O bullying que persegue nossas singulares manifestações femininas

Por Janaina Barros

 

“– Papaaaaaiiiii, vem vê televisão!”  Um chamado insistente vindo do berço. Eu, por volta dos 3 anos chamava o pai ao ouvir a vinheta do Jornal Nacional. Aprendi a assistir as notícias sobre política, com a mesma atenção que prestava aos desenhos, dos Flintstones aos Jetsons e as novelas. Lembro que em 1984, Diretas Já era um assunto muito presente nas TV’s. Vi Tancredo Neves, o Coração de Estudante, ser eleito em 1985, e falecer poucos meses depois. Então com 12 anos senti que política e simpatia andavam de mãos dadas: ganhou o que me pareceu mais simpático. Não entendia o funcionamento da política, mas de tão entusiasmada, pensei: “Quando eu crescer… Acho que quero ser presidente!”

Naquele mesmo ano, tivemos eleições para a direção da escola, e a política chegou mais perto de mim. O diretor da época, enviado pela Secretaria de Educação para assumir o final da gestão anterior trouxe segurança e ordem à escola, e tentava ser eleito para dar continuidade ao trabalho. Realmente, sob sua direção, passamos a ter policiamento nas proximidades, e foi possível estudar com tranquilidade. Fez da escola, um lugar seguro para estudar. O outro candidato era um professor que já trabalhava lá há alguns anos.

 

Fonte da Imagem: Lauren Jauregui - Pare de intimidar

Fonte da Imagem: Lauren Jauregui – Pare de intimidar

Na turma de 6ª série, tínhamos aula com este professor-candidato. Com sua autoridade em sala, influenciava todos os alunos (ao menos da minha turma) pela proximidade que a posição traz. Todos? Não. Menos eu. O professor perguntava em sala aos alunos, em quem seus pais votariam neste momento fui metralhada por trinta pares de olhos, além das manifestações de reprovação ao contar que meus pais votariam no atual diretor. Para mim, se política e simpatia andavam juntas, o diretor em exercício ganhava de longe. Ele era um misto de Sidney Poitier com Morgan Freeman. Além de simpático, era aos meus olhos inteligente e elegante. Em casa decidimos por apoiá-lo. E como falar não era meu forte desde os 6 anos, produzi um cartaz em apoio ao meu candidato. Pedi autorização na secretaria para colar no local próprio, e quando ia fazer, para minha surpresa meus colegas de turma estavam às minhas costas, me sufocando para tirar da parede minha manifestação política. Ameaçavam me bater ali mesmo.

Fui salva pelo diretor que foi verificar o motivo do tumulto e deu uma lição de democracia e tolerância a todos nós. Meu cartaz ficou pelo tempo da campanha: não foi tirado, nem destruído. Ele mesmo iria verificar todos os dias, prometeu o diretor. Meus colegas e o professor não podiam mais me ameaçar, me senti protegida dentro e fora da escola, sendo acompanhada até em casa para não apanhar na rua com a “tchurma” no meu encalço, querendo me “pegar na esquina”. Mas a proteção não impedia os olhares de raiva e deboche dentro da sala, inclusive do meu professor, que perdeu a eleição. Para piorar a situação, ao final do ano quando da entrega de notas, tive que ouvir um discurso do professor, perante meus colegas, que nunca atribuía nota 10 para ninguém. Segundo ele o 10 era apenas para o professor, e até aquele ano, só tinha atribuído 2 notas 10. A primeira por inexperiência no começo da carreira. A segunda foi a minha: não pode descontar pontuação. Senti-me muito mal, minha nota 10 tinha gosto de zero.

