Porque toda Startup deve ter uma Mulher

O primeiro ano, em alguns casos, os primeiros meses de uma startup são decisivos para que a ideia se torne uma empresa de sucesso ou não. Horas extras, dupla função, falta de senso de urgência ou comprometimento, são queixas comuns a respeito de funcionários; então, para empreender com poucos recursos, a solução é ter dentro do quadro de sócios, pessoas dispostas a se sacrificar por um objetivo maior.

Fonte da imagem: Reprodução Pinterest

Mas isso não é o bastante; um time empreendedor precisa possuir, além de força de vontade e determinação, algumas habilidades adicionais como: capacidade de se adaptar rapidamente, ter foco, saber motivar pessoas, ter criatividade, agilidade, executar muitas tarefas ao mesmo tempo, otimizar tempo, administrar recursos e gerenciar crises.

Em resumo, dentro de um time que pretende revolucionar o mundo com sua ideia é realmente necessário ter as pessoas mais capacitadas para que se possa aumentar a chance de sucesso. Acontece que, se existe alguém que consegue ser tudo isso simultaneamente e ainda continua sorrindo no meio das adversidades, é forte, incansável, realista e otimista, tem o equilíbrio entre a razão e a emoção, com certeza é uma mulher.

Empresas como IBM, HP, Xerox, Yahoo, já possuem CEOs mulheres, muitas outras já ocupam posições estratégicas em grandes empresas, são pessoas que juntaram qualidades naturais a inteligência, oportunidade, conhecimento, e criaram carreiras vitoriosas; mais do que uma tendência, é uma constatação de que, mesmo no mundo da tecnologia, nós mulheres temos muito a contribuir.

Em um mundo onde todos buscam vantagens competitivas, sai na frente aquele que consegue entender que por todas as suas qualidades, uma mulher é sempre uma importante aliada, tanto na vida pessoal quanto profissional. Você já tem uma no seu time?

Fabiany Lima é fundadora e CEO da Timolico, formada em Direito com MBA em Marketing e Vendas, atuante no mercado da internet, participou em posições de liderança em 3 startups até fundar a sua, uma orgulhosa mãe de gêmeas e empreendedora serial. Baseada na sua experiência pessoal, criou uma plataforma online para customizar produtos, com um modelo de produção inovador montou um e-commerce de Produtos Customizados voltados para o público feminino e infantil. Fez parte do programa de aceleração de startups da  Aceleratech em parceria com a ESPM.

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Feliz Páscoa!

                      Fonte da imagem: Empreendedorismo Rosa

 

Os festejos da Páscoa em todo o mundo possuem variações em suas origens e significados.

  •  Na China, o “Ching-Ming” é uma festividade que ocorre na mesma época da Páscoa, onde são visitados os túmulos dos ancestrais e feitas oferendas, em forma de refeições e doces, para deixá-los satisfeitos com os seus descendentes.
  •  Na Europa, as origens da Páscoa remontam a bem longe, aos antigos rituais pagãos do início da primavera (que no Hemisfério Norte inicia em março). Nestes lugares, as tradições de Páscoa incluem a decoração de ovos cozidos e as brincadeiras com os ovos de Páscoa como, por exemplo, rolá-los ladeira abaixo, onde será vencedor aquele ovo que rolar mais longe sem quebrar.
  •  Nos países da Europa Oriental, como Ucrânia, Estônia, Lituânia e Rússia A tradição mais forte é a decoração de ovos com os quais serão presenteados amigos e parentes. A tradição diz que, se as crianças forem bem comportadas na noite anterior ao domingo de Páscoa e deixarem um boné de tecido num lugar escondido, o coelho deixará doces e ovos coloridos nesses “ninhos”.
  • Nos Estados Unidos, a  brincadeira mais tradicional ainda é a “caça ao ovo”, onde ovos de chocolate são escondidos pelo quintal ou pela casa para serem descobertos pelas crianças na manhã de Páscoa. Em algumas cidades a “caça ao ovo” é um evento da comunidade e é usada uma praça pública para esconder os ovinhos.
  •  No Brasil e América Latina, o mais comum é as crianças montarem seus próprios ninhos de Páscoa, sejam de vime, madeira ou papelão, e enchê-los de palha ou papel picado. Os ninhos são deixados para o coelhinho colocar doces e ovinhos na madrugada de Páscoa. A “caça ao ovo” ou “caça ao cestinho” também é utilizada.
Não importa qual  a tradição, o que desejamos a você é que o sentimento de renovação  se faça presente neste dia. Feliz Páscoa!

