Youtube: Tenha o seu canal

Por Taty Verri

Há muito tempo o audiovisual ganhou o coração da população mundial e já a um bom tempo o consumo de vídeos deixo de ser exclusivo para TVs e cinemas, a internet ganhou sua força nesse segmento e vem alcançado números cada vez maiores de visualizações. De acordo com um relatório da Cisco (http://www.cisco.com/c/en/us/solutions/collateral/service-provider/visual-networking-index-vni/complete-white-paper-c11-481360.html), em 2019 os vídeos online serão responsáveis por quatro quintos do tráfego mundial de internet.

E não tem como falar de vídeo na internet sem falar de Youtube. A plataforma já é a referência em vídeos e vem crescendo cada vez mais em todo o mundo e no Brasil não é diferente, em 2016 a plataforma chegou a 82 milhões de usuários, isso é 80% da população brasileira que tem acesso a internet.

 

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Pensando nisso, mesmo que sua intenção não seja ser um Youtuber, ter seu canal na plataforma pode sim fazer parte da sua estratégia de comunicação. Mas calma, não basta sair criando um canal na plataforma, é preciso um planejamento e direcionamento, segue algumas dicas.

1-            Defina um conteúdo: Tenha claro qual a intenção do seu canal e sobre o que você vai falar. Segmente bem o nicho de mercado que quer atingir, nem todos serão Youtubers famosos a nível nacional, mas podem sim ser referências no seu nicho de mercado.

2-            Seja autêntico: Mostre quem você é de fato e compartilhe o que faz sentido com você. Conheça muito bem seu concorrente, saiba sobre o que está sendo falado, mas faça do seu jeito, você tem que ser você.

3-            Tenha periodicidade: Um canal só cresce se tiver periodicidade, não precisa postar todos os dias, mas poste com certa frequência. Para isso, faça um planejamento dos seus próximos temas.

4-            Faça parcerias: Apareça em outros canais e convide pessoas de outros canais para aparecer no seu, mas além disso, troque experiências e conteúdo entre vocês, isso funciona bem para qualquer segmento, mas acontece com maior frequência entre os músicos.

5-            Estude, estude, estude: Quanto mais você se mostrar uma autoridade no assunto, mais seguidores você terá, você será uma referência no segmento que escolheu. Por isso você precisa entender muito bem do que está falando e precisa sempre estar atualizado sobre o tema.

É importante lembrar que nenhum canal vai virar um fenômeno da noite para o dia, o trabalho precisa ser constante e o conteúdo tem que entregar valor para quem está assistindo. O segredo do sucesso está na consistência de informações e no planejamento a longo prazo.

Em tempo: Taty Verri é responsável pela construção do canal do youtube do Empreendedorismo Rosa, se você ainda não acessou, a hora é agora: Empreendedorismo Rosa no Youtube 

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Conexões Femininas e Networking

Por Lênia Luz

Há 2 anos lidero o programa Lean In Circle no Brasil, programa este criado pela COO do Facebook, Sheryl Sandberg e autora do livro Faça Acontecer (Companhia das letras). Dentro da linha de raciocíno dela, e também da minha, devemos incentivar as mulheres a fazerem um bom networking.

Para tal devemos ter objetivos claros e não fazermos apenas laços de amizade mas sim laços de negócios. A clareza também auxilia a quebrar a nossa possível timidez, pois se temos um objetivo a falar sobre um determinado projeto, devemos ir direto ao ponto e sem rodeios.

Usar de maneira assertiva as redes sociais pode também encurtar caminhos. Pois com a internet, ficou mais simples encontrarmos pontos em comum e fazer um mapeamento de contatos úteis.

Liste as últimas 20 pessoas com quem conversou nas últimas semanas por telefone, e-mail, Whatsapp ou Facebook?. Desta lista escolha 10 que possam ser estratégicas  para seu crescimento e o de sua empresa.