Medo, mal estar, sensação de insegurança, ameaças explícitas ou veladas. Bullying. Não dava vontade de ir para a escola. Mas por sorte contei logo aos meus pais o que acontecia e pude sentir a segurança de sua proteção. Assim, não desenvolvi problemas psicológicos mais graves. O pai me levava, e uma prima mais velha que estudava na mesma escola, me acompanhava até em casa. No ano seguinte, mudei de escola e me afastei de manifestações políticas. Ou quase…

Refletir sobre estas lembranças me faz pensar nas crianças e adolescentes que passam por situações como esta todos os dias. Casos de Bullying podem ser tratados com terapia floral, tanto para o agressor, como para a vítima. Como terapeuta, avalio que essências florais como a Embaúba e Chapéu de Sol, ambas do Sistema Saint Germain, auxiliam a vítima de Bullying a superar as mágoas, a se reerguer de humilhações, seguir com a vida e superar o medo de ser vítima de novas ameaças, agressões ou ofensas. O terapeuta floral saberá indicar outras essências necessárias para associar a estas conforme casos individualmente analisados.

 

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Processo de superação: Minha Voz e Minha Vez

Por Janaína Barros

Lendo o livro “Faça Acontecer”, da Sheryl Sandberg, para uma Leitura com pRosa, lembrei de fatos esquecidos da minha infância. Lembranças de como perdi minha espontaneidade, criei uma barreira interna e deixei de me expor. Sou de observar muito e falar pouco. Gosto de ouvir. Mas dizem meus pais que eu era espontânea, mais falante e sempre dei minhas opiniões. Até os quatro anos e meio fui filha única. Nessa época fui alfabetizada em casa, por minha mãe que ainda não era professora formada. Cresci entre adultos, e na maior parte do tempo conversando só com adultos. Lendo tudo o que me caia nas mãos e fazendo contas simples, aos 6 anos ingressei na pré-escola, como era chamada na década de 1970.

A orientação de casa era para não falar e não aceitar doces ou balas de estranhos. Por ser novidade conviver com outras crianças e uma professora ainda “estranha”, eu falava menos que o de costume. Mas certa vez, por um sussurro eu e um colega fomos punidos por trocar conversas no momento em que era para fazer silêncio. Se não ouvimos, é porque estávamos com os ouvidos sujos, segundo a professora. Supervisionado, o menino foi primeiro a ser castigado. Eu, no entanto, mesmo envergonhada por ser castigada, cumpri sozinha minha sentença. Voltei para a sala, e tive que retornar acompanhada, para cumprir o castigo pela segunda vez. A professora não acreditou em mim. Aprendi duras lições nesse dia: falar sem permissão é passível de punição, minha palavra não valia nada sem testemunha, e para cumprir uma punição era necessário o carrasco. Lições fortes para uma criança daquela época.

Lean In Leitura com pROSA

Outro momento relembrado foi minha autopromoção. Conversando com uma menina que era minha vizinha e com minha mãe que nos buscava na escola, a ouvi contar sobre o que aprendia na quarta série primária, hoje 5º ano do ensino fundamental. Eu queria o que ela aprendia. Não apenas desenhar e ouvir a professora ler histórias. Eu sabia ler, e podia ler sozinha! Decidida a aprender, combinamos a travessura. Estratégia pronta, parti para a execução: fugi para a 4ª série. Em algum momento pedia para ir ao banheiro. Disfarçava uns minutos, batia à porta da sala dela. Não lembro que motivo eu dei, mas por alguma razão a professora me permitiu ficar sentada ao lado da menina. Ao final da aula, recuperava minha lancheira antes de ir para casa. Repeti a travessura algumas vezes, faceira pelo meu grande feito. Não lembro quanto durou a aventura. Mas lembro de quando a zeladora bateu à porta da 4ª série e me encontrou. Com jeito, ela descobriu o motivo e contou para minha professora. Desta vez, sem punição. Chamaram mamãe e aí a escola descobriu que eu estava adiantada. Uns 2 anos à frente da minha turma. Para eu não fugir, tentaram tornar as aulas mais atraentes. Mas, com 6 anos, eu tinha um currículo a cumprir. Passei a ter atividades diferenciadas, mantendo o conhecimento já adquirido. Entendi que a escola me oferecia algum aprendizado, mas com limites. Rebelde, mantive minha própria velocidade no desenvolvimento intelectual, sempre buscando aprender o que me interessava, mesmo fora do currículo escolar da minha faixa etária. Ah, se naquela época eu tivesse computador e internet!

