O que você faria se não tivesse medo?

Por Karina Leyser

Não sei se por personalidade ou superproteção paterna, mas sempre fui uma criança medrosa. Ainda lembro da época em que meus pais estavam estudando o livro bíblico de Apocalipse e vendo filmes a respeito na sala, e eu no meu quarto aterrorizada rezando pela minha salvação umas dez vezes por noite…

Voltando à vida adulta, alguns medos sumiram, porém outros surgiram, inseguranças profissionais que me assombravam como fantasmas…e se eu não conseguir gerenciar bem esse projeto, e se eu não conseguir conduzir bem essa reunião, e se eu me “embananar” na apresentação em inglês, e se eu não me adaptar ao novo país, e se eu não for uma boa líder, e se eu falhar?

Comecei a pensar mais sobre isso recentemente, quando, num jantar de negócios, um colega compartilhou que ele tem na sua mesa de trabalho uma frase para sua leitura diária, quase como um mantra…“O que você faria se não tivesse medo?”

Fonte da Imagem: Google

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Curioso como nós mulheres temos dentro de nós um receio maior ao assumir riscos que os homens, talvez por não acreditarmos no nosso potencial ou sermos demasiadamente autocríticas; mas não é porque temos esta tendência que devemos nos paralisar, não é mesmo?

No meu caso, a fim de vencer meus medos, incorporei dois exercícios simples que me ajudaram a assumir vários desafios na minha carreira. O primeiro deles é sempre fazer uma avaliação realista sobre o que de pior poderia acontecer em cada situação, e devo dizer que, na maioria das vezes, o cenário mais pessimista não era tão ruim assim (gerando uma maior autoconfiança). E o outro exercício é o de pormenorizar o desafio em pequenas ações, transformando o “monstro” em etapas a serem cumpridas e até mesmo ensaiadas, por exemplo aquelas conversas difíceis com nosso gestor.

E você? O que faria se não tivesse medo? Faria aquele tão sonhado intercâmbio? Negociaria um aumento salarial com o seu chefe? Assumiria a liderança de um time? Gerenciaria um projeto complexo? Mudaria de Carreira?

Com a estratégia e o planejamento certos, podemos ter mais confiança para assumir mais riscos e chegar muito mais longe que imaginamos.

Vamos juntas? Se precisar de uma forcinha, venha conhecer nossos cursos de desenvolvimento:

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Grande abraço!

 

 

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O CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR (CDC) E O EMPREENDEDORISMO FEMININO

Por Andressa Ramos

No dia 15 de março é comemorado o dia mundial do consumidor. A data tornou-se famosa porque foi nesse dia do mês de março de 1962 que o então Presidente americano John Kennedy enviou ao Congresso uma mensagem na qual defendia direitos relacionados aos consumidores, como o direito à segurança, à informação e à escolha, e o direito de ser ouvido.

No Brasil, o Código de Defesa do Consumidor foi instituído em 11 de setembro de 1990, com a Lei nº 8.078, mas entrou em vigor, ou seja, passou a valer, apenas em 11 de março de 1991. Isso serviu de incentivo para a criação dos Procon’s do País, inclusive o do Paraná. #anos 90!!!

Fonte da Imagem: Empreendedorismo Rosa

Fonte da Imagem: Empreendedorismo Rosa

O CDC como defesa das relações de consumo, possui vários princípios, pilares fundamentais, apresento 3 deles: Vulnerabilidade (fragilidade); Informação (adequada, clara, verdadeira); Boa-fé.

Esses pilares fundamentais são utilizados para repressão eficiente dos abusos, visam atender as necessidades dos consumidores, o respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria de sua qualidade de vida, bem como a transparência e harmonia das relações de consumo.

Por isto, a necessária e fundamental questão: Você, empreendedora, que tem público consumidor, não importa se seu negócio é micro ou macro, se atende em casa, em loja física, no e-commerce, ou numa multinacional, todos os ramos de atividades relacionados com o consumo, DEVE conhecer e seguir as regras do CDC, caso contrário, poderá sofrer as penalidades legais, sem falar na propaganda negativa, que se divulga muito mais que a positiva.
Podem me dizer: mas existem consumidores que se aproveitam da situação e enrolam a empreendedora.

