muito bem medida, de acordo com o que estão lhe oferecendo em contrapartida, por exemplo, mesmo que seus serviços valham rios de dinheiro, a empresa com quem está negociando pode não necessariamente entender sua logística e realmente não saber o quanto valem seus serviços e produtos, portanto, seja muito claro e transparente, para não passar arrogância.

Meu terceiro conselho é: permuta pode ser algo muito vantajoso em alguns casos, mas sempre tenha em mente que você deve agregar valor ao seu negócio e ao negócio de quem está do outro lado e precisa ter um retorno tangível (por exemplo, tratamentos, ganho de mercadorias, produtos ou serviços e afins). Meu quarto e último conselho, mas não menos importante é: chegará um momento em que muitas empresas e pessoas lhe procurarão oferecendo todo tipo de troca, então, saiba filtrar muito bem o que é vantagem e o que é apenas um elefante branco, e não tenha medo de dizer não. Às vezes precisamos declinar de certas propostas em prol de nossa saúde orçamentária, física e mental.

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Em momentos de crise, vale pensar “pequeno”

Por Tatiana Girardi

A vibração que tenho mais sentido, desde antes desse novo ano começar, é de queixas, medos, desconfianças, inseguranças e tudo o mais que só uma crise é capaz de gerar. E é essa a levada que gira em torno das conversas entre amigos, bate-papos em elevadores, nos cafés, nos jornais, na internet, nas redes sociais: crise, crise, crise. Como se comentar e se contaminar com essa energia da crise adiantasse de fato alguma coisa!

Refletindo sobre, comecei a acreditar que nesses momentos, não tão positivos, talvez valha pensar “pequeno”. Em que sentido? Pensar no que está perto, no que é realmente possível fazer no nosso entorno, ou seja, ajudarmos mutuamente quem está mais próximo, seja indicando ou trocando serviços, seja dando uma carona, seja estendendo uma mão amiga, mas para quem está perto, pensando perto. Pois pensar “grande”, pensar no longe e esperar a crise passar para fazer algo maior e mais impactante, talvez seja frustrante e não gere frutos.

 

Fonte da Imagem: Trevisart

Fonte da Imagem: Trevisart

Isso também vale para filtrar as notícias que chegam até nós, pois se ligarmos nossas antenas somente aos fatos negativos, a crise pode se apoderar ainda mais.

“Quando escrito em chinês a palavra crise compõe-se de dois caracteres: um representa perigo e o outro representa oportunidade.” John Kennedy

Que tal enxergarmos a crise atual do país como uma oportunidade de pensarmos pequeno? De fazer diferença em nosso entorno?

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Sorte? Não, persistência.

Por Cássia Gomes

Vejam este filme. Acho que essa é a melhor maneira de iniciar esse texto. Uma injeção de ânimo, uma bela história. Retrata a trajetória de Walt Disney como empreendedor na indústria da animação. Muitos percalços e fracassos no meio do caminho até a criação do seu personagem mais famoso, o Mickey Mouse. E olha, o que ele enfrentou de adversidades para conseguir realizar o sonho dele…. Assistam.

Foi lançado em 2014, provavelmente você deve ter lido o livro, ou sabe um pouco da biografia dele, mas a mensagem, a lição que se pode tirar dessa obra é atemporal. Dê uma espiada no trailer: https://www.youtube.com/watch?v=MaOZiu-hnTM

Foi ao acaso. Antes de decidir por ele fiquei um bocado de tempo olhando o catálogo de uma plataforma de streaming de vídeo e nada interessava. Fui vencida pela capa. Achei bem bonitinha a figura do rato Mickey formada nas nuvens.  Durante o filme pensei muito em quando olhamos para alguém bem-sucedido e dizemos ou pensamos, “fulano é uma pessoa de sorte”.  Ah, confesso que já me peguei pensando assim, viu! Quando na verdade a sorte é o reflexo das doses diárias de persistência, ousadia e muita força de vontade.

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Walt não tinha tino para a administração e negócios. Mulheres também não.

Calma, foi uma ironia. E sem a pretensão de fazer apologia a diferença de gênero. Mas, convenhamos que já fez parte da consciência coletiva acreditar que mulher e business não era uma boa combinação. Ainda bem que os tempos mudaram. Ou melhor, está mudando, não é?! Fiz essa analogia porque na minha humilde opinião, é uma característica da mulher querer abraçar o mundo e às vezes isso reflete no trabalho ou na administração de sua empresa. Ela não precisa dar conta de todas as necessidades de um negócio, por exemplo. Mas:

– Se ela é visionária

– Tem objetivos claros

– Sabe se comunicar, ou compreende a importância de aprimorar a comunicação

– Segue um planejamento

– Está atenta ao mercado, e entende a necessidade de renovar os conhecimentos e de aprender coisas novas

– Sabe lidar com instabilidades no ramo em que atua

–  possui os pés no chão

– Vislumbra onde quer chegar, já é um bom caminho andado. As competências essenciais para conquistar sucesso no negócio serão construídas ao longo da árdua jornada. Eu acredito nisso.