Leia mais: http://www.mensagenscomamor.com/pascoa.htm#ixzz3WRIEqlpa

 

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Sim, temos o que celebrar, mas muito a mudar!

Por Lênia Luz

Hoje é sim tempo de celebrarmos, afinal, Dia das Mulheres é todo dia. É legal que exista uma data específica para homenageá-las. Uma conquista, uma evidência de luta, um pedaço de história e uma marca que muito ainda temos que nos posicionar, fazer bom uso de nossa voz a nosso favor e de tantas outras mulheres que precisam de nossa sororidade e posicionamento.


Algumas delas começam seu dia, quando o sol nem despontou ainda, enfrentando condução lotada, ruas congeladas, desbravando matas, dentro de um barco, atravessando enchentes, andando quilômetros no deserto ou a frente de corporações.  Elas, essas guerreiras, estão lá, firmes e fortes. Muitas são chefes de família, com dúzia de filhos ou sem condição alguma.

Ser mulher no passado não era fácil e nos dias atuais, com as mil e uma tarefas a desempenhar, continua não sendo. Mas hoje temos mais espaço e, mesmo que seja inevitável se desdobrar, maximizar, lutar,  somos mais ouvidas, respeitadas e admiradas. Mas temos muito ainda por conquistar  e realizar.

Dentro do Empreendedorismo Feminino brasileiro as notícias são positivas. Desde 2016, elas chefiam a maioria (51,5%) dos novos negócios no país, segundo  pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM).

Entre os novos empreendedores, aqueles que possuem um negócio com até 3,5 anos, as mulheres têm uma taxa de empreendedorismo superior à dos homens. A taxa delas é de 15,4%, enquanto a masculina é de 12,6%. A pesquisa GEM 2016 constatou também que as mulheres abrem uma empresa mais por necessidade do que os homens. Entre os novos empresários, 48% delas iniciam a atividade empresarial porque precisam complementar a renda ou se buscam recolocação no mercado de trabalho. Já entre os homens, esse número cai para 37%.

Segundo a pesquisa Donos de Negócio no Brasil, análise de gênero (que utiliza dados da Pnad/IBGE de 2016) o número de brasileiras empresárias cresceu 34% entre 2001 e 2014, enquanto o aumento de homens nesta situação, no mesmo período, foi de 14%.  Acreditamos que esse movimento de empoderamento feminino é crescente há alguns anos e em várias esferas, seja na política, na iniciativa privada e, claro, à frente dos negócios. Elas empreendem para gerar renda e também atender às próprias demandas.

Dentro do intraempreendedorismo feminino considerando ser esse o mercado de trabalho formal, a taxa de participação feminina  aumentou na comparação entre os anos 2017 e 2016.  Entre as mulheres, o índice passou de 59,1%, em 2016, para 59,9% em 2017. Elas apresentam maior tempo de estudo, sendo 37,5% com ensino superior completo, enquanto 32,1% dos homens ocupados têm esse nível de escolaridade. E neste quesito as noticias não nos são favoráveis pois os rendimentos femininos permanecem inferiores aos masculinos.

Outros dados demonstram que a desigualdade ainda permanece. Lista atualizada da União Interparlamentar, destaca que na política, entre 189 países, o Brasil ocupa o 129º lugar em participação feminina. Mulheres brasileiras ocupam 8,6% da Câmara dos Deputados. No Senado 16%. Nas 500 maiores empresas brasileiras só 33% são profissionais mulheres, sendo que nos cargos de liderança 13% ou 14%. A desigualdade fica ainda maior quando miramos a posição de CEO, onde poucas são mulheres nesta posição. Avançamos, é fato mas ainda há um longo caminho a percorrer.

