A busca pela beleza

Não é de hoje que eu gosto da Carla Bruni, ex-primeira dama da França e ex-modelo. Durante o tempo em que estudei francês, eram as músicas dela as que eu mais ouvia. De lá pra cá, acompanho suas entrevistas quando posso e a considero uma mulher muito bonita, cheia de atitude e inspiradora.

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E minha intenção não é discorrer sobre as suas atividades filantrópicas ou o quanto ela custou para o estado como primeira-dama, mas sim sobre uma entrevista que a atual cantora cedeu à Veja. Em uma das perguntas da jornalista Tatiana Gianini, Bruni respondeu:

“A beleza, depois de certa idade, está muito mais ligada à elegância, à simpatia e à inteligência. Até os 35 anos de idade, mesmo uma pessoa desagradável pode ser considerada bonita. Depois, não mais.”

O escritor e jornalista Fabrício Carpinejar continua com o discurso em seu blog: “Depois o que ilumina a pele é se ela é amada ou não, se ela ama ou não, se ela é educada ou não, se ela sabe falar ou não. Depois dos 35 anos, a beleza vem do caráter. Do jeito como os problemas são enfrentados, da alegria de acordar e da leveza ao dormir. Depois dos 35 anos, o sexo é o botox que funciona, a amizade é o creme que tira as rugas, o afeto é o protetor solar que protege o rosto. A beleza passa a ser linguagem, bom humor. A beleza passa a ser inteligência, gentileza. Depois dos 35 anos, só a felicidade rejuvenesce.”

Isso me fez pensar sobre a constante busca pela perfeição. Buscamos sempre o melhor, o máximo de nós, e muitas vezes travamos nossos sonhos e sofremos por não conseguirmos atingir expectativas altas demais, que impomos a nós mesmas. Mas e se buscarmos a beleza? Essa beleza de depois dos 35 anos?

Eu proponho que hoje você não busque a perfeição, mas a beleza. A beleza da rotina, a beleza das derrotas, das atitudes, da educação. A beleza da colaboração, da transformação. A beleza que é ficar mais velho, a beleza da vida bem vivida. Se você encontrar essa beleza, seja aos 20 ou aos 40, mulher, aí você alcançou a perfeição.

Amanda Riesemberg é publicitária, formada no Centro Universitário Curitiba. Fundadora da Nossa Causa  – Agência de Transformação Social, luta pelo crescimento do voluntariado, das atividades filantrópicas no país e da profissionalização do terceiro setor. Voluntária no Instituto HUMSOL, foi uma das 15 brasileiras convidadas para o Programa de Intercâmbio de Empoderamento Feminino realizado nos Estados Unidos em 2012. Trabalhou com projetos sociais como Esta vaga não é sua nem por um minuto, Outubro Rosa, Ciclista Legal e Antonina Weekend.

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4 Recomendações para Empreendedoras podeRosas

Por Leonardo Pansardi Grisotto

Release profissional:

Empreender no Brasil é tarefa para poucos. Segundo o IBGE, os proprietários de empresas representam apenas 3,7% da população. Para ajudar as empreendedoras nessa difícil jornada, seguem algumas recomendações baseadas nas melhores práticas na gestão de empresas:

Planejamento

Há anos o Sebrae aponta a falta de planejamento (estratégico) como uma das principais causas de falência das empresas no Brasil. É preciso responder questões como: Qual é o nosso foco? Quem é o público-alvo? Quanto será minha margem? Quantas pessoas preciso na equipe? A demanda é real ou só está na minha cabeça? Onde queremos chegar? E por aí vai. Planejar é questionar. Questione tudo em seu negócio e busque melhorar sempre, em todas as áreas, não apenas naquela em que você é expert.

Fonte da imagem: Corbis


Liderança

Uma líder precisa cuidar da sua equipe. As pessoas trabalham em uma empresa porque eles querem fazer a diferença e saber que elas são importantes no processo. O lucro é consequência. É assim que uma companhia cresce.

Organização

Uma empresa organizada possui um sistema de gestão e processos bem definidos, que é a forma de se operar, o modus operandi, são as regras do negócio bem definidas e claras para toda a equipe. Aqui estamos falando de todos os processos, sejam eles financeiros, RH, marketing ou operacional. Todos, sem exceção, precisam ser mapeados a fim de se organizar a empresa.

Controles

Controle seu negócio. Você só conseguirá gerenciar o que conseguir medir. Controle os números críticos, sejam eles volume de vendas, margem de produtos, turnover ou geração de caixa. Crie indicadores e acompanhe-os ao longo dos meses. Isso é fundamental pra você saber onde está e se está indo na direção certa ou não!