Colega empreendedora, chega de mimimi, esta desculpa não é aceitável, quando você abriu sua empresa assumiu todo o risco do negócio, inclusive este. Deve estudar e ter postura de dona, saber sim de direito do consumidor, exatamente para fazer o certo e não correr riscos desnecessários.

A Empreendedora é uma pessoa em movimento, e fadada a se mover sempre!

A empreendedora deve pensar na empresa de forma moderna, respeitando as leis de consumo e todas as normas legais e administrativas relacionadas ao seu negócio.

Visando à formação empreendedora para mulheres, há o PROGRAMA IRE, do Empreendedorismo Rosa, que abordará as áreas do negócio (finanças, compras, contabilidade, marketing, planejamento,…), eu sou a facilitadora para tratar dos assuntos jurídicos de uma empresa.

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O bullying que persegue nossas singulares manifestações femininas

Por Janaina Barros

 

“– Papaaaaaiiiii, vem vê televisão!”  Um chamado insistente vindo do berço. Eu, por volta dos 3 anos chamava o pai ao ouvir a vinheta do Jornal Nacional. Aprendi a assistir as notícias sobre política, com a mesma atenção que prestava aos desenhos, dos Flintstones aos Jetsons e as novelas. Lembro que em 1984, Diretas Já era um assunto muito presente nas TV’s. Vi Tancredo Neves, o Coração de Estudante, ser eleito em 1985, e falecer poucos meses depois. Então com 12 anos senti que política e simpatia andavam de mãos dadas: ganhou o que me pareceu mais simpático. Não entendia o funcionamento da política, mas de tão entusiasmada, pensei: “Quando eu crescer… Acho que quero ser presidente!”

Naquele mesmo ano, tivemos eleições para a direção da escola, e a política chegou mais perto de mim. O diretor da época, enviado pela Secretaria de Educação para assumir o final da gestão anterior trouxe segurança e ordem à escola, e tentava ser eleito para dar continuidade ao trabalho. Realmente, sob sua direção, passamos a ter policiamento nas proximidades, e foi possível estudar com tranquilidade. Fez da escola, um lugar seguro para estudar. O outro candidato era um professor que já trabalhava lá há alguns anos.

 

Fonte da Imagem: Lauren Jauregui - Pare de intimidar

Fonte da Imagem: Lauren Jauregui – Pare de intimidar

Na turma de 6ª série, tínhamos aula com este professor-candidato. Com sua autoridade em sala, influenciava todos os alunos (ao menos da minha turma) pela proximidade que a posição traz. Todos? Não. Menos eu. O professor perguntava em sala aos alunos, em quem seus pais votariam neste momento fui metralhada por trinta pares de olhos, além das manifestações de reprovação ao contar que meus pais votariam no atual diretor. Para mim, se política e simpatia andavam juntas, o diretor em exercício ganhava de longe. Ele era um misto de Sidney Poitier com Morgan Freeman. Além de simpático, era aos meus olhos inteligente e elegante. Em casa decidimos por apoiá-lo. E como falar não era meu forte desde os 6 anos, produzi um cartaz em apoio ao meu candidato. Pedi autorização na secretaria para colar no local próprio, e quando ia fazer, para minha surpresa meus colegas de turma estavam às minhas costas, me sufocando para tirar da parede minha manifestação política. Ameaçavam me bater ali mesmo.