Mudanças? Sim, precisamos, mas ela só será possível ao longo do caminho. De nada adianta parar, filosofar e desenhar a sociedade ideal para prosseguirmos. A mudança é feita a cada dia.  Dentro desta mudança vale lembrar que machismo não é oposto de feminismo. Enquanto o achismo cria uma sociedade onde homens têm privilégios, o feminismo cria uma sociedade com equidade entre homens e mulheres.

Entre altos e baixo, derrotas e conquistas deixo aqui o meu parabéns para as nobres guerreiras, que com coração tão grande e força quase divina, concedem a vida, amamentam seus filhos (muitas em seios de corpos famintos), fazem escolhas todos os dias, renunciam todos os dias, ensinam a verdade (o certo e o errado sobre tudo),  compreendem que seus corpos tem suas suas regras,  desbravam conceitos e se não fazem mais é porque está além de suas forças. Mas essa limitação não as limita,  porque ao promover vida, dedicação e amor, parecem receber asas, e com elas podem voar cada vez mais alto.

Celebremos o que conquistamos e o que ainda conquistaremos. Feliz NOSSO dia!

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A louca e maravilhosa vida feminina

Por Lênia Luz

Mês de março chegou e com ele celebrações pelo dia Internacional da Mulher tomarão conta das mídias sociais. E eu abro o mês falando sobre equilíbrio na nossa vida, louca vida feminina.

Por vezes paramos e vemos que trabalhamos de mais, beijamos na boca de menos. Trabalhamos de mais, e rimos de menos. Trabalhamos de mais, descansamos de menos. Será que nunca vamos conseguir equilibrar esta balança?

Te desafio neste mês de março a se alimentar um pouco mais de cultura para ter mais criatividade em seu trabalho empreendedor ou intraempreendedor. Ficar um pouco mais com seus filhos, com seu amor, com seus pais e com você mesma. Que você encontre na sua agenda insana, mais tempo para beijar na boca do que ficar presa as redes sociais.

Fonte da Imagem: Ale Manchini

Fonte da Imagem: Ale Manchini

“Ah! Lênia, mas eu estou sozinha! E nem tô querendo alguém para minha vida agora”. Ótimo! Mas lembre-se a dica é: trabalhe menos e saia mais com suas amigas/ irmãs, com seus amigos e sozinha ( muitas vezes a melhor companhia, é a nossa!)

Finalizo com a podeROSA escritora, Martha Medeiros que diz: “Até que chegou o dia em que deixamos de ser as coitadinhas. Ninguém mais fala em namoradinhas do Brasil: somos atrizes, estrelas, profissionais. Adolescentes não são mais brotinhos: são garotas da geração teen. Ser chamada de patricinha é ofensa mortal. Quem gosta de diminutivos, definha. Ser boazinha não tem nada a ver com ser generosa. Ser boa é bom, ser boazinha é péssimo. As boazinhas não têm defeitos. Não têm atitude. Conformam-se com a coadjuvância. PH neutro. Ser chamada de boazinha, mesmo com a melhor das intenções, é o pior dos desaforos. Mulheres bacanas, complicadas, batalhadoras, persistentes, ciumentas, apressadas, é isso que somos hoje. Merecemos adjetivos velozes, produtivos, enigmáticos. As “inhas” não moram mais aqui. Foram para o espaço, sozinhas.”

Nada de ser mártir do trabalho, da carreira, seja ela empreendedora ou intraempreendedora, seja ela uma escolha por ser a dona de sua casa, seja ela a escolha de ser a mãe de seus filhos em tempo integral ou a de não ter filhos. Se quer fazer honrar este dia 8 de março, permita-se  celebrar primeiro por ser uma MULHER que é #podeROSA,   #1000xbucetuda, fodástica e que dará um tempo para cuidar de seu bem estar físico, emocional e com isto conquistar ainda mais coisas neste mundo, vasto mundo!