Essas 4 recomendações formam a base pra gestão de qualquer negócio, em qualquer segmento da economia. A falta deles é justamente o ponto crítico que leva diversas empresas à falência, conforme as estatísticas. E reforçando esses pontos, como diria Jorge Paulo Lemann: “A gente só tem um truque, que é colocar gente boa e nosso sistema de gestão para mudar o resultado de uma empresa”.

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Vamos celebrar o empreendedorismo ?

Por Lênia Luz

Uauuuuuuuuuuuuuuuuuu! Maio chega e com ele mais um ano de Empreendedorismo Rosa. Sim, hoje celebramos 5 anos de vida.

Se pudesse colocar aqui todas as experiências, vivências, histórias vividas, penso que já teria um bom livro para lançar, mas hoje quero falar sobre Celebração!

Vou parafrasear Oswaldo Montenegro, em sua música Vamos Celebrar, para que juntos celebremos mais um ano empreendedor, afinal você é personagem principal desta história.

 

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“Eu gosto de empreender em todos os cantos e pROSEAR um bocado com estas mulheres que tem um tom sempre ROSADO e vem comigo brindar.
Eu gosto do estilo empreendedor arrojado e de abraço apertado
Eu gosto de empreendedores diversos que com suas histórias me inspiram um tanto assim
Eu gosto de as vezes ficar fora dos trilhos, de caminhar com meus filhos e da cor do rosa pink, SIM!
Tem gente, muita gente que eu gosto
que eu quase aposto que não gosta de mim, mas a vida é assim…

Eu gosto de olhar para frente, de ter foco nas “gentes” que buscam o meu olhar.
Eu gosto de quem sempre acredita que a vida é bendita, que mesmo com as lutas diárias vale à pena continuar.
Eu gosto do repique do atabaque, de meditar com incenso, ler a bíblia em silêncio e louvar para me reconectar com o PAI.
Eu gosto de inventar novas pROSAS, inovar com as podeROSAS e dos 4F’s, enfim…

Eu gosto de saber que é possível, mesmo quando tudo parece impossível e correr os risco que tenho para correr.
Eu gosto do canto empreendedor, de novos negócios surgindo e de conhecer gente que vem para somar e fazer valer
Eu gosto de parceiros sinceros, de mentores iluminados e de clientes que querem crescer.
Eu gosto de quem é moderno e de quem não quer ser, mas sobretudo de quem sabe que o “olho no olho” é que faz a vida de fato valer.

Eu gosto de empreender na madrugada e de encontrar outros pares, para surtar juntos até o amanhecer.

Eu gosto da risada gargalhada, da beleza em todas as mulheres empoderadas que não se cansam de fazer acontecer.
Eu gosto de quem quer dar ajuda, de quem pede ajuda e acredita que muda o que não anda legal.
Eu gosto de quem pede socorro, sem mimimi e com muito hahaha, sem medo de parecer um tolo e simplesmente assumir quem se é.

Eu gosto é de ver ações podeROSAS raras, e da verdade na cara de quem vem para ROSEAR.

Eu gosto deste empreender que tem valido a pena, desta vida de altos e baixos, deste frio na barriga constante e deste amor que me move e hoje me faz celebrar

Eu gosto é de cantar e te convido engrossar este coro, pois fazemos 5 anos de muito riso e muito choro e por este motivo,vamos celebrar, celebrar, celebrar… Vamos celebrar!

Vamos celebrar, celebrar, celebrar… Vamos celebrar!”

Gratidão por celebrarem comigo!

Anotem na sua agenda, dia 24/05 teremos uma pROSA especial, comigo, falando sobre minha caminhada nestes 5 anos de empreender, garanta seu ingresso com um valor super especial para você que nos acompanha:https://www.sympla.com.br/happy-com-prosa-respeiteminhacaminhada__139644

 

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Empreender é ser uma versão beta todos os dias

Por Cássia Gomes

Dia desses ouvi alguém dizer que a vida é uma versão beta. Como assim? Eu explico. Trocando em miúdos versão beta é o nome dado a fase de um produto em desenvolvimento, mas que é considerado aceitável para ser lançado ao público em uma versão de teste. Hum…Veja bem!
Num primeiro momento me recusei a concordar porque pensei nessa minha nova jornada, agora de mãe, esposa, profissional, com mil coisas para fazer durante o dia, sem tempo para experimentações. Preciso ser assertiva… na maioria das vezes. Será?