Voltando ao filme, Disney tinha um jeito muito peculiar de empreender e ainda bem que gestão de empresa não era muito o seu forte, talvez não teríamos acesso a essa biografia inspiradora. Ah, as frases de otimismo e motivação ditas em boa parte da história são demais.

Cito apenas uma “ Temos que lutar pelo que acreditamos.”

Bom filme!

 

 

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Surfando e Empreendendo

Por Tereza Karam

Sabe aquele conceito de que, não sabendo que era impossível a pessoa foi lá e fez? Tenho repetido isto com frequência nos últimos meses, pois traduz a relação do meu empreendimento como Personal Organizer e o encontro casual com o Surf.

Como Personal Organizer o que mais ouço é “não cabe”, “precisa comprar um armário”, “não imaginava que aí ficaria bom”, “você faz mágica”, “como conseguiu colocar isso aí”…

Como namorada de surfista – e curiosa nata –  resolvi deixar a canga e a máquina fotográfica na areia e pegar onda no estilo Longboard. Tradução: pranchão, eu tenho 1 metro e meio e a prancha 3 metros. O legal nesta modalidade é que poderei “dançar” na prancha e isso me atraiu. Bom… após conseguir dropar. Tradução: conseguir ficar em pé. Me inspiro em surfistas paranaenses, Thiara Basso, Carol Cavallari e a campeã brasileira e segunda melhor longboard do mundo Chloé Calmon. Me deleito com a beleza do balé sobre a prancha e a ousadia de encarar o mar, o que requer inteligência corporal e emocional. PodeROSAS!

 

Fonte da Imagem: Arquivo Pessoal de Tereza Karam

Fonte da Imagem: Arquivo Pessoal de Tereza Karam

Como tudo tem um começo, eu repito para mim: não sabendo que era impossível foi lá e fez!

  • 1° passo: entrar no mar com uma prancha de 3 m vencendo a arrebentação
  • 2° passo: subir na prancha
  • 3° passo: remar na velocidade da onda
  • 4° passo: impulsionar o corpo para fazer o drope
  • 5° passo: flexibilizar e equilibrar o corpo para se manter em pé
  • 6° passo: chegar até a praia usando manobras corporais
  • 7° passo: comemorar

Provavelmente darei boas risadas desta foto, registro da terceira vez em que entrei no mar.

Precisamos lembrar que excelência, sucesso  – seja lá como você define atingir seus objetivos –  sempre tem um início meio ou bem desajeitado, mas foi onde rompemos o medo e a insegurança. Medo de ser ridicularizado, de não conseguir, de se machucar, de se frustrar… Insegurança quanto as próprias limitações, pois o novo é desconhecido e não podemos controlar. E se não der certo? Bom… pelo menos fomos lá e tentamos e na memória teremos registros que aumentarão nosso repertório de vida. E por falar em vida, estou completando este mês 50 anos de idade e apesar da menopausa e da osteoporose, continuo experimentando a vida! A vantagem desta idade, é já ter vivido muitas histórias e utilizo todo meu repertório anterior para me “jogar” em novas histórias.

O surf é um esporte para corajosos! O ambiente é instável e imprevisível. Você precisa conhecer seu funcionamento corporal e emocional para encarar o mar e estabelecer uma boa comunicação com as ondas. E aí eu me descubro muito corajosa! Porque estou surfando? Não, porque estou empreendendo!

O empreender é para corajosos, pois por definição é a execução de uma tarefa difícil!

Vamos a analogia do surf com os quatro pilares do Empreendedorismo Rosa e de nossa Confraria Rosa.

  • Atenta à espera da melhor onda: FOCO.
  • Vencer a arrebentação e dropar: FORÇA.
  • Encarar o mar mesmo com adversidades e sem as condições físicas ideais: FÉ.
  • E para aqueles que criticam descredibilizando os primeiros movimentos: FODA-SE.

Não importa se você está empreendendo ou surfando. Se isto apareceu na sua vida de forma contingencial ou foi a busca de um sonho. O que importa, é o movimento em espiral onde você perpassa os 4 Fs e gradativamente se desloca do ponto inicial. Onde vamos chegar? Não temos como saber, porque FÉ é acreditar naquilo que não se vê. Durante o caminho vamos sorvendo realidade, nos conhecendo melhor, nos especializando, curando dores, nos inspirando com aqueles que já chegaram lá e principalmente curtindo a vida, pois ela está acontecendo AGORA.

No próximo dia 11.03 estarei com o Empreendedorismo Rosa, celebrando o nosso dia, o Dia da Mulher, e falarei ainda mais sobre este tema, em uma pROSA animada intitulada:  “Nunca é tarde para se movimentar”. Será um dia de muitas ações de networking, bons negócios, aprendizagem e empoderamento. Tenho certeza que não vai querer ficar fora dessa.

Inscreva-se e venha fazer acontecer com a gente:https://www.sympla.com.br/eu-feliz__118225

 

 

 

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