Depois de escolhidos, avalie cada um dos contatos em três dimensões: intimidade , poder e frequência. Selecione pelo poder de influência 5 destes e avalie qual sua intimidade e frequência de contato com estas pessoas. Caso a estas estejam em baixa, relaxe, busque um ponto em comum entre vocês e faça contato. O segredo aqui é mostrar que é pessoa que busca oportunidade e não que é uma pessoa oportunista. A transparência na comunicação, nesta hora, será sua grande aliada.

Networking se faz em todo tempo, e nós mulheres, circulamos por vários lugares devido aos diversos papéis que exercemos ao longo de um dia. Portanto fora de nosso ambiente de negócios também devemos estar com nosso radar ligado e no mínimo trocarmos cartões quando vermos a oportunidade surgir na nossa frente, na porta da escola de nossos filhos, por exemplo. Em tempo: Sempre tenha seus cartões de visita em mãos.

Lembre-se: Falar sobre sua carreira e/ou seu empreendimento  precisa ser tão natural quanto falar sobre as últimas férias.

Não basta criar uma rede, tem que alimentá-la e isso só se faz com dedicação. Antes que você me diga: ” AH! Mas eu não tenho tempo!” eu lhe digo que talvez o que te falte é administrar melhor seu tempo. Estabeleça ir pelo menos a um evento, uma vez ao mês, para se dedicar a aumentar sua rede de contatos. Escolha pelos menos dois grupos diferentes a cada mes, nas redes sociais, para se relacionar e não somente para postar qualquer coisa.

Por fim, a máxima popular que diz ” quem não é visto , não é lembrado” ainda está valendo, mesmo em tempo de tanta tecnologia.

Beijos de vai lá e faz!

 

Se você quiser saber mais sobre o Programa Lean In Circle Empreendedorismo Rosa, estamos com inscrições abertas para mais uma imersão no final de julho em Curitiba : https://www.sympla.com.br/lean-in-circle–empreendedorismo-rosa-imersao__141680 e em agosto na cidade de São Paulo: https://www.sympla.com.br/lean-in-circle-empreendedorismo-rosa—imersao—sao-paulo__154492 

 

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Entrevista podeROSA

Por Pâm Bressam

 

Hoje vamos conhecer a Gilmara Oenning, sócia da escola de inglês Influx localizada em Jaguaruna/SC.

 

Antes de você abrir a Escola de Inglês o que você fazia, e qual era seu entendimento sobre empreendedorismo?

Antes da escola de idiomas inFlux, eu cursava Administração e trabalhava em uma empresa Multinacional. Na faculdade, empreendedorismo era apenas mais uma matéria. Busquei informações fora da sala de aula, pois, num primeiro momento, o empreendedorismo era apenas para as pessoas que já possuíam empresas, mas com as informações certas e pessoas que conheci, percebi que qualquer um pode ser empreendedor. Assim, na minha concepção,  empreendedorismo é pensar e agir diferente do comum.

Como foi meter a cara e empreender pela primeira vez? O que levou você a tomar esse risco?

A vontade de mudar e sair do comodismo foram o combustível para eu arriscar. Sempre pesquisava muito e queria fazer diferente de tudo que eu estava acostumada a viver. E no ano de 2014 vi a oportunidade de abrir uma escola de Idiomas em Jaguaruna. Fiz várias pesquisas, plano de negócio, pesquisa de mercado e fiquei alguns meses estudando. Após isso, pesquisei qual escola iria abrir, entrei em contato com várias franquias de escolas de Idiomas e escolhi a Influx. Abri a escola em 2015 e está sendo um grande aprendizado a cada dia. Estou satisfeita. Acredito que não podemos nos acomodar e devemos sempre ter muito foco.

Fonte da Imagem: Arquivo Pessoal

Fonte da Imagem: Arquivo Pessoal

Quais foram seus sentimentos nas épocas difíceis…

Tive motivação, e quando abri meu negócio estava consciente de que nada seria fácil, porém sabia que aquele era o momento certo.

Meu maior aprendizado é não desistir dos nossos sonhos.

Qual o conselho para uma mulher que deseja empreender?

Sou Jovem empreendedora, tenho muito o que aprender, mas o que considero importante para alcançar os objetivos são foco e persistência. E para quem está tentando algo, um bom planejamento faz parte do sucesso, uma pesquisa de mercado, um plano de negócio.