 

Fonte da Imagem: Cida Demarchi

Fonte da Imagem: Cida Demarchi

Era tarde da noite, entrei no quarto do pequeno que estava em sono profundo, recuei para não acordá-lo. Depois já no meu quarto desejei boa noite para o marido, deitei e voltei a pensar no assunto. Concordei. A minha, a nossa vida, é sim uma versão inacabada. Perceba:
• Buscamos com frequência algo que nos permita melhorar a nossa vida pessoal e profissional.
• Queremos normalmente dar um upgrade na aparência, mudar o cabelo, emagrecer, usar um acessório diferente.
• Testamos receitas na cozinha.
• Trocamos a pintura de uma parede, a decoração de uma sala.
• Experimentamos caminhos diferentes na volta pra casa.
• Mudamos de ideia quando somos convencidos pelo argumento de outra pessoa.
• Sentimos sensações novas a cada amanhecer.

E por aí vai. Mudamos, testamos, o tempo todo, a todo tempo.

Ufa, parece óbvio, mas para mim essa constatação fez todo sentido, porque tenho uma ideia para empreender que está ganhando corpo, e no meio do caminho encontrei o Empreendedorismo Rosa, um lugar frequentado por mulheres incríveis, donas do seu negócio. O pouco que observei nas trocas de experiências que rola na Confraria Rosa, notei que mesmo com seus empreendimentos indo de vento em popa, acho que elas se permitem uma “mentalidade empreendedora em versão de testes”. Elas são motivadas a testar, experimentar, fazer o novo de forma diferente. E olha que legal, cada uma a sua maneira, direta ou indiretamente, elas contribuem para a criação de novas ideias ou de soluções para diferentes desafios, uma da outra. Uau! Me senti confiante.

Resumo da ópera, sou uma aspirante a empreendedora versão beta. E ao vivenciar o empreendedorismo feminino na Confraria do Empreendedorismo Rosa, entendi que empreender vai além de ter o próprio negócio, mas é a capacidade de se reinventar, de inovar, de buscar soluções independente da situação, é ter atitude, auto liderança, perspectiva, ser resiliente, é estar aberta constantemente à novas possibilidades, é estar sujeito a mudanças. Empreender é permitir ser uma versão beta todos os dias.

*Cássia Gomes é formada em comunicação social, atriz, mãe, esposa, alto astral. Aspirante a empreendedora.Gosta de um bom papo e de escrever com alma e coração. E além de tudo isso, ainda nos INSPIRA.

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*Muitas mulheres dentro de uma mesma mulher!

Por Empreendedorismo Rosa

Hoje abrimos uma nova aba em nosso espaço de pROSAS, para você que nos acompanha. A aba é a “ELAS nos inspiram”, onde traremos postagens e depoimentos de podeROSAS mulheres que de alguma forma estiverem ou estão presentes em nossas ações.

Começamos com a personal organizer e também colunista de nosso blog, Tereza Karam, com seu depoimento em tom de gratidão. Mas gratidão é nossa de termos uma parceira que nos motiva e nos inspira a seguirmos com nossos propósitos de ROSEARMOS o mundo!

Segue o post direto do Blog Tereza Karam“Desde que me conheço por gente – desde os 8 anos – estou rodeada de mulheres numa proporção maior do que homens. Afinal, somos maioria! As estatísticas brasileiras confirmam a prevalência de mulheres, inclusive ocupando mais o mercado de trabalho do que os homens. Mas, minha percepção vai além, na maneira como nós mulheres ocupamos estes espaços.

Nos juntamos por afinidades e geramos um “barulho” no entorno, que muitas vezes assusta os homens. Somos mais emocionais, e onde tem mais emoção encontramos mais movimento. Isto não é achismo, a ressonância magnética funcional, comprova uma atividade maior na área do cérebro conhecida como sistema límbico ou cérebro emocional.

Fonte da Imagem: Estúdio Trevisart

Fonte da Imagem: Estúdio Trevisart

Mas… mais movimento, não significa muito barulho e pouca chuva, não!

Somos muito produtivas! Tudo bem, que às vezes nos perdemos com tanta emoção e a chamada para exercer muitos papéis, mas voltamos a nos encontrar. É bom ter por perto uma terapeuta ou mentora, ou aquela amiga mais “cabeça”.

Durante minha jornada como Psicóloga e mais recentemente como Personal Organizer observei este “barulho” feminino. Quando fui professora de Faculdade da Terceira Idade, a maioria? Mulheres. E nas comemorações com baile, nenhum problema em dançar mulher com mulher, o que valia era a diversão!

E por falar em baile, fui fazer dança de salão e adivinhe, a maioria? Mulheres. E se queríamos aprender a dançar… revezávamos os poucos homens e treinávamos entre nós mesmas.

