Por Lênia Luz, Camila Franco e Silmara Almeida
GVoltar ao Congresso Internacional de Felicidade foi, para nós, como reencontrar uma parte da nossa própria essência. Cada edição nos oferece algo novo, mas este ano… foi além. Houve uma força emocional e espiritual muito profunda, quase como se o ambiente inteiro pulsasse em um mesmo ritmo de amor, propósito e humanidade.
A energia das pessoas, as trocas sinceras, os encontros inesperados, tudo isso nos envolveu de um jeito revigorante. Nas falas, nos depoimentos, nos olhares, sentimos que o amor presente na vida de cada um transbordou e nos alcançou. Entre tantas mensagens potentes, uma ficou ressoando dentro de mim, dita pela Monja Coen: “Você é o centro da mandala da sua vida.”
Essa frase foi uma das que nos atravessou como um lembrete delicado e firme: só nós temos o poder de provocar as mudanças que desejamos. Só nós podemos inaugurar novos caminhos dentro da nossa própria história.
Voltamos para casa com o coração cheio, vibrando com as palavras de Fernanda Torres:“A vida presta, e muito” e com uma certeza simples e profunda ecoando: ressignificar.
Ressignificar o olhar, o ritmo, os afetos. Ressignificar a forma como escolhemos estar no mundo.
Fomos ao Congresso em busca de renovação, energia e inspiração. Voltamos com algo ainda maior: a consciência de que cultivar a felicidade é uma escolha diária íntima, possível e singularmente nossa.
Até a nona edição, logo ali, em 2026!