Conhecer novas pessoas e buscar novos horizontes, agir em vez de lamentar. Outra ação importante é conviver com pessoas que influenciarão positivamente.

 

Você voltaria atrás e faria tudo de novo ou tentaria procurar um emprego?

Faria tudo de novo. Estou muito feliz e tenho muitos sonhos a realizar. Cada dia um novo aprendizado!

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Confraria ROSA do Empreendedorismo Rosa se faz presente no evento de lançamento do Grupo Mulheres do Brasil em Curitiba

Por Empreendedorismo Rosa

 

Dia 31 de maio, a Confraria ROSA do Empreendedorismo Rosa, participou do lançamento do Grupo Mulheres do Brasil (GMDB), na cidade de Curitiba/PR. Durante o evento, as participantes assistiram à palestra da Luiza Helena Trajano, presidente e fundadora do Magazine Luiza e do Grupo Mulheres do Brasil.

Estiveram também para prestigiar a fundadora do Empreendedorismo Rosa, Lênia Luz, que assumiu a Liderança da Causa Empreendedorismo, do Núcleo Paraná. O Núcleo será liderado pelas executivas Regina Arns e Margaret Groff.

 

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“Participar do Grupo Mulheres do Brasil nos proporcionará uma rica troca de experiências que ajudará a construir uma cultura que valorize a diversidade no mundo empreendedor, intraempreendedor e o empoderamento feminino em todos as suas camadas” compartilha Lênia Luz.

 

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Tivemos também a presença da Embaixadora da Confraria Rosa,  a jornalista Thays Beleze, como cerimonialista.

As mulheres da Confraria representam diferentes áreas empreendedoras e intraempreendedoras como venda de produtos, prestação de serviços , tecnologia, medicina, direito, arquitetura, artesanato e alimentação. A Confraria ROSA é um grupo de mulheres que tem como missão inspirar, apoiar no crescimento umas da outras , seja na vida ou na carreira profissional.

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O grupo Mulheres do Brasil é composto por mulheres de vários segmentos que se reúnem para discutir e propor ações em temas relvantes e ligados à educação, empreendedorismo, cota para mulheres, entre outros.

Fiquem atentas a nossa agenda, para que você também venha somar a este movimento que veio para fazer e acontecer junto à mulheres de todo o BRASIL.

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Aprendendo a cuidar das finanças

Por Leonardo Grisotto

Em meio à crise econômica que assola o país desde o ano passado, a busca por especializações na área financeira vem crescendo gradativamente. A fim de dominarem melhor as técnicas e ferramentas, empresas vêm buscando entender melhor este universo, e os cursos de gestão financeira podem ser uma boa saída.

Fluxo de caixa, patrimônio líquido, livro razão e balancete são apenas alguns dos termos que podem deixar algumas pessoas de cabelo em pé. No entanto, para quem tem uma empresa ou pretende abrir uma, essa é apenas uma pequena parte de uma longa lista de expressões que devem ser conhecidas não só na teoria, mas principalmente na prática. Buscando entender melhor não só as expressões como também as dinâmicas que envolvem o dia a dia de uma organização, empresários e empreendedores vem optando por fazer algo que todos deveriam fazer: estudar. Os cursos de gestão financeira vêm crescendo no país, e diante do cenário econômico atual, se mostram um excelente investimento para quem deseja aprender a gerir melhor os seus negócios.

 

Fonte da Imagem: Google

Fonte da Imagem: Google

Quem se preparou há alguns anos atrás agora atravessa a crise com mais tranquilidade. Nesse sentido, a preparação tem a ver com conhecer muito bem o fluxo de caixa da empresa, pois nesses momentos o que mais falta é dinheiro em caixa. Ao se deparar com uma situação crítica elas precisam, literalmente, correr atrás do prejuízo e isso significa muitas vezes buscar qualificação e entender melhor os conceitos financeiros que estão presentes no dia a dia das empresas.