Fui salva pelo diretor que foi verificar o motivo do tumulto e deu uma lição de democracia e tolerância a todos nós. Meu cartaz ficou pelo tempo da campanha: não foi tirado, nem destruído. Ele mesmo iria verificar todos os dias, prometeu o diretor. Meus colegas e o professor não podiam mais me ameaçar, me senti protegida dentro e fora da escola, sendo acompanhada até em casa para não apanhar na rua com a “tchurma” no meu encalço, querendo me “pegar na esquina”. Mas a proteção não impedia os olhares de raiva e deboche dentro da sala, inclusive do meu professor, que perdeu a eleição. Para piorar a situação, ao final do ano quando da entrega de notas, tive que ouvir um discurso do professor, perante meus colegas, que nunca atribuía nota 10 para ninguém. Segundo ele o 10 era apenas para o professor, e até aquele ano, só tinha atribuído 2 notas 10. A primeira por inexperiência no começo da carreira. A segunda foi a minha: não pode descontar pontuação. Senti-me muito mal, minha nota 10 tinha gosto de zero.

Medo, mal estar, sensação de insegurança, ameaças explícitas ou veladas. Bullying. Não dava vontade de ir para a escola. Mas por sorte contei logo aos meus pais o que acontecia e pude sentir a segurança de sua proteção. Assim, não desenvolvi problemas psicológicos mais graves. O pai me levava, e uma prima mais velha que estudava na mesma escola, me acompanhava até em casa. No ano seguinte, mudei de escola e me afastei de manifestações políticas. Ou quase…

Refletir sobre estas lembranças me faz pensar nas crianças e adolescentes que passam por situações como esta todos os dias. Casos de Bullying podem ser tratados com terapia floral, tanto para o agressor, como para a vítima. Como terapeuta, avalio que essências florais como a Embaúba e Chapéu de Sol, ambas do Sistema Saint Germain, auxiliam a vítima de Bullying a superar as mágoas, a se reerguer de humilhações, seguir com a vida e superar o medo de ser vítima de novas ameaças, agressões ou ofensas. O terapeuta floral saberá indicar outras essências necessárias para associar a estas conforme casos individualmente analisados.

 

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Sim, temos o que celebrar, mas muito a mudar!

Por Lênia Luz

Hoje é sim tempo de celebrarmos, afinal, Dia das Mulheres é todo dia. É legal que exista uma data específica para homenageá-las. Uma conquista, uma evidência de luta, um pedaço de história e uma marca que muito ainda temos que nos posicionar, fazer bom uso de nossa voz a nosso favor e de tantas outras mulheres que precisam de nossa sororidade e posicionamento.


Algumas delas começam seu dia, quando o sol nem despontou ainda, enfrentando condução lotada, ruas congeladas, desbravando matas, dentro de um barco, atravessando enchentes, andando quilômetros no deserto ou a frente de corporações.  Elas, essas guerreiras, estão lá, firmes e fortes. Muitas são chefes de família, com dúzia de filhos ou sem condição alguma.

Ser mulher no passado não era fácil e nos dias atuais, com as mil e uma tarefas a desempenhar, continua não sendo. Mas hoje temos mais espaço e, mesmo que seja inevitável se desdobrar, maximizar, lutar,  somos mais ouvidas, respeitadas e admiradas. Mas temos muito ainda por conquistar  e realizar.

Dentro do Empreendedorismo Feminino brasileiro as notícias são positivas. Desde 2016, elas chefiam a maioria (51,5%) dos novos negócios no país, segundo  pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM).

Entre os novos empreendedores, aqueles que possuem um negócio com até 3,5 anos, as mulheres têm uma taxa de empreendedorismo superior à dos homens. A taxa delas é de 15,4%, enquanto a masculina é de 12,6%. A pesquisa GEM 2016 constatou também que as mulheres abrem uma empresa mais por necessidade do que os homens. Entre os novos empresários, 48% delas iniciam a atividade empresarial porque precisam complementar a renda ou se buscam recolocação no mercado de trabalho. Já entre os homens, esse número cai para 37%.

Segundo a pesquisa Donos de Negócio no Brasil, análise de gênero (que utiliza dados da Pnad/IBGE de 2016) o número de brasileiras empresárias cresceu 34% entre 2001 e 2014, enquanto o aumento de homens nesta situação, no mesmo período, foi de 14%.  Acreditamos que esse movimento de empoderamento feminino é crescente há alguns anos e em várias esferas, seja na política, na iniciativa privada e, claro, à frente dos negócios. Elas empreendem para gerar renda e também atender às próprias demandas.