Aos 6 anos perdi muito da espontaneidade para falar. Passei a ter medo de me expor: fazer leitura em voz alta, provas orais, apresentações na escola. Anos depois, como professora, falava tranquilamente com as crianças. Meu problema era com adultos. Nas aulas de teatro da faculdade de arte, mesmo com ansiedade e sofrimento aprendi a vestir uma personagem para falar em público. Depois da faculdade de Direito, com o coração pulsando em meu cérebro, e em pânico, tive muita dificuldade em entrevistas de emprego. Na carreira de advogada autônoma, para encarar as primeiras audiências, usei novamente minha personagem.

Sei que a professora teve boa intenção ao nos ensinar o respeito à fala do outro e do adulto. Acredito que não guardei mágoa disto. Mas, o estrago em minha autoconfiança foi feito. Após muita terapia realizada, quando já advogada e em transição profissional, redescobri minha voz e minha vez, mesmo sem lembrar a origem do problema. Agora sei que tenho muitas opiniões e contribuições a dar, e pessoas que querem ouvir.

Hoje, como terapeuta (aromaterapeuta, terapeuta floral e outras técnicas associadas), com o conhecimento adquirido, o aroma que utilizaria para tratar alguém com esta dificuldade, seria o óleo essencial de Hortelã pimenta.  Este óleo essencial auxilia na comunicação e espontaneidade, como também ajuda a lidar com a timidez e o desamparo que o fato de ser desacreditada pode trazer.

Sempre é tempo de olhar para nosso história, seguir em frente e fazer nossa VOZ valer!

Em tempo: Janaína Barros estará na Pausa podeROSA – Especial Mês da Mulher compartilhando sobre auto cuidado e auto estima. Inscreva-se aqui: https://www.sympla.com.br/pausa-poderosa—especial-mes-da-mulher__246120

 

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Nós apoiamos o Novembro Azul – Mês do bigode!

Novembro Azul quer alertar os homens sobre os cuidados com sua saúde.

Fonte da imagem: Projeto Ilumina

O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa remete à cor do laço que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. A inciativa começou nos Estados Unidos, com ações isoladas referentes ao câncer de mama e mamografia no mês de outubro. Posteriormente, houve a aprovação do Congresso Americano que tornou outubro o mês americano de prevenção do câncer de mama.

A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade.

A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc surgiu posteriormente como uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente. A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em torno da causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.

Após o Outubro Rosa, mais um importante passo inicia pela prevenção. O foco passa a ser contra o câncer de próstata. Seguindo exemplo, o Novembro Azul integra a programação mundial para conscientizar o sexo masculino nos aspectos da prevenção da doença. Em menos de 30 anos, a taxa de mortalidade nos homens brasileiros por câncer de próstata aumentou mais de 95% e é o segundo câncer mais comum entre os homens, sendo o primeiro o de pele não melanoma. Conforme o Ministério da Saúde, são mais de 50 mil casos novos todo ano, com o número de mortes ultrapassando os 12 mil registros. O mês ainda tem um reforço nessa luta: 17 de novembro é o Dia Nacional de Combate ao Câncer de Próstata.

Se o Outubro Rosa remete à cor do laço que simboliza, internacionalmente, a ação é contra o câncer de mama, no Novembro Azul, o bigode entra em cena. A fundação Movember promove um evento para conscientização e arrecadação de fundos para a luta contra o câncer de próstata e outras doenças masculinas. O nome da entidade é uma brincadeira com as palavras “moustache” ou “mo”, “bigode” em inglês, e o nome do mês.

FAÇA PARTE DESTA CAMPANHA!

