Culpa, para que te quero?

Por Liziane Silva

É sábado à noite. Meia noite. Um sentimento de felicidade e confiança nas escolhas me invade e me questiono enquanto deixo de estar em um programa divertidíssimo com meus (muito) amados para cumprir obrigações que escolhi.

Por mais que a vida seja curta e que as possibilidades sejam infinitas, hoje sinto que estou exatamente onde queria estar e só consigo sentir gratidão. Aí aparece a culpa. Tímida, quase sem querer aparecer, mas não consigo deixar ela passar. Ela se agarra em mim e eu quase sem tomar consciência me agarro nela como se ela fosse mais importante que a gratidão que sinto, por mais que eu saiba por A + B que não é, nunca deveria ser e realmente nunca será.

A reflexão começa, aprofundando os pensamentos. Enquanto trabalho, escrevo, penso… Tanta gente se diverte, esquece, “para”… e tantos outros estão comigo. Mesmo que finjam que não, mesmo que estejam de corpo presente em outro lugar, sei que suas mentes estão nos mesmos lugares pelos quais minha mente alegremente passeia.

Fonte: Google

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Minha história Empreendedora – Gaiola de Ouro

Por Tati Girardi

Vazio no peito era o que eu descrevia para a minha psicóloga ao falar sobre o meu sentimento  em relação a minha profissão e ao meu trabalho há dez anos atrás.

Apesar de gostar muito do que fazia, havia uma inquietação do meu ser e muitos questionamentos povoavam a minha cabeça: “Será que é isso mesmo que eu nasci para fazer? Será que eu sei apenas fazer isso? É isso realmente o que quero para a minha vida?”

E de “serás” vivi por um bom tempo,  até que resolvi me conhecer profundamente e escolhi a terapia para me ajudar. Durante o processo terapêutico, consegui responder aos serás que me assombravam e com muito trabalho interno, descobri que o que sanaria e resolveria aquele sentimento de vazio no peito seria um trabalho/profissão que pudesse, de alguma forma, ajudar pessoas e principalmente mudar a realidade de alguém.

Fonte da imagem: Priscila Tescaro Consultoria em Comunicação

 

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Caminhos para a mãe que empreende.

Por Dani Salles

Pode mudar a coachee ou o grupo de mulheres para quem estou palestrando, a pergunta é sempre a mesma: “Dá para conciliar maternidade e trabalho e ainda assim ser feliz?”

Na coluna de fevereiro, falei de uma visão geral do conceito de felicidade, agora em relação ao trabalho, você estará feliz quando conseguir ficar tão envolvida que nada mais importará. “Nada? Como assim? E buscar meus filhos na escola?”, você deve estar pensando. Calma! Você irá e ficará com um gostinho de quero mais. Assim que as crianças te derem alguns minutinhos, você voltará ao seu trabalho e se sentirá plena por realizá-lo!

As boas novas são que estamos em 2014, o mundo é criativo, existe uma abertura incrível para o serviço ou o produto mais inovador que esteja passando na sua cabeça, elabore, explore suas ideias. Estimule-se e permita-se ser estimulada.

Fonte: Google

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O prazer leva a gente mais longe

Escrevo este texto a poucas horas de subir no palco. Faz exatamente 26 anos que não participo de uma apresentação de ballet. E é a primeira vez que vou dançar na ponta. Sim, estou com frio na barriga desde ontem no ensaio geral. Dei um duro danado para engatar a pirueta da coreografia e ainda não sei se ela vai sair na hora H. Fico aqui pensando onde é que fui me meter: com quase 37 anos, mãe de dois pequenos, empreendedora de uma start up digital em que sou a faz-tudo… dançando ballet?

Fonte de Imagem: Google

Pensando bem, não é a primeira vez que me coloco à prova. A maternidade e o empreendedorismo foram também um ato de coragem na minha vida. O frio na barriga que sinto hoje é bem parecido com o que senti no caminho da Pro Matre, onde tive a Bela e o Felipe. A expectativa de encarar o público é bem parecida com a expectativa de falar sobre meu site o It Mãe, no programa Encontro com Fátima Bernardes, em agosto. (mais…)

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