Durante as aulas a maioria das dúvidas que surgem são com relação à estruturação de ferramentas e processos, e também com relação aos principais indicadores de saúde financeira. Uma dica que costumo dar aos meus alunos é aprender a controlar melhor todas as entradas e saídas de dinheiro da empresa (o fluxo de caixa) e seu capital de giro.

Para quem está no negativo, o trabalho será mais árduo: é necessário um planejamento conjunto que envolve conhecer bem os números, analisar as margens dos produtos e serviços, bem como volume de vendas e conhecimento sobre as prioridades de pagamentos. Só assim a empresa poderá sair do vermelho e voltar a dar lucro aos seus gestores.

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Permutar ou não permutar? Eis a questão!

Por Bárbara Stock

Permutar ou não permutar? Eis a questão! Quando se tem uma empresa de serviços, aparecem muitas pessoas propondo permutas, mas se o pensamento de ambas as partes não estiver alinhado, podemos entrar em um grande e desnecessário conflito.

Entendo por permuta pelo menos duas trocas simultâneas. Uma é a troca intangível, aquela que não podemos mensurar, mas que talvez seja a mais importante. É a troca que agrega valor para as duas partes. Por exemplo: sou sócia de um Buffet que oferece banquetes, quando alguém me propõe uma permuta, a primeira coisa que a pessoa está levando, da minha empresa para a dela, é o fato de que, através do banquete que eu vou proporcionar, ela estará agregando valor ao negócio dela e eu, consequentemente, também precisarei ter algum valor agregado por ela (por exemplo, com a presença de futuros clientes potenciais ou com retorno “espontâneo” de mídia).

O segundo lado da permuta é a troca tangível, mensurável (no meu caso, por exemplo: estou oferecendo um banquete para x convidados, com x horas de duração, com x opções de comidas e bebidas e x quantidade de funcionários que disponibilizarei, e o que a pessoa me oferece de volta?).

Fonte da imagem: Priscila Tescaro Consultoria em Comunicação

Temos que deixar bem claro que uma permuta deve ser algo do interesse de ambas as partes, uma via de mão dupla, em que as trocas devem estar no mesmo nível, a não ser, é claro, que a empresa tenha outras intenções (mesmo que receba menos em troca, o foco não é esse e, sim, por exemplo, na visão futura). De todo modo, se não forem bem equilibrados todos os pontos, uma hora alguma das partes sentirá o reflexo, afinal, hoje, tempo literalmente vale dinheiro, não podemos despender o nosso por algo cujo retorno não está em alinhamento com o que estamos oferecendo.

Meu primeiro conselho parece primário, mas pasme, eu já caí nesse erro e já vi muitos amigos empresários de longa data caírem. Nunca feche uma permuta de boca e, mesmo que você conheça a pessoa que está do outro lado, sempre negocie o que será permutado, deixando tudo bem “amarradinho” antes da permuta em si. Sempre troque todas as informações por e-mail, até sobre os detalhes que parecem bobos. Meu segundo conselho é: Saiba bem o valor da sua moeda de troca, nunca supervalorize seus serviços nem tampouco desvalorize. Sua marca é seu nome e vice-versa e deve ser muito bem medida, de acordo com o que estão lhe oferecendo em contrapartida, por exemplo, mesmo que seus serviços valham rios de dinheiro, a empresa com quem está negociando pode não necessariamente entender sua logística e realmente não saber o quanto valem seus serviços e produtos, portanto, seja muito claro e transparente, para não passar arrogância.

Meu terceiro conselho é: permuta pode ser algo muito vantajoso em alguns casos, mas sempre tenha em mente que você deve agregar valor ao seu negócio e ao negócio de quem está do outro lado e precisa ter um retorno tangível (por exemplo, tratamentos, ganho de mercadorias, produtos ou serviços e afins). Meu quarto e último conselho, mas não menos importante é: chegará um momento em que muitas empresas e pessoas lhe procurarão oferecendo todo tipo de troca, então, saiba filtrar muito bem o que é vantagem e o que é apenas um elefante branco, e não tenha medo de dizer não. Às vezes precisamos declinar de certas propostas em prol de nossa saúde orçamentária, física e mental.

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