Imprima o bigode abaixo, tire uma foto e envie para gente que potaremos em nossa página no Facebook. Vamos divulgar essa ideia?

Fonte da imagem: Empreendedorismo Rosa

O evento aconteceu pela primeira vez em 1999 na Austrália. A fundação existe desde 2004 e hoje conta com a adesão de instituições nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Dinamarca, Espanha e Grécia, entre outros países.

A iluminação rosa em monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc durante o mês voltado à prevenção feminina volta para o Novembro Azul, apenas com a mudança na cor. O objetivo é facilitar uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.

 

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Hoje o dia é das crianças e a reflexão é nossa!

Por Lênia Luz

Buscando algo inspirador para a comemoração do Dia das Crianças, encontrei um texto maravilho de meu escritor preferido, Rubem Alves. Tive a grata alegria de conhecer em Campinas o Café Bistro Rubem Alves .

Quando lá cheguei parecia uma criança que acabaram de ganhar o brinquedo tão sonhado. Sim, estava em um espaço que me remeteu a memórias, sentimentos, aprendizagens e muitas emoções advindas das leituras feitas de seus livros e de momentos que pude escutar a sabedoria deste grande mestre ao vivo e a cores. Assim se comportam as crianças que ainda vivem em nós, quando são despertadas por algo que as emociona, não se importam com o “MICO ou KING KONG”, simplesmente vão lá e se divertem.

E é nesta vibe das boas emoções que compartilho o texto que segue abaixo.

 

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“…O melhor de tudo são as crianças…” Rubem Alves

“Convidaram-me a participar de um congresso sobre educação, na Itália. Fui. Esperava que fosse igual aos muitos congressos de que já participei: conferencistas famosos, pedagogos, filósofos, professores, educadores, políticos, todos explicando teorias sobre a educação. Assim é porque aqueles que comparecem a congressos são sempre adultos. Mas uma surpresa me aguardava: o congresso estava cheio de crianças. Se são as crianças que vão ser objetos da educação é absurdo pensar sobre o que se vai fazer com elas sem que elas sejam ouvidas. Lá estavam elas, misturadas com os adultos. Fiquei com inveja delas e saudades do meu tempo de criança. Fiquei fascinado pela oficina para se fazer brinquedos, com serras, martelos, morsas, alicates, papéis, barbante, cola, carretéis, elásticos, madeira, etc. Aí vi que as crianças de qualquer parte do mundo podem se entender porque os brinquedos, como a música, são uma linguagem universal que não necessita de palavras. Os jogadores de xadrez jogam xadrez mesmo se falam línguas diferentes. Crianças de países diferentes podem, juntas, armar quebra-cabeças, jogar pião, empinar pipas, pular corda…