No consultório de psicologia, no público de palestras, nos grupos de aprimoramento pessoal, nas aulas de pós- graduação? A maioria mulheres com o seu falar, indagar, narrar, ouvir, sorrir… e deixar perfume no ar. Como dizia Coco Chanel, “uma mulher que não usa perfume não tem futuro”.

Então, vou assumindo que o universo feminino é mais “barulhento” e precisa se expressar, e ofereço serviços especialmente estruturados para as mulheres. O mais recente está na parceria com o Empreendedorismo Rosa, lá encontro um grupo de mulheres que querem fazer a vida acontecer, que se apoiam mutuamente num interesse genuíno de aprimoramento pessoal e profissional.

A vida é dinâmica, não existe garantia de estabilidade, mas podemos lidar com as frustrações sem que elas nos despersonalize. Ou talvez, para não se despersonalizar precisemos sempre nos reinventar. São muitas mulheres dentro de uma mesma mulher!

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Maternidade empreendedora, uma via de mão dupla

Por Wilmarise Martins

  •  Eu já fiz mais de 400 brefings com pilotos e comissários ao longo da minha carreira na aviação;
  •  Speeches para passageiros, talvez o dobro deste número;
  •  Dei conta das mais diversas situações a bordo com pessoas com o dobro do meu tamanho;
  •  Na fase atual, tenho apresentado o meu empreendimento em “pitchs” diante de tantas pessoas, e muitas eu sequer conheço;
  •  É para negociar? Sem problemas.
  •  Tá com a energia meio bagunçada? Vem cá que eu dou um jeito.

Mas hoje eu fui à escola de meu filho falar para 30 pares de olhinhos de menos de 1,50cm sobre a minha profissão e confesso: FOI A COISA MAIS DIFÍCIL DA MINHA VIDA!

Fone da Imagem: Arquivo pessoal

Fonte da Imagem: Arquivo pessoal

Ele foi me buscar lá na recepção e entrou na sala de mãos dadas comigo todo orgulhoso. E eu? Muito, muito, muito nervosa.

E então, o inusitado e maravilhosos mundo das crianças se fez à minha frente:

“- Nossa, ela não é loira! ( a saga de ser morena em meio aos polakinhos não tem fim…).”

“- Mas ela é tão bonita! ( meninas)”

 “- Tia, você é cozinheira de doces e de café?

“Sim, mas antes do Lucca nascer eu fui aeromoça!” (tentativa de falar 1)

“- Meu tio tem um amigo piloto!”;
“- Eu já viajei de avião”;
“- Eu viajei mas vomitei”;
” – Eu já viajei mas demorou muito…eu fui pra Espanha!”
“- Ela trabalhou 16 anos na TAM ( Lucca, com o peito estufado)”.

“E, para ficar mais perto do Lucca , eu parei de voar”; (tentativa de falar 2)

“- Ah, ela não parou de trabalhar, só mudou de trabalho! “(6 anos)
“- Mas e ele não podia ficar com os avós?” (6 anos)
“- Como é que ele ia mamar, né tia?” (6 anos).
“- Lá, no “nosso” Café Le Mundi, “a gente” aluga livro, faz café, vende muitas coisas legais e minha mãe faz Reiki” ( Lucca, o pequeno empreendedor).

Certo, chega de falar. Agora tem brownie e gibis para todo mundo!

Um filho orgulhoso e uma mulher/mãe/profissional plena e feliz por cada escolha feita até aqui.

Em um ano tão complicado, como 2016,  foi uma releitura do clichê: ” Vai moça, não desista!”

Em tempo: O espaço empreendedor Le Mundi Café Terapêutico & Livroteca tem sido um grande parceiro do Empreendedorismo Rosa. Há quase 2 anos compartilhamos de um mesmo espaço físico, a casa mais colorida de Curitiba, mas muito mais do que isso, compartilhamos os altos e baixos da vida empreendedora. No próximo dia 10/12, celebram 3 anos de vida e nós ficamos muito felizes por fazer parte desta história. Se você não conhece este espaço inspirador com deliciosos cafés, muitas gostosuras gastronômicas e bons livros para locação, além dos atendimentos terapêuticos da Le Mundi Thèrapeutique, venha conhecer!  Dia 10/12 , sábado, a partir das  na Rua 7 de abril, 1181, Juvevê, Curitiba , Paraná.
Quer se inspirar ainda mais com esta história empreendedora? Assista em nosso canal do youtube, nossa pROSEADORA, Wilmarise Martins, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=XKiMEGlu5lw 
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