Feliz março, permitindo-se um tempo para você!

Em tempo: Inscreva-se em nosso evento Pausa podeROSA e comece o mês de março permitindo-se um tempo para você: https://www.sympla.com.br/pausa-poderosa—especial-mes-da-mulher__246120

 

 

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Ciranda com pROSA na Semana Global de Empreendedorismo

Por Empreendedorismo Rosa

O Empreendedorismo Rosa uniu forças com mulheres de Curitiba e fará uma ação especial em celebração ao dia Mundial do Empreendedorismo Feminino, celebrado no dia 19/11.  Esta será uma ação dentro da proposta da Semana Global do Empreendedorismo 2017.
 
A pROSA acontecerá no Hostel Roma, com a presença de 4 mulheres compartilhando suas histórias empreendedoras em 15 minutos, cada uma.
Depois abriremos a roda para que você interaja com elas através de perguntas que possam ajudá-la em seu fazer acontecer.
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“A roda gira.
Gira a ciranda da vida!
Ciranda ROSA inspira e motiva a realizar!”
É o Empreendedorismo Rosa incentivando o empoderamento da mulher no Brasil!
Venha, venha com a gente rosear!

 

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A busca pela beleza

Não é de hoje que eu gosto da Carla Bruni, ex-primeira dama da França e ex-modelo. Durante o tempo em que estudei francês, eram as músicas dela as que eu mais ouvia. De lá pra cá, acompanho suas entrevistas quando posso e a considero uma mulher muito bonita, cheia de atitude e inspiradora.

naousamosapenasrosa.blogspot.com.br

E minha intenção não é discorrer sobre as suas atividades filantrópicas ou o quanto ela custou para o estado como primeira-dama, mas sim sobre uma entrevista que a atual cantora cedeu à Veja. Em uma das perguntas da jornalista Tatiana Gianini, Bruni respondeu:

“A beleza, depois de certa idade, está muito mais ligada à elegância, à simpatia e à inteligência. Até os 35 anos de idade, mesmo uma pessoa desagradável pode ser considerada bonita. Depois, não mais.”

O escritor e jornalista Fabrício Carpinejar continua com o discurso em seu blog: “Depois o que ilumina a pele é se ela é amada ou não, se ela ama ou não, se ela é educada ou não, se ela sabe falar ou não. Depois dos 35 anos, a beleza vem do caráter. Do jeito como os problemas são enfrentados, da alegria de acordar e da leveza ao dormir. Depois dos 35 anos, o sexo é o botox que funciona, a amizade é o creme que tira as rugas, o afeto é o protetor solar que protege o rosto. A beleza passa a ser linguagem, bom humor. A beleza passa a ser inteligência, gentileza. Depois dos 35 anos, só a felicidade rejuvenesce.”

Isso me fez pensar sobre a constante busca pela perfeição. Buscamos sempre o melhor, o máximo de nós, e muitas vezes travamos nossos sonhos e sofremos por não conseguirmos atingir expectativas altas demais, que impomos a nós mesmas. Mas e se buscarmos a beleza? Essa beleza de depois dos 35 anos?

Eu proponho que hoje você não busque a perfeição, mas a beleza. A beleza da rotina, a beleza das derrotas, das atitudes, da educação. A beleza da colaboração, da transformação. A beleza que é ficar mais velho, a beleza da vida bem vivida. Se você encontrar essa beleza, seja aos 20 ou aos 40, mulher, aí você alcançou a perfeição.

Amanda Riesemberg é publicitária, formada no Centro Universitário Curitiba. Fundadora da Nossa Causa  – Agência de Transformação Social, luta pelo crescimento do voluntariado, das atividades filantrópicas no país e da profissionalização do terceiro setor. Voluntária no Instituto HUMSOL, foi uma das 15 brasileiras convidadas para o Programa de Intercâmbio de Empoderamento Feminino realizado nos Estados Unidos em 2012. Trabalhou com projetos sociais como Esta vaga não é sua nem por um minuto, Outubro Rosa, Ciclista Legal e Antonina Weekend.

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