Eu não falo italiano. Estava lá, andando invejoso entre os meninos. Aí um jovem, vendo meu sorriso de inveja, sem dizer uma palavra, veio empurrando um carrinho de rolemã e simplesmente me fez um gesto. Assentei-me no carrinho e lá fui eu, empurrado pelo jovem, correndo como se fosse piloto de fórmula 1, rindo de felicidade. E percebi que andar num carrinho de rolemã me dá mais prazer que guiar automóvel. Quando guio um automóvel sou adulto. Quando ando de carrinho de rolemã sou criança. Só tive uma reclamação a fazer: é que os carrinhos de rolemã são feitos para crianças – o que revela um miserável preconceito. Por que não carrinhos de rolemã tamanho adulto? Por acaso os adultos não têm direitos? Por acaso eles estão proibidos de entrar no mundo das crianças? E não se fala tanto em “inclusão”? Eu quero ser incluído no mundo das crianças. Exijo os meus direitos. Pena que lá não houvesse balanços, um dos meus brinquedos favoritos. Balanços, pra existir, precisam de árvores grandes com galhos fortes ou armações de madeira. E lá não havia nem uma coisa nem outra. É impossível balançar sem se sentir leve e com vontade de rir. Balanço é terapia contra depressão. Lembrei-me do que disse Nietzsche: o Diabo nos faz graves, solenes, pesados; faz-nos afundar. Deus, ao contrário, dá leveza e nos faz flutuar. Concluo, então, que o balanço é um brinquedo divino, por aquilo que ele faz com a gente. Balançar num balanço é um forma de rezar, de estar em comunhão com Deus.
Os brinquedos dão prazer. Os brinquedos fazem pensar. Quer ver? Você sabe que, sem ter ninguém que o empurre, você pode fazer o balanço balançar alto, até fazer o pé tocar na folha do galho, pela simples alternância da posição das pernas, prá frente e prá trás. Eu lhe pergunto então: por que é que essa alternância na posição das pernas, sem encostar em nada, produz o movimento do balanço? E o ioiô? Participei de um congresso sobre brinquedos, na Bahia. Havia uma infinidade de brinquedos em exposição. De alguns, apenas as fotografias. Como, por exemplo, pipas do tamanho de uma casa, pesando quinhentos quilos. E a fotografia de um mosaico grego, de antes de Cristo. Pois nesse mosaico aparecia um grego jogando ioiô! Nunca imaginei que os ioiôs fossem tão antigos! Pergunto: o que é que faz com que o ioiô vá para baixo e para cima? E que dizer dos quebra-cabeças? Quantas funções intelectuais altamente abstratas entram em jogo enquanto se monta um quebra-cabeças! E as bolhas de sabão! Me explique, por favor: por que é que elas são tão redondinhas? Quem joga sinuca aprende, intuitivamente, as leis da composição de forças. E os piões: por que é que se equilibram sobre um prego?

Lá no congresso na Itália parei diante de um quebra-cabeças, dois pregos entrelaçados que, se se pensar bem, podem ser separados. Fiquei longos minutos lutando com os ditos pregos. E pensei: Que coisa mais estranha! Não vou ganhar nada se conseguir separar os dois pregos. O que é que faz que eu esteja aqui, perdendo o tempo e quebrando a cabeça? A resposta é simples: pelo desafio. Todo brinquedo bom é UM desafio. E isso nada tem a ver com esses brinquedos eletrônicos comprados, em que não se usa a inteligência mas apenas o dedo para apertar um botão. Brinquedo bom tem de ser desafio. Brinquedo bom tem de fazer pensar.

É possível que você tenha comprado brinquedos para os seus filhos. Mas sugiro que aquilo que seu filho ou filha mais deseja é ter você como companheiro de brinquedo. Não me esqueço da imagem triste de um pai, numa manhã de domingo, empurrando o filho no balanço com a mão esquerda enquanto lia o jornal que segurava com a mão direita. Para aquele pai, brincar com o filho era um sacrifício. Para ele o importante eram as notícias do jornal. A infância passa rapidamente. Logo logo a única coisa que restará será o jornal na mão direita e o vazio na mão esquerda.

No congresso distribuíram um página com os “Dez Direitos Naturais das Crianças” que quero compartilhar com vocês.

“1. Direito ao ócio: Toda criança tem o direito de viver momentos de tempo não programado pelos adultos.

2. Direito a sujar-se: Toda criança tem o direito de brincar com a terra, a areia, a água, a lama, as pedras.

3. Direito aos sentidos: Toda criança tem o direito de sentir os gostos e os perfumes oferecidos pela natureza.

4. Direito ao diálogo: Toda criança tem o direito de falar sem ser interrompida, de ser levada a sério nas suas idéias, de ter explicações para suas dúvidas e de escutar uma fala mansa, sem gritos.

5. Direito ao uso das mãos: Toda criança tem o direito de pregar pregos, de cortar e raspar madeira, de lixar, colar, modelar o barro, amarrar barbantes e cordas, de acender o fogo.