Dentro do intraempreendedorismo feminino considerando ser esse o mercado de trabalho formal, a taxa de participação feminina  aumentou na comparação entre os anos 2017 e 2016.  Entre as mulheres, o índice passou de 59,1%, em 2016, para 59,9% em 2017. Elas apresentam maior tempo de estudo, sendo 37,5% com ensino superior completo, enquanto 32,1% dos homens ocupados têm esse nível de escolaridade. E neste quesito as noticias não nos são favoráveis pois os rendimentos femininos permanecem inferiores aos masculinos.

Outros dados demonstram que a desigualdade ainda permanece. Lista atualizada da União Interparlamentar, destaca que na política, entre 189 países, o Brasil ocupa o 129º lugar em participação feminina. Mulheres brasileiras ocupam 8,6% da Câmara dos Deputados. No Senado 16%. Nas 500 maiores empresas brasileiras só 33% são profissionais mulheres, sendo que nos cargos de liderança 13% ou 14%. A desigualdade fica ainda maior quando miramos a posição de CEO, onde poucas são mulheres nesta posição. Avançamos, é fato mas ainda há um longo caminho a percorrer.

Mudanças? Sim, precisamos, mas ela só será possível ao longo do caminho. De nada adianta parar, filosofar e desenhar a sociedade ideal para prosseguirmos. A mudança é feita a cada dia.  Dentro desta mudança vale lembrar que machismo não é oposto de feminismo. Enquanto o achismo cria uma sociedade onde homens têm privilégios, o feminismo cria uma sociedade com equidade entre homens e mulheres.

Entre altos e baixo, derrotas e conquistas deixo aqui o meu parabéns para as nobres guerreiras, que com coração tão grande e força quase divina, concedem a vida, amamentam seus filhos (muitas em seios de corpos famintos), fazem escolhas todos os dias, renunciam todos os dias, ensinam a verdade (o certo e o errado sobre tudo),  compreendem que seus corpos tem suas suas regras,  desbravam conceitos e se não fazem mais é porque está além de suas forças. Mas essa limitação não as limita,  porque ao promover vida, dedicação e amor, parecem receber asas, e com elas podem voar cada vez mais alto.

Celebremos o que conquistamos e o que ainda conquistaremos. Feliz NOSSO dia!

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A louca e maravilhosa vida feminina

Por Lênia Luz

Mês de março chegou e com ele celebrações pelo dia Internacional da Mulher tomarão conta das mídias sociais. E eu abro o mês falando sobre equilíbrio na nossa vida, louca vida feminina.

Por vezes paramos e vemos que trabalhamos de mais, beijamos na boca de menos. Trabalhamos de mais, e rimos de menos. Trabalhamos de mais, descansamos de menos. Será que nunca vamos conseguir equilibrar esta balança?

Te desafio neste mês de março a se alimentar um pouco mais de cultura para ter mais criatividade em seu trabalho empreendedor ou intraempreendedor. Ficar um pouco mais com seus filhos, com seu amor, com seus pais e com você mesma. Que você encontre na sua agenda insana, mais tempo para beijar na boca do que ficar presa as redes sociais.

Fonte da Imagem: Ale Manchini

Fonte da Imagem: Ale Manchini

“Ah! Lênia, mas eu estou sozinha! E nem tô querendo alguém para minha vida agora”. Ótimo! Mas lembre-se a dica é: trabalhe menos e saia mais com suas amigas/ irmãs, com seus amigos e sozinha ( muitas vezes a melhor companhia, é a nossa!)