6. Direito a um bom início: Toda criança tem o direito de comer alimentos sãos desde o nascimento, de beber água limpa e respirar ar puro.

7. Direito à rua: Toda criança tem o direito de brincar na rua e na praça e de andar livremente pelos caminhos, sem medo de ser atropelada por motoristas que pensam que as vias lhes pertencem.

8. Direito à natureza selvagem: Toda criança tem o direito de construir uma cabana nos bosques, de ter um arbusto onde se esconder e árvores nas quais subir.

9. Direito ao silêncio: Toda criança tem o direito de escutar o rumor do vento, o canto dos pássaros, o murmúrio das águas.

10. Direito à poesia: Toda criança tem o direito de ver o sol nascer e se pôr e de ver as estrelas e a lua.” E aí eu pedi às crianças licença para acrescentar o décimo primeiro direito: “Todo adulto tem o direito de ser criança…”

Desejo que você, nesse “Dia das Crianças”, redescubra a delícia que é ser criança. Porque, como disse Fernando Pessoa, “Grande é a poesia, a bondade e as danças… Mas o melhor do mundo são as crianças”. ”

Abreijos de feliz seu dia!

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Sephora Accelerate: Projeto mundial busca empreendedoras brasileiras do ramo da beleza

Por Empreendedorismo Rosa

Sephora, maior rede de produtos de beleza do mundo, anuncia a abertura das inscrições para a terceira edição do Sephora Accelerate, que auxilia mulheres empreendedoras de startups de beleza a serem bem-sucedidas em seus negócios, proporcionando seis meses de treinamento – que inclui um bootcamp nos Estados Unidos – acompanhamento e apoio de mentores especializados neste segmento, além de U$ 5 mil para auxiliar no projeto. As inscrições estarão abertas de 1° de outubro, seguindo até o final deste mês, e poderão ser efetuadas pelo site https://www.sephorastands.com/accelerate/.

O projeto idealizado pela Sephora Américas está cada vez mais voltado às brasileiras. Neste ano, o Brasil recebeu um evento inédito do programa, que reuniu mulheres donas de seus próprios negócios, em São Paulo, para um bate-papo sobre empreendedorismo e explicações sobre o Sephora Accelerate. O evento contou com a presença das executivas da marca Lily Xu, gerente de impacto social da Sephora e uma das idealizadoras do projeto, e Andrea Orciolli, vice-presidente de marketing e merchandising de Sephora Latam e mentora no programa Accelerate. Ainda participaram deste painel Pollini Jorio, CEO do aplicativo BrandLovers e primeira participante brasileira do projeto, Juliana Goes, jornalista, coach e fundadora do aplicativo Zen, e Bruna Fioreti, coach e jornalista especializada na área da beleza.

 

SEPHORA ACCELERATE

A primeira edição do programa ocorreu em 2016 e desde então ele vem buscando construir uma comunidade de empresárias que escolheram o mercado de beleza para iniciar seu próprio negócio. Neste programa, Sephora usa sua expertise no setor para criar um mercado de trabalho mais igualitário, oferecendo oportunidades e ferramentas para que mais mulheres alcancem sua independência, fazendo aquilo que amam.

A iniciativa nasceu da percepção de que mesmo na indústria da beleza, em que a maioria dos consumidores é constituído por mulheres, as empreendedoras ainda não têm tanta representatividade. Sephora reconheceu aí uma oportunidade única de extrair o máximo do seu conhecimento no ramo da beleza para criar uma comunidade de apoio para mulheres que estão nos primeiros estágios do desenvolvimento de seus negócios e assim poder formar um ecossistema de apoio para mais de 50 mulheres que estão à frente de empresas de beleza até 2020.

Por meio de um processo seletivo, que passa pela equipe da Sephora local e por um comitê global especializado, o programa escolherá 10 empresárias, residentes nos Estados Unidos, Canadá, México ou Brasil, para o time de 2018. Para se inscrever pelo Brasil é mandatório que a candidata seja brasileira e tenha domínio do inglês, pois todo o treinamento será neste idioma.

 

Fonte da Imagem: Sephora Brasil

Fonte da Imagem: Sephora Brasil

Programação Sephora Accelerate 2018

 Inscrições: 1° a 31 de outubro de 2017, pelo site https://www.sephorastands.com/accelerate/

Anúncio das selecionadas: até dia 31 de dezembro deste ano

Elegíveis: as empresas devem ter sido fundadas por mulheres, acima de 18 anos, em que o escritório principal seja em países da América onde Sephora opera – Estados Unidos, Canadá, México e Brasil. As companhias devem estar no início de seu desenvolvimento e os produtos ainda não devem ter distribuição em larga escala. É preciso ter pelo menos algum tipo de amostra de laboratório ou protótipo do produto.

Bootcamp Week: durante uma semana, as 10 escolhidas estarão reunidas da sede da Sephora em São Francisco para um treinamento voltado para o desenvolvimento de suas empresas, onde receberão instruções sobre o modelo de negócios, análise de mercado, plano de crescimento e estratégias de empreendedorismo.

Mentorship: durante os meses após o Bootcamp, as empresárias deverão resolver desafios de negócios e crescimento por meio do apoio de mentores – líderes da indústria de beleza e especialistas em startups –  que vão acompanhá-las individualmente durante todo o processo.

Demo Day: neste evento, etapa final do programa, as participantes devem apresentar suas empresas para especialistas da indústria, possíveis parceiros e investidores e líderes da Sephora.

 Website: https://www.sephorastands.com/accelerate/

 

Sobre Sephora

A Sephora é a maior e mais visionária rede de produtos de beleza do mundo, que inspira seus clientes a desfrutarem de um mundo de beleza. Fundada na França em 1970 e adquirida em 1997 pela LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton – maior conglomerado internacional de artigos de luxo – hoje a marca possui mais de 2300 lojas em 33 países. A Sephora é reconhecida em todo o mundo por seus conceitos exclusivos no varejo e experiência única de compra, que estão presentes no design de suas lojas, na expertise de seus consultores de vendas, na experiência interativa de compra e, principalmente, na combinação incomparável de mais de 200 marcas de prestígio que oferecem uma vasta gama de produtos, incluindo cuidados para o cabelo, pele, corpo, banho, fragrância e maquiagem, bem como a linha Sephora Collection.

 

Sobre Sephora Américas

Desde 1998, a Sephora Américas vem transformando a beleza. Hoje a divisão movimenta mais de 430 lojas no continente americano, além de suas 600 operações dentro de locações JCPenney e do principal site de beleza do mundo, www.sephora.com. Em 2010, expandiu-se pela América Latina, e abriu lojas no México. A primeira loja física no Brasil foi inaugurada em 2012, no JK Iguatemi, em São Paulo. Hoje, possui pontos de venda físicos em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Distrito Federal, Espírito Santo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Pernambuco, totalizando 24 lojas e dez pop up stores, e cobre todo o território nacional através da operação do www.sephora.com.br.

http://facebook.com/sephorabrasil /http://instagram.com/sephorabrasil/

#sephorabrasil #sephorainspira #sephoraaccelerate #beautypowerturniton

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Descubra e equilibre o seu Estilo de Vida

Por Carol Santos

Existem sete pilares que nos sustentam: saúde, família, carreira, cultura, comunidade, matéria e espírito.  Todos eles são igualmente importantes.

Fonte da Imagem:Loccus

Fonte da Imagem:Loccus

Sábado forneceremos pistas para que elas possam conviver em harmonia.  Vale a pena fazer um esforço para equalizar suas Sete Vidas.

Venha para a “pROSA podeROSA: Um tempo para mim!” , inscreva-se :https://www.sympla.com.br/pausa-poderosa-um-tempo-para-mim–outubro-rosa__192001.

A chave da felicidade é o equilíbrio!

 

 

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