Finalizo com a podeROSA escritora, Martha Medeiros que diz: “Até que chegou o dia em que deixamos de ser as coitadinhas. Ninguém mais fala em namoradinhas do Brasil: somos atrizes, estrelas, profissionais. Adolescentes não são mais brotinhos: são garotas da geração teen. Ser chamada de patricinha é ofensa mortal. Quem gosta de diminutivos, definha. Ser boazinha não tem nada a ver com ser generosa. Ser boa é bom, ser boazinha é péssimo. As boazinhas não têm defeitos. Não têm atitude. Conformam-se com a coadjuvância. PH neutro. Ser chamada de boazinha, mesmo com a melhor das intenções, é o pior dos desaforos. Mulheres bacanas, complicadas, batalhadoras, persistentes, ciumentas, apressadas, é isso que somos hoje. Merecemos adjetivos velozes, produtivos, enigmáticos. As “inhas” não moram mais aqui. Foram para o espaço, sozinhas.”

Nada de ser mártir do trabalho, da carreira, seja ela empreendedora ou intraempreendedora, seja ela uma escolha por ser a dona de sua casa, seja ela a escolha de ser a mãe de seus filhos em tempo integral ou a de não ter filhos. Se quer fazer honrar este dia 8 de março, permita-se  celebrar primeiro por ser uma MULHER que é #podeROSA,   #1000xbucetuda, fodástica e que dará um tempo para cuidar de seu bem estar físico, emocional e com isto conquistar ainda mais coisas neste mundo, vasto mundo!

Feliz março, permitindo-se um tempo para você!

Em tempo: Inscreva-se em nosso evento Pausa podeROSA e comece o mês de março permitindo-se um tempo para você: https://www.sympla.com.br/pausa-poderosa—especial-mes-da-mulher__246120

 

 

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Empreendendo nas Organizações

Por Karina Leyser Cordeiro

 

Lembro na faculdade de administração quando me perguntavam se eu gostaria de empreender, eu afirmava veementemente que não. Que não tinha perfil e que queria mesmo era estar em grandes organizações. Engraçado como fomos educados a polarizar o empreender do trabalhar em organizações.

Porém, a medida que fui avançando na carreira corporativa, percebi o quanto gostava de usar da minha criatividade para resolver problemas, o quanto me era natural ser proativa frente a iniciativas e que querendo ou não me sentia “meio dona” da organização, características essas que sempre escutei nos relatos de grandes empreendedores.

Fonte da Imagem: UOL

Fonte da Imagem: UOL

Foi aí que comecei a estudar um termo ainda não muito divulgado no Brasil – o intraempreendedorismo. Esse termo apareceu pela primeira vez lá em 1978, afirmando que as empresas, a fim de prosperar numa economia em rápida mudança precisariam incorporar o pensamento empreendedor. Se naquela época era imperativo, o que dizer dos tempos atuais em que as mudanças acontecem num piscar de olhos!

E o que compõe esse pensamento empreendedor tão essencial nas organizações? Vejamos algumas características destes intraempreendedores. Intraempreendedores são dinâmicos, sempre testando ideias e conectando pessoas. São comprometidos com a inovação, o que significa que sempre buscam a melhoria contínua, mesmo quando resulte fazer mudanças radicais. São adaptáveis e resilientes, mantendo o otimismo e a vontade de trabalhar.

Quem não gostaria de trabalhar com pessoas assim não é mesmo? Você pode pensar que isso pode até ser verdade entre colegas de trabalho, mas na relação hierárquica a conversa seria outra. Realmente, ainda há muitas organizações em que a liderança não se sente confortável, e às vezes até mesmo intimidada com esse perfil intraempreendedor. Mas a boa notícia é que as empresas e suas lideranças estão constatando que sem esses funcionários, a sua sobrevivência está em risco.

Vamos embarcar neste mundo intraempreendedor? Tenho certeza que a jornada nos levará a destinos surpreendentes!

Se você se interessa pelo assunto e gostaria de se “equipar” com mais informações, conheça o nosso Programa Gear Up Women.

Inscrições: https://www.sympla.com.br/programa-gear-up—1-turma__224780

Quer receber a ementa do programa? Mande email para: contato@empreendedorismorosa.